O que é e como controlar a tabulação no Illustrator

Algo muito comum em cardápios de restaurante são aquelas listas de produtos com o nome de um lado e os preços do outro, algumas vezes separados por vários pontinhos entre eles.

Exemplos

BOSCO – Restaurant Menu, cardápio criado por Parvin Ibadullayeva

Tasty Lounge Bar, branding desenvolvida por Alphamark e Antonio Stojceski

Restaurant Menu, cardápio criado por Zafore Sadek

Restaurant Menu Design, cardápio criado por Creative Spirit BD

Esses pontinhos podem até ser feitos manualmente, mas seria um trabalho desnecessário e dificultaria fazer alterações simples como mudar o nome e preço de um produto. Por esse e outros motivos, temos o controle ta tabulação.

Controle da tabulação

O Tab é uma tecla muitas vezes subestimada ou usada apenas para trocar janelas e abas dos programas, mas sua função vai muito além disso!

Uma das principais utilidades da tabulação na diagramação, seja no Illustrator, InDesign ou Corel, é criar uma separação padronizada entre uma informação e outra, dividindo a informação em colunas dentro do mesmo parágrafo.

Então, controlar esse espaçamento, com ou sem os pontinhos, é algo bem útil e necessário em diversos momentos.

A dúvida foi levantada pelo Nil NKS no nosso canal no YouTube, no vídeo anterior (Como copiar/colar rapidamente e fazer sequências de cópias no Illustrator):

Então criamos essa dica rápida, e assim como nas últimas, deixamos aqui a versão em vídeo e texto:

Versão em vídeo (segue a gente lá no canal)

 

Versão em texto

Para facilitar, fiz uma caixa de texto (Tipo de Área), mas a tabulação também funciona em Tipo de Ponto (quando apenas clicamos no lugar que desejamos escrever).

Como já diz o nome, o controle da tabulação acontece aonde existem Tabs aplicados no texto. Por isso, fiz uma coluna de nomes e outra de valores no Excel, já que ele converte a quebra de colunas em um Tab. Mas isso também pode ser feito no Word ou direto no Illustrator, adicionando os Tabs manualmente.

A vantagem do Tipo de Área, nesse caso, é que ele vai me ajudar a limitar o espaço onde o texto vai ficar e também na distribuição dele em colunas no cardápio.

Aí é só selecionar todos os blocos de texto e ir em Janela > Tipo > Tabulações (Atalho: Ctrl + Shift + T).

As setinhas que aparecem acima da régua definem a direção em que o texto vai, justificando à esquerda, centro ou direita.

Como quero deixar os preços grudados na margem direita, vou colocar essa opção, com a setinha para a direita, aí basta segurar o botão esquerdo do mouse na régua para definir a nova distância da tabulação.


Como cada bloco de texto pode ter um tamanho diferente, já que as abas de um folder não tem a mesma largura, para assim fechar sem defeitos, você vai precisar ajustar os outros dois blocos conforme seus tamanhos. Para isso, clique em cada um e ajuste a distância. Mas uma dica aqui é clicar no botão do imã, fazendo com que a régua se ajuste à largura da coluna.

Assim poderá ajustar com mais precisão, arrastando a setinha. Obs.: Tome cuidado para não criar outra sem querer, se na hora de arrastar clicar em outra parte da régua.

E para finalizar essa parte, selecione todas as colunas, e se quiser, adicione um ponto ( . ) na opção Guia, que será o que vai preencher o espaço da tabulação.

O legal é que além do tradicional ponto, outros caracteres podem ser usados, como hífen, barra, asterisco, etc…

Podemos também criar 2 ou mais tabulações em uma mesma linha, como fiz aqui nesse outro exemplo.

Quando temos 2 tabs, formando então 3 colunas internas, uma situação comum é deixarmos a primeira tabulação com a setinha do justificado ao centro.

E após criar a segunda setinha, pode altera-la para o justificado à direita (tem que criar primeiro a seta, se não você vai alterar a que criou anteriormente).

Cada tabulação pode ou não ter as Guias ( . ), conforme sua escolha. É só clicar na setinha correspondente e colocar o caractere desejado.

Conclusão

Como viram, apesar do Illustrator não ser o principal software de diagramação da Adobe (cargo ocupado pelo InDesign), em vários momentos precisamos trabalhar com texto e ferramentas tradicionais de layout precisam ser bem aplicadas aqui, tanto para um flyer de uma página como para um catálogo de múltiplas páginas.

Se estiver gostando das dicas, continue acompanhando aqui e no no nosso canal mas se quiser se aprofundar no Illustrator e ver muitas outras ferramentas, conheça também nosso curso online Illustrator Definitivo.

Tem alguma dúvida que podemos ajudar? Deixe seu comentário aqui ou em um dos nossos vídeos e pode ser um próximo tema das Dicas de Illustrator.

Até a próxima!

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As 4 etapas de um processo de design e suas ferramentas

Em qualquer trabalho criativo é essencial ter um processo atrelado aos seus entregáveis.

Porque através de um processo é possível compreender os erros e pontos de melhoria.

Imagino que todo profissional criativo quer estar em melhoria constante. Isso proporciona maior qualidade dos entregáveis e maior valor que esse profissional pode cobrar por eles.

Por conta disso, decidi compartilhar com você a minha visão sobre processos, pontuando as principais ferramentas que integram às fases do processo.

Entretanto lembre-se: o conteúdo que estou prestes a compartilhar não é uma verdade absoluta, mas um compilado da minha série de estudos sobre Design.

E não há assunto melhor para introduzirmos ao tema do que Design Thinking.

Design Thinking

Já tenho um artigo completo explicando sobre “a forma como designers pensam”.

Mas para te dar um contexto, vou fazer um breve resumo…

Essa abordagem ficou muito popular por conta de empresas como IDEO que trouxeram a presença do designer para liderança estratégica da empresa.

Pensar como um designer, segundo essa abordagem, significa aumentar a eficiência e competitividade organizacional através de um pensamento híbrido.

O que entendemos como “humanas” e “exatas”, podem estar juntas em uma mente através do raciocínio abdutivo.

Segundo alguns autores, pensar como um designer é trazer à tona o pensamento intuitivo (em busca de maior criatividade) e o pensamento analítico (em busca da redução de riscos).

Coloque uma pitada de experimentação e iteração, e temos o design thinker.

Fases de um processo

Alguns teóricos documentaram as fases de um projeto de Design de diferentes formas.

Fazendo uma pesquisa rápida você consegue encontrar nomes como Baxter, Bonsiepe e Vieira.

Mas eu vou te trazer um compilado das ideias de Cavalcanti somada à maneira como eu enxergo os meus processos.

E o resultado disso são 4 grandes etapas que permeiam o processo de desenvolvimento de um projeto de Design. São elas:

  • Entender
  • Definir
  • Idealizar
  • Prototipar

Na teoria de Cavalcanti, existem mais duas etapas além dessas. São elas:

  • Observar
  • Testar

Resolvi deixá-las de lado nesse primeiro momento para dar exemplos mais tangíveis para o Design gráfico.

Vamos para as etapas?

1- Entender

Assim como a ideia geral das fases de desenvolvimento de projeto no Design Thinking, entender o problema é o momento inicial.

Antes de qualquer coisa, é necessário compreender o solo no qual se está pisando.

Para um designer não pode ser diferente.

Nem “todos os caminhos levam à Roma”, pois para saber como resolver um problema, é importante ter consciência sobre o problema que precisa ser resolvido.

Podemos pensar de duas maneiras para concluirmos essa etapa: através da imersão preliminar e imersão profunda.

Em outras palavras, estou me referindo à uma pesquisa indireta e direta, respectivamente.

Imagine o seguinte: você está desenvolvendo um projeto de identidade visual para uma marca. É necessário buscar informações tanto sobre a própria marca como também sobre o universo em que ela atua.

Ambas as formas são válidas, e nenhuma é melhor que a outra, mas complementares.

E para te ajudar com isso, existem duas ferramentas muito úteis.

1.1- Briefing

É a matéria-prima de todo trabalho criativo.

Através dele é possível tangibilizar os objetivos de um projeto. Mas não só isso, também é possível ter um material de consulta durante todo o desenvolvimento.

O briefing pode ser o passo inicial para uma imersão profunda, pois a partir dele que temos insumos o suficiente para entender melhor sobre o projeto.

1.2- Pesquisa

Outra ferramenta que ajuda na compreensão do projeto são as pesquisas.

Você pode usar a internet para pesquisar, seja para entender aspectos específicos de um nicho, conhecer as características da concorrência ou capturar alguns padrões de comunicação das mensagens similares.

2- Definir

Nessa etapa, o foco está no problema, porém a partir de um aspecto-chave.

Quando você fez sua pesquisa, foram gerados vários dados a partir disso, mas agora é hora de analisar e sintetizar.

Nem todas as informações serão úteis para o desenvolvimento do projeto. Algumas podem dar origem a outros dados enquanto algumas informações precisam ser descartadas.

E para ajudar na conclusão dessa etapa, separei duas ferramentas muito úteis.

2.1- Mapa conceitual

Para escrever este artigo eu criei um mapa conceitual. Para preparar minhas lives, eu crio um mapa conceitual. Para os meus projetos eu crio mapas conceituais.

O objetivo desse documento é armazenar, organizar e conectar informações adquiridas na etapa anterior.

E diferente do mapa mental, aqui nós vamos criar relações entre as palavras-chave ou frases, com o propósito dar coesão às informações.

2.2- Painel Semântico

Esse painel, também conhecido como moodboard, possui a essência visual de um projeto.

Imagens, cores, vídeos, sons e texturas contemplam o painel semântico, por isso ele pode ser entendido como “painel do humor”.

É muito útil para avaliarmos o caminho do projeto antes de começar o desenvolvimento propriamente dito.

3- Idealizar

As próximas etapas são compreendidas dentro do espaço “solução”. Nas etapas anteriores, falamos muito sobre o problema, e agora vamos colocar a mão na massa para criar.

A principal ferramenta na etapa de idealização é a geração de alternativas.

É o momento onde você vai pegar tudo que pesquisou, analisou, compilou e definiu para transformar em possibilidades.

Eu recomendo que utilize uma folha de papel e caneta ou lápis para essa tarefa porque esses materiais permitem maior liberdade criativa.

Seu objetivo vai ser alcançar a qualidade através da quantidade. Explore o máximo de possibilidades possível, sem medo e sem julgamentos.

4- Prototipar

Por fim, entramos na etapa de execução da ideia.

Você percebeu que passamos por várias outras etapas para enfim chegarmos aqui?

Muitos designers erram por levar em consideração apenas essa parte. Talvez por ser mais divertido, ou talvez por ter uma relação forte entre o problema e a solução desenvolvida.

Mas a prototipação precisa ser fruto de muito bagagem de informações para que o seu trabalho aqui seja o mais eficaz possível.

E as ferramentas necessárias para cumprirmos essa etapa, eu tenho certeza que você já conhece e usa diariamente.

São softwares como:

  • Illustrator
  • Photoshop
  • Figma
  • Affinity
  • etc.

Conclusão

Como eu te falei no começo, essas etapas, organizadas nessa ordem, não são regra suprema do universo do Design.

A única coisa imprescindível é que você crie um processo bem definido. A ordem não precisa ser engessada, mas precisa ter um comportamento que você entenda e possa melhorar à medida que desenvolve novos projetos.

Espero que tenha curtido essa conteúdo, nos vemos na próxima!

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5 Livros para entender e aplicar o Design Thinking

O Design Thinking é algo que vem sendo bem falado nos últimos anos, inclusive por aqui em alguns artigos onde abordamos alguns conceitos e a importância dessa metodologia:

Essa abordagem visa atender as necessidades dos usuários por meio da solução de problemas (coisa que todo designer precisa realmente estar acostumado). Em outras palavras, é possibilitar a melhor experiência do usuário com o seu produto, colocando-se no lugar dele (empatia).

A apesar de ter “design” no nome, é algo que não necessariamente precisa ser aplicado por um designer e nem mesmo apenas em áreas criativas, mas pode ser utilizado em qualquer campo que queira melhorar a satisfação do cliente.

Apesar de existir muito material por aí, é um conceito que permeia por diversas áreas, das criativas às de gestão, exigindo muito estudo e prática. E por isso, separamos alguns livros que podem ajudar nesse processo:

Livros sobre Design Thinking

Design Thinking, de Tim Brown

Design Thinking: Uma metodologia poderosa para decretar o fim das velhas ideias por [Tim Brown, Cristina Yamagami]

Esse já é considerado o clássico dos livros sobre o tema e foi indicação do Bruno Pinta, professor, psicólogo e palestrante, com grande experiência na aplicação dessa metodologia em empresas aqui no Brasil.

Tim Brown disse que não existe melhor forma de completar um processo, existe um ponto de partida e um ponto de referência útil, mas a continuidade é mais como um sistema de lacunas a serem preenchidas.

Alguns desses espaços a serem preenchidos são: inspiração, motivação para buscar soluções, problemas ou oportunidades, idealização, geração, participação, teste do processo de pensamento e realização, design e marketing. E isso pode ser feito de maneira cíclica, repetindo quantas vezes necessário.

E o legal é que o autor forneceu alguns exemplos de empresas que usaram métodos semelhantes e discutiu seu sucesso e como alcançá-lo.

Como disse antes, a aplicação do Design Thinking não é, necessariamente, de um profissional técnico criativo, mas para líderes criativos que buscam viabilidade funcional e financeira para os negócios e sociedade a sua volta.

Clique aqui ou na imagem para conferir.

A Jornada do Design Thinking, de Michael Lewrick, Patrick Link e Larry Leifer

Como vimos, utilizar o Design Thinking auxilia profissionais, equipes e empresas. E o livro, de maneira bem objetiva, exemplifica como usar ferramentas e métodos de Design Thinking no ambiente certo, especialmente em produtos e serviços digitais.

Mostra os últimos desenvolvimentos em Design Thinking, técnicas de como manter o foco no usuário, como aplicar ideias de design aos desafios da transformação digital nas organizações e como combinar pensamento de design e pensamento de sistema e análise de big data.

Clique aqui ou na imagem para conferir.

Isto é Design Thinking de Serviços: Fundamentos, Ferramentas, Casos, de Marc Stickdorn e Jakob Schneider

Antes, produtos e serviços eram mais fáceis de diferenciar, mas hoje temos produtos por assinatura e serviços automatizados. Então, a diferença entre produtos e serviços está se tornando cada vez menor, por isso, o modo que entregamos esses serviços ou produtos também precisa mudar, mudando nosso pensamento.

Este livro propõe uma perspectiva interdisciplinar sobre design de serviços e é dividido em 3 partes:

Conhecimento básico apresenta o conceito de pensamento de design de serviço e fornece algumas visualizações individuais para mostrar as semelhanças e diferenças entre os campos envolvidos no processo.

A ferramenta apresenta o processo iterativo de design de serviço e fornece 25 ferramentas de design ajustáveis. O caso mostra como aplicar os princípios básicos, processos e ferramentas na prática por meio de estudos de caso internacionais.

Cenário atual mostra pesquisa neste campo e insere ideias de design de serviço no contexto da filosofia.

Clique aqui ou na imagem para conferir.

Design Thinking na educação presencial, à distância e corporativa: Na educação presencial, a distância e corporativa, de Andrea Cristina Filatro e Carolina Costa Cavalcanti

O modo que aprendemos e ensinamos hoje é completamente diferente, mudança que acompanhou diversas outras áreas do conhecimento, por isso, o Design Thinking também pode ser aplicado para otimizar os projetos dessa área.

Esse livro fornece exemplos que ajudam a implementar a metodologia em salas de aula (presencial ou a distância) e projetos corporativos, apresentando uma visão geral do método e uma série de estratégias aplicáveis ​​à situação real de escolas e instituições educacionais.

Já que o ensino superior e as empresas são responsáveis por promover a inovação, utilizar o Design Thinking nessa fase será uma ótima ferramenta para resolver problemas de forma inovadora, sistemática e colaborativa.

Clique aqui ou na imagem para conferir.

eBook Grátis sobre Design Thinking

Guia Prático do Design Thinking: Aprenda 50 ferramentas para criar produtos e serviços inovadores, de Bruna Ruschel Moreira

Guia Prático do Design Thinking: Aprenda 50 ferramentas para criar produtos e serviços inovadores. por [Bruna Ruschel Moreira]

Esse e-book grátis (para usuários Kindle Unlimited) foi estruturado na forma de um guia que apresenta passo a passo todas as etapas do Design Thinking e 50 ferramentas que podem ser usadas para criar produtos e serviços inovadores.

A autora apresenta de forma clara e objetiva esse guia bem prático, sendo ótimo para introduzir as ferramentas mencionadas. Conteúdo excelente para quem está iniciando na área e quer ampliar suas aplicações.

Lembrando que ele é gratuito para quem tem a assinatura do Kindle Unlimited, mas você pode testa-la grátis por 30 dias clicando nesse link e depois é só baixar o livro e aproveitar!

Clique aqui ou na imagem para conferir.

Conclusão

Seja qual for a sua área, aplicar o Design Thinking pode trazer ganhos reais na produtividade e resultados da sua empresa/projeto, já que a ideia é humanizar as relações, identificar oportunidades a partir dos problemas e buscar soluções mais eficazes.

Como os livros que passamos estão todos na Amazon, você pode também conhecer o Prime e aproveitar o frete grátis a vontade (algo que estamos utilizando bastante com algumas de nossas indicações). Além das séries e filmes, claro 🙂

Se você tem mais sugestões de leitura, comente aqui ou em nossas redes sociais!

Até a próxima.

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Como copiar/colar rapidamente e fazer sequências de cópias no Illustrator

Existem várias ferramentas que vão te ajudar a ser mais organizado e eficiente, mas com certeza as que fazem isso de maneira automática e sequencial sempre são especialmente interessantes.

Nesse artigo, assim como nos anteriores, vou trazer uma dica bem rápida e prática, para te ajudar a trabalhar com elementos em repetição, simétricos ou simplesmente para copiar mais rápido um objeto de um lado para o outro.

Versão em vídeo

Copiar e colar enquanto arrasta o objeto

Essa primeira parte da dica não serve apenas para o Illustrator, mas também utilizo muito em diversos outros programas da Adobe, como o Photoshop e o Premiere, sendo meio que um atalho universal para fazer cópias rápidas enquanto arrasta o objeto de um lado para o outro.

Experimente segurar o botão esquerdo do mouse sobre o objeto que deseja copiar enquanto pressiona a tecla Alt e veja a mágica acontecer.

Ao fazermos isso uma vez, você já criou uma cópia do objeto, mas e se precisar de mais? Como por exemplo uma sequência de cópias com essa mesma distância entre um objeto e outro?

Para não perder tempo arrastando um por vez, tente o seguinte:

Faça o primeiro movimento segurando o Alt e arrastando com o botão esquerdo do mouse para posicionar a primeira cópia no lugar desejado.

Agora é só apertar o atalho Ctrl + D, responsável por repetir a última ação feita, que no caso foi a cópia junto com o movimento.

Como o Ctrl + D repete apenas a última ação, é essencial que essa cópia seja feita com o Alt, para que você faça a repetição da ação de copiar e arrastar ao mesmo tempo.

Criar cópias para sequência com precisão

Do primeiro modo, como descrito acima, podemos fazer as cópias desejadas mas sem nos prendermos em distâncias, ângulos ou dimensões específicas. Ou seja, a cópia foi “no olho”.

Agora, se sua intenção for fazer essa cópia a partir de uma distância específica, você pode criar o objeto com suas medidas, normalmente.

Depois de posiciona-lo, caso queira fazer uma sequência de objetos um do lado do outro, por exemplo, selecione-o e clique duas vezes no ícone da ferramenta de Seleção.

Assim a janela de configurações da ferramenta vai aparecer e poderá escolher quanto que que o objeto se mova, horizontal ou verticalmente. Lembrando sempre que valores negativos vão para esquerda ou pra cima e valores positivos levarão o objeto para direita ou para baixo.

Ligue a opção Visualizar, para facilitar, e após posicionar o objeto, clique em Copiar. Depois é só usar o Ctrl + D novamente para repetir essa ação.

Assim você vai ter o mesmo efeito do primeiro exemplo, mas com a vantagem de poder escolher em quantos pixels (se quiser ver como alterar a unidade de medida, confira nosso artigo anterior) deseja que o objeto seja repetido.

Teste também com outras ferramentas de transformação

Essa função não se limita apenas no mover dos objetos, mas podemos criar imagens bem interessantes utilizando essa repetição também nas ferramentas de Girar ou Dimensionar, por exemplo.

Conclusão

Como disse no início, a ideia das dicas é trazer situações comuns do dia a dia para que vejam maneiras simples e rápidas de lidar com elas.

Vamos continuar trazendo dicas semanais de todos os níveis em nosso canal no YouTube (segue lá), para ajudar tanto quem está começando como quem já trabalha com o Illustrator diariamente.

Queria também lembrar que temos nosso curso de Illustrator Definitivo, para você poder se aprofundar em todas as principais ferramentas e aplicações desse software tão importante. Pode conferir clicando aqui.

Até a próxima!

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O papel da geometria na criação de logotipos

Quando algumas pessoas escutam a palavra “Geometria” ou “Matemática” já ficam com o pé atrás sobre o que há por vir.

Mas deixa eu te contar uma coisa: a Matemática está presente em tudo!

Mas não me abandona agora, deixa eu te mostrar o meu ponto.

Muitas pessoas tiveram uma experiência ruim com a Matemática no ensino médio. Elas não veem cabimento para o que é aprendido em sala e o que pode ser aplicado na vida prática.

Eu entendo você…

Entretanto, a Matemática está inegavelmente presente nas nossas vidas.

Se você procurou trabalhar com uma profissão criativa como um refúgio da Matemática, ainda assim vai se esbarrar com ela no corredor.

Não podia ser diferente com a criação de logotipos.

Os logotipos são ferramentas poderosas de comunicação visual, e eu sei que você tem completa certeza disso.

Mas não livre da Matemática, os logotipos também possuem relações, proporções e espaçamentos que só foram possíveis a partir de uma base geométrica.

Ou como a autora do livro Geometria no Design diz: não há divisão de espaços e localização de elementos sem a modulação e os suportes geométricos.

Neste artigo, eu quero te mostrar o papel da Geometria na criação de logotipos. E para isso, vou remontar a história de algumas marcas famosas e explicar a mudança de estilo dos seus logotipos.

Vamos lá?

Evolução dos logos

Em 1897, a palavra Shell alcançou o status corporativo.

O primeiro símbolo adotado em 1901 foi da concha de um mexilhão, isso porque em 1891 a Marcus Samuel and Company (antiga Shell) comercializava antiguidades, raridades e conchas do oriente.

Mas essa representação mudou durante os anos, acompanhando tendências do Design Gráfico.

Hoje, o símbolo conhecido mundialmente, feito em 1971, foi simplificado e geometricamente relacionado.

A mesma coisa aconteceu com a marca de produtos eletrônicos Apple.

Em 1976 foi criada o primeiro protótipo por Ronald Wayne (ex-sócio) e Steve Jobs.

Mas Steve Jobs entendeu que com suas formas complexas e excesso de detalhes, aquele logotipo não representava os ideais nem o seu posicionamento da empresa.

Por isso o designer Rob Janoff foi contratado no ano seguinte para criar o novo logotipo da Apple.

É aí que nasce a famosa maçã mordida…

Desde então o logo passou por alguns ajustes, mas nada significativo para o público geral, já que a maçã continua a mesma.

E se você quer entender mais sobre a história da apple, eu preparei um vídeo para você lá no meu canal do YouTube, onde conto os principais detalhes do desenvolvimento do logotipo da Apple.

Algo mudou

E como você pôde perceber, os logotipos dos exemplos citados acima tiveram um padrão evolutivo.

Ambos, antes com excesso de detalhes e alta complexidade visual, resumiram-se à símbolos simples e de alta pregnância.

Para as pessoas que nasceram no final do século XX e não acompanharam o processo histórico, pode ser muito óbvio o motivo da mudança, mas há várias justificativas para isso.

Estudos acerca do funcionamento do cérebro e memória são muito responsáveis, mas na linha do tempo que vou te contar agora, responsabilizo um designer por isso.

Dieter Rams

Nascido em 1932 na Alemanha, Dieter Rams é um designer industrial de grande influência no século XX, influências que conseguimos perceber até hoje.

Jonathan Ive, ex-líder de Design industrial da Apple é assumidamente influenciado pelo trabalho de Dieter Rams na Braum.

Conseguimos observar essas influências em vários produtos da Apple.

Mas qual a relação de Dieter Rams com a Geometria na criação de logotipos?

Dieter documentou 10 mandamentos que considerava ditar o bom Design. E foi a partir desses princípios que muitas outras influências do Design se embasaram.

Já existe um artigo completo explicando esses mandamentos, por isso vou trazer apenas três que considero relevante para explicar o papel da Geometria.

O bom Design tem longa duração e nunca deve parecer antiquado

Lembra dos primeiros logotipos da Shell e Apple?

O bom Design precisa ser completo até o último detalhe

Nada deve ser arbitrário ou deixado ao acaso. Cuidado e precisão mostram respeito ao usuário.

Menos, porém melhor

O bom Design é livre de excessos. Ou como o arquiteto norte-americano Louis Sullivan dizia: a forma segue a função.

Mas e a Geometria?

Segundo o escritor Richard Perassi, existem 3 estilos de criação para logotipos, são eles:

  • Visual-naturalista
  • Emocional-expressivo
  • Racionalista-simbólico

Este último é facilmente percebido como último estágio das marcas mais famosas.

Mostrei duas delas, mas é possível observar a história de dezenas marcas e identificar esse padrão.

O estilo racionalista-simbólico é marcado pelas representações geométricas e simplificação das formas naturais.

Tanto a concha como a maçã são formas encontradas na natureza onde, na representação atual dos logotipos, possuem uma simplificação livre de sombras e texturas, apenas com o essencial para identificação, segundo o 10º mandamento de Dieter Rams.

E a Geometria, como abordagem da expressão gráfica, tem exatamente esse papel, simplificar e organizar as formas naturais em padrões facilmente replicáveis que torna o reconhecimento mais intuitivo.

Conclusão

Essa foi apenas uma parte do nosso conteúdo sobre geometria de design.

No próximo artigo, você verá um aprofundamento maior sobre os benefícios de trabalhar com geometria na criação de logotipos.

Até lá!

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TV Cultura estreia programa Cultura & Design em setembro

O programa Cultura & Design, apresentado pela TV Cultura, estreia no dia 19 de setembro, às 20h45, na TV aberta brasileira. Com 13 episódios em formato seriado, o programa traz diversos projetos do mundo do design, arquitetura, construção, decoração, e suas influências culturais, em quadros que contam com diversos apresentadores e especialistas renomados do mercado.

O programa é uma iniciativa da TV Cultura em parceria com a Tapetah e JCG Filmes, e tem como missão principal de apresentar o design sob todos os aspectos. Com temas associados à cultura e seus movimentos, a produção traz uma pluralidade de conteúdo dentro de quadros que abordam o design sob todos os aspectos da arquitetura, decoração, mobiliário, matéria-prima, artes, gastronomia, turismo, economia inteligente, moda, sustentabilidade, atualidades e tendências.

“Por acreditar na força e na criatividade do design brasileiro como um dos maiores expoentes mundiais, investimos nesse programa tão completo, que fomentará na televisão brasileira conhecimento e entretenimento amplo sobre os diversos temas abordados”, declara Angela Leal, diretora criativa da Tapetah.

Apresentadores
O Cultura & Design conta com um time de apresentadores e curadores renomados no mercado, entre eles a jornalista e escritora Chris Campos, a designer de interiores e de moda Karina Vargas, o curador de arte brasileira, colunista, comunicador e também designer de interiores Newton Lima, o jornalista Claudio Noam, os atores Fábio Leblon e Sebastian Fonseca, a atriz Giovanna Menegon, o cenógrafo Juan Castiglione e os chefs Mario Augusto e Vinícius Rojo.

Quadros
A cada episódio, um novo quadro desafia o telespectador a mergulhar por completo em todas as nuances do mundo do design.

O quadro “Portas abertas” mostra as construções arquitetônicas mais relevantes do Brasil, levando o telespectador a uma viagem no tempo. No quadro “Uma inspiração, três versões” os apresentadores desafiam a criatividade para transformar ambientes convencionais em espaços dos sonhos. Já no quadro “Sabor do design”, o telespectador pode sentir a pitada do tempero gastronômico e sua relação e influência particular com o design.

Além disso, no quadro “Momento do design”, o espectador é levado a sair do óbvio e refletir sobre como o design está presente em todos os aspectos da nossa vida, desde o que vestimos, o óculos que usamos, os automóveis que dirigimos, todas as embalagens que usamos, e muitos mais.

Para saber mais, é só ficar de olho no calendário, e esperar ansioso pela estreia do programa.

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Dicas para criar boas combinações de fontes em seus projetos

Escolher a tipografia para seu projeto é parte fundamental da criação, já que a aparência dos títulos e textos afetarão não só a facilidade de leitura, mas também a estética, que precisa transmitir o assunto com objetividade e ao mesmo tempo manter a identidade do projeto.

Essa escolha com certeza não pode ser aleatória, apesar de que sua intuição não precisa ser descartada.

Sendo assim confira essas dicas de combinações de fontes que te ajudarão a encontrar a mistura ideal que está buscando.

Os principais estilos de fontes

Já falamos em diversos artigos sobre os diferentes estilos das famílias tipográficas: serifadas (serif), sem serifa (sans serif) e manuscritas (script).

Apesar de existirem outras categorias, como display, decorativas e monospace, vamos focar nas 3 primeiras, já que elas englobam as principais características visuais das outras subcategorias.

Em cada uma das ideias de combinações a seguir, falaremos um pouco do motivo de usar um ou outro estilo.

Misturando famílias de fontes

Quando trabalhamos com combinação de fontes, muitas vezes encontraremos famílias tipográficas muito parecidas, como as clássicas Arial e Helvetica ou Times e Times New Roman.

Além de serem visualmente semelhantes, elas foram desenvolvidas para serem usadas nas mesmas situações. Por isso, tentar combinar fontes que tem um estilo próximo, vai causar uma certa estranheza, já que as pequenas diferenças entre uma e outra podem causar a sensação de erro gráfico.

Por isso, misturar famílias de tipos ajudam no contraste, hierarquia e estética, essenciais para uma boa, eficiente e bonita mensagem.

Se pretende utilizar apenas fontes serifadas ou apenas sem serifa, trabalhe com a variação delas, entre negrito, itálico e seus diferentes pesos (quando eles existem).

Mas aqui vai uma regra que serve para essa e todas as próximas dicas: mesmo que você esteja usando a mesma fonte, evite ter mais que 3 variações tipográficas em uma única peça (claro que existem casos e casos), mas quando usamos uma fonte que possui variações de peso como light, regular e bold, cada uma dessas opções conta como uma variação tipográfica.

Então, se o projeto pedir, devido a identidade da marca, por exemplo, que você utilize apenas uma família tipográfica, brinque com suas variações.

Na imagem acima temos, na mensagem, variações de estilos da fonte Cormorant Garamond e na imagem abaixo podemos notar variações de peso da fonte Montserrat

A mistura entre fontes com e sem serifa

A mais básica das combinações traz as vantagens das duas fontes em cada uma das diferentes situações.

O ar clássico das serifas pode vir a ser uma boa escolha para títulos que chamam a atenção sem perder a classe, mas também funciona perfeitamente como a fonte escolhida para o corpo da mensagem, já que suas linhas da base (as próprias serifas) criam a famosa linha mental para auxiliar a leitura.

Mas a ideia de mistura-las vai além da questão da facilidade de leitura (que é muito importante), mas também faz uma ponte com nosso próximo tópico, no qual falaremos da importância de diferenciar o seu texto dos títulos para passar uma mensagem eficiente.

No exemplo abaixo, temos a fonte sem serifa Glacial Indifference tanto no título como sua variação Light no endereço do site, junto com a fonte serifada Libre Baskerville

Já no próximo exemplo, podemos ver a fonte Vidaloka, uma fonte serifada de nome bem curioso, em conjunto com a Montserrat, uma fonte sem serifa

E na imagem abaixo, vemos as fontes Slab Serif e Josefin Slab, com a fonte sem serifa tradicional de smartphones, Roboto

Foco no Contraste

Aqui reforço o que disse no primeiro tópico. Podemos usar fontes da mesma família, mas com diferenças no peso, tamanho e espaço entre as letras.

Uma combinação que hoje em dia está sendo praticamente o “arroz e feijão” das imagens para redes sociais é a mistura da Bebas Neue com Montserrat, utilizando assim a primeira opção como título, por ser condensada, limpa e forte, enquanto que a Montserrat pode ser usada nos textos em suas versões mais leves, devido a facilidade de leitura e seu formato mais geométrico.

Muitas vezes nem é necessário criar uma variação de tamanho e peso, mas apenas brincar com as cores e demais elementos da imagem para criar o contraste necessário em uma boa mensagem.

No exemplo abaixo foi utilizada a fonte Bebas Neue com Montserrat Light:

Já no próximo exemplo, foi utilizada somente a fonte Barlow Black, sem variações.

Fontes também tem sentimentos

Conforme o projeto, precisaremos passar um ar mais sério, divertido, metódico, leve, pesado, agressivo, triste, etc.

As fontes também um papel importante em transmitir esses estados de espírito e quando escolhemos um par ou trio de fontes para nossa criação, temos que tomar um cuidado extra em perceber se seus estilos estão brigando entre si, pois se um estilo for dominante, a mensagem pode ser mal interpretada, ficando confusa e muitas vezes poluída.

Dessa forma, estilos diferentes podem ser utilizados se um deles for neutro, deixando propositalmente a sua escolha principal predominar e passar a mensagem do sentimento desejado.

Na imagem abaixo temos a fonte Bernoru Expanded com duas varições (normal e outline) juntamente com a clássica Montserrat.

Nesse exemplo, encontramos a fofa fonte display, Coiny com a cada vez mais presente em sites Poppins.

Combinando fontes manuscritas

Utilizar fontes manuscritas (script) ou mesmo as display, no corpo da mensagem dificilmente trará um bom resultado. Tanto pela dificuldade de leitura quando estiver em uma escala reduzida, algo comum para o corpo do texto, como também por ela tentar chamar a atenção pra si, fazendo o título perder sua força.

Como hierarquia e contraste sempre precisam ser levados em consideração, fontes assim devem ter um lugar e um tamanho de destaque, e suas combinações podem ser feitas tanto com fontes com serifa como sem serifa, dependendo novamente do item anterior: o sentimento da mensagem.

Fontes manuscritas podem se sair bem em situações festivas, como mostramos nesse artigo sobre tipografia para convites de casamento, como também funcionam bem em temáticas infantis.

No exemplo abaixo temos a fonte manuscrita Kalam (em negrito) em conjunto com a Gidole.

Já na imagem a seguir, vemos a fonte script com traços rústicos, mas elaborados, Lemon Tuesday, junto com a serifada Lora (em duas variações).

Ferramentas para ajudar na escolha de fontes

Para a criação de todos os exemplos de layout usamos templates prontos do Canva Pro, que você pode experimentar grátis por 30 dias clicando aqui.

Além disso, eles também tem um combinador de fontes para todos que quiserem testar algumas das fontes que podem ser utilizadas dentro ou fora de suas contas.

Parecido com o comparador de fontes do Canva, temos também o FontPair, que já traz boas combinações em termos de contraste, usando fontes que são facilmente encontradas para utilizar em projetos digitais.

Uma outra ferramenta que já abordamos há um tempo é o Wordmark.it, que ajuda muito na escolha das fontes já instaladas em seu sistema, já que ele carrega os comparativo com a palavra desejada. Muito útil também!

Claro que essas dicas e regras não são limitadores, mas sim maneiras de você dar um primeiro passo na escolha tipográfica do seu projeto com uma chance menor de erro.

Como existem muitas variáveis, desde o espaço disponível, cor ou imagem de fundo e a própria marca em si, utilize sempre essas regras e dicas, mesclando com o bom senso e sua experiência.

E experimente também o Canva Pro e veja como otimizar ainda mais suas criações digitais.

Até a próxima!

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Como alterar as unidades de medida no arquivo do Illustrator?

Mudar as unidades de ponto (pt) para pixel (px), milímetros (mm) ou centímetros (cm) com certeza vai te ajudar muito conforme a finalidade do arquivo a ser criado (se for para impressão ou digital, por exemplo).

Já que a unidade padrão é o ponto, algo difícil de mensurar na vida real, utilizar unidades do nosso dia a dia, seja nas réguas e grades como nos próprios objetos criados vai te trazer até mais precisão em seu trabalho.

Versão em vídeo

Assim como nas dicas anteriores, veja também esse artigo em nosso canal no YouTube:

 

Versão em texto

Mas antes… Qual é o tamanho da unidade ponto (pt)?

A resposta é: depende. Já que o tamanho físico do ponto muda conforme a resolução de impressão, afinal essa última é medida por DPI (pontos por polegada), sendo assim, quando trabalhamos com 72 dpi, temos ali 72 pontos em uma polegada. Como a polegada tem 25,4 mm e considerando a relação de 1/72, o ponto teria o equivalente a 0,35 mm.

Mas ao aumentarmos a resolução para 300 dpi (comumente utilizada para impressões de boa qualidade) temos aí um número maior de pontos em uma mesma área, consequentemente esses pontos precisam ser menores para caber lá, ficando em torno de 0,08 mm.

A ideia desse artigo não é falar sobre a diferença de qualidade entre usar uma resolução ou outra, mas sim, que o ponto então não é uma unidade fiel para usarmos em muitas situações.

Então, como mudar a unidade no Illustrator?

Existem várias maneiras de alterar a unidade do seu arquivo, antes e depois da criação do mesmo.

Na criação do arquivo

Quando criamos um arquivo para impressão, como uma A4, A3, etc, o padrão do software é o ponto, mas já nesse momento podemos optar por uma unidade mais prática, como o milímetro ou centímetro.

Basta na hora de ir em Arquivo > Novo, escolher ali a unidade diferente, mesmo a partir de uma predefinição de tamanho.

Em arquivos existentes

Se o seu caso é de um arquivo já existente e que foi feito em outra unidade, existem pelo menos 4 maneiras de alterar, que podem ser úteis conforme sua versão do Illustrator.

Nas últimas versões do Illustrator, o painel Propriedades surgiu para centralizar algumas ferramentas. Se você não tiver com nada selecionado (Ctrl + Shift + A tira todas as seleções), o programa entende que você está selecionando o documento, sendo assim, poderá alterar a unidade dele no canto superior direito, no painel Propriedades.

Outra maneira é quando estamos com as réguas de guias aberta (Ctrl + R), ao clicar com o botão direito em uma delas (na horizontal ou vertical) você terá as outras opções de unidade para escolher.

E uma outra opção é ir em Editar > Preferências > Unidades, onde terá não só a opção de mudar a unidade Geral (medidas dos objetos e documento) como também das fontes e traçados, podendo ser interessante em alguns casos mais pontuais também.

Uma clássica solução também, para qualquer versão do programa, é ir em Arquivo > Configurações de documento.

Mas existe também uma última maneira, que é usando o atalho Ctrl + Alt + Shift + U, que muda para a próxima unidade principal da lista, fazendo essa troca ser ainda mais rápida.

Conclusão

Em outro momento podemos falar mais sobre unidades e resoluções, para impressão ou digital e suas diferenças, mas saber alterar para trabalhar com a unidade é algo que você precisa saber, tanto para facilitar como também para ter certeza da dimensão final da sua criação, evitando surpresas desagradáveis.

Se estiver começando a aprender Illustrator e quer mais dicas e soluções práticas pro dia a dia, continue acompanhando nossos canal no YouTube e também dê uma olhada no nosso curso Illustrator Definitivo para ir a fundo nesse software.

Até a próxima!

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Como se preparar para a carreira freelancer

O tema deste artigo é de extremo valor para designers que hoje estão decidindo mudar de um emprego CLT para trabalhar para si.

E para recompensar sua leitura, eu quero te presentear com uma planilha grátis que vai te ajudar nessa jornada.

Mas antes de começarmos, por que ser freelancer?

Vantagens

Muitas pessoas, sobretudo no momento pandêmico que estamos vivendo, encontram no trabalho freelancer uma forma de resistir à crise.

Mas além disso, uma forma de aumentar sua renda, ter maior flexibilidade, autonomia e poder escolher seus clientes.

Para quem trabalha ou já trabalhou em agência, não poder escolher os clientes é uma enorme pedra no sapato.

Gerenciar as expectativas que você não criou e lidar com pessoas que não necessariamente estão desenvolvendo um projeto contigo por curtir o seu estilo e forma de pensar é muito complexo.

Pois essas circunstâncias podem acarretar em refações e fazer você mesmo duvidar da qualidade da sua entrega.

Desvantagens

Todas as vantagens em trabalhar como freelancer podem ser uma desvantagem, dependendo do ponto de vista.

Assim como ter flexibilidade de horário pode ser algo positivo, para pessoas que não exercitam a disciplina, pode ser o maior terror de todos.

Autonomia é algo bom para pessoas que conseguem gerir a própria carreira e entendem como aumentar seus rendimentos e produtividade, mas o contrário não.

Se por um lado a possibilidade de aumentar os lucros é uma vantagem, para quem trabalha como freelancer a proporcionalidade pode ser uma desvantagem.

Pois dessa vez, diferente do que acontece no trabalho CLT, se você opta por não dar o melhor de si, a recompensa também é menor.

Se você decide não agir, nada acontece. Salvo alguns casos com alto nível de privilégio…

Habilidades necessárias

Mas para ser um freelancer de sucesso (viver do seu trabalho sem apertos) é necessário desenvolver e exercitar uma série de habilidades.

Na minha opinião, são 4 habilidades cruciais.

  • Gestão
  • Disciplina
  • Motivação
  • Foco

Gestão

A gestão é um dos itens mais importantes, pois além de precisar gerir o seu tempo, você precisa gerir o dinheiro e suas tarefas.

Trabalhando em uma empresa, estúdio ou agência, existem setores que são responsáveis por assumir essas responsabilidades, mas trabalhando por si só, você tem que ser 1001 utilidades.

Disciplina

Não é surpresa pra ninguém que exercitar a disciplina é uma habilidade necessária para trabalhar como freelancer.

E disciplina não é algo que você nasce com. Ela se desenvolve, exercita.

Pessoas que, normalmente, não têm disciplina são pessoas que nunca precisaram exercitá-la.

O ambiente ao redor nunca exigiu que ela trabalhasse essa característica, e mesmo sem possuir, não havia consequências sobre isso.

Mas deixa eu te contar uma coisa: quando você tomar a decisão de trabalhar como freelancer, a disciplina vai ser sua melhor amiga.

Ser disciplinado e disciplinada vai garantir que você fará as coisas que precisam ser feitas, quando elas precisarem ser feitas.

E casada com a motivação, não existirá algo que possa te segurar.

Foco

Volta e meia, lá no meu Instagram, eu costumo falar sobre procrastinação e como condicionar seu cérebro a fazer o que precisa ser feito.

O foco tem muito a ver com isso, pois não adianta fazer tudo, a sequência de tarefas precisam estar dispostas em ordem de prioridade, e ter consistência nessa prática é um grande desafio.

Existem coisas que muita gente não imagina mas impacta diretamente no foco, como por exemplo a organização.

Por isso, vou deixar aqui uma publicação onde explico como organizar seu ambiente de trabalho.

Se organizar financeiramente

Se hoje você trabalha em alguma empresa e quer começar a vida de freelancer, se organizar financeiramente, com certeza, é o seu principal desafio.

Mesmo se você hoje já trabalha como freelancer, eu entendo o quanto pode ser difícil manter as finanças sob controle.

E você precisa entender uma coisa, existe uma máxima do Marketing que diz: apenas o que é medido pode ser melhorado.

Pergunte-se o seguinte: é possível consertar algo que você não sabe que está quebrado?

O erro muito comum, não somente de designers freelancers mas de toda a área criativa é não se envolver com números por conta de algum trauma do ensino médio.

Segura essa dica, e se você permitir, eu acredito que ela vai mudar complemente a sua vida: nunca ignore os números pois eles sempre dizem a verdade.

Para se organizar financeiramente, independente de você ter interesse em trabalhar como freelancer ou já ser esse profissional, é necessário entender seu balanço financeiro.

Em outras palavras, você tem que ter na ponta do lápis quanto dinheiro entra e quanto dinheiro sai.

“Ah Éricles mas isso é chato!”

Sabe o que é chato também? Ficar estacionado financeiramente porque tem preguiça de exercitar a disciplina nas finanças.

Sei que pode ser uma mensagem dura, mas é pro seu bem!

Na prática

Para facilitar o seu trabalho, utilize algum aplicativo de gestão e controle financeiro.

Eu tive uma experiência com 3 deles, mas isso não é uma recomendação:

O importante mesmo é você ter um lugar onde colocar os seus gastos para que possa entendê-los, e se necessário estabelecer um limite de gastos.

Você vai separar entre despesas fixas e variáveis, e no segundo caso, vai sempre pensar: será que estes gastos estão sendo desnecessários?

Não estou falando para você viver uma vida de completas restrições, mas se você deseja ter sucesso com seu trabalho freelancer, é preciso cuidar bem do financeiro, se desfazendo de coisas que irão te prejudicar à médio e longo prazo.

Por fim, você vai reservar uma porcentagem da sua renda para investimentos.

Se você quer continuar evoluindo como profissional, é necessário manter o movimento crescente.

Faça isso através de livros, cursos e eventos presenciais (assim que voltarmos ao novo normal).

Conclusão

O tema deste artigo é extremamente valioso e eu precisaria de muito mais linhas para poder te explicar a forma como hoje eu penso sobre finanças.

E antes de entregar o presente que te prometi, quero te fazer um convite para assistir a uma live que fiz explicando tintin por tintin de tudo que falei neste artigo e um pouco mais.

Nela eu ensino formas de se preparar financeiramente para carreira freelancer.

E aqui está o seu presente, para acessar a planilha gratuitamente, clique aqui.

Se você achou esse conteúdo útil, compartilhe com seus amigos e amigas para quem esse conteúdo vai ser útil também.

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Novo Peugeot 208 chega em breve ao mercado brasileiro: confira os detalhes do seu design

Em uma apresentação digital à imprensa, a Peugeot anunciou seu novo modelo que chega em breve ao mercado brasileiro: o novo Peugeot 208.

A marca adotou o lema Unboring The Future para marcar um novo posicionamento e um novo ciclo para a montadora.

Uma das novidade do lançamento é o que eles chamam de “Power of Choice“, onde o consumidor poderá escolher entre a versão Flex e uma versão 100% elétrica, ambas com design idêntico.

Mas, falando em design, vamos ao que nos interessa. Que novidades esse modelo trará?

Design

O design do novo Peugeot 208 inaugura a nova identidade mundial da marca no Brasil. O veículo possui uma carroceria encorpada e de proporções homogêneas, mais longa, mais larga e mais baixa que a do antecessor.

A nova assinatura visual da marca está presente no “olhar felino” em sua dianteira, principalmente pelos “dentes de sabre”, ressaltado pela iluminação com faróis full LED.

O para-choque dianteiro é composto por uma linha única, com uma ampla grade integrada que ostenta o logotipo ao centro. O nome do modelo está posicionado na extremidade frontal do capô.

Já a traseira segue os traços de design do 3008, com um acabamento black piano, que une as lanternas, onde também podemos enxergar o visual felino da marca, presente pelos elementos luminosos no formato de três “garras”, se comunicando com a dianteira.

Novidades no i-Cockpit

O i-Cockpit, presente desde o modelo anterior, passou por uma atualização, trazendo mais tecnologia e inovação.

Batizado como Peugeot i_Cockpit 3D, a evolução do conceito patenteado pela marca adiciona o primeiro cluster em três dimensões, que dispõe de tecnologia holográfica 3D para que algumas informações sobre a condução do veículo sejam projetadas em destaque à frente do visor principal.

O Novo PEUGEOT 208 fará sua estreia em breve ao país e, assim que possível, traremos um review mais detalhado do modelo.

Confira o vídeo com os detalhes do veículo:

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