Como ligar/desligar o “X” ou alvo que aparece no lugar do cursor do mouse no Illustrator?

Esse “X “ou alvo que às vezes aparece quando estamos usando determinadas ferramentas no Illustrator e Photoshop tem nome: Cursores Precisos.

Eles são bem úteis quando você quer justamente ter mais precisão ao clicar em alguma área pequena, já que o ponto de Interseção do X é muito mais fácil de identificar do que a seta que aparece ao lado do cursor do pincel, por exemplo.

Mas ele pode trazer uma desvantagem, também relacionada aos pinceis ou borracha, no caso do Photoshop: ele esconde o tamanho que ficará esse brush.

Então você teria que fazer um traço de teste e ir ajustando a cada novo teste até ficar bom. Nesse ponto enxergar a bolinha que representa o tamanho ajudaria mais.

Veja no vídeo abaixo como resolver esse problema:

Versão em texto

Então, como temos prós e contras, já adianto a resposta mais simples de como ativar e desativar: aperte o Capslock (ou Fixa, em alguns teclados).

Apesar dessa rápida e eficiente solução, ela é temporária. Pois, dependendo do trabalho, é interessante usar esse recurso sempre ativado, e nem sempre podemos manter o Capslock também ativo. Por isso, se quiser deixar o Cursor Preciso como padrão, no Illustrator, faça o seguinte:

Primeiramente vá em Editar > Preferências > Geral

Uma das primeiras opções será a “Usar cursores precisos”. Ao ativar essa opção o seu padrão (sem apertar Capslock/Fixa) será o “X”, ajudando assim a saber exatamente onde fará seus cliques.

No caso do Photoshop, o jeito é usar o atalho do teclado para ativar (ou desativar) quando quiser, pois nem sempre podemos ficar sem o tamanho do pincel visível.

Conclusão

Espero que essa e as outras dicas que estamos colocando em nosso canal do YouTube estejam ajudando a usar o Illustrator com mais facilidade. A ideia é justamente descomplicar questões do dia a dia, agilizando nossos trabalhos.

Lembrando que se quiser aprender muito mais, você pode conferir nossos dois cursos relacionados: Illustrator Definitivo e o Photoshop Definitivo, onde poderá ver tudo que precisa para começar a usar esses incríveis softwares.

Até a próxima!

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O design de entretenimento no Brasil

O ambiente é descontraído mas os deadlines sempre apertados — essa é uma constante no mundo do design gráfico. Apesar das semelhanças entre as diversas áreas de atuação da profissão, o processo criativo varia bastante de acordo com o conteúdo e a cultura de cada país.

Para entender mais sobre essas diferenças, conversamos com o Rodrigo Trabbold, diretor de arte que em 2015 migrou da publicidade para o design de entretenimento, e do Brasil para os Estados Unidos. Rodrigo trabalhou em grandes agências de publicidade como a Grey Brasil, antiga DM9DDB, Young&Rubicam Miami e Riot Brasil. Ele se mudou para Los Angeles para recomeçar a sua carreira na industria de entretenimento, focando especialmente em filmes e música. Há 4 anos ele trabalha para a Global Tour Creatives, a maior agência de turnês do mundo, e cria materiais para promoção de turnês de artistas globais como John Mayer, Taylor Swift, The Eagles, Paul McCartney, Elton John, Bon Jovi, Blink-182 entre outros — desde o desenvolvimento de uma key-art da turnê até a campanha de mídias sociais e anúncios em revistas.

Mesmo não tendo trabalhado na indústria de entretenimento antes da sua mudança para os Estados Unidos, Rodrigo nos conta que há uma grande diferença entre os dois mercados e territórios. Segundo Rodrigo, o Brasil inspira designers com sua infinita variedade de artistas e gêneros, mas o material de divulgação das turnês brasileiras ainda é criado com uma grande influência do mundo de eventos ao invés do mundo da indústria musical. Por exemplo, se você buscar no Google Imagens o nome de uma Banda + nome da turnê + ano, você consegue ver uma grande diferença visual entre os dois países. Enquanto no Brasil vemos uma variedade de fotos, estilos e cores — como uma divulgação de um evento ou festa — nos EUA vemos uma unidade mais visível, literalmente um branding do(a) artista com sua respectiva turnê. Isso se aplica até em shows de artistas internacionais no Brasil, onde grande parte do conteúdo das turnês ainda é importado dos EUA.

Estamos falando de mercados e territórios diferentes com culturas diferentes, mas quando se trata de artistas globais com uma grande presença internacional, como Anitta por exemplo, essas diferenças ainda são vistas e podem impactar negativamente a imagem do(a) artista em questão: desde uma pequena confusão na hora da compra de ingressos até a credibilidade que a turnê e o artista passam para o consumidor e fã – o que pode ser facilmente resolvido com um design unificado. Rodrigo continua “uma vez que o artista e sua marca são divulgados em diferentes meios com diferentes identidades visuais, diferentes fontes e fotos, a imagem geral dessa marca e do artista é afetada. Isso poderia ser facilmente evitado se o processo de criação e workflow dessas campanhas de divulgação das turnês fossem unificados, com uma única identidade e um único time aprovando o conteúdo a ser publicado.”











Em Los Angeles por exemplo, o processo de criação na indústria de entretenimento é muito semelhante ao da publicidade. Rodrigo nos conta que tudo começa com o briefing direto do artista e seu agente para a turnê, que muitas vezes é baseada no lançamento de um album. A partir do briefing e dos materiais fornecidos pelos clientes, a GTC faz uma pesquisa e brainstorm de conceitos, para que tudo seja bem alinhado e para que a arte tenha uma direção clara e um conceito visual forte. A GTC normalmente apresenta um mínimo de 2 opções e conceitos para cada turnê. Com o conceito amarrado, os designers colocam a mão na massa. Muitas vezes esse trabalho começa no papel, com rascunhos básicos para a visualização do que pode ou não funcionar com as fotos e conceitos fornecidos. A partir daí, é criada a arte principal (key-art) que, uma vez aprovada, é desdobrada para diferentes meios de comunicação — como mídias sociais, outdoors, anúncios em revistas e até merchandising. “Tudo varia de turnê para turnê, mas esse é normalmente o processo e o material entregue ao cliente — ou seja, tudo fica unificado e com uma única identidade visual aprovada pelos artistas diretamente. Assim, quando os fãs veem algo do artista que gostam na rua, eles já imediatamente relacionam a arte com a turnê mais recente” diz Rodrigo.

São diferenças assim que fortalecem a marca de grandes artistas e suas turnês. Com o design bem resolvido e uma identidade visual criada especialmente para o artista, a percepção das pessoas sobre esse artista também é afetada positivamente, o que acaba favorecendo a exportação da música e até a venda de ingressos. Tudo a partir de um design claro e unificado.


Artigo por: Rodrigo Trabbold

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Design acessível: kit gratuito te ajuda a criar layouts mais inclusivos

Com a popularização do UX Design, área do design que estuda a experiência do usuário, as preocupações sobre como os conteúdos são transmitidos e, principalmente, o modo como o usuário irá reagir e interagir com eles, passaram a ser uma constante nos setores de tecnologia. Mas, você já se perguntou sobre o que poderia ser feito para melhorar a usabilidade de um site ou aplicativo? Ou, senão, o que poderia ser feito para torná-lo mais acessível?

Uma das propostas do Kit de Acessibilidade para Adobe XD, desenvolvido pela designer Maiane Gabriele com patrocínio da Adobe, é justamente ajudar a sanar algumas dessas dúvidas comuns. Porém, o primeiro ponto levantado pela designer é o seguinte: acessibilidade não é somente sobre melhorar a experiência de um usuário que possui alguma limitação, é sobre tornar mais acessível – dar acesso – ao maior número de pessoas possível.

O maior problema dessa distorção no uso da palavra acessibilidade é justamente o fato de que, ao pensarmos apenas em abranger dificuldades específicas deixamos de lado outros tipos de dificuldades, ou, até mesmo, a experiência das pessoas que não possuem grandes limitadores para uso de interfaces. Por esse motivo, pensar na acessibilidade enquanto um modo de tornar acessível para o maior número de pessoas possível, faz com que o design seja sempre somado e melhorado, a fim de, aos poucos proporcionar experiências equivalentes para todos.

Nesse sentido, o Kit de Acessibilidade aborda o tema de forma ampla. O material é dividido em seis seções principais: (1) Sobre o Kit; (2) Diretrizes Gerais de Acessibilidade; (3) Componentes Principais; (4) Componentes Mobile; (5) Tag de Acessibilidade; e (6) Checklist para o desenvolvedor. Através dessas divisões é possível aprende alguns conceitos básicos sobre acessibilidade, a partir de uma linguagem clara e concisa, bem como, saber para cada tipo de componente (botões, textos, formulários,…) o que você deve – ou não – fazer a fim de tornar os seus produtos cada vez mais acessíveis para todos.

Porém, a designer ressalta: não existe fórmula mágica. É muito comum tentarmos achar a solução ideal, entretanto, acessibilidade sempre será um trabalho em constante melhoria. Não existe botão, formulário ou mensagem de erro perfeitos. O que existem são estudos, direcionamentos e aprendizados que podemos seguir, porém, nenhum deles é garantia de uma interface 100% acessível. Porém, isso não é motivo para não tentar. Afinal, ao fazermos algo acessível nós estamos pensando em cada uma das pessoas que usa nosso produto, para cada uma das personas que criamos e para cada usuário que, no final do dia, quer apenas usar a interface e ter uma experiência o mais agradável possível.

Mas, afinal, como eu posso deixar o meu produto mais acessível? Os caminhos para seguir são diversos e um bom ponto de partida é o Kit de Acessibilidade para Adobe XD. Para baixar o kit, basta seguir este link e aproveitar para deixar seus projetos cada vez mais acessíveis.

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WooCommerce vs Magento: Qual é o melhor para construção de sites e e-commerces?

Você está decidindo fazer a construção de um site ou abrir uma loja online, mas está um pouco hesitante sobre qual plataforma de comércio eletrônico deve usar? Há um debate em andamento que envolve WooCommerce vs Magento. Então, qual é a certa para você?

Para responder a essa pergunta por si mesmo, você deve estar ciente do que a plataforma Magento e o que a plataforma WooCommerce oferece. Basicamente, ambos são para administrar lojas online, mas a partir disso eles têm muitas diferenças.

Há muitos aspectos a serem considerados ao administrar uma loja online. Qual o custo? Como eu começo? O que eu espero? Algumas delas não podem ser respondidas até que você simplesmente inicie o processo.

Dito isso, há muitas perguntas que podem ser respondidas quando se trata de comparar WooCommerce e Magento e descobrir qual é o melhor para você.

Vamos fazer um resumo de ambos para lhe dar uma melhor compreensão de como funcionam.

O que é WooCommerce?

Simplificando, WooCommerce é um plugin de eCommerce de código aberto desenvolvido para WordPress. Ele é projetado para lojistas online de pequeno e grande porte que executam o popular sistema de gerenciamento de conteúdo.

WooCommerce foi lançado em 27 de setembro de 2011. É um plugin muito popular por vários motivos. WooCommerce está pronto para WordPress, é muito escalável e o plugin base é totalmente gratuito.

O WooCommerce foi baixado mais de 5 milhões de vezes e ajuda milhões de usuários em todo o mundo. Então, você sabe que é confiável e poderoso.

O que é Magento?

Magento também é uma plataforma de comércio eletrônico de código aberto escrita em PHP. O software foi originalmente desenvolvido pela Varien, Inc. Eles são uma empresa privada dos Estados Unidos com sede em Culver City, Califórnia e agora é simplesmente chamada de Magento.

O desenvolvimento foi auxiliado por voluntários, e a primeira versão do software de comércio eletrônico Magento foi disponibilizada em 31 de março de 2008.

O produto é usado em mais de 250.000 sites, o que é muito diferente de quantos sites executam WooCommerce. Mas, ainda é uma quantidade enorme.

Vantagens de usar um sistema de código aberto

A principal vantagem de usar um sistema de código aberto é que qualquer pessoa pode contribuir para o desenvolvimento do projeto. Isso inclui construir plug-ins para o projeto e contribuir de muitas outras maneiras.

Isso fornece uma plataforma imensurável em relação à funcionalidade. Em outras palavras, abre as portas para o desenvolvimento e economiza dinheiro com a contratação de profissionais.

Uma comunidade de código aberto também terá toneladas de fóruns de ajuda e geralmente é muito fácil encontrar respostas para perguntas. Normalmente, isso é muito mais conveniente do que enviar uma pergunta por e-mail a um desenvolvedor e esperar dias pela resposta.

Como WooCommerce for WordPress e Magento eCommerce são de código aberto, eles são ideais para construir e expandir lojas online. É certo que o Magento é um pouco mais difícil de usar. No entanto, isso não significa que não deva ser considerado.

Recursos principais do WooCommerce vs Magento

Cada plataforma tem muitas coisas diferentes a oferecer. Algumas boas, outras não; depende apenas de quem você é. Vamos mergulhar em algumas diferenças entre WooCommerce e Magento.

Recursos principais do WooCommerce

WooCommerce vem com uma boa variedade de recursos principais. Eles incluem:

  • Um plugin totalmente gratuito
  • Suporta produtos ilimitados
  • Suporta quase todos os temas WordPress
  • Você precisa ter sua própria hospedagem
  • Variedade de opções de personalização
  • Centenas de extensões (gratuitas e pagas)
  • Recursos básicos de segurança para proteger sua loja
  • Muito fácil de usar, mesmo para um iniciante
  • Blog integrado para fins de marketing (graças ao próprio WordPress)

Características principais do Magento

O Magento eCommerce também vem com muitos recursos principais interessantes. Eles incluem:

  • Uma versão gratuita da comunidade
  • Vários serviços premium
  • A versão gratuita é auto-hospedada
  • Versões premium incluem hospedagem
  • Produtos ilimitados
  • Sistema baseado em tema
  • Oferece uma variedade de opções
  • Suporta extensões e oferece muitas delas
  • Recursos avançados de segurança
  • Patches de segurança dedicados
  • Você precisa de um nível básico de conhecimento de desenvolvimento web para usar o Magento

O que as duas plataformas de comércio eletrônico têm a oferecer?

Novamente, WooCommerce e Magento oferecem muitas das mesmas coisas, apenas de uma maneira diferente. No entanto, vamos dar uma olhada no que WooCommerce vs Magento tem a oferecer além de seus recursos principais.

O que WooCommerce tem a oferecer

WooCommerce é muitas vezes a primeira coisa que vem à mente de alguém quando pensa em lojas online. Isso é especialmente verdadeiro se eles já estiverem usando o WordPress.

O plugin oferece tudo que você precisa para iniciar e construir uma loja online. Com o uso de suas extensões, a plataforma pode ajudá-lo a escalar para praticamente qualquer nível desejado.

Outros recursos importantes do WooCommerce incluem:

  • O plugin gratuito suporta uma quantidade ilimitada de produtos.
  • O sistema de extensão é vasto e é construído usando o formato de plugin do WordPress.
  • Você pode usar quase qualquer processador de pagamento que desejar com o uso das extensões.
  • Existem literalmente dezenas de temas gratuitos disponíveis ou que se integram em quase todos os temas do WordPress, gratuitos ou pagos.

Prós:

  • Você pode abrir uma loja gratuitamente, além do custo de suas despesas de hospedagem na web.
  • Se você tem experiência com WordPress, o WooCommerce é fácil de usar e entender.
  • Eles têm uma documentação muito ampla disponível e você também pode entrar em contato com a equipe com mais perguntas, se necessário.
  • Integra-se facilmente com o Google Analytics por meio de uma extensão.
  • O suporte SSL está disponível, você só precisa obter seu próprio certificado.

Contras:

  • Se você não usa ou não tem familiaridade com o WordPress, terá que aprender as duas plataformas.
  • O modelo básico do plugin WooCommerce é gratuito, mas outras extensões específicas são pagas. Os preços podem aumentar se você não tomar cuidado.

O que o Magento tem a oferecer

Provavelmente, a maior diferença no WooCommerce vs Magento é que o WooCommerce é mais voltado para cada usuário e permite que você dimensione apropriadamente, enquanto o Magento é voltado para as empresas.

Magento oferece a versão gratuita da comunidade (como afirmado acima), mas eles realmente se destacam com a versão Enterprise do produto.

Vamos usar a versão gratuita da comunidade para esta comparação.

Outros recursos principais do Magento incluem:

  • Suporta produtos ilimitados, então adicione quantos quiser.
  • Ele tem seu próprio tema e sistema de layout.
  • As APIs necessárias para o uso adequado se conectam a praticamente qualquer plataforma de terceiros.
  • A interface de administração é intuitiva, embora seja mais complicada.

Prós:

  • Construído com escalabilidade em mente e não tem nenhum problema em lidar com grandes lojas.
  • Um processo de checkout mais simplificado.
  • O check-out de convidado é ativado automaticamente.
  • Você pode usar os gateways de pagamento PayPal, Authorize.net e Braintree imediatamente.

Contras:

  • É mais voltado para desenvolvedores e realmente não é tão fácil para iniciantes.
  • A edição Enterprise pode ser muito cara e também é voltada para grandes lojas.
  • É difícil controlar isso no início, mas vale a pena insistir.

Preços WooCommerce vs. Magento

A definição das informações de preços para ambas as plataformas de comércio eletrônico varia de acordo com o que você está tentando realizar.

Dito isso, podemos ter uma ideia bastante decente sobre o preço do WooCommerce vs Magento examinando algumas coisas.

Preços WooCommerce

Como afirmei acima, o uso do WooCommerce é totalmente gratuito. Enquanto você estiver executando o WordPress, basta instalar e ativar o plug-in e partir daí.

Agora, os custos adicionais incluirão coisas como a hospedagem do seu site e qualquer outro tipo de plug-ins pagos ou modificações que você desejar. Alguns desses recursos-chave vêm na forma de extensões WooCommerce e muitos dos melhores são opções pagas.

Mas no que diz respeito aos produtos, escalar, se tornar maiores… tudo isso pode ser feito sem um custo muito alto para você. Consiga um provedor de hospedagem sólido, de baixo custo e que ofereça tudo o que você precisa, e você estará pronto para começar.

Preços Magento

Embora o Magento realmente ofereça sua versão comunitária do software gratuitamente, existem algumas limitações (conforme observado acima). Magento brilha para lojas de comércio eletrônico de negócios maiores, mas isso terá um preço.

O Magento eCommerce oferece vários serviços premium, mas eles combinam preços e estrutura com base na necessidade. Não há uma estrutura de preços específica definida para visualização.

Infelizmente, se você quiser chegar ao fundo da estrutura de preços e taxas para os serviços premium do Magento, você precisará conversar com sua equipe de vendas. Em seguida, você precisa fornecer a eles alguns detalhes e deixá-los responder fornecendo algumas opções de preço.

Com base somente nessas informações, o WooCommerce ganha facilmente a estrutura de preços e custos. Isso ocorre simplesmente porque eles podem fornecer tudo que você precisa para ter uma loja online instalada e funcionando gratuitamente.

Certifique-se de obter um fantástico provedor de hospedagem Magento também, para ajudar com os custos.

Desempenho Geral

É difícil nomear um vencedor. O desempenho geral de um site (eCommerce ou outro) estará diretamente relacionado à forma como tudo é configurado e otimizado. Seu provedor de hospedagem terá um grande papel nisso também, e é por isso que é tão importante ter uma boa hospedagem.

Outras coisas que afetarão o desempenho geral incluem o tema que você está usando, a maneira como está otimizando as imagens e se você está ou não usando uma Content Delivery Network (CDN).

Então, basicamente, o desempenho de sua loja de comércio eletrônico vai depender muito de você e de como você lida com as coisas quando se trata de configuração e conteúdo.

WooCommerce vs Magento Security

A importância da segurança para uma loja de comércio eletrônico é extremamente importante. Afinal, você está recebendo pagamentos e informações pessoais online de seus clientes. Você precisa saber se isso está sendo tratado de maneira adequada e eles também precisam saber.

Magento e WooCommerce permitem implementar vários tipos de recursos de segurança. Você precisa usar extensões e outros ajustes manuais para proteger sua loja online adequadamente.

Lembre-se de que instalar um certificado SSL é a primeira coisa que você deseja fazer em qualquer uma das plataformas.

Uma coisa que o Magento faz que lhe dá uma ligeira vantagem sobre o WooCommerce é que ele oferece vários patches de segurança dedicados. No entanto, quando se trata de facilidade de uso, o Magento está atrás da bola. Os patches de segurança não são exatamente fáceis de aplicar para iniciantes.

Qualquer que seja a plataforma que você decidir, a segurança deve estar no topo da sua lista de coisas a fazer.

Por outro lado, a maioria dos plug-ins de segurança para WordPress se aplica a sites WooCommerce. O que significa que você pode facilmente adicionar algumas das mais fortes seguranças disponíveis com muito pouco esforço. Na verdade, até mesmo as atualizações dos plug-ins de segurança podem ser facilmente definidas como automáticas.

Gestão de produtos

WooCommerce e Magento oferecem serviços de gerenciamento de produtos bastante sólidos. Novamente, como foi o caso na maior parte deste artigo, WooCommerce é muito mais fácil e oferece todos os fundamentos gratuitamente.

Com o gerenciamento de produtos WooCommerce, você pode vender produtos físicos e digitais imediatamente, pois o plug-in pronto para usar tem muitas funcionalidades. Se você está familiarizado com o WordPress, o processo é ainda mais fácil.

Você pode estender ainda mais a funcionalidade de gerenciamento de produtos WooCommerce usando uma das várias extensões que o desenvolvedor oferece. Um dos mais populares é chamado de Add-Ons de produto.

Magento também oferece várias opções de gerenciamento de produto sem a necessidade de adquirir qualquer tipo de extensão. Na verdade, o Magento oferece suporte a recursos de produto muito legais, como:

  • Revisão de produtos
  • Itens Agrupados
  • Listas de desejo
  • Regras de preços avançadas
  • Personalização de Produto

Portanto, ambos os sistemas de software de comércio eletrônico oferecem muito em termos de gerenciamento de produtos.

Magento vs WordPress

Uma pergunta interessante que muitas pessoas colocam não é especificamente WooCommerce vs Magento, mas Magento vs WordPress. A grande coisa sobre isso é que você pode realmente realizar a integração do Magento WordPress.

Você precisará aprender as duas plataformas, mas pode ter uma loja baseada em Magento rodando em um site WordPress. Você só precisa usar um plugin de terceiros para fazer isso. Existem alguns por aí, mas um bom é Magento 2 WordPress Integration.

Se você estiver usando um serviço premium Magento, você também pode pedir suporte ao cliente se eles podem ajudá-lo com a integração Magento WordPress.

Conclusão

Há muito o que pensar e revisar quando se trata de WooCommerce vs Magento. Ambas as soluções oferecem muito e oferecem o que você precisa para construir uma loja online.

A solução que você decidir dependerá do tipo de plataforma que você deseja aprender e executar, preço, facilidade de uso, escalabilidade, gerenciamento de produto e outros fatores.

Eu me inclino para o WooCommerce geral simplesmente por causa da facilidade de uso e do custo geral. Isso não quer dizer que o Magento não deva ser examinado, porque ele também oferece uma solução muito sólida.

Em grande parte, tudo se resumirá às preferências pessoais e aos seus objetivos gerais de marketing.

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Uma breve história sobre a origem dos logotipos

Para todo lugar que vamos somos impactados por marcas e elementos de identidade visual.

Esse padrão está presente tanto no mundo analógico como digital, ou seja, as marcas estão presentes em todo lugar!

Mas já parou para perguntar de onde vem a necessidade de criar marcas? Qual foi a primeira marca já feita?

Essa e outras dúvidas eu vou esclarecer neste artigo, mas antes de qualquer coisa: o que é uma marca?

Definição

Segundo o INPI, marca é todo sinal distintivo visualmente perceptível, que identifica e distingue produtos e serviços, bem como certifica a conformidade deles com determinadas normas ou especificações técnicas.

Marca e logotipo são coisas diferentes. Enquanto marca diz respeito a tudo que envolve a prestação de um serviço ou venda de um produto, logotipo é a representação visual de uma marca.

O objetivo de um logotipo é ser a síntese visual de tudo o que determinada marca representa ou pode representar.

Mas e aí, como nasceu esse conceito? Qual a função social de um logotipo?

Como diz o locutor do programa Rá-Tim-Bum: senta que lá vem história.

1- Pré-história

Após o último período glacial, há aproximadamente 70 mil anos, a espécie humana começa a entender os limites do tempo e se torna consciente da vida e da morte.

Ter consciência da efemeridade da vida estimula ações que buscam ultrapassar o limite da própria existência, e assim nascem os registros históricos.

Por conta dessa necessidade, os seres humanos do Paleolítico Superior, através de sinais pictóricos, retratavam suas experiências.

Os desenhos feitos nas cavernas são registros gráficos de uma interpretação de mundo, e são o passo inicial para entendermos o papel sócio-cultural das marcas.

2- Agricultura

Um dos símbolos mais antigos da humanidade é o de propriedade, que provavelmente nasceu da necessidade de um indivíduo diferenciar as cabeças do seu rebanho com as do vizinho.

E um dos significados para marca deriva do germânico marka, que significa “sinal”, mas também poderia sugerir à ação de marcar e também ao instrumento utilizado para marcação.

Já brand, deriva da palavra nórdica brnd, que significava “marcar o gado”, isto é, gravar um símbolo à fogo no couro do animal.

O termo marca, assim como conhecemos hoje, é decorrente dos processos de industrialização, mas em breve falarei disso.

3- Heráldica

Desenvolvida na Europa a partir do século XXI, a heráldica é a Ciência e a Arte de descrever os brasões, armas e escudos.

Segundo Cecília Consolo, no livro “Marcas: Design estratégico”, a heráldica medieval promoveu uma gramática na qual os símbolos são uma parte do sistema.

Além do caráter funcional do escudo, a composição gráfica ajudava na identificação dos cavaleiros, suas famílias e propriedades.

Se você já assistiu Game of Thrones, sabe que estou me referindo aos brasões de cada uma das casas, como os Targaryen e Stark.

4- Revolução industrial

Junto à revolução industrial, o mundo foi apresentado à sociedade do consumo.

Por conta dessa nova realidade, às indústrias têm grande preocupação em identificar seu produtos e serviços (familiar aos tempos de agricultura, não?).

E por isso, marcas ganham vida e logotipos passam a fazer parte da vida dos consumidores.

A empresa de cerveja Bass Brewery foi a primeira marca a registrar um logo, com o registro no ano de 1876, mesmo ano do surgimento da Trade Marks Registration Act.

O logo da Bass não é importante somente por ter sido o primeiro logo registrado, mas por seu aspecto revolucionário.

Em uma época onde os logos eram complexos e cheios de detalhes, o logo da marca de cervejas colocou apenas um triângulo vermelho, um símbolo simples e minimalista que se diferenciou de qualquer outra marca durante décadas.

5- Atualidade

Dando um salto para a atualidade, hoje os logotipos possuem um papel mais profundo em nossa sociedade.

Se há tempos falávamos sobre empresas que estabelecem uma identidade visual para se diferenciar da concorrência, hoje a preocupação se complexifica.

Hoje as marcas são carregadas pelos consumidores, pertencendo mais a eles do que à própria empresa.

Existem casos de pessoas que tatuam na pele uma marca ao qual se identificam, e trazem para si todos os atributos relacionados à ela.

E por conta disso, os pontos de contato se tornam imprevisíveis e as marcas comunicam diretamente com o aspecto emocional.

Isso sem falar sobre a forte mudança no “cânone” de construção de logotipos, que seguindo a linha da Bass Brewery, se mantém simples e minimalistas.

Algumas marcas expressam bem essa ideia, como nike, apple, adidas e microsoft.

Conclusão

Eu tenho certeza que você tem uma marca favorita, seja pelo posicionamento da empresa, seus produtos e serviços, ou pela sua identidade visual.

As minhas principais referências para esse artigo foi o livro Marcas: Design estratégico, da Cecília Consolo e a série de vídeos da Domestika lá no YouTube.

Espero que esse artigo tenha te instigado a estudar mais sobre assunto, esse texto foi apenas um pedaço de gelo na ponta do iceberg da história dos logotipos.

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Intel anuncia nova identidade de marca

A Intel, empresa de tecnologia fundada em 1968, anunciou recentemente sua nova identidade de marca, que simboliza uma nova visão de futuro da empresa.

Minha aspiração para a nova marca Intel é capturar e transmitir nossa evolução comercial e cultural por meio de uma plataforma simplificada e focada que dê suporte às nossas ambições para 2030 e ao mesmo tempo permaneça fiel à nossa história“, declarou Karen Walker, vice-Presidente sênior e Diretora de Marketing da Intel

A empresa utilizava o mesmo logotipo desde 2006. O novo logotipo passou por uma simplificação que une características tanto da versão anterior quanto da primeira versão do logotipo, utilizada em 1969.

Segundo a empresa, o “ponto do i” representa o potencial e a potência do processador Intel, servindo como um lembrete simples e forte de que o que está dentro nunca importou tanto.

O azul continua sendo a cor básica da marca. Porém, além do azul clássico da Intel, a empresa apresentou novas variantes com uma paleta de cores estendida para adicionar mais profundidade e modernizar a identidade visual.

A assinatura de som da marca (conhecida como “bong”) manterá as cinco notas icônicas reconhecidas em todo o mundo, mas uma versão modernizada será lançada ainda este ano.

Confira o vídeo da nova identidade de marca:

Gostou do redesign da marca Intel? Comente abaixo!

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Banco Central revela design e características da nova cédula de R$200

Muitas pessoas aguardavam com expectativa o visual da nova cédula de R$ 200,00. Alguns designers até mesmo já haviam arriscado um palpite de como poderia ser a nota em suas visões.

Os detalhes do projeto desenvolvido em conjunto pelo Banco Central e pala Casa da Moeda do Brasil foram revelados hoje (02 de setembro) em uma live pelo YouTube.

Essa é a nova nota de 200 reais:

Características

Como já anunciado, o espécime da fauna brasileira que estampa a nova cédula de 200 reais é o lobo-guará, animal escolhido em pesquisa em 2001 junto à população.

As cores predominantes da nova cédula são o cinzas e sépia (marrom amarelado).

A cédula tem exatamente o mesmo tamanho da cédula de 20 reais. A escolha do formato preexistente se deu porque não havia tempo hábil para a adaptação do parque fabril caso fosse escolhido um tamanho maior que a nota de 100 reais, por exemplo.

Elementos de segurança

Assim como as outras cédulas, a nota de 200 reais possui elementos de segurança que ajudam na identificação de sua originalidade.

O Banco Central anunciou as características de segurança que são comumente resumidas nas palavras “Veja, Sinta e Descubra”. Confira cada um deles:

“Veja”

Ao colocar a nota contra a luz, é possível ver a marca-d’água, com o a face do lobo-guará e o número 200.

Outro elemento que se revela contra a luz é o “quebra-cabeça” com número 200 dentro.

“Sinta”

A nova cédula de 200 reais também possui auto-relevo nas áreas indicadas nas imagens abaixo, tanto na frente quanto no verso da nota.

“Descubra”

O número 200 da nota possui um efeito de barra rolante, onde ao segurar a nota em determinada posição e mudar seu ângulo de visão, o número mudará de cor, alternando entre tons de verde e azul.

Além disso, a cédula possui o número 200 escondido na frente e no verso, que somente é visível ao colocar a nota nas alturas dos olhos, na posição horizontal, em um local bem iluminado.

Acessibilidade

A cédula de 200 reais possui barras em relevo pronunciado no canto inferior direito que auxiliam portadores de deficiência visual na identificação da nota. O sinal da nota de 200 reais são três barras inclinadas.

Além disso, para auxiliar a identificação da cédula por pessoas com visão subnormal, foram escolhidas cores contrastantes com as demais cédulas e foram mantidos os números 200 de tamanho grande.

A nova cédula será colocada em circulação à medida em que a demanda for identificada. Em 2020 serão produzidas 450 milhões de cédulas de 200 reais.

Será feita uma campanha de utilização pública (com investimento de 20 milhões de reais) que será veiculada na TV aberta, rádio, mídia exterior digital e mídias digitais à partir de hoje até o final de setembro.

E aí, o que achou do design e das características da nova cédula de 200 reais? Deixe seu comentário abaixo!

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