4 dicas para quem quer começar a fotografar

Já passamos por vários artigos nessa série com dicas técnicas e teóricas para que você possa aplicar em suas fotos e conseguir as melhores imagens, seja escolhendo as melhores configurações para cada situação, trabalhando com a composição de maneira correta, entre outras dicas que podem melhorar seu olhar na fotografia.

Mas, não para por aqui. Se você está começando e tem medo de dar os primeiros passos, lembre-se do que é mais importante nessa etapa:

Gaste mais com estudo e prática do que com equipamentos

É perfeitamente normal querer ter o melhor equipamento e é claro que ele faz uma tremenda diferença nas fotos… mas só quando você souber como utiliza-lo.

No começo você precisa se adaptar com as configurações, entender muito bem a luz e a composição possível em cada ambiente e isso só será possível praticando muito com o que tiver em mãos.

Se você se enganar dizendo que só poderá começar a praticar quando tiver aquela câmera que não conseguiu comprar na Black Friday e por isso só ano que vem, esse ciclo pode se repetir no próximo ano, já que novos (e mais caros) equipamentos são lançados todos os ano, e a vontade de tê-los vai ser grande também.

Então pratique com o seu celular, com câmera emprestada de algum amigo que fez um upgrade, já que existem ótimas câmeras de 8/9 anos de fabricação que ainda apresentam ótimos resultados e permitem que você aprimore muito suas técnicas (como por exemplo a Nikon D7000, Canon 60D ou mesmo séries “inferiores” como Nikon D3100 e Canon T3i).

E mesmo que não seja esses modelos que consiga ter acesso, o mais importante é compreender como ter total controle sobre a câmera vai permitir criar imagens únicas.

Esteja sempre atento

Você está em um mundo repleto de imagens e referências visuais, até mesmo inesperadas. Por isso precisamos estar sempre ligados, atentos ao nosso redor, sempre procurando uma oportunidade de capturar um momento que para muitos pode passar despercebido.

Fuja do óbvio e analise os detalhes. Conheça o trabalho de alguns fotógrafos que seguem um estilo que lhe agrade e estude o trabalho deles para aprender a fazer melhores composições.

Fotografe o que ama

Parece clichê, afinal é como falar para trabalhar só com o que gosta. Mas como estou falando sobre os primeiros passos, o ideal é focar em um estilo que goste muito para que não se canse e nem desanime, porque o começo de tudo pode ser um pouco mais difícil e se for difícil capturando coisas que não é apaixonado, vai ficar bem chato.

Pensando em termos práticos:

Se quer fotografar eventos, você precisa gostar de pessoas e como lidar com elas, então fotografe eventos de caridade, ONGs que tenham uma proposta em que acredita. Além de ajudar, você terá um ótimo portfólio.

Quer se especializar em animais? Nós até mostramos um tempo atrás como uma boa fotografia fez a diferença na adoção de vários animais abandonados.

É apaixonado por natureza em geral? Aposto que gosta de viajar, então leve sua câmera pra todo lugar e aproveite ao máximo cada aspecto estético desses diferentes ambientes.

E claro, independente do que fotografar, você pode aproveitar e vender as fotos na iStock e conseguir uma grana para continuar estudando 🙂

Esteja preparado para errar e aprender com seus erros

“Mas e se minhas fotos não ficarem boas?”

Ser crítico com o próprio trabalho é um bom sinal, significa que você quer melhorar, mas o mais importante aqui é saber o motivo de não ter achado a foto boa. A composição não ficou boa? Precisava dar alguns passos para trás ou para frente? Exagerou no ISO? Desfocou o objeto principal?

Algumas coisas são mais óbvias que outras, mas você só saberá a solução estudando e fazendo novamente essa foto com a configuração, posicionamento e luz correta.

Então se errar, faça de novo até acertar. A repetição sempre vai ser um item importante do aprendizado, independente do que estiver fazendo.

Depois de tantas técnicas achei que dicas como essas poderiam te ajudar a iniciar ou continuar seus estudos seja como fotógrafo ou cinegrafista (áreas que a fotografia é intimamente ligada).

Como mencionei nesse artigo, pegar referências de imagens no estilo que gosta sempre vai ser a melhor maneira de aprimorar seu olhar antes do clique.

As imagens utilizadas nesse artigo, por exemplo, são todas da iStock, que tem nos ajudado a desenvolver essa série de dicas. Então já sabe, se precisa de ótimas imagens para seus projetos, passa lá sem erro.

Até a próxima!

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10 tendências de design de logotipo para 2020

É praticamente impossível prever o que será destaque em termos de design nos próximos anos, mas é possível traçar uma tendência de acordo com que vem aumentando sua popularidade no presente.

Sabendo disso, o Logaster, um construtor de identidade de marca online fez uma pesquisa ampla e nos enviou um infográfico com as principais tendências observadas para design de logotipo em 2020.

Confira:

Simplificação

O minimalismo está na moda novamente. Existe uma tendência óbvia por logotipos com elementos simples, que podem ser utilizados em várias telas e dispositivos, com fontes que são fáceis de ler.

Geometria original

As formas geométricas estão em alta e não têm a intenção de sair de moda tão cedo. Provavelmente em 2020 veremos logotipos com sofisticados mosaicos geométricos no icônico estilo lowpoly.

Fontes incomuns

A cada ano a tipografia ressurge como uma fênix. Veremos nos próximos anos designs ousados, que misturam fontes incomuns com soluções já familiares.

Degradê

Indo na contramão do minimalismo raiz, o degradê parece continuar como uma forte tendência, principalmente com tons de neon. Logotipos que seguem essa linha buscam maneiras de adicionar personalidade aos designs convencionais.

Design abarrotado

O design condensado e propositalmente abarrotado parece estar caindo no gosto de clientes e designers. Marcas que utilizam essa proposta costumam marcar uma forte presença, mas é preciso bastante cuidado da parte do designer ao utilizar esse recurso para que a leitura não fique prejudicada.

Arranjo caótico

Os certinhos que me desculpem, mas o próximo ano abalará a indústria de design de logotipo com o espírito de rebeldia! Arranjos assimétricos e até mesmo caóticos são uma maneira infalível de chamar a atenção do espectador. Mas, novamente: o bom-senso é extremamente necessário.

Letras geométricas

Por que escolher entre geometria ou texto quando você pode ter os dois? Letras feitas de formas geométricas podem ter um efeito impressionante no design de logotipo.

Emblemas

Herdeiros dos carimbos físicos, os emblemas parecem ter entrado de vez no gosto de algumas marcas, fazendo parte da identidade visual de muitas empresas.

Dimensionamento

O dimensionamento se origina de uma tendência que se destacou bastante nesse ano. Muitos logotipos ousaram ao darem pesos diferentes aos caracteres de uma palavra, criando uma fluidez interessante ao logotipo.

Desconstrução de texto

Com base na tendência de fragmentos perdidos, a desconstrução de texto é uma técnica muito curiosa. Com linhas vagas, cores desbotadas e letras perdidas, tais logotipos são verdadeiros enigmas visuais intrigantes.

Esta é uma pequena amostra das mais notáveis tendências que provavelmente serão destaque em 2020 (e nos próximos anos).

É claro que não é necessário seguir tais tendências como regras na criação de um logotipo, mas é interessante notar o caminho percorrido por grandes marcas e tentar seguir de perto o que está em evidência no universo do design.

Esse artigo é baseado no infográfico criado por Logaster, um construtor de identidade de marca online.

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Incríveis retratos hiper-realistas da artista russa Alena Litvin

Pinturas e desenhos hiper-realistas fazem parte de uma arte que persiste até hoje, mesmo com as mais modernas câmeras fotográficas de alta definição.

O artista que entra nesse universo precisa ter muita determinação e paciência, afinal, a técnica não é aprendida da noite pro dia e mesmo profissionais demoram horas para concluir seu trabalho.

Você já conferiu por aqui alguns exemplos de artistas hiper-realistas, como Jose Vergara, especializado em desenhar olhos e Marcello Barenghi, que cria objetos com essa técnica.

Outra artista que tem uma habilidade incrível é a russa Alena Litvin, que utiliza lápis de cor em seus retratos.

Confira sua incrível arte:

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7 acessórios para dar de presente para quem ama fotografia

Se você conhece uma pessoa que trabalha com fotografia ou simplesmente ama essa área, mesmo não sendo profissional, saiba que sempre é uma ótima oportunidade de presenteá-la com equipamentos, novidades e acessórios novos.

Então se estiver procurando alguma ideia de presente para alguém pode se inspirar em algumas dessas opções abaixo:

Ferramentas para balanço de branco

Mesmo que a maioria das câmeras tenham um bom recurso de equilíbrio automático de branco, nem sempre utiliza-lo de maneira desenfreada é a melhor opção. Então a nossa primeira ideia de presente são os Cartões Cinza 18%, que podem ser encontrados facilmente em formato de úteis chaveiros ou, mais comumente, cordões de pescoço.

Esses cartões são ótimos para “bater o branco” em qualquer situação (por isso sempre vem 3 cartões, o branco, preto e o cinza) e poupar esse retrabalho na pós-produção.

Esse presente pode ser encontrado na faixa de R$ 30,00 para os pequenos formatos, como o da imagem acima.

Protetor de cartões de memória

Quando trabalhamos com o formato RAW ou gravação de vídeos, sempre vamos capturar arquivos grandes. E quanto maior a quantidade de bits da imagem, maiores serão esses arquivos. Por isso a necessidade de mais do que apenas um cartão de memória é real para todos os fotógrafos e cinegrafistas.

Como os cartões são pequenos e tem conectores delicados, não podemos deixar soltos na bolsa da câmera ou no bolso. Um estojo protetor então caberia muito bem para ter essa proteção extra e evitar problemas de perda de dados.

Esse presente pode ser encontrado por cerca de R$ 30,00 também, mas varia muito conforme a quantidade e o tipo de cartões que poderão ser colocados nele.

Alça/Colete para câmera

As alças originais da câmera são muitas vezes desconfortáveis, principalmente se utilizadas com câmeras maiores e mais pesadas. Então, em situações que o fotógrafo precisa ficar muito tempo em pé com a câmera pendurada, pode ser bem cansativo.

Além da questão do conforto, temos também a praticidade. Existem diversos modelos de alças e, principalmente coletes, com bolsos extras para colocar os acessórios, como lente, flash e cartões de memória extras, itens essenciais.

Sem um colete, alça ou cinto desse tipo, o fotógrafo teria que manter esses acessórios perigosamente escondidos em algum lugar, ou levar a bolsa pra lá e pra cá. Algo que pode atrapalhar muito o desempenho em alguns ambientes.

Alças especiais também permitem pendurar mais do que uma câmera e são universais (servem para qualquer câmera), por isso pode presentear sem medo.

Aqui o preço é bem relativo, considerando o material (couro, sintético, tecido) e também a quantidade de bolsos. Mas é possível encontrar alguns bons modelos por R$ 200,00.

Bolsa/Bag de câmera

A bolsa da câmera é essencial, tanto para guardar bem os equipamentos em casa ou no trabalho, como também para as viagens e passeios fotográficos.

Existem desde bolsas e mochilas acolchoadas e confortáveis, tanto para a câmera, como para quem vai leva-la, como também existem maletas rígidas com o interior revestido com materiais anti-impacto.

Esse item é uma boa pedida para quem conhece bem o gosto da pessoa presenteada, já que existem modelos de diversas cores, tamanhos e estilos, assim como valores.

Um presente desse pode variar de R$ 50,00 para bolsas simples (para colocar uma câmera com uma lente) até mais de R$ 1000,00 se quiser uma mochila super completa e segura para os equipamentos.

HD externo

Parece um presente sem graça, mas é com certeza um salva vidas de todo fotógrafo e cinegrafista, já que com o aumento dos computadores com SSD em vez de HDD, é comum encontrarmos ótimas máquinas para edição com pouco espaço disponível para guardar os arquivos.

Podemos guardar na nuvem, mas isso exige um plano pago e também uma boa internet, então o HD externo ainda é uma ótima maneira de fazer backup dos trabalhos.

HDs de 2TB (terabytes) com USB 3.0 (mais veloz para transferência de dados), podem ser encontrados por cerca de R$ 400 em algumas lojas.

Filtros

Apesar de hoje em dia os filtros de cor poderem ser substituídos mais facilmente por ajustes na pós-produção, pode ser um recurso criativo bem interessante para quem for utiliza-lo, permitindo uma gradação de cor. Mas não existem apenas filtros de cor.

Filtros polarizadores podem ser muito úteis para fotógrafos que gostam de fotografar ao ar livre, principalmente paisagens e elementos com grande incidência de reflexos. Esses filtros permitem diminuir muito esses reflexos, realçar as cores da paisagem e fazer o contraste entre as nuvens e o céu.

Outro filtro muito útil é o de proteção, que é apenas uma camada transparente externa à lente para que não entre poeira ou, em uma possível colisão, prejudique a câmera na parte frontal. Esse último eu considero essencial para qualquer lente, pois evita gastos muito maiores.

Bons filtros (tanto polarizadores como UV) são encontrados em torno de R$ 100,00. Só tome cuidado com o tamanho da lente que será utilizado, pois o filtro precisa ser para o diâmetro da rosca dela (esse número pode variar de 30mm a 82mm e você pode conferir na lateral próxima da extremidade da lente).

Tripé

O tripé é algo essencial para vários tipos de fotografia. Até falamos de alguns exemplos desse importante equipamento. Tripés contam com diversos tipos, tamanhos e objetivos.

Existem marcas totalmente consolidadas no mercado que oferecem ótimos tripés, desde os ultra portáteis, como o da foto acima, passando pelos portáteis para viagem e os maiores que aguentam câmeras mais pesadas e oferecem uma resistência e segurança muito maior, além de um controle suave na movimentação da câmera.

E tudo isso, claro, vem com um preço. Se for apenas um mini tripé, é possível encontrar alguns desde R$ 30 (estáticos e frágeis) até R$ 150 (com ball head, que permite um movimento de quase 360°). Agora se quiser os tripés profissionais, os preços vão variar muito de marca e peso suportado, partindo facilmente de R$ 800.

Que tal presentar alguém que ama fotografia?

Todo mundo gosta de receber presentes, ainda por cima quando é algo útil e, talvez, inesperado. Experimente surpreender alguém que ama fotografia com uma dessas dicas que separamos.

As imagens desse artigo foram enviadas pela iStock, que tem contribuído com essa nossa série de dicas para fotografar melhor. Então já sabe, se quiser as melhores fotos para seus projetos, passa lá.

Até a próxima.

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Regras de composição: Composição em círculo, Radial, Horizontal, Vertical e Diagonal

Vimos no artigo anterior que compor uma imagem requer um bom posicionamento, para conseguir colocar a cena desejada no enquadramento desejado, aproveitando uma possível simetria ou fazendo com que os próprios elementos da cena enquadrem-na, entre outras técnicas.

Nesse artigo vamos continuar com outras regras de composição, mas antes uma palavra de alerta: nem sempre somente dar alguns passos pro lado vão fazer com que consiga aproveitar todas as regras, mas sim ter um olhar atento para o que estiver em volta e aproveitar os detalhes que eles podem trazer.

Predominância é a palavra chave aqui, já que nessas regras o que predominar na imagem é o que vai dar o sentido, desde uma imagem mais dinâmica e viva, até algo mais estático e pacífico.

Vamos ver algumas dessas técnicas:

Composição em círculo

Quando você pensa em um alvo, aposto que logo imagina o clássico ícone dos círculos vermelhos diminuindo até chegar ao centro. Isso é uma composição em círculo!

Assim como o alvo cumpre muito bem seu objetivo, a ideia principal da composição em círculo também é atrair a atenção do olhar a objetos circulares ou a uma cena em que os objetos se posicionem de um jeito que lembre um círculo.

Isso acontece porque a simplicidade do círculo costuma sobressair sobre o restante da imagem, que tende a apresentar formas mais complexa.

Considerando essa simplicidade, a composição em círculo tende a criar uma captura harmônica e fácil de se adaptar, já que o círculo, por não ter lados, dificilmente “briga” com outros elementos da cena de linhas mais retas e angulares.

Apesar de não ser uma obrigação, colocar os círculos no centro cria uma imagem ainda mais harmônica, devido a sua simetria.

Na imagem acima, os círculos sobrepostos, além de caracterizar uma composição em círculo, brincaram com algumas regras, entre elas a regra de sobreposição e também acaba sendo enquadrada em uma composição radial, por causa da direção do olhar que os círculos reforçam. Então aproveitando o gancho, a próxima é justamente essa composição.

Composição radial

“A vida é um círculo”: essa expressão já deve ter passado pelos seus ouvidos algumas vezes e ela também cabe na fotografia, já que composições radiais dão uma sensação de que a imagem está mais viva. Isso acontece devido ao movimento dinâmico que nossos olhos fazem quando vemos imagens usando essa regra de composição.

Se você criar um degradê radial no Photoshop ou Illustrator, verá que é aquele radial em que uma cor inicia no centro e vai se espalhando ao redor de maneira uniforme, é essa ideia também na composição radial, onde os objetos capturados, através de suas linhas e cores fazem um caminho de dentro para fora ou de fora pra dentro de um círculo ou algo próximo disso.

Digo algo próximo, pois assim como na imagem acima, podemos ver que os prédios em volta do avião não formam um círculo, mas apesar de serem retângulos, formam um desenho radial em volta do avião, pois as linhas e ângulos dos prédios apontam para o avião ao centro.

Assim como na composição em círculo, se é simetria que busca, colocar o objeto ao centro vai trazer esse efeito, mas a composição radial permite que você aproveite essa expansão radial sem que necessariamente o objeto fique centralizado, então aproveite para experimentar ângulos diferentes com essa mesma composição.

Composição horizontal

Poucas coisas acalmam mais que uma paisagem, um pôr do sol ao longe no horizonte. E falando em horizonte, agora é hora da composição horizontal.

Quando criamos uma imagem enquadrando a cena em linhas horizontais, como a própria linha do horizonte, ou faixas presentes no ambiente retratado, nossos olhos passeiam por essas linhas horizontais, criando uma imagem mais estável, calma, pacífica, estática, entre outras características “nessa linha”.

Algo interessante de aproveitar nessa composição é colocar o objeto principal ao lado direito, já que temos a tendência de “ler” a imagem da esquerda para a direita, fazendo com que nossos olhos pousem no objeto/personagem ao lado, assim como na imagem acima, onde a neblina bem realçada reforça a questão horizontal.

Composição vertical

Costumo falar da composição vertical junto com a horizontal já que elas são justamente opostas, tanto em sua imagem como no conceito.

Enquanto na horizontal temos uma imagem mais calma, as características que uma composição vertical trazem são de uma imagem ativa, dinâmica, demonstrando crescimento, força, agilidade, etc,

É comum encontrarmos fotos tiradas no modo retrato (vertical) para realçar ainda mais essa regra, mas como sempre, podemos quebrar regras para criar um efeito de contraste interessante, como no exemplo acima, onde a cena poderia facilmente ser traduzida para algo pacifico e até mesmo monótono, mas as linhas verticais da janela e prédios podem contar uma história diferente.

Nessa imagem poderíamos imaginar que a pessoa é na verdade um empreendedor com seu projeto em rápido crescimento.

Claro que isso não é responsabilidade apenas da composição vertical, mas também no cenário em si, suas cores, etc, mas a composição precisa sempre ajudar a contar sua história, como já falamos desde o primeiro artigo sobre o tema.

Composição diagonal

A composição diagonal pode ser feita tanto aproveitando as linhas diagonais naturais da imagem, como caminhos, montanhas, árvores, postes caídos e tantas outras possibilidades, como também pode ser criada simplesmente girando um pouco a câmera e criando suas próprias diagonais.

A questão aqui é que quando temos uma composição com linhas diagonais em predominância, temos uma imagem mais dinâmica que uma composição horizontal, por exemplo. E as linhas diagonais tem um papel ainda maior na direção do olhar, então elas podem ajudar muito em destacar um objeto ao final de uma dessas linhas.

No exemplo acima, vemos a linha diagonal criada pelo caiaque indicando movimento. O fato do movimento claramente ocorrer de baixo para cima e da esquerda para a direita também indica esforço, reforçando ainda mais o conceito da imagem.

A composição diagonal quebra o padrão de fotos predominantes horizontais ou verticais, chamando atenção justamente por isso. Mas lembre-se que nem sempre ela se aplica, já que as duas anteriores podem fazer um papel melhor em determinadas situações.

Aproveite também a ordem natural que vemos a imagem (esquerda para direita) e veja como a diagonal pode ajudar/reforçar essa ideia e destacar ainda mais o personagem/objeto na cena.

Conclusão

Vimos então que compor uma imagem tem muito a ver com escolhas. Escolher o melhor posicionamento, enquadramento, ângulo e até a posição dos objetos na cena. E a ideia é que isso fique cada vez mais natural, mas para isso sempre será necessário praticar, e muito.

Assim como nos artigos anteriores dessa série, contamos com as belas imagens da iStock para ilustrar os conceitos aplicados.

Ainda tem mais algumas regras de composição vindo por aí. Então… até a próxima!

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A vida secreta dos animais nas divertidas ilustrações de Chow Hon

O que os animais fazem quando não tem ninguém observando-os?

O artista Chow Hon Lam ilustrou de modo bem divertido como seria a “vida secreta” dos animais, brincando com suas características físicas.

É muito legal ver como a criatividade é exercitada a ponto de enxergar possibilidades surreais de forma tão cativante e divertida. Confira:

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Ela transformou algumas guloseimas em criativos personagens ilustrados

A inspiração pode vir de qualquer lugar, até mesmo das guloseimas que comemos entre uma refeição e outra.

E foi justamente de lá que a ilustradora Lyra Rei se inspirou ao criar seus personagens, que carregam características específicas de cada alimento que foi baseado.

Confira suas ilustrações:

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O que é e como usar a profundidade de campo

A profundidade de campo é um dos conceitos essenciais da fotografia e por isso não poderia deixar de falar dele aqui nessa série de artigos.

Apesar de ser uma característica bem técnica, é algo que podemos ter um controle razoável e faz uma diferença gigantesca em nossas composições, podendo transformar resultados ruins em bons simplesmente movendo a câmera alguns centímetros ou até milímetros (dependendo da distância do objeto), já que ele ajuda a manter o foco no que é mais interessante.

Mas afinal, o que é a profundidade de campo?

De maneira simples, a profundidade de campo é o espaço entre o plano de fundo e objeto que ficará nítido na foto.

Quanto mais longe do objeto a ser capturado, mais desfocado o plano de fundo tende a ficar, isso acontece devido a uma questão ótica (presente nas lentes) chamada “círculos de confusão” e que tem relação direta com a abertura do diafragma, como veremos a seguir (existem alguns fatores além da abertura que também influenciam no resultado desejado).

Essa área nítida pode variar muito de tamanho, podendo gerar grandes áreas totalmente focadas, como imagens da GoPro, como também cenas com uma minúscula área nítida, como em fotos macro.

Além da abertura (f-stop), essencial para o efeito de maior ou menor profundidade de campo, existem outros dois fatores que determinam esse desfoque: a distância do objeto e a distância focal da lente. Para ficar mais claro, vou mostrar com alguns exemplos a seguir:

Abertura

Já falamos em vários artigos dessa série sobre a importância da abertura e como ela pode influenciar em suas composições. Quanto maior a abertura (números menores), mais luz entra para o sensor. Ela serve como a nossa pupila, em que dilata em ambientes com pouca luz e diminui em ambientes bem iluminados.

É comum pensarmos primeiro em deixarmos a abertura em números como 2.8, 1.8, 1.4 para conseguir uma profundidade de campo menor, pois com aberturas grandes assim conseguimos desfocar bem o fundo, gerando uma sensação de nitidez ainda maior no objeto/personagem principal.

Em fotos de paisagem, principalmente de dia, podemos deixar a abertura menor (f/22, por exemplo), assim você poderá fotografar o objeto e o fundo de maneira nítida com mais facilidade, pois terá uma profundidade de campo gigantesca. O único porém é que quanto menor a abertura, menos luz, sendo necessário compensar no ISO e Velocidade para conseguir deixar a cena corretamente iluminada.

Distância do objeto

Um característica muito importante para conseguir maior ou menor profundidade de campo é a distância que você está do objeto a ser fotografado. Conforme for se aproximando, verá que a área nítida fica cada vez menor.

Pequenas distâncias são especialmente úteis para closeups e fotos macro, pois normalmente esse tipo de foto tem o objetivo de justamente destacar uma pequena parte de todo o resto, como na foto acima.

Lembra dos círculos de confusão que comentei acima? A distância do objeto influencia no tamanhos desses círculos.

Conforme estivermos mais longe do objeto, os círculos reduzem, aumentando a profundidade de campo. Consequentemente se você se aproxima, os círculos aumentam, diminuindo a profundidade de campo.

Distância focal

A distância focal muda conforme o tamanho da sua lente, algo que não temos tanto o controle ao utilizar lentes fixas, por isso a abertura acaba sendo uma companheira para afinar esse controle.

Lentes “menores” (visão ampla) são aquelas mais para o lado de grande angulares, que costumam ser categorizadas nas lentes abaixo de 35mm e são lentes que ampliam a distância entre os objetos, dando assim uma maior profundidade de campo. Isso quer dizer que é mais fácil ter uma grande área nítida utilizando uma 35mm, 24mm ou lentes ainda mais amplas (quanto menor o número, mais ampla).

Uma categoria normal fica entre 35mm e 70mm. Isso quer dizer que aqui você terá uma distância focal mais equilibrada e uma imagem mais próxima da visão humana.

Já lentes maiores (teleobjetivas), como uma 85mm para cima, dão a sensação de comprimir a distância entre um objeto e outro, reduzindo a profundidade de campo

Resumindo em uma lente 18-135mm, por exemplo, que é uma lente padrão de kit inicial: nessa lente você encontra distâncias focais completamente diferentes. Se quiser ter uma profundidade de campo maior, para capturar uma paisagem, deixe em uma vista mais ampla, como próximo de 18mm, se quiser ter a possibilidade de desfocar mais o fundo, use próximo do 135mm. Isso considerando o mesmo valor de abertura para as duas fotos comparativas.

Conclusão

Nessa série de dicas de fotografia, estamos falando tanto questões técnicas que exigem um controle manual da câmera, que muitas vezes não é possível realizar apenas com o celular (apesar de que boa parte é possível se utilizar aplicativos que liberem o controle manual de abertura, ISO e velocidade), mas também estamos falando muito de composição, que é algo que você pode ter o controle independente de que equipamento esteja utilizando.

Nesse post os elementos óticos da lente fazem uma grande diferença, principalmente na distância focal. Por isso, se você estiver treinando fotografia com seu celular ou com uma câmera automática, treine bastante os dois primeiros elementos estudados nesse artigo (abertura e distância do objeto) para conseguir brincar com a profundidade de campo em suas imagens.

E aí? Gostou do conteúdo e das imagens utilizadas de exemplo? Essas e outras ótimas imagens você encontra em nosso parceiro iStock, que vem ajudando muito a propagar essas dicas de fotografia. Dê uma passada lá para ver mais imagens para utilizar em seus projetos também.

Até a próxima!

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5 Dicas para apostar online com segurança

O mundo das apostas esportivas está aberto a todos os
brasileiros por meio da internet, seja pelo computador ou pelos celulares. No
entanto, lidar com dinheiro de verdade e depositar em casas de apostas estrangeiras
exige cautela. É preciso saber avaliar quando um site é confiável, e se possui
condições mínimas para garantir que sua vitória seja respeitada. Afinal de
contas, você quer que o lucro caia na sua conta no fim do dia.

Por isso, reunimos algumas dicas para ajudar a todos os
novos apostadores. Em meio a todas essas casas de apostas fazendo propagandas,
você não aprenderá só a escolher quais valem a pena. Com cinco rápidas dicas,
você também optará pelas melhores oportunidades.

As melhores dicas para apostas online

Para começar, é ideal que você analise todos os parâmetros
abaixo com a ajuda de um site especializado. Há diversos sites como o SitesdeAposta.com,
que verificam as casas de apostas por completo e resumem tudo o que você
precisa saber. Buscando os quesitos que citaremos, você definirá em poucos
minutos os sites que mais valem a pena.

#1 Suporte ao cliente

Um site de apostas de qualidade deve oferecer um método de
atendimento rápido. Pode ser via chat, ou mesmo telefone. O ideal é que haja um
prático, e o e-mail ou serviço de tickets sejam apenas uma segunda opção.

Um site que nem sequer fornece suporte em português pode
gerar dor de cabeça para quem não domina o inglês.

#2 Cotações

As cotações equivalem a quantas vezes é multiplicado o valor
apostado. Ou seja, estão diretamente ligadas ao quanto você vai receber e sacar
por uma aposta. Dessa forma, busque sempre sites de aposta com cotações na
média ou acima da média.

A menos que um site seja muito bom em outro quesito, não há
por que optar em ganhar menos.

#3 Bônus

Casas de apostas esportivas sempre destacam os seus famosos
“bônus de boas-vindas”. No entanto, em muitas a exigência para poder sacar os
lucros provenientes são de perder os cabelos. Busque sempre saber qual o “rollover”,
ou exigência de aposta, para não ficar com seus ganhos presos.

#4 Meios de Pagamento

Depositar é a parte fácil, com muitos sites oferecendo até
mesmo boleto bancário como meio de pagamento. No entanto, é preciso saber como
são feitos tanto depósitos quanto saques, e se há taxas envolvidas. Note também
se há taxas para conversão de moedas.

#5 Mercados de apostas

Os mercados são os tipos de apostas que você pode fazer.
Basicamente, há uma infinidade deles, e muitos apostadores experientes focam em
alguns poucos. Com o tempo, você montará sua própria estratégia e definirá
quais são os mais relevantes. Busque casas que ofereçam boas alternativas, como
o handicap asiático.

Conclusão

Com essas cinco dicas e quesitos em mente, você já pode
buscar um site especializado e verificar quais casas atendem bem a todos eles.
Caso tenha que abrir mão de algo, que seja sempre o bônus. Dessa forma, você
aposta de forma segura.

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Três efeitos fotográficos para experimentar na hora dourada

Você já conferiu o que é a hora dourada, aquele momento do dia tão aguardado por muitos fotógrafos.

Mas, de nada adianta esperar por esse momento e sua iluminação particular e não saber direito o que fazer.

Apesar de conseguirmos simular, até certo ponto, as cores e alguns efeitos gerados pela hora dourada, nada melhor do que os efeitos naturais desse momento tão mágico, como esses que veremos a seguir:

Recorte acentuado

Quando fotografamos em estúdio ou outros ambientes controlados, uma luz muito importante e muitas vezes ignorada é a Luz de Recorte (Rim Light), que é a luz que fica por trás, responsável por destacar o objeto, contornando o mesmo com as laterais levemente iluminadas.

Esse efeito, dependendo da posição em que você, o objeto e o sol estiverem, pode ficar mais ou menos forte. Na imagem acima é possível ver a Luz de Recorte de uma maneira bem nítida, mas possivelmente o fotógrafo utilizou algo para rebater a luz na frente da personagem, iluminando seu rosto mas com menos intensidade que o fundo. Técnica também muito útil quando tiramos fotos contra a luz.

Se pegarmos o sol muito de lado e ficarmos bem contra ele conseguimos também as silhuetas, efeito bem legal de se fazer, mas claro, sabendo o momento certo, já que muitos detalhes da imagem irão praticamente desaparecer.

Captura de movimento

Como a luz já está mais fraca, muitas vezes temos que aumentar o ISO e a abertura ou reduzir a velocidade de captura. Se você optar por deixar a velocidade menor, para que mais luz entre no sensor, você terá o desfoque de movimento para qualquer coisa que se mover

É bem legal fazer esse teste quando estiver com um tripé para capturar o movimento da água, por exemplo, podendo deixar a abertura bem pequena (f/16 ou f/22), o ISO também baixo, como 100 ou 200 e brincar com velocidade, que vai variar conforme a quantidade de desfoque de movimento que deseja capturar, mas começando com 1/8s você já tem alguns resultados interessantes.

Lens Flare

O flare é um “defeito” que pela questão visual acabou sendo aproveitado e utilizado como efeito. Mas na verdade é uma aberração óptica que acontece por conta do modo que a luz passa pela lente, formando manchas circulares ou hexagonais por cada camada da lente que ele passa.

É muito comum esse flare ser reforçado no Photoshop, mas tome cuidado para não criar uma aberração de verdade, colocando o efeito em lugares que seria impossível de ele sair, como áreas que não emitem luz.

O Lens Flare original (feito pela própria lente) sempre vai ser muito mais bonito, mas nem sempre acontece na hora que você quer, podendo até estragar a imagem.

Como vimos, a Hora Dourada cria imagens que não são só mais “fáceis” de ficarem perfeitas como também cai no gosto de praticamente todo o público. Mas claro que nem sempre é a melhor opção de horário, conforme a mensagem que você quer passar com aquela foto. Por isso vale a pena também pensar na Hora Azul como uma opção válida, caso queira algo mais sóbrio.

Mas como viram nas fotos da iStock, todas tem um brilho natural único, por isso recomendo que façam testes de fotografar nesse horário.

E já sabem: se quiserem mais imagens como essas para os seus projetos, confira as milhares de opções que a iStock disponibiliza!

Até a próxima!

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