Adobe divulga atualização em sua identidade de marca

Recentemente a Adobe divulgou a atualização em sua identidade de marca, que engloba todos os seus produtos e suas respectivas marcas.

Segundo o comunicado oficial da empresa, essas alterações foram feitas para garantir que o portfólio continue fácil para os clientes navegarem e entenderem, além de manter uma nova aparência.

Confira as principais alterações:

O logotipo

O logotipo da Adobe acompanha a marca desde 1993. Para essa atualização de identidade de marca foram feitas mudanças sutis, transformando-o em um logo com uma única cor, todo vermelho, que agora adota um novo tom, mais contemporâneo.

Adobe Creative Cloud

O novo logo da Creative Cloud traz as cores das marcas dos produtos da Adobe junto com o novo vermelho corporativo, formando um gradiente que, segundo a marca, representa a importância da criatividade. O tamanho do logo também foi aumentado para melhorar a legibilidade e a escalabilidade.

O logo dos produtos da Adobe também passaram por uma reestilização, onde cores específicas serão usadas para organizar os aplicativos em categorias como Video & Motion ou Fotografia, por exemplo. As cores dos logos também foram otimizadas para a acessibilidade.

Agora todos os produtos da família Adobe terão cantos arredondadas, com um fundo em uma só cor, abandonando o uso da borda em cor diferente, presente nos logos anteriores.

Adobe Document Cloud

O logo em formato de trevo é um elemento chave nos produtos da Adobe Document Cloud. No futuro, a marca utilizará o novo formato de maneira consistente nos logos da família de produtos, e a cor de fundo vai distinguir os produtos entre si. Por exemplo, o Adobe Acrobat Reader terá um trevo branco em um fundo vermelho, enquanto o Adobe Scan terá um trevo branco em um fundo azul.

O logo também foi aumentado e, assim como os outros logos, ganhou bordas arredondadas.

Adobe Experience Cloud

A nova versão do Adobe Experience Cloud, serviço voltado para soluções do setor de marketing, análise, publicidade e comércio, utiliza a forma inversa do logo corporativo da marca, com o novo fundo vermelho.

O que achou da atualização de identidade de marca da Adobe? Deixe seu comentário abaixo!.

 

 

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Semiótica no Design: um guia rápido

Neste artigo eu quero conversar com você sobre uma disciplina extremamente importante e, até diria, fundamental para qualquer profissional de comunicação.

Eu considero o assunto bem complexo, mas busquei trazer vários exemplos práticos e uma linguagem mais simplificada.

O que é semiótica

Semiótica é a filosofia científica da linguagem, também conhecida como Teoria Geral dos Signos.

Mas calma lá, esses signos não são do zodíaco, pois, segundo Décio Pignatari, o signo (na Semiótica) é “uma coisa que representa outra”.

Parece meio confuso, não? Mas acredito que nas próximas linhas tudo ficará mais simples.

Elaborada por Charles Sanders Pierce há mais ou menos um século, a semiótica tem muita força nas disciplinas de comunicação, como Publicidade, Jornalismo, Cinema e Design.

E para um comunicador, é essencial ter consciência sobre o processo de criação de sentido, pois amplifica e seleciona as possibilidades de passar uma mensagem claramente.

“Uma coisa que representa outra”

Nós humanos estamos sempre criando relações entre as coisas ao nosso redor, essa é a nossa forma de registrar a existência dessas coisas na memória.

Por exemplo, “cachorro” recebe um nome e uma imagem em sua memória (caso já tenha visto um) que referenciam à coisa real.

Mas além da palavra e imagem, existem outras formas que o cérebro compreende a coisa “cachorro”.

Mediando o significado

Existem três formas nas quais um signo media um significado:

  • Ícone
  • Índice
  • Símbolo

Vamos ver um pouco sobre cada um deles na sequência.

Ícone

Possui relação de semelhança com o objeto ou coisa. Um ícone se vale de cor, forma e outros elementos gráficos para criar uma conexão evidente entre imagem e ideia.

Índice

Indica a existência de algo, sem precisar de uma representação similar à coisa.

Utilizando a mesma ideia do cachorro, um índice para este objeto pode ser uma marca de pegada, um latido ou uma coleira, por exemplo.

Símbolo

Essa forma que um signo media significado é abstrata, pois símbolos são produzidos através de convenções.

O exemplo mais simples de símbolo é o próprio alfabeto, que por convenção, representa os sons da língua.

Um porém

Como a linha para caracterização de um símbolo é muito tênue, entende-se que existem representações que permeiam ícones e símbolos, como por exemplo os desenhos das placas que distinguem o banheiro masculino do feminino.

Outro exemplo que deixa mais simples é o ícone “salvar”, que possui similaridade com um disquete (que fazia sentido com o método de salvamento na época), mas o seu uso permaneceu mesmo após o disquete ter se tornado ultrapassado, tornando-se um símbolo.

Importância da semiótica no Design

Imagine um jogo de mímica, que para comunicar com sua dupla, você precisa utilizar de diversos signos para recobrar à memória um objeto específico.

Qualquer tática que não tenha som é válida, então, você faz representações que permeia o universo da palavra sorteada.

Isso te lembra alguma coisa? Talvez eu tenha abstraído demais, mas a lógica se assemelha à criação de símbolos para marcas.

Você precisa projetar algo que funcione na mente do público, e que recobre um universo específico. Muito bacana, não?

Essa é a importância do estudo da semiótica. Se faz sentido para você, entre de cabeça nesse estudo, porque apesar de complexo, é muito enriquecedor para várias áreas da vida.

No final deste artigo, deixarei alguns livros que vão te ajudar a absorver melhor o assunto.

Semiose: além do signo

Existe um processo dentro da Semiótica que muitos criativos aplicam mas talvez não conheçam pelo nome.

A semiose é uma ação do signo, uma conexão formal entre processos semióticos que produzem significados e novos signos.

Também é conhecido como processo de revelação, pois na semiose, geramos novos signos que possuem uma relação recíproca com o interpretante, que neste caso, é o produto do universo do intérprete acerca do signo.

“Éricles, mas como isso se encaixa ao meu trabalho de Design de marcas?”

Cada vez que você determina um conceito no qual o símbolo será criado, aquele conceito dá origem a conceitos complementares, que precisam compartilhar uma relação com o conceito base.

Em outras palavras, ideias que geram outras ideias utilizando a Semiótica para formalizar os “movimentos” de produção de sentido.

Como utilizar

Em seus mapas mentais, você pode tornar o exercício mais lúdico com representações gráfica das suas ideias e conexões.

E para essas representações, utilize as três mediações de significado que falei antes: ícone, índice e símbolo.

Utilizar essa técnica te ajudará com insights coerentes à ideia principal, facilitando seu processo criativo e diminuindo a ansiedade que um projeto de Design naturalmente gera.

Conclusão

Espero que tenha curtido essa tema, e se ficou alguma dúvida deixe na área dos comentários logo abaixo. 

E como prometido, vou deixar as principais leituras para você que tem interesse em se aprofundar no tema:

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Personagens de desenhos animados com corpos em proporção humana, por Mohamed Halawany

Você provavelmente já se acostumou com as proporções cartunescas dos personagens de desenhos infantis, mas, em algum lugar do planeta, uma mente criativa fez a seguinte pergunta: e se esses personagens ganhassem proporções humanas?

A mente responsável por isso foi do diretor de arte Mohamed Halawany, que utilizou o o Photoshop e o Cinema 4D para dar corpos em “tamanho real” para personagens como Woody, Dexter e Minnie.

Confira:

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Canva ou Photoshop: quem tem a melhor ferramenta automática para remover fundos de imagens?

Remover o fundo de uma imagem é uma necessidade que com certeza você terá ou se depara constantemente caso trabalhe com edição de imagens, seja para criar uma montagem ou simplesmente para tratar o objeto de maneira diferente do fundo.

Você sabe que o Photoshop é forte nessa questão, apresentando diversas ferramentas que vão desde o automático ao ajuste mais manual e preciso (e também mais demorado). O resultado dessas ferramentas é indiscutível quando bem utilizadas.

Mas nem sempre temos o tempo e recurso necessários para usar programas assim. E apesar de adorarmos o Photoshop, amamos também otimizar o trabalho, agilizando os processos, desde que não prejudiquem a qualidade para o que for feito. E nessas situações usamos também o Canva.

Por isso, no comparativo de hoje, vamos falar um pouco das ferramentas automáticas do Photoshop e do Canva Pro para remoção de planos de fundos, suas vantagens e desvantagens e como ela pode ajudar muito seus trabalhos.

Fotos utilizadas

Primeiro, vamos apresentar nossos cobaias modelos que serão utilizadas para nosso comparativo:

Foto de Anastasiya Gepp no Pexels. Essa foi escolhida por ter um fundo simples com contraste razoável com a personagem, teoricamente facilitando o recorte para os dois concorrentes.

Foto de eberhard grossgasteiger no Pexels. Será o nosso novo plano de fundo.

Foto de Miguel Á. Padriñán no Pexels. O objetivo será recortar o fundo desse porquinho em origami e inseri-lo na mão da modelo. Foi escolhido também por ter um fundo relativamente neutro (lembrem que estamos testando ferramentas de reconhecimento automático de fundo/objeto).

Os concorrentes

Para esse teste, serão comparadas as ferramentas automáticas de remoção de fundo do Photoshop (versão CC 2020) e do Canva Pro.

Recorte automático no Photoshop

Estamos usando para o teste a versão 2020, mas a ferramenta automática de remoção de fundo que iremos mostrar está presente desde a versão CC 2018.

Abra as 2 imagens que serão recortadas (a modelo e o origami de porquinho) em Arquivo > Abrir

A ferramenta que será testada é a Assunto, que está em Selecionar > Assunto.

Com a seleção feita (piscando como “formigas em marcha”), clique na ferramenta Adicionar uma máscara, que fica no canto inferior direito do painel de Camadas (parece a bandeira do Japão em preto e branco).

Faça o mesmo processo com o porquinho. Perceba que usando a ferramenta Assunto, o PS não reconheceu de imediato as sombras do chão como parte do fundo a ser removido.

Outra ferramenta nova, que você pode experimentar, está junto com a Varinha Mágica, chama Seleção de Objeto, mas não a utilizamos nesse teste para não fugir da proposta de usar apenas ferramentas de seleção automática.

Agora com a ferramenta Mover, arraste o porquinho para a foto da modelo. Posicione como achar melhor e ajuste o tamanho com o Ctrl + T para a Transformação Livre (tamanho e rotação).

Insira a imagem do fundo como preferir (abrindo e arrastando ou incorporando diretamente no arquivo) e coloque para baixo das outras nas camadas.

Resultado utilizando apenas recortes automáticos no Photoshop:

Usando apenas essas ferramentas automáticas temos uma montagem simples com alguns erros de recorte que podem ser facilmente corrigidos com outras ferramentas do Photoshop, além de uma correçãozinha de cor, que faria uma diferença grande também.

Recorte automático no Canva Pro

A ferramenta de recorte automático do Canva está disponível apenas na versão Pro, que pode testar por 30 dias grátis clicando aqui. Só com essa versão será possível usar a remoção automática de plano de fundo como fizemos nesse comparativo.

Após fazer o login em sua conta, clique em Criar um design > Dimensões personalizadas (para esse exemplo usei um 800×600 clássico).

Arraste a imagem da modelo para dentro da sua área de trabalho.

Ajuste o tamanho pelas diagonais, mas não preencha tudo, se não o Canva vai achar que essa imagem será seu plano de fundo.

Insira e ajuste também o tamanho do porquinho.

E vamos para o recorte. Você encontra essa opção no Canva Pro, selecionando a imagem e clicando em Efeitos > Background Remover.

Faça a remoção do fundo nas duas imagens. Aproveite e já ajuste a posição, tamanho e rotação do porquinho clicando nele.

Agora arraste a imagem do novo fundo e com o botão direito nela clique em Definir imagem como plano de fundo.

Se quiser ajustar a posição do fundo é só dar 2 cliques nele (cuidado para não selecionar a foto da modelo, já que está por cima) e ajuste livremente a imagem.

Para finalizar, é só dar o nome e baixar no formato desejado.

Resultado utilizando apenas recortes automáticos do Canva Pro:

O resultado com apenas os recortes é bem satisfatório, considerando que não fizemos mais nenhum ajuste. Vamos comentar mais abaixo.

Veredito

É claro que, pensando em montagens e tratamentos de imagem mais avançados, o Photoshop tem poucos concorrentes. Não tem como comparar uma ferramenta que foi exclusivamente feita para ser ágil e prática, como o Canva, com um software que há 30 anos está inserindo recursos que acabou se transformando em um verdadeiro Megazord multi-utilitário.

Mas, lembre-se que o objetivo desse teste foi testar a melhor ferramenta automática de remoção de fundo (e não comparar de modo geral o Photoshop com o Canva).

O teste foi feito com duas ferramentas que prometem praticidade e agilidade na hora de recortar o fundo de imagens, fazendo isso com poucos cliques e em poucos segundos.

Surpreendentemente o Canva cumpriu muito bem esse propósito, inclusive melhor que o próprio Photoshop em alguns detalhes da imagem, como no recorte do cabelo.

O Canva também foi melhor ao recortar o fundo da imagem do porquinho, reconhecendo melhor o chão e sua sombra, sendo mais fiel no recorte.

Para quem tem pouco conhecimento em edição de imagens e o objetivo é fazer recortes mais simples de modo fácil e ágil, o Canva se mostrou uma excelente opção.

Mas, obviamente, o Photoshop continua sendo a alternativa mais completa para quem deseja explorar suas muitas ferramentas, possibilitando montagens muito mais complexas.

Então se não conhece ou quer aprender mais sobre essas duas ótimas ferramentas, confira nosso curso completo de Photoshop e experimente também os 30 dias grátis do Canva Pro para experimentar esse recurso.

E para finalizar, apliquei algumas ferramentas adicionais no Photoshop para que você veja que o recorte automático é apenas um ponto de partida:

Até a próxima!

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Versões alternativas de logotipos famosos em diferentes estilos, por Tom De2s

Sabe quando algum cliente pede “mais três ou quatro” variações do logotipo, só pra ele poder escolher?

Essa é uma situação que onde cada designer irá decidir se fará ou não, mas você já se imaginou criando suas próprias versões de logotipos famosos apenas para exercitar a criatividade?

Foi o caso do o designer francês Tom De2s, que criou várias versões de logotipos de empresas como Burger King, Starbucks e Lacoste.

É muito interessante como ele mescla elementos de lettering e ilustração além de explorar estilos diferentes e, el alguns casos, até mesmo brincar com o nome das marcas.

Confira:

Burger King

FedEX

Starbucks

IKEA

Apple

Dunkin’ Donuts

Lacoste

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5 cuidados que devemos ter ao usar ilustrações em nossos trabalhos

As ilustrações são bem legais para fugir um pouco do uso de imagens em seus projetos de design, o que cria um destaque interessante, capaz de chamar ainda mais a atenção daquele público.

Porém, a escolha precisa ser feita com bastante cuidado e atenção. Caso contrário, como diz o ditado, o tiro pode sair pela culatra, ou seja, os resultados serão o oposto daquilo que se esperava.

Nós separamos alguns dos principais cuidados para te ajudar quando for usar este tipo de recurso. Continue conosco para aprender algumas dicas simples e práticas, mas que farão toda a diferença nos resultados obtidos e até mesmo na sua remuneração em cada projeto!

Como escolher as ilustrações certas para seus trabalhos de design?

Guarde essas dicas com você. Assim, quando se deparar com aqueles projetos em que só uma ilustração pode atender o que procura, a escolha será ainda mais assertiva!

1 – Atente-se ao estilo da ilustração

Seja com o uso de lápis e pincéis analógicos ou digitais, é inegável que as ilustrações carregam fortemente o estilo de quem as criou, até de uma maneira mais intensa do que acontece com as fotografias.

Elas podem ser abstratas, isométricas, “à mão”, aquarela, em 3D ou de vários outros estilos, além dos traços e da personalidade que são acrescentados por cada artista, e é interessante pensar em qual opção melhor se enquadra ao seu projeto.

Quando se fala sobre um assunto sério e mais formal, pode ser melhor optar pelo realismo, enquanto propostas criativas e alegres costumam se dar bem com ilustrações intensas e repletas de cor, por exemplo.

Veja também: 5 tendências de ilustração para você explorar em seus próximos projetos

2 – Escolha as melhores cores para cada proposta

As cores servem muito mais do que apenas para chamar atenção. Elas carregam consigo um grande poder de persuasão, comunicação e interação. Assim como relacionamos psicologia das cores com fotografia, o mesmo se aplica às ilustrações.

Vermelho remete a amor e ódio, verde a crescimento e cura, amarelo à energia e criatividade, violeta a nobreza e espiritualidade, entre tantas outras associações que podemos fazer aqui.

Este é um assunto que merece ser tratado com mais profundidade, como fizemos em nosso artigo sobre teoria das cores. Vale a leitura para entender melhor como lidar com suas escolhas sobre as ilustrações.

Não se esqueça de que a correlação entre as cores e emoções é verdadeira, ou seja, esta é uma decisão que tem forte influência sobre os potenciais resultados de seus projetos.

3 – Considere se o projeto realmente precisa de uma ilustração

Ainda que seja uma alternativa bastante versátil, as ilustrações carregam consigo uma energia diferente das fotografias. Logo, pode ser que alguns projetos não sejam compatíveis com seu uso, o que iria contra a mensagem que se deseja passar.

Nós já comentamos em outro artigo algumas dicas para escolher entre fotografias e ilustrações, e é interessante pensar bem em suas decisões para que as propostas não fujam do planejamento, o que, inclusive, poderia chatear os clientes e fazer com que eles reconsiderem futuras contratações dos seus serviços.

4 – Lembre-se do storytelling (e aplique-o)

Por ter um potencial tão grande de personalização e por trazer consigo o estilo e a personalidade dos autores em um nível tão intenso, as ilustrações são perfeitas para contar histórias e auxiliar com o objetivo daquele projeto, inclusive de uma forma que as fotografias nem sempre podem.

Como os limites das ilustrações estão nas mãos de seus criadores, o que as permite atingir um nível lúdico diferenciado, aproveite a oportunidade para contar histórias e tocar o público com ainda mais assertividade.

Veja também: Como fazer storytelling com imagens? Saiba como escolher os recursos gráficos ideais para suas peças de design

5 – Não use ilustrações sem a devida permissão

Por último, mas não menos importante, você não pode se esquecer de que os direitos autorais das ilustrações funcionam da mesma forma que das fotografias e, na verdade, de todos os projetos criativos. Portanto, elas sempre devem ser utilizadas com a devida autorização.

Caso contrário, como vimos nos casos de quem se deu mal ao utilizar fotografias sem permissão, as penalidades podem ser bem grandes, capazes de manchar bastante a imagem, a reputação e o bolso de quem as utilizarem sem permissão.

Use e abuse das ilustrações para seus projetos de design!

Traços, cores e estilos são apenas alguns dos pontos que envolvem as ilustrações, uma arte que merece ser ressaltada por fazer com que o mundo seja diferente, mais criativo e interessante, a cada pincelada, rabisco, traço e pintura.

É claro que esse recurso não poderia ficar de fora dos melhores projetos de design, e mesmo que você não seja um ilustrador, felizmente pode contar com o acervo de ilustrações da iStock, que tem dezenas de milhares de opções (literalmente!) à sua escolha.

Faça um cadastro gratuito na iStock e aproveite todos os benefícios que um acervo de ilustrações profissionais tem a lhe oferecer. Assim, todos os envolvidos saem ganhando: você, os ilustradores, o cliente e o público-alvo dos seus projetos!

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Animar Estúdio cria avatar para Youtubers e Influenciadores Digitais

Agora ficou muito mais fácil se transformar em um personagem animado e criar conteúdos exclusivos em vídeo. Isso porque a Animar Estúdio – estúdio de animação famoso por seus videoclipes musicais infantis – acaba de lançar um pacote para atender Youtubers, influenciadores digitais, editores e criadores de conteúdo.

Os artistas da Animar já provaram que têm um grande know-how e sabem como fazer vídeos animados, haja visto o seu extenso portfólio que inclui títulos como “Jacarelvis e Amigos”, “Galinha Pintadinha”, “Viaja Clarinha”, “Fofossauros”, “Dani e os Pequeninos”, entre outros.

Dessa vez, o estúdio de animação, capitaneado pelos sócios André Pádua e Tiago Saad, empresta sua expertise para a personalização de avatares, para que, a partir deles, seja possível construir histórias divertidas que conectem o público aos personagens.

“Basta a pessoa enviar as fotos do seu rosto e o áudio da sua voz que a gente cria o video e entrega ele prontinho, seja vídeos tipo vlogger, vídeo-aulas, esquetes, curtas e séries onde o personagem fala”, explica Tiago Saad, um dos idealizadores do projeto.

Assim, os fãs e seguidores da pessoa terão a possibilidade de curtir seu ídolo sendo transformado em um personagem animado, de uma forma bem divertida. Nos desenhos animados para youtubers e influenciadores, os avatares ganham expressões faciais, gestos, falas, e claro características do rosto e roupas de cada um.

Através destas animações, os donos de canais, editores, criadores de conteúdo dos mais diversos segmentos e também pessoas comuns podem fazer sucesso com seus vídeos em qualquer plataforma na Internet, como por exemplo o Youtube, Facebook, Instagram, TikTok ou WhatsApp. O estúdio de animação possibilita criar e editar, com originalidade, quantos desenhos animados a pessoa quiser.

“Transformar a sua própria figura em personagem animado é um grande diferencial, tanto para quem é experiente ou iniciante no Youtube. Videos animados tem muito carisma e ajudam a ganhar inscritos no canal ou para crescer no YouTube”, acredita André Pádua.

Com a tecnologia 2D, o Animar Estúdio cria cada personagem de animação com movimentos em loop, possibilitando a criação de vídeos com conteúdo para os mais variados roteiros. Os desenhos animados em alta resolução permitem o enquadramento ideal para cenas em vídeos horizontais e verticais.

“Essas ideias de vídeos personalizados para o YouTube e outras plataformas certamente deverão aumentar a audiência e o faturamento de um influenciador digital, pois personagens em desenho animado tendem a chamar a atenção dos seguidores. Basicamente a Animar Estúdio promete ajudar influenciadores a contar histórias na Internet, bem como transmitir seu conteúdo de maneira única e diferenciada”, completa André.

Outro diferencial é que essa animação barata pode ser outro caminho de como ser youtuber: com o ‘meu avatar’, mesmo se você é tímido ou não tem tanta desenvoltura diante das câmeras, o recurso permite crescer no Youtube apenas produzindo os vídeos, criando o roteiro e o áudio do personagem. Assista ao vídeo demo a seguir:

https://www.youtube.com/watch?v=9863WxNANOs

Conheça os combos personalizados e muito mais:

Atualmente o estúdio de animação disponibiliza quatro pacotes de animações do avatar personalizado além de dezenas de outros personagens não personalizados e prontos para serem usados em seus vídeos. Para conhecer, basta acessar a loja do Animar Estúdio: https://loja.animarestudio.com.br/

Todos os pacotes vêm repletos de animações com fundo verde para ser facilmente retirado com o efeito de Chroma Key além de imagens estáticas dos personagens ideais para Thumbs e para divulgação.

Os criadores de conteúdo para Internet podem utilizar as animações para fazer seus próprios vídeos animados ou ainda deixar todo o trabalho de produção a cargo dos profissionais da Animar, que criam vídeos completos utilizando o personagem, cenários, elementos, músicas e efeitos sonoros.

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7 sites para baixar modelos 3D gratuitos

Seja para projetos pessoais ou comerciais, nem sempre dispomos de recursos para adquirir os direitos de imagens, arquivos de áudio, vídeos ou, como falaremos nesse artigo, modelos 3D.

O mercado 3D está cada vez mais aquecido, pois já experimentou diversas alavancas, como animações nacionais, impressoras tridimensionais, além do constante aprimoramento de ótimos softwares open source, como o Blender.

Por isso, conhecer algumas ferramentas nessa área pode ser cada vez mais útil. E contar com a ajuda de alguns recursos que podemos encontrar em sites como os que falaremos a seguir poderá agilizar muito seu trabalho (com os devidos créditos, claro).

Confira a lista:

Free3D

Grande repositório de arquivos 3D. No Free3D encontramos tanto modelos grátis como a venda de arquivos por preços bem baixos, se comparado com outros sites do tipo.

Os modelos são disponibilizados em diversos formatos e podem ou não estarem com o rigging feitos, prontos para animação.

TurboSquid

A qualidade que podemos encontrar nos arquivos disponibilizados pelos autores no TurboSquid é fantástica, além de sua variedade.

Assim como em alguns outros dessa lista, o site disponibiliza modelos gratuitos ou a venda.

O que destaco nesse site são as opções de filtro quando estiver fazendo sua busca, que separam não só entre itens grátis ou pagos, mas também pela quantidade de polígonos do arquivo, tipo de licença e se está animado ou não.

CGTrader

O CGTrader já está há 9 anos no mercado, tendo assim uma vasta biblioteca. O seu foco maior é em objetos e ambientes, mas podemos encontrar um pouco de tudo (free/pago).

Tem também arquivos de muita qualidade e bons recursos de busca para facilitar achar o que precisa.

Vale a pena conferir.

3DExport

O 3DExport é outro exemplo de site que está há muito tempo no mercado (mais de 15 anos) ajudando o pessoal.

Apesar dos recursos de busca serem um pouco mais simples que outros da lista, podemos encontrar facilmente o que precisamos pelas categorias (e haja categoria).

Então, também é uma boa opção tanto para itens gratuitos como para desembolsar alguns dólares, que podem valer a pena.

CadNav

Enquanto os demais sites são mais focados em modelos 3D em si, o CadNav também tem ótimas texturas seamless (“sem costura”) prontas para o uso.

Apesar do acervo ser um pouco menor (mas todo gratuito), é fácil encontrar coisas úteis para seu projeto aqui. Só fique atento ao tipo de licença, caso vá utilizar em projetos comerciais.

3Dsky

O 3Dsky tem um bom acervo de objetos, mobílias e partes de ambientes, além de ótimas texturas. Pode ser muito útil para criar sua maquete eletrônica.

Na hora da busca, você pode filtrar apenas por itens gratuitos ou não.

Archibase Planet

Talvez o mais antigo de todos (desde 2001), o Archibase Planet tem diversos modelos grátis para uso em maquetes eletrônicas (mobília, ou mesmo ambientes inteiros). Podendo ser muito útil para arquitetos e designers de interiores.

Uma coisa que também é muito legal nesse tipo de site, que acaba seguindo uma ideia muito parecida com os de bancos de imagens gratuitos, é que vira uma maneira de divulgar o trabalho de artistas da área, além da possibilidade de vender os modelos de maior qualidade, é comum o autor disponibilizar um versão simplificada ou parte da versão maior, mas de maneira gratuita, assim a pessoa que baixou pode se interessar pelo seu arquivo mais completo e adquiri-lo.

Nesses tempos precisamos diversificar nossas fontes de receita, por isso, se você trabalha com 3D, anunciar seus modelos pode ser tanto útil como portfólio, como também gerar um dinheiro extra.

Até a próxima!

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Ela decidiu fazer o redesign dos “piores logos do mundo” e o resultado é surpreendente

Seja por inexperiência de quem fez ou pela falta de um olhar um pouco mais crítico e menos inocente, alguns logotipos acabaram se tornando exemplos do que não devemos fazer.

Mas, como é de se esperar, o design serve ao nobre propósito de resolver problemas e dar uma nova vida a conceitos equivocados e/ou ultrapassados.

Sendo assim, a designer Emanuele Abrate criou o projeto “The worst logos ever, Redesigned“, onde selecionou conhecidos exemplos de logotipos com design questionável e mensagens ambíguas para fazer seus redesigns.

Confira:

Instituto de Estudos Orientais

Esse é um dos mais famosos exemplos de logotipos com mensagem ambígua. Infelizmente as formas simples e o espaço negativo do logotipo original criaram uma imagem com uma conotação que não tem relação alguma com a instituição.

No redesign, foi mantido o conceito dos elementos principais do logotipo (o sol e o templo), porém com formas mais modernas, e sem o ultrapassado contorno.

A tipografia também foi alinhada com o símbolo para assumir maior importância e foi convertida em sans-serif.

Kudawara Pharmacy

O logotipo original enfrenta diversos problemas, desde o mau uso da tipografia, elementos desproporcionais e, obviamente, o uso de formas que criam uma mensagem ambígua.

No redesign, esses elementos foram descartados, mantendo apenas o uso da letra K como referência e uma paleta de cores semelhante à original.

A designer utilizou formas simples para construir a letra K e dar uma sensação de confiança ligada à natureza.

No espaço negativo, é possível visualizar uma cruz (um elemento distintivo no campo farmacêutico).

Computer Doctors

Em alguns casos, nenhum elemento do design antigo pode ser aproveitado em um redesign. Foi o caso do logotipo da The Computer Doctors.

A designer trabalhou com um conceito totalmente novo, que combinasse o mundo da tecnologia e o mundo da assistência médica.

Segundo ela, a ideia por trás do novo logotipo era utilizar como referência a forma de um monitor para inserir uma cruz no espaço negativo e, ao mesmo tempo, evidenciar as letras iniciais C e D.

Centro Pediátrico de Arlington

O redesign do logotipo partiu do mesmo conceito, mas o símbolo foi recriado de forma a remover qualquer mal-entendido e dar uma sensação de maior confiança.

As formas simples e circulares tornam o símbolo mais amigável e acolhedor, além dos sorrisos dos dois personagens.

Além disso, a tipografia foi substituída por uma mais moderna, mas ainda institucional, sem serifa.

Mama’s Baking

Esse é mais um exemplo de redesign cujo conceito foi criado do zero. A designer se inspirou na figura da mãe que cozinha com amor, imaginando-a removendo o recipiente do forno.

A figura da luva foi combinada com a figura do coração para transmitir o sentimento de amor e paixão pela cozinha.

Clinica Dental San Marcelino

Não há como negar: a silhueta do logotipo original realmente ficou estranha, passando uma mensagem totalmente errada quanto ao tipo de serviço oferecido pela empresa.

Para esse redesign, a designer quis criar uma solução nova, mais simples e menos descritiva.

As letras C e D estão dispostas para formar um rosto sorridente. As linhas limpas e arredondadas e a cor azul pretendem transmitir uma sensação de confiança e limpeza.

 

Fire Prevention Products

Designers, muito cuidado com o uso das formas. Quando um logotipo passa uma mensagem ambígua para muitas pessoas, não é malícia, mas sim bom-senso.

Nesse redesign, a designer decidiu desenvolver um novo conceito a partir de formas circulares que envolvem a figura de uma chama no espaço negativo.

O nome foi abreviado com a sigla “FPP” para um maior reconhecimento, mesmo sem o texto completo.

 

Safe Place

Há muitos elementos no logotipo original, além do problema da imagem principal, cuja mensagem deveria ser segurança, mas que acaba sendo bastante estranha.

Sendo assim, o redesign excluiu os elementos dispensáveis, deixando a forma da casa como o único elemento realmente evocativo desse logotipo.

OGC (Office of Government Commerce)

O logotipo da OGC aparentemente não tem nada de errado, é um acrônimo com três letras circulares próximas uma da outra. Mas, girando o logotipo você pode ver uma figura bastante embaraçosa (ainda mais por se tratar de uma agência governamental)

Nesse caso, o redesign foi mais sutil, utilizando como referência o logotipo anterior da agência governamental, onde as letras foram melhorada para uma aparência mais moderna e atual, resolvendo o problema da mensagem ambígua.

E você, o que achou dessas propostas de redesign? Acha que a designer conseguiu resolver os problemas de interpretação dos logotipos escolhidos? Faria alguma coisa diferente?

Deixe seu comentário abaixo!

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A importância de um logotipo para os negócios

No artigo de hoje eu vou explicar alguns tópicos muito importantes quando o assunto é de Design de Marcas.

Quando uma empresa inicia o processo de construção de um logotipo, é importante entender que essa é uma responsabilidade que exige bastante reflexão, entendimento das motivações e dos seus objetivos com a sua marca.

E quando falo isso, quero dizer que a decisão de adquirir um logotipo tem a ver com as estratégias de um negócio.

O que é um logotipo?

O logotipo pode ser definido como a tradução visual da personalidade de uma marca. Além disso, ele é um fator muito importante para gerar identificação.

Apesar disso, é importante entender que uma marca não se resume ao logotipo. Ela tem várias dimensões: visível, estratégica e autoconhecimento.

O logotipo é um dos elementos visíveis de uma marca, junto a identidade e universo visual da marca. Mas ele também é presente na dimensão estratégica, afinal deve sempre estar alinhado aos objetivos da marca.

E aí entra o autoconhecimento. Sou bem incisivo nesse tema, mas a realidade é que você deve conhecer o seu negócio, compreender os seus propósitos e as suas razões. Será que a sua marca precisa de um logotipo nesse momento? Ter esse logotipo é a prioridade do seu negócio?

Vou me aprofundar nessas questões mais a frente, mas você deve estar ciente que ao definir um logotipo para sua marca, você define também um posicionamento, e isso exige consistência e autenticidade.

Qual a importância de ter um logotipo?

Como já disse, o logo tem a função de traduzir e representar a personalidade da sua marca de forma visual. Mas além disso, o logo também terá funções quanto ao posicionamento da sua empresa. Vou falar especificamente sobre três aspectos em que o logo pode te auxiliar.

1- Diferenciação

Um logo é um recurso visual que te permite se diferenciar de seus concorrentes. Ele é um artifício que consegue delimitar o que é seu e o que é do outro.

2- Conexão

O logotipo muitas vezes é o primeiro ponto de contato da sua marca, se tornando o ponto de entrada da sua marca. Por isso, é importante que o seu logo consiga representar os aspectos importantes da sua empresa.

3- Comunicação

A criação de qualquer coisa implica a necessidade de comunicação. E com o logotipo não é diferente, o seu objetivo principal é comunicar aquilo que sua marca quer passar para os clientes.

Principais erros

Óbvio que falarei dos cuidados a serem tomados na definição de um logo. Como eu disse acima, a definição de um logotipo exige responsabilidades com o seu posicionamento e nesse momento, é importante ser coerente.

Pensa comigo, o logo é responsável por diferenciar sua marca, criar conexão com o cliente e comunicar a personalidade da empresa, certo? Então, todo cuidado é pouco para definir os aspectos da sua empresa que devem ser traduzidos pelo logo.

Por isso eu falo que nem toda marca está no momento de construir um logotipo, afinal, em muitos momentos os pilares mais básicos de uma empresa não estão bem definidos, como os objetivos e o que a marca realmente quer comunicar.

Mas se você está decidido a construir o seu logotipo aqui vão três erros que você deve evitar:

1- Copiar o logotipo de outra empresa

Cada negócio tem o seu propósito e cada propósito é único. Seguindo essa lógica, não tem como representar as peculiaridades da sua marca se você está copiando o logo de uma outra empresa. Inclusive, isso vai totalmente de encontro com a importância número 1 que falei acima.

2- Falta de estratégia

Mais uma vez bato na tecla da estratégia. Para que caminho você vai quando não sabe aonde quer chegar?

O seu logo é a representação do seu negócio e se o seu negócio não tem uma estratégia bem definida, ainda não é o momento de ele ser representado. Primeiro defina seus propósitos, seus objetivos e suas razões e depois coloque a mão na massa. Só assim o seu logo será assertivo.

3- Mensagem dúbia

Lembra que uma das funções de um logotipo é comunicar aspectos importantes da sua marca? Então, não dá para esquecer disso e querer transmitir diversão por meio de um logo que passa seriedade, por exemplo.

Existem vários aspectos que devem ser levados em consideração, como cores, tipografia e formas. Tudo isso deve seguir de acordo com a identidade da marca.

Conclusão

Para finalizar esse artigo vou reforçar a necessidade de ter cuidado na decisão sobre a necessidade de criar um logo.

Com um pouco de reflexão e autoconhecimento sobre o seu papel como designer, tudo fará mais sentido. Além disso, algumas perguntas podem te ajudar nesse direcionamento:

  1. Por que eu preciso de um logo?
  2. Qual a importância de um logo para meu negócio?
  3. É meu momento de assumir a responsabilidade que esse ponto de contato proporciona?

Depois de responder essas perguntas a decisão correta vai estar mais clara.

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