Como usar grids na criação de logotipos

Antes de falarmos sobre a aplicação prática dos grids na criação de logotipos, eu quero explicar o porquê de utilizá-los e te apresentar os tipos mais comuns, o que vai te ajudar a se familiarizar com o assunto.

Grids: definição e propósito

Os grids são a espinha dorsal de qualquer layout, auxiliam na construção, ajudam a manter o equilíbrio visual, organizar e posicionar os elementos em relação uns aos outros.

Eles começaram como um sistema para organização de texto, mas hoje podemos expandir sua utilização para o desenvolvimento de logotipos.

Utilizar os grids não é garantia de um bom projeto, é uma ajuda.

A questão em que muitos designers se perdem é a série de utilizações possíveis dos grids, mas isso permite que cada profissional possa encontrar uma solução adequada ao seu estilo pessoal.

Tipos de grids

Os grids podem aparecer de diversas formas e tamanhos, e têm uma longa e complexa história que vem desde os primeiros manuscritos da humanidade.

Poderíamos falar dos Manuscritos do Mar Morto, Bíblia de Gutenberg e até sobre os jornais no final do século 19, que expandiram o uso dos grids para maximizar a quantidade de informações que cabiam em uma folha de jornal.

Mas para você se habituar aos grids, vou demonstrar a partir das tipologias mais comuns.

1- Baseline

Feito a partir de linhas horizontais igualmente espaçadas que determinam onde o texto ficará.

As folhas de papel pautado seguem esse esquema de organização, então imagino que seja familiar para você.

2- Coluna

Formado por campos verticais onde os elementos são alinhados horizontalmente.

É um grid muito comum no Design de Interface.

3- Modular

Estruturado a partir da interseção de linhas e colunas, os módulos podem ser usados para controlar as decisões de layout por meio de uma relação mais holística.

Caso queira saber mais, já escrevi um artigo focado em falar sobre esse tipo de grid e sua anatomia.

4- Manuscript

Possui apenas uma coluna por página que determina onde o texto será posicionado. É um tipo de estrutura muito comum nos livros clássicos e tradicionais.

Caso tenha interesse em ir mais a fundo, escrevi um artigo que explica de maneira mais completa como utilizar esse tipo de grid na prática.

Mas e a criatividade?

Às vezes associamos as restrições com algo ruim, principalmente quando se trata de criatividade. Queremos ser livres para nos expressar e explorar o máximo do nosso potencial criativo.

Porém, o Design não é uma profissão puramente criativa, porque possui uma camada estratégica por trás.

Para um bom designer, quanto mais específico for o briefing, por exemplo, melhor para o desenvolvimento do projeto.

Em vez de limitar nossa criatividade, as restrições nos dão um ponto de partida e investem a liberdade criativa em explorar possíveis soluções.

Os grids nos ajudam com isso, pois fornecem restrições ao layout e reduzem o número de opções disponíveis ao passo que torna tangível as novas opções.

Grids nos logotipos

Nesse tópico, vou explicar o passo a passo da utilização do grids no desenvolvimento de logotipos.

Não vou explicar a partir de um software específico, mas em termos gerais, onde, independente do programa que você usa, é possível (pelo menos precisa ser, caso contrário, reveja o seu software padrão para criação vetorial) seguir as instruções.

Exemplo 1

Empresa: Zaragozano
Designer: Cruz Novillo
Ano: 1989

Para a construção desse logotipo, você precisa criar um grid modular 6×6.

Essa nomenclatura é usada para indicar o número de colunas por linhas, especificamente nessa ordem.

Se você quer indicar um grid modular com 8 linhas e 6 colunas, diz-se: grid 6×8.

Utilize a ferramenta retângulo para desenhar as hastes e a ferramenta linha para fazer a “espinha” da letra Z.

É de extrema importância que o logotipo mantenha a mesma espessura independente do ângulo, que neste caso, escolhido para as diagonais, é 45º.

Todas as outras linhas precisam se relacionar, ou com o contêiner ou com as extremidades do logotipo.

Isso ajuda a dar uma coesão compositiva maior, pois mesmo que o leitor (pessoa que vai ver esse logotipo) não saiba explicar, para ele parece que tudo faz sentido.

Para finalizar, utilize a sua ferramenta de preferência para combinar as formas e extrair apenas o que é necessário.

Se você quer aprender a criar esse logotipo na prática através do Illustrator, preparei uma aula completa, explicando o passo a passo.

Exemplo 2

Empresa: Hamburger Sparkasse
Designer: Ekkehart Rustmeier
Época: anos 1970

Dessa vez, vamos utilizar um grid modular 5×8, isto é, 5 colunas por 8 linhas.

Vamos utilizar elipses com o diâmetro igual à largura de um módulo. Para entender melhor sobre a anatomia de um grid modular, leia artigo sobre grids antes de continuar.

A diagonal do logotipo não é feita a partir de um ângulo, mas a partir de uma relação interna do grid: uma linha que percorre o centro do 3º módulo da primeira coluna até o canto inferior direito do último módulo do grid.

Utilize elipses com o diâmetro relacionado à largura dos módulos do grid para fazer as curvas. Para atingir altíssima precisão, é necessário aplicar técnicas de Geometria, mas isso é assunto para outro artigo.

Como esse logotipo possui duas grandes formas espelhadas, é necessário criar apenas uma das partes e depois copiá-la e espelhá-la para fazer a outra parte

Se você quer aprender como desenvolver esse logotipo, confira o vídeo com o passo a passo no Illustrator e as técnicas de Geometria necessárias.

Espero que tenha curtido esse conteúdo, e se você quer se aprofundar neste assunto, sugiro que leia os outros artigos recomendados e acompanhe o meu conteúdo através do YouTube.

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8 livros que vão te ajudar na criação e gerenciamento de marcas

Nas recomendações de hoje, separamos 8 livros que poderão acrescentar muito ao designer, estudante ou empresário na criação e gestão de suas marcas.

Quando falamos sobre Branding, existe muita coisa envolvida. O Design é um dos passos nessa caminhada da criação de uma marca com uma comunicação eficiente, mas não é o único. Por isso, nessa lista, indicada pelo designer especializado em criação de marcas Roberto Ribeiro, podemos ver diversos temas que no conjunto formam uma marca assertiva.

Quem quiser conhecer mais sobre o Roberto Ribeiro, com o qual já tive o privilégio de trabalhar algumas vezes, designer com mais de 10 anos de experiência e especialista em design de marcas, poderá ver seus trabalhos nos links no final desse artigo.

Sendo apaixonado por sistemas de identidade visual, ele percebeu que ao agregar estratégias de branding em seus projetos, os resultados se tornavam mais impactantes, profundos, eficientes e rentáveis.

Por isso, compreender a criação de marca como um todo, é muito interessante, não só para o cliente ter um trabalho muito mais completo, mas também para você, profissional da área, poder oferecer mais serviços, justificando um orçamento mais recheado.

Design de Identidade da Marca: Guia Essencial para Toda a Equipe de Gestão de Marcas, de Alina Wheeler

A autora fornece um método comprovado e universal de cinco etapas para criar e implementar uma identidade de marca de sucesso. Da pesquisa e análise à estratégia da marca, do design e desenvolvimento à aplicação, dos padrões de identidade ao lançamento e governança, este livro é uma referência indispensável para criar novas marcas e revitalizar marcas antigas. Além de apresentar com detalhes 50 estudos de caso, descreve objetivos, processos, estratégias, soluções e resultados.

É um ótimo livro para quem procura aprofundar no mundo da criação de marcas! Sendo um conteúdo que poderá enriquecer seu repertório, independente do nível de experiência.

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Branding + design: a estratégia na criação de identidades de marca, de Sandra Ribeiro Cameira

Um logo que se destaca não é apenas o resultado de um instante de inspiração. Normalmente, essa identidade vem da criatividade do designer e da estratégia de gestão profissional da marca, ou seja, o Branding.

O livro aborda bem a relação do Branding e o Design através de diversos cases, tornando o aprendizado leve, mas entra também em questões conceituais, como semiótica. Com certeza é uma ótima opção para quem quer realmente saber mais sobre o processo de branding.

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Marcas – Design Estratégico: do Símbolo à Gestão da Identidade Corporativa, de Cecilia Consolo

O objetivo deste livro é demonstrar a importância de incorporar designers à equipe de gerenciamento, especialmente nos departamentos de planejamento e estratégia que se concentram no gerenciamento de marca e identidade corporativa.

Esse material consegue ser, ao mesmo tempo, profundo e fácil de absorver. Isso é possível porque a autora contextualiza a criação de marca em diversos ângulos, camadas e momentos, adicionando assim conceitos que não conseguimos encontrar com facilidade em outros livros da lista.

Sendo assim, um ótimo livro para sua coleção sobre branding, identidade de marca e visual.

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Story Brand, de Donald Miller

Donald Miller, o autor desse best-seller, tem entre suas qualidades o carisma e objetividade ao falar sobre sua especialidade: a comunicação.

Por isso, em seu livro não é diferente. Ele consegue traduzir de maneira bem clara sua mensagem com textos super objetivos.

E apesar de ter um grande foco na mensagem (falada ou escrita), esse livro não é apenas para copywritting ou criação de material de marketing, já que a comunicação clara impacta a relação com qualquer pessoa (cliente ou colaborador) que tiver relação com a empresa, e sua eficiência só vai aparecer quando essa mensagem é passada de maneira autêntica e única.

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Encontre seu Porquê, de Simon Sinek

Além do livro, o autor Simon Sinek, teve grande visibilidade em seu TED Talk sobre o conceito de Golden Circle, sendo também um bom material para qualquer um, seja trabalhando com gestão de marca ou como profissional de qualquer outra área, já que encontrar o seu “porquê” é algo essencial para a vida profissional de todos.

O livro ajuda o leitor a refletir sobre o propósito, próprio ou da empresa/equipe, trazendo um guia com maneiras de ajudar a encontra-lo.

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O herói e o fora-da-lei, de Margaret Mark e Carol S. Pearson

Antes de falar do livro em si, apenas um parênteses sobre arquétipos: essa palavra, que talvez soe um pouco estranha, representa um conceito que é amplamente estudado na psicologia, filosofia e quando vamos criar uma história. Os arquétipos são representações do inconsciente coletivo, ou seja, aquelas verdades que temos em nosso interior, que são naturais pra gente, mesmo sem sabermos o motivo.

Assim como no livro anterior, mas com uma outra abordagem, as autoras desse clássico propõem te ajudar com o propósito da sua empresa, ou mesmo o seu, trazendo uma ótima análise da identidade arquetípica das marcas, nos dando ferramentas de compreender melhor o papel delas na sociedade.

Desse jeito, não ficamos apenas na superficialidade e oportunismo da venda, mas sim aprofundar na imagem e no significado da marca a partir dos olhos do seu público.

É um material muito bom para quem já estuda sobre isso, e também para quem se interessa por histórias, psicologia, ou simplesmente gosta de ver e analisar o significado de tudo.

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Pensar com Tipos, de Ellen Lupton

O processo de criação de marca passa por várias etapas, e claro que o design é uma etapa essencial e talvez uma das preferidas de muitos aqui. Por isso a tipografia tem que ser lembrada e sua importância é inegável.

Já citamos anteriormente alguns livros sobre tipografia para quem deseja se aprofundar no assunto, que aborda um pouco desse e outros ótimos livros para te ajudar na escolha e compreensão dos tipos.

Esse livro é ótimo tanto para quem quer começar do básico como quem quer se aprofundar, contando até com exercícios práticos.

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Briefing: A gestão do projeto de design, de Peter L. Phillips

Um bom briefing pode economizar muito trabalho e evitar problemas burocráticos no processo de criação. A estrutura de recursos e metas orienta a criação, não limitando-a, mas sim aprimorando e valorizando os resultados.

Este livro é bem direto e claro, podendo ajudar profissionais e estudantes a compreender a importância do briefing e como faze-lo de forma eficaz.

Escrito com base na experiência profissional do autor, é fácil encontrar semelhanças com o dia a dia da empresa e do designer.

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Conclusão

Como vimos, esse tema é extremamente amplo e passeia por várias áreas diferentes, tanto da criação como do negócio em si. Sendo necessário que o profissional seja realmente um eterno estudante.

E como disse lá no início, as indicações foram feitas pelo designer Roberto Ribeiro. Para conhecer melhor visite seu site e redes sociais: Site | Behance | LinkedIn | Facebook | Instagram.

Até a próxima!

 

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Onde encontrar inspiração quando o processo de design de logotipo está travado

O elemento gráfico que representa uma empresa ou marca é denominado logotipo.

É mais que um meio de representação simples é uma forma de consolidação e singularidade da identidade de uma empresa e marca.

O logotipo é o símbolo mais importante de uma marca, muitas vezes sendo pensado antes mesmo da empresa ser criada formalmente.

Cada marca e empresa não querem apenas um logotipo que seja moderno, legal ou atraente e sim que sua história, essência e ideais sejam retratados no logotipo para sua marca e empresa da melhor forma possível.

O bloqueio criativo de um processo de design infelizmente pode acontecer na vida de qualquer pessoa e em qualquer etapa de desenvolvimento de criação do logotipo podendo ser prejudicado por fatores externos e problemas pessoais. Dessa forma listaremos algumas dicas para auxiliar na inspiração do processo de design do logotipo.

1. Navegue por sites de design

Procurar sites de designs mesmo que não sejam focados em logotipos, sites de fotografias, podem ampliar o leque para a criatividade e a ter inspirações de várias formas.

Novas formas, imagens certamente fará com que sua criatividade se desperte, levando a criação de um trabalho único e maravilhoso.

2. Não tenha medo de experimentar

Você pode experimentar um criador de logotipo on-line. Essa ferramenta pode ajudar a focar seus pensamentos, fornecer ideias de fonte ou paleta de cores, onde existem conceito básicos que auxiliam durante o processo de criação, como, por exemplo, de não fazer uso de cores gritantes, pois podem chamar atenção indevida e tiram a harmonia do projeto.

Você deve ter sempre em mente que as cores evocam sentimentos e influenciam psicologicamente, devendo estar de acordo com o objetivo da empresa e da marca.

Lápis e papel também auxiliam no processo de criação de esboços antes de serem digitalizados. Experimente e explore todas as possibilidades.

Mantenha sempre por perto um bloco de anotações e caneta ou tenha em seu celular um aplicativo de anotações e desenho para poder registrar aquelas ideias que surgem fora de hora. Quanto mais informações tiver, maiores serão as chances de construir um bom logotipo.

3. Olhe os concorrentes

Tenha o logotipo dos concorrentes como referência. Porém, não copie a concorrência, afinal, seu objetivo como designer não é copiar ideias, mas sim oferecer novas soluções aos seus clientes.

Observe os elementos e cores utilizados por eles e crie o seu logotipo de maneira diferenciada, que se destaque mais e seja mais claro que o da concorrência.

Realizando pesquisas direcionadas você terá mais clareza e ajuda para dar continuidade ao seu projeto. Ao se atualizar sobre o que os concorrentes estão fazendo, aproveite também para se atualizar sobre o que tem sido feito a respeito do design que está em constante modificação.

 4. Peça a opinião de outra pessoas

Públicos diferentes exigem diferentes tipos de comunicação no logotipo, que precisam estar alinhados com com a roupagem da marca e da empresa. É necessário realizar uma análise rigorosa e detalhada sobre o tipo de público-alvo que a empresa e a marca querem atingir.

Realize pesquisas com os logotipos que o público-alvo se identifique mais. A pesquisa pode ser realizada de maneira verbal, em uma conversa entre amigos que estejam dentro do perfil do público-alvo ou pesquisas realizadas por meio de redes sociais e formulários digitais. Ao coletar os dados necessários, direcione o resultado final ao seu logotipo.

5. Faça uma pausa, limpe sua mente

Descanse. Muitas vezes é preciso dar um tempo e relaxar. Trabalhar por diversas horas seguidas e pensar demais deixará seu corpo e cérebro cansados, e uma mente cansada não alcançará os resultados esperados e criativos.

Certamente, você pode ter realizado trabalhos memoráveis no passado dormindo pouco e se alimentando de forma irregular. Porém, pense no quanto seu rendimento, criatividade e produção podem aumentar se você der o descanso e tempo necessários para o seu corpo e cérebro renovarem suas energias. Vale ressaltar que uma boa alimentação também ajuda o cérebro e o corpo a terem mais energia e rendimento no trabalho.

Entre as principais habilidades comportamentais, a paciência é a que mais se destaca para que você alcance o objetivo de criar um logotipo eficaz, afinal, esse é um processo detalhado, minucioso.

Você pode se inspirar e conseguir concluir o projeto com rapidez, mas muitas vezes não é assim que acontece. Quando é necessário apressar a criatividade, nem sempre os resultados são como o esperado e desejado.

Permita-se pensar, dê tempo ao tempo. Pinte, desenhe, rabisque e apague, mude as cores se necessário e se preciso retorne de onde estava, ou volte ao início. Certamente chegará o momento em que irá encontrar o resultado que tanto ansiava.

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Hospedagem de Empresas: Quais são os benefícios?

Atualmente, é raro encontrar uma empresa que não possua site ou, pelo menos, uma página em alguma rede social, onde o proprietário do negócio divulga seus produtos e/ou serviços. Essa é uma das principais vantagens de vivermos na era tecnológica: podemos promover nossa marca sem precisar sair de casa.

Ou ao menos possuir um estabelecimento físico, em alguns casos.

Isso mesmo. Após o surgimento do e-commerce, muitos empreendedores estão apostando na criação de lojas virtuais, que não precisam de um espaço físico para funcionar. No Brasil, assim como em vários lugares ao redor do mundo, o e-commerce cresce a cada dia que passa. Isso significa que talvez esteja na hora de migrar seu negócio físico para a internet ou de iniciar um negócio virtual!

A Importância do E-commerce

O e-commerce (do inglês electronic commerce, ou, comércio eletrônico, em português) é uma das modalidades de comércio que mais se desenvolve nos dias de hoje. Esse desenvolvimento significativo se deve não somente à evolução das tecnologias, mas também à popularização de serviços como a gigante Amazon, que chegou ao Brasil no começo da década passada e se tornou uma das lojas virtuais favoritas dos brasileiros.

O e-commerce é importante por diversos motivos. O principal? Essa modalidade permite que sua empresa tenha uma alcance muito maior do que ela teria se fosse somente uma loja física. Digamos que você tenha uma marca estabelecida na região Sul do país. Através do e-commerce, seus produtos podem chegar a clientes do Nordeste brasileiro — ou até em clientes internacionais!

Além disso, uma loja virtual permite que você expanda seus negócios e forneça aos seus clientes opções variadas de produtos e serviços que podem ser facilmente incluídos em seções diferentes de um site, algo que poderia não ser bem-sucedido em uma loja física, por exemplo.

No momento atual que vivemos, em meio à uma pandemia, o e-commerce se faz mais importante do que nunca. Com as recomendações para não sair de casa, muitos empreendedores podem ter tido prejuízo nos últimos meses. O e-commerce, ao contrário, continuou crescendo, e as vendas online apresentaram aumento durante a quarentena.

O Que é Um Web-Host?

Para que sejam visualizados na internet, todos os sites precisam de um serviço fornecido por empresas chamadas de ‘web hosts’ (ou hospedagem web, em português). Esses web-hosts possuem todas as ferramentas necessárias para que você crie seu site e personalize todo o design, além de tornar seu site disponível na internet através de um servidor.

Todo site de e-commerce necessita de duas coisas: um domínio e um web-host. Sem um deles, é impossível que sua loja virtual possa ser acessada por clientes das mais diversas localidades. Logo, se você pretende criar um negócio virtual ou migrar seu negócio físico para a internet, o primeiro passo é escolher um serviço de web-host que se adeque às suas preferências.

Atualmente, existem centenas de milhares de web-hosts disponíveis na internet, o que pode dificultar sua busca pelo web-host ideal, uma vez que você pode se sentir confuso dentre tantas opções. Caso tenha interesse em conhecer as diferentes empresas atuantes no Brasil, o WebSitePlanet.com listou os 10 melhores web-hosts em 2020.

3 Benefícios das Empresas de Hospedagem Web

É possível que você esteja se questionando sobre as vantagens de utilizar um web-host. Se você vai desembolsar uma quantia de dinheiro para adquirir um serviço de hospedagem, você vai querer saber o quê você está contratando e o porquê.

Existem diversos motivos pelos quais os web-hosts são importantes — geralmente, motivos relacionados à segurança e performance dos sites. Abaixo, listamos 3 benefícios dos sites de hospedagem web para o e-commerce.

  1. Desempenho do site

Ao escolher um web-host, é importante que você se certifique que o seu site estará hospedado em um servidor de alto desempenho.

Uma das principais características do e-commerce é a facilidade na qual os clientes podem adquirir um produto ou serviço. A possibilidade de fazer compras através de um único clique e sem perder muito tempo é um grande atraente para o consumidor.

Porém, existem web-hosts que não têm a capacidade necessária para lidar com tantos websites hospedados em seus servidores, o que pode causar lentidão nas páginas de uma loja virtual e, consequentemente, causar prejuízo para os empresários.

Um web-host potente permite que o tempo de carregamento das páginas do seu website sejam mínimos.

  • Suporte

Apesar de vivermos cercados por tecnologia, não há vergonha alguma em admitir que não sabemos como funcionam algumas coisas da internet. A mecânica por trás de websites é algo complexo e que somente pessoas com conhecimento prévio em programação entendem.

Digamos que você seja dono de uma loja de roupas e sua marca estará fazendo uma mega liquidação através de sua loja virtual. A expectativa é que muitos clientes visitem seu site e adquiram seus produtos. No entanto, ao dar início à liquidação, o servidor da sua loja virtual apresenta algum defeito, o que impede seus clientes de realizarem compras.

Ao utilizar um serviço de web-host, a empresa que fornece a hospedagem também oferece suporte técnico. Dependendo da empresa, você pode ter suporte 7 dias da semana, 24 horas por dia.

Dessa forma, se o seu site sair do ar durante um momento muito importante, você pode entrar em contato com o suporte técnico e resolver o problema rapidamente, sem que você tenha prejuízo.

  • Endereço de E-mail

Você provavelmente já viu algum endereço de email mais ou menos assim: “fulano@empresa.com.br”. Esse tipo de endereço de email personalizado é essencial para empresas que querem passar um ar de profissionalismo.

Além disso, um dos grandes medos dos consumidores ao fazerem compras online é a incerteza se estão visitando um site seguro ou não.

Uma empresa que possui o próprio domínio na web, não somente no endereço do site, mas também no e-mail de contato, permite que o consumidor se sinta mais seguro ao acessar uma loja virtual. Consequentemente, o número de vendas pode aumentar.

Ao contratar um pacote de uma empresa de web-hosting, você receberá, além de suporte técnico profissional, a oportunidade de possuir seu próprio e-mail personalizado.

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Designer vê seu projeto não-oficial da cédula de R$200,00 circulando no Rio de Janeiro

Recentemente o Banco Central anunciou que irá lançar a nova cédula de duzentos reais, o que naturalmente fez alguns designers praticarem um exercício criativo ao imaginar como seria o design da nova cédula.

Um desses designers foi o Mike Felipe, que publicou em seu Instagram um belo projeto não-oficial de como imaginou o design da nova nota.

Na publicação, o designer explica que utilizou o lobo-guará, animal que será estampado na nota oficial, como divulgado pelo próprio Banco Central, além de utilizar na arte elementos do cerrado como o Pau-terra.

Para a paleta de cores, ele criou um gradiente das notas de R$50 e R$100 respectivamente.

Alguns dias depois de publicar seu projeto, o designer se surpreendeu com algumas notícias de que sua nota havia sido impressa indevidamente e estaria circulando em Madureira, no Rio de Janeiro, antes mesmo do lançamento da nota oficial pelo Banco Central.

“Publicaram nas redes uma nota impressa em um papel que parece ser uma folha de sulfite com uma qualidade horrível. Infelizmente existem pessoas que por ‘mais curtidas’ desvirtuam e espalham fake news sobre um determinado assunto. Quem imprimiu e postou, recortou a imagem da nota, retirou a arte do seu contexto e desvirtuou para o seu benefício próprio”, afirmou o designer em reportagem para o Diário do Nordeste.

Vale lembrar que a nota oficial de R$ 200,00 ainda será lançada oficialmente no final de agosto e que, segundo informações do jornal Folha de São Paulo, terá coloração cinza.

O designer deixa claro que a arte é somente um conceito e a ideia nunca foi “adivinhar magicamente” como será a nova nota.

Com informações de Diário do Nordeste.

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O que podemos aprender com o Design Colaborativo

Já diziam os ditados antigos que duas cabeças pensam melhor do que uma. E quando nos referimos a solução de problemas, quanto mais mentes pensando sobre possibilidades, melhor o escopo de escolhas.

Neste artigo eu vou falar sobre Design Colaborativo, inspirado na co-live da Diana, Emerson e Renata, e que é um tema que possui raízes muito presentes em tudo o que escrevo.

O que é?

Estamos nos referindo a uma abordagem metodológica onde a colaboração é o objeto central. Assim como os times de Scrum, é importante que a abordagem do Design Colaborativo seja multidisciplinar, para assim convergir nos melhores resultados.

Outro ponto que motiva a existência do Design Colaborativo é o processo mais humanizado, com a participação de mentes diferentes em prol da resolução de um problema identificado.

Esse processo é muito similar ao Design Centrado no Usuário, onde o afetado pelo problema tem atuação na solução.

Por que fazer?

Como eu disse anteriormente, o Design Colaborativo visa novas perspectivas sobre o mesmo problema, o que com certeza motiva a ideia de diversidade nas empresas e diversidade de mentes na busca por soluções, que está diretamente ligado à inovação.

Com esse compartilhamento de ideias, o conhecimento não fica centralizado em apenas uma figura, o designer, mas sua capacitação se encontra em mediar esses processos por meio do Design Thinking.

É evidente que um dos maiores desafios de ideação e criação é o entendimento do problema. Considero que seja a etapa de maior importância em todo o projeto. E entender um problema é buscar observá-lo por diferentes prismas e analisar os diversos impactos que pode ter na vida do maior número de pessoas.

O maior erro do designer

Pode parecer óbvio hoje em dia quando falamos sobre diversidade, criatividade e inovação. Detectamos facilmente a raiz das ameaças e entendemos que o ser humano no centro dos processos é a forma mais eficaz e eficiente de aumentar a assertividade.

E por conta da nossa consciência sobre os itens acima, digo que o maior erro de um designer é distanciar-se da solução. Vou generalizar as áreas do Design para facilitar a explicação.

Um designer que não consome do seu projeto se torna suscetível a cometer o erro de projetar por prêmios ou reconhecimento de outros designers. Consumir do seu projeto é fazer uso do que você considera uma solução para o outro.

É evidente que um designer não pode consumir tudo o que produz, pois na maioria esmagadora das vezes, ele não é a persona daquele produto. E a melhor forma de diminuir erros no desenvolvimento e colher feedbacks, é compreendendo o Design Colaborativo como abordagem fundamental nos processos de Design.

Como aplicar o Design Colaborativo

Existe uma série de metodologias e ferramentas que podem ser aplicadas para a prática do Design Colaborativo. Vou falar sobre uma metodologia e duas ferramentas que são excelentes quando conversamos sobre isso.

1- Design Sprint

Sprint é uma metodologia ágil onde os objetos centrais são os ciclos de atividades e entregas bem definidos. Já tenho um artigo falando sobre o tema de maneira mais completa, mas quando falamos sobre Design Sprint, estamos colocando as pessoas como centro do desenvolvimento.

É importante na execução de Sprints ter um time multidisciplinar com papéis bem definidos, o que comunica com o que estamos falando sobre Design Colaborativo.

2- Gamestorm

Como dissidência do Brainstorm, o Gamestorm tem o objetivo de gamificar o processo de geração de alternativas. Ele possui três elementos principais: tempo, ambiente e objetivo.

Em vez de ser livre como o brainstorm, este possui um tempo limite para que os membros participantes expressem suas ideias. Cronometrado o tempo, precisamos definir um objetivo: “o que precisamos solucionar e qual o objetivo dessa reunião?”

3- Zen Voting

Essa ferramenta precisa ser complementar a outra. Podemos dizer que o zen voting se alinha ao processo de definição, logo após a ideação. Conseguimos, por meio dessa ferramenta, democratizar as escolhas a partir de votos.

Cada membro tem direito a três votos, e eles podem ser disposto da forma como o participante achar mais adequado.

A ideia dessa dinâmica é que as ideias não necessitem de alguém que as venda, pois as metodologias ágeis, como o Sprint, acredita que se sua ideia depende de um bom vendedor, talvez precise ser revista.

Dicas práticas

Existem duas dicas fundamentais para fazermos a manutenção do Design Colaborativo nos Projetos, a primeira é saber dar feedback e a segunda é estimular a comunicação.

Esses dois temas merecem um artigo dedicado por serem autônomos, mas já de cara podemos enxergar a importância de ambos na relação com o Design Colaborativo. Estimular a comunicação, por exemplo, é incentivar todos, para aqueles que têm boas ideias não fiquem acanhados com os bons vendedores.

Conclusão

Eu acredito que soluções co-criadas tendem a entregar maior valor percebido, talvez seja por isso que eu falo tanto sobre diversidade e inclusão. Talvez por isso metodologias têm crescido e ganhado destaque em empresas de grande porte.

Se estamos falando sobre Design Colaborativo, a inclusão de mentes diferentes sobre o mesmo problema é crucial, e é papel do designer mediar todos os processos, conduzindo para as escolhas mais adequadas.

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Sem Photoshop ou Lightroom? Confira 5 editores de imagens online e gratuitos!

O trabalho diário com Photoshop, Lightroom, Illustrator, Corel, InDesign entre outros softwares do gênero faz com que muitas vezes nossa mente já pense em como determinadas imagens poderiam ficar depois de uma edição.

Mas, e se nesse momento você não estiver com seu computador ou tiver acesso apenas à uma máquina de configurações simples e que não tenha nenhum programa que precisa instalado?

Com essa lista, você terá um problema a menos! Já que existem bons editores gratuitos e totalmente online. Bastando você importar a imagem no site e realizar as correções e montagens desejadas.

Aproveite! =)

Polarr

Esse editor conta com ferramentas de correção de cor muito completas e sem complicações para quem já utiliza o Photoshop ou Lightroom. Sendo o mais próximo dessa lista para esse nível de ajuste que encontramos apenas em softwares profissionais.

Apesar de apresentar muitas funções para correção de cor, e também com predefinições bem interessantes, a proposta do Polarr é te dar possibilidades na edição, saindo um pouco do lado totalmente automatizado.

Vale muito a pena conhecer.

Clique aqui ou na imagem para conferir.

Canva

O Canva tem muitas ferramentas escondidas, algumas inclusive relacionadas ao tratamento de imagem, já que a maioria de suas funcionalidades são voltadas à diagramação de peças (forte apelo aqui para redes sociais).

Então para tratamentos simples, como cor, brilho e contraste, basta clicar na imagem desejada e ir em Ajustes, na parte superior. Tendo também opções de Efeitos e Filtros prontos e os muitas vezes necessários Cortar e Girar.

Se gostou dessas funções, experimente o Canva Pro por 30 dias grátis e libere muito mais.

Clique aqui ou na imagem para conferir.

Pixlr

Esse editor conta com uma interface amigável e bem próxima de um Photoshop, por exemplo, recheado de funcionalidades na tradicional Barra de Ferramentas à esquerda da sua área de trabalho.

Ele inclusive permite a utilização de camadas, sendo outra semelhança muito útil com o PS..

Assim sendo possível não só fazer correções de cores e desenhos, mas montagens utilizando fotos recortadas e tudo mais (varinha mágica, corte, distorção, vários filtros e até modos de mesclagem).

Clique aqui ou na imagem para conferir.

Sumophoto

Quem quiser conhecer o Sumophoto, também vale dar uma passada no Sumopaint. São duas ferramentas com foco em trabalhar com imagem, mas o primeiro se concentra mais na edição da foto em si, como correção de cor e ajustes simples e a segunda te dá possibilidades mais ferramentas de layout, texto e trabalho em camadas.

Se sua intenção for fazer uma correção de cor, essa é uma opção muito intuitiva.

Clique aqui ou na imagem para conferir.

Foto Flexer

Apesar de ser a opção mais simples da lista, pode justamente ser isso que esteja buscando.

O FotoFlexer apresenta ferramentas úteis e práticas para criar efeitos de distorção, luminosidade, correção de cor, rotação, escala, diversos filtros, etc.

O básico para a edição de fotos você encontrará nesse editor, mas não se limita nisso, contando também com ferramentas decorativas como texto, desenho, formas, stickers e molduras.

Clique aqui ou na imagem para conferir.

Conclusão

A ideia desses sites não é substituir totalmente os softwares que está acostumado, mas sim serem boas opções para uma correção ou criação rápida, pois a maioria tem algumas das principais ferramentas básicas presentes nos programas maiores.

Mas todos os exemplos apresentados podem também resultar em trabalhos profissionais, já que quem está controlando o mouse tem um papel muito importante nessa questão e alguns sites vieram com tudo para tentar competir diretamente com os softwares, como o caso do Canva, que na versão Pro tem alguns recursos que até mesmo deixam alguns programas na defensiva, como o recorte automático que testamos aqui.

Até a próxima!

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Essa artista redesenhou alguns personagens da Disney em proporções mais realistas

Quando assistimos alguma animação, é natural aceitarmos sem problemas as proporções cartunescas dos personagens, afinal, estamos bem acostumados com esse tipo de traço.

Mas, e se eles ganhassem proporções mais próximas da realidade?

A artista Holly Fae teve essa ideia e utilizando o aplicativo Procreate decidiu botá-la em prática, redesenhando o rosto de alguns personagens conhecidos da Disney, como Ariel, Elsa e Moana.

Confira o divertido resultado:

Merida (Valente)

Jasmine (Aladdin)

Vanellope von Schweetz (Detona Ralph)

Rapunzel (Enrolados)

Flynn Rider (Enrolados)

Anna (Frozen)

Elsa (Frozen)

Moana

Tiana (A Princesa e o Sapo)

Ariel (A Pequena Sereia)

Bela (A Bela e a Fera)

No vídeo abaixo, a artista mostra o processo de transformação:

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Logofonts: substituindo o nome de marcas famosas pelo nome da fonte utilizada em seus logotipos

Se você é designer, muito provavelmente já fez a clássica pergunta quando observou algum logotipo: que fonte foi utilizada?

Algumas empresas de fato utilizam fontes famosas como Helvetica, Futura ou Gotham em seus logotipos, enquanto outras marcas preferem criar suas próprias tipografias, muitas vezes inspiradas em uma dessas conhecidas fontes.

O designer Emanuele Abrate, que já passou por aqui com seu redesign dos piores logotipos do mundo, mantém o interessante projeto Logofonts, que substitui o nome da empresa pela fonte utilizada em seu logotipo (ou a que serviu de inspiração para tal).

Confira algumas:

Fedex (Futura)

Aston Martin (Optima Regular)

Trip Advisor (Tripsans)

Toy Story (Gill Sans)

Netflix (Bebas Neue)

Texaco (Helvetica)

Nivea (Eagle)

Spotify (Gotham)

Rolex (Claredon)

Faber-Castell (Nofret-Light)

Shopify (Myriad)

Google Maps (Product Sans)

Adidas (Avant Garde)

Zara (Didot)

TikTok (Gotham)

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