Como fazer storytelling com imagens? Saiba como escolher os recursos gráficos ideais para suas peças de design

Quem sabe como fazer storytelling entende que este talento é capaz de fazer com que suas peças de design apresentem resultados muito melhores e que, com isso, o coloquem em uma posição de destaque perante outros designers.

Pode-se dizer que ela é uma das principais soft skills para quem é da área, já que embora não seja uma habilidade necessariamente mensurável, é fundamental para os profissionais que desejam potencializar os resultados de seus projetos e oferecer algo além de suas habilidades técnicas.

Como estamos falando do design, a seleção das imagens é indispensável para contar histórias impactantes, mas você sabe como fazer isso? Quais critérios devem ser considerados? Será que realmente faz tanta diferença assim?

Se você ficou interessado no tema, continue por aqui para saber como proceder quando precisar escolher imagens que se conectem à proposta emocional de suas peças de design!

Antes disso, porém, vamos entender melhor a eficácia dessa técnica.

Quão eficaz é o storytelling?

Muito. Ele já foi até objeto de estudo, como o “Storytelling Is Intrinsically Mentalistic: A Functional Magnetic Resonance Imaging Study of Narrative Production across Modalities”, publicado no periódico Journal of Cognitive Neuroscience.

Em resumo, nele foram analisadas três diferentes modalidades de expressar ideias: fala, pantomima (algo como um teatro gestual) e desenho. O objetivo foi identificar, através de imagens de ressonância magnética funcional, áreas em comum no cérebro que mediam a comunicação narrativa entre esses três mecanismos.

A conclusão do estudo foi que o envolvimento das áreas do cérebro afetadas foi pela produção narrativa sugere que as pessoas adotam uma perspectiva intrinsecamente mentalista e orientada aos personagens quando se engaja no storytelling, seja pela fala, pantomima ou desenho.

Em termos mais simples, comprovou-se a eficácia do storytelling também através dos desenhos e, por consequência, dos recursos gráficos. Logo, as emoções que sentimos quando vemos algum conteúdo que a “contação de histórias” foi aplicada não é coincidência, mas sim ciência.

Imagens e storytelling: como escolher as melhores?

Nós já comentamos por aqui sobre como escolher imagens que chamam atenção, mas não tínhamos abordado especificamente o fato do storytelling. Portanto, algumas dicas importantes são as seguintes:

  • Use e abuse dos detalhes. Em vez de pensar apenas em retratos para ilustrar a imagem de uma pessoa, traga pequenos detalhes que conversem com aquela história. Não olhe apenas para o destaque da imagem, mas sim para toda ela.

  • Preste bastante atenção no fundo das imagens. A escolha de imagens para storytelling não passa apenas pelos elementos que aparentemente são os principais, mas também pelo fundo, que é indispensável. Ele pode ajudar a transmitir amor, paz, medo, raiva, tristeza ou quaisquer outras emoções, ou seja, deve ser considerado na sua escolha.

 

  • Se possível, use mais de uma imagem com diferentes estilos. É difícil contar uma história com apenas uma imagem, mas quando este número aumenta, chega-se mais próximo do objetivo, que é de tocar no emocional das pessoas. Pense nisso no momento da escolha.

 

  • Não se esqueça do peso da emoção. Quem sabe o que significa storytelling entende que as emoções são parte integrante do processo, e por mais que a dica pareça um tanto quanto óbvia, é importante destacá-la. Um ponto interessante é que, além de capturar rostos, pense também na expressão corporal, capaz de transmitir bem o valor emocional que se deseja passar.

  • Lembre-se também da composição e da iluminação. Composição, em suma, é como a imagem é posicionada em relação aos elementos que se deseja capturar, enquanto a iluminação é a presença de luz na imagem. Ambos elementos são fundamentais para quem busca saber como fazer storytelling, já que potencializam as emoções ali presentes.

Veja também: 3 vantagens de escolher fotos espontâneas para seus projetos

Como aprender mais sobre o que é storytelling?

Aqui, nós fizemos um resumo do que merece ser observado em relação às imagens para storytelling. Porém, essa é uma área que vai muito além do que comentamos, já que também tem outras vertentes, inclusive que impactam no design, da psicologia das cores às fontes e textos utilizados.

A recomendação para quem deseja desenvolver esta habilidade é ler extensivamente conteúdos sobre o tema, o que demanda um bom trabalho, de fato, mas pode impactar nos feedbacks recebidos de seus clientes e, consequentemente, na qualidade (e até no valor) dos seus serviços.

Para quem deseja ir além, pode-se investir em cursos para aumentar seus conhecimentos. Nossa indicação vai para o “Pixar in a Box”, curso online disponível na plataforma Khan Academy que traz conceitos de uma referência quando se fala sobre storytelling. O melhor: é de graça!

Em relação às imagens para storytelling, como são vários detalhes que devem ser observados, é essencial ter um bom banco para escolher os melhores conteúdos gráficos para seus projetos, como é o caso da iStock, que possui um acervo com milhões de opções de excelente qualidade.

Depois de aprender como fazer storytelling e escolher imagens que contribuam para seus projetos, aproveite a oportunidade para cadastrar-se gratuitamente na iStock e conhecer as imagens disponíveis. Assim, você poderá ter projetos que contam as histórias que deseja transmitir!

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Para lidar com a ansiedade na quarentena essa fotógrafa cria divertidas ilustrações baseadas em Friends

O que você está fazendo nesses tempos de isolamento social? Enquanto alguns conseguem trabalhar normalmente em home office, outros, cujo trabalho depende do fator presencial, acabam sendo mais afetados nessa época.

É o caso da fotógrafa Gabix Bento, que decidiu lidar com a ansiedade causada pela quarentena de um modo bastante curioso: criando divertidas ilustrações baseadas em sua série preferida: Friends.

Segundo a fotógrafa, a atividade serve como uma terapia e um verdadeiro remédio em tempos de isolamento.

Confira suas ilustrações:

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Desafio convoca designers do mundo todo a contribuir com economia local em tempos de pandemia

A pandemia de coronavírus deve afetar a economia mundial e brasileira de maneira significante. Aqueles que dependem de comércio local e não estão na classificação de serviços essenciais tendem a sentir ainda mais o grande impacto econômico. Contudo, algumas alternativas de economia criativa estão surgindo para minimizar o baque, como é o caso do Designers do PovoO Grande Desafio de Design Contra o Covid19.

Com ele, é possível promover o encontro de profissionais digitais com os proprietários de pequenos negócios de maneira colaborativa e sem custo. Entre as inúmeras soluções criativas para ampliar a atuação destes pequenos proprietários na web, os Designers contribuem para criar identidade visual, desenvolver presença digital nas redes sociais, gerar comércio online e elaborar estratégias de crescimento.

Para ser voluntário, basta se cadastrar pelo app e procurar um pequeno negócio para auxiliar. A jornada se apoia em três passos para regenerar a economia local: encontrar um negócio, oferecer o seu talento de forma colaborativa e espalhar a palavra. O poder está nas mãos destes profissionais. Se você é microempreendedor e precisa de ajuda, clique aqui para se cadastrar.

Rui Lira, o idealizador da iniciativa, cita a importância de aliar o conhecimento e a tecnologia em momentos de crise como esse. “É onde o nosso trabalho se torna mais relevante, porque é onde o potencial de transformação social está latente”, explica. Ele também fala sobre a urgência de globalizar a ideia. “Para criar consciência sobre a relevância do comércio local e do microempreendedor para a prosperidade das economias locais e vitalidade das cidades”, completa.

O projeto tem perspectiva de atuação em nível global. Além do Brasil, designers de outros países como Itália, Canadá e México também aderiram à ideia. É o caso de Marcelo Pereira, embaixador da iniciativa em Portugal. “Com um bocado da ajuda de todos, nós conseguiremos fazer a diferença”, conta. Marcelo ainda destaca a importância de espalhar o projeto como embaixador. “A ideia é ter alguém, neste caso em Portugal, para tentar mobilizar o máximo de pessoas possíveis”, conclui.

Em pouco tempo de desafio, a iniciativa já cumpre o seu propósito: na primeira semana, foram mais de 100 designers e 30 proprietários envolvidos. Atualmente, já são 225 colaboradores de 16 países presentes no projeto. Alex Fisberg e Vitor Motomura são dois dos proprietários envolvidos. Eles contaram com a ajuda de Paula Ynemine, que auxiliou na criação de posts para uma campanha de arrecadação deles.

A ideia foi coletar recursos para a produção e doação de máscaras, destinadas a hospitais durante a pandemia. “Essa era uma campanha bem emergencial, por questão de necessidade. Existe um pequeno empreendimento por trás da iniciativa do Alex”, comenta Paula. Alex conta que a iniciativa foi a partir do atelier de seus pais e que é difícil contratar profissionais de marketing digital. “O mais legal é que conseguimos captar a primeira meta em poucos dias”, conta ele.

Apesar de ter surgido em meio à urgência do contexto de pandemia, o Designers do Povo é um projeto implementável a longo prazo na regeneração de economias locais – uma das principais afetadas pelas consequências da Covid-19.

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Corel anuncia abertura de licenças corporativas do CorelDRAW 2020 para uso doméstico durante a Covid-19

Na linha de frente da iniciativa global de ajuda a empresas e funcionários durante o período de quarentena para combate à Covid-19, a companhia canadense Corel, líder de mercado no segmento de plataformas, suítes e aplicativos de design gráfico, anuncia a abertura para uso doméstico de licenças corporativas da suíte CorelDRAW 2020.

Na prática, qualquer empresa, escola, universidade ou instituição de ensino com contrato de manutenção ativo poderá distribuir suas licenças corporativas para colaboradores e integrantes de suas equipes usarem o software em esquema home office. A política de uso doméstico é temporária e válida até 31 de maio, mas poderá ser prorrogada de acordo com o comportamento da pandemia em todo o mundo.

Para empresas e instituições de ensino interessadas em solicitar as licenças temporárias para uso doméstico, basta acessar este link e preencher o formulário com as informações que correspondem ao último pedido de licença. Os dados devem ser exclusivamente os mesmos, incluindo o número do pedido e o e-mail associado a ele. Ao solicitar as licenças temporárias para uso doméstico, a empresa deverá fornecer também a quantidade necessária para as plataformas Windows e Mac, lembrando que o número não deve ultrapassar o total de licenças por plataforma contratados no último pedido.

Após receber o formulário devidamente preenchido, a Corel validará as informações e fornecerá às empresas, escolas e universidades um e-mail separado com as chaves de licença e um link de download para que cada usuário seja habilitado individualmente e possa usufruir do CorelDRAW Graphics Suite 2020 em versão Mac ou Windows no conforto e na segurança de suas casas.

“Esperamos que a iniciativa facilite o suporte das equipes aos usuários, funcionários, estudantes e professores durante os períodos de lockdown ou quarentena por conta da Covid-19”, diz Flávio Tedesco, Head de Canais da Corel no Brasil e Cone Sul. “Ao longo de seus 35 anos de história, a Corel sempre priorizou entender as necessidades de seus clientes e parceiros de negócios – e não seria diferente agora. Diante dos diários e incontáveis desafios únicos que o mundo está vivenciando na pandemia, a flexibilização das licenças corporativas para uso doméstico tem sido nosso principal objetivo”.

Na web, a Corel Brasil está em www.corel.com.br

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5 tipos de home office: qual é o seu?

Se já antes já haviam vários tipos de home office, hoje provavelmente existem mais. Afinal, com um número maior de pessoas trabalhando em casa, a tendência é de que novos projetos tenham sido colocados em prática, alguns até em caráter de urgência.

O distanciamento social decorrente da pandemia do novo Coronavírus fez com que muitas pessoas passassem a trabalhar de suas casas. De acordo com um estudo da FGV, o número de empresas com home office deve crescer 30% após a pandemia, o que, de certa forma, pode ser considerado como um ponto bastante positivo.

(Fica aqui um parêntese: uma análise da NordVPN mostrou que o período médio de trabalho por dia aumentou em três horas nos Estados Unidos e em duas horas no Reino Unido, França, Espanha e Canadá. Organize-se para não trabalhar além da conta, o que pode ser prejudicial para a sua saúde física e mental!)

Com a atividade sob ainda mais destaques, nós separamos alguns estilos de home office. Confira e veja qual se parece com o seu!

Tipos de home office: qual é o seu estilo?

Veja se você consegue identificar o estilo do seu home office na lista abaixo:

1 – Home office planejado

É daquelas pessoas que já estavam preparadas para essa realidade antes que ela começasse a existir de fato. Elas trabalham em um espaço que foi montado sob medida para suas necessidades, com uma organização impecável.

A cadeira é ergonômica, a mesa é arrumada, os fios ficam escondidos e o ambiente tem um ar tão profissional que realmente se parece um escritório, com a diferença do que está ao redor do home office planejado, que é bem diferente das empresas – afinal, continua sendo a sua casa!

2 – Home office pequeno

Como é normal que as casas e apartamentos sejam cada vez menores, especialmente em regiões centrais, o home office pequeno torna-se a única possibilidade para essas pessoas.

Isso, porém, não tira o brilho e o mérito de um espaço que parece ter sido perfeitamente encaixado onde está. Tudo o que você precisa está à disposição, e cá entre nós, é isso o que realmente importa.

3 – Home office moderno

Para aqueles que querem apelar, o home office moderno tem uma infraestrutura de dar inveja a muitas empresas, às vezes até mesmo àquela que a pessoa trabalha atualmente.

Recursos não faltam, já que o computador (ou notebook) tem potência suficiente para desempenhar as atividades profissionais de sobra, além de rodar aquele joguinho em Full HD (ou 4K) em 60 FPS, ou seja, uma experiência de tirar o chapéu.

A decoração também é super moderna, com um investimento que valeu cada centavo e faz os olhos do seu usuário brilharem a cada vez que passam por este ambiente sensacional.

4 – Home office simples

Entre os tipos de home office, este é o mais simples, sem grandes inovações ou recursos tão tecnológicos assim. Porém, isso não o torna menos especiais que os outros, de modo algum, já que tudo o que é necessário está neste escritório doméstico.

Uma cadeira, uma mesa e um notebook (ou computador de mesa) e pronto. O essencial já está de bom tamanho para conseguir trabalhar bem em casa, sem precisar pegar condução para chegar ao trabalho e gastar um tempo tão precioso.

O destaque do home office simples, porém, é justamente a simplicidade, ainda que pareça óbvio falar sobre isso. Afinal, como diz a famosa frase, menos é mais!

5 – Home office no quarto

Para fechar nossa lista, trazemos o home office no quarto, em cima do colchão e, às vezes, debaixo das cobertas. Em um primeiro momento pode parecer uma opção super confortável, mas basta algumas horinhas para sentir aquela dor nas costas que tanto incomoda.

Além disso, ainda que trabalhar de pijama possa parecer ser o ápice do conforto e da tranquilidade, isso não ajuda muito na produtividade (é verdade). Levantar e se trocar pode ser uma opção mais vantajosa neste sentido, já que tira um pouco desse “conforto” e te permite concentrar melhor nas atividades profissionais.

Existem, porém, as pessoas que aproveitam o quarto para montar seu escritório, mas não embaixo das cobertas, apenas no mesmo cômodo, por questões de espaço e organização. Aí, este pode se encaixar até nos outros tipos de home office que comentamos aqui.

Home office: uma tendência que veio para ficar

Se não era tão comum ver escritórios em casa há alguns anos, hoje a situação é completamente diferente, principalmente depois da pandemia, em que estima-se que algumas empresas adotem por definitivo esse modelo para seus colaboradores.

Quem trabalha na área do design pode se ver um pouco desprovido de recursos quando está em casa, já que os recursos e funcionalidades nem sempre serão iguais aos do escritório, mas uma boa adaptação pode dar conta disso.

E falando em recursos, se você precisa de um acervo profissional de imagens para os seus projetos, a iStock é uma excelente opção. São milhões de opções de alta qualidade disponíveis entre fotos, ilustrações e vetores, além de milhares de vídeos para seus projetos.

O melhor de tudo é que você pode fazer um cadastro gratuito na iStock e ter acesso a recursos gratuitos todos os meses. Fala sério: uma possibilidade dessas se encaixa em todos os tipos de home office!

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Noções básicas sobre ajuste óptico

Neste artigo eu vou falar sobre alguns macetes que você pode utilizar para melhorar a qualidade dos seus projetos de Design.

São detalhes que, apesar de simples, fazem muita diferença no resultado final.

O que faremos nos tópicos a seguir é jogar a favor do cérebro e sua forma de perceber as informações.

Utilizaremos técnicas que passam a mensagem mais adequada, ainda que burlando algumas leis da matemática.

Na minha opinião, a principal característica de um bom Design é a clareza na comunicação, e sua eficiência está diretamente ligada com o fato de jogarmos a favor do cérebro e sua forma de perceber as informações.

Está pronto? Então vamos para o texto.

O que é ajuste óptico?

Se trata de um ajuste onde o olhômetro entra em campo.

Já fiz um vídeo explicando algumas técnicas no Illustrator para ser mais preciso e evitar o olhômetro, mas dessa vez, vou te falar o oposto.

Existem variáveis que a matemática e os softwares não conseguem prever, e nessas situações, precisamos mudar as leis da física para alcançar o equilíbrio óptico.

O ajuste óptico pode acontecer em três dimensões: tamanho, cor e posição. Vamos para eles?

1- Tamanho

A relação de tamanho entre um quadrado e um círculo é o melhor exemplo para falarmos de ajuste óptico.

Mesmo tendo o tamanho em pixels iguais, o quadrado parece um pouco maior.

Isso acontece por conta da distribuição de peso de cada forma geométrica, e isso nos faz perceber um objeto maior que o outro.

Para equiparar o tamanho percebido desses dois elementos, é necessário aumentar um pouco o diâmetro do círculo.

Não existe regra bem definida para esse ajuste, às vezes só é preciso confiar no olho.

No desenho tipográfico a lógica se repete. Coloque a letra “O” perto de uma letra “A”, e perceba que a primeira letra ultrapassa a linha de base. Esse ajuste nos ajuda a perceber as letras com tamanhos iguais, e cada letra do alfabeto possui uma variação de tamanho em relação à outra.

2- Cor

No meu vídeo sobre o modelo de cores HSB, fica claro o uso das propriedades da cor para a criação de uma paleta de cores, mas o que também pode ser aproveitado é a distribuição de objetos a partir da cor no espaço tridimensional.

A regra é a seguinte: quanto maior o brilho, mais um objeto se projeta para frente. E o contrário também é verdadeiro.

Apesar de quase imperceptível, outra situação que podemos fazer compensações visuais ópticas é no uso da cor.

Perceba que no exemplo abaixo, mesmo tendo o valor hexadecimal idêntico, o texto parece ter mais brilho.

E a lógica para este fenômeno acompanha o exemplo do quadrado e do círculo.

Em comparação com o texto, o ícone aparenta ter maior peso visual por conta da quantidade de área em que a cor atua.

Imagine que o ícone e o texto são moldes onde você pode dispersar tinta. Você concorda comigo que precisa de mais tinta para “pintar” o ícone?

Para fazer a compensação neste caso, basta escurecer a cor do texto ou clarear a cor do ícone.

Se ainda tem dúvidas sobre como fazer isso, leia mais sobre o modelo HSB para criação de variações de cor.

3- Posição

O que serviria como ótimo exemplo neste caso é o botão de play. Perceba que mesmo centralizado, o triângulo interno parece meio desajustado.

Isso acontece porque a distribuição de peso do triângulo tende ao lado esquerdo, o que faz com que nosso cérebro ache estranho a forma com o alinhamento métrico.

Entretanto, para o botão de play existe outra explicação e técnica para fazer esse ajuste. Existe um macete para fazer essa compensação visual apenas com Geometria, onde explico detalhadamente neste vídeo.

Mas de qualquer forma, existem exemplos onde o ajuste geométrico não basta, ou ainda não conseguimos definir regras claras e funcionais em todos os casos.

Como por exemplo o posicionamento de um ícone ao texto.

Quando fazemos o alinhamento por meio do software, precisamos ter em mente a própria anatomia do tipo. Para fazer o alinhamento, os softwares levam em consideração o tamanho do corpo do texto, que muitas vezes não compreende a altura de x como o centro métrico das ascendentes e descendentes.

Como eu disse antes, não existe uma regra clara para isso, mas muitas vezes, alinhar o ícone ao centro vertical da altura de x pode resolver.

Conclusão

Este artigo nos mostra a importância do equilíbrio quando o assunto é Design e comunicação visual.

É preciso entender o papel dos dois lados, tanto o matemático como o perceptivo.

Eles não são necessariamente antíteses, por vezes a percepção incentiva uma visão diferente para apoiar as decisões matemáticas (como no exemplo do símbolo de play).

O melhor caminho para ponderar os dois lados é observando o mundo, olhando criticamente para os elementos visuais e exercendo apontamento melhorias sobre a clareza e intenção de comunicação

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12 Fontes Gratuitas para você criar sua própria assinatura digital

Em diversos momentos pode ser útil criar uma assinatura digital, seja ela realmente escrita a mão ou apenas uma referência da sua caligrafia utilizando fontes nesse estilo.

Além de muito bem elaboradas, essas fontes são uma boa pedida para mensagens de boas vindas, convites ou, como comentamos no título, assinaturas. Sempre tomando o cuidado com sua legibilidade. Pensando nisso, evite usar fontes manuscritas/script em peças de tamanho reduzido.

É indiscutível que são visualmente mais atraentes que fontes serifadas ou sem serifa, mas essa complexidade pode muitas vezes atrapalhar em vez de ajudar na leitura. Mas com os cuidados devidos, o efeito que elas geram pode ser bem interessante.

Sendo assim, confira 12 fontes gratuitas que você pode utilizar para criar sua própria assinatura digital:

Aletheia

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Asmirandah

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Beautiful Kisses

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Belove

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Encina

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Kristabelle

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Margareta

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Midnight Legend

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Libertinage

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Mike Ferrari

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Photograph Signature

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Shorelines

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Esperamos que esses exemplos ajudem e inspirem seus projetos. Mas se ainda não encontrou sua fonte preferida, confira outros artigos de fontes manuscritas (script) abaixo:

Mais de 40 fontes manuscritas para download gratuito

22 Fontes com Efeito Escrito a Mão

Até a próxima!

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O design, a criatividade e a pandemia

Com a crise do coronavírus, várias profissões estão se reinventando. O design é uma delas. Mais do que nunca, nós, profissionais desse nicho, precisaremos mostrar para o que viemos. Saber lidar com o novo, com a adversidade e com as mais diversas situações que o cenário vem nos apresentando. É inevitável não perceber as mudanças que já estão ocorrendo. Em uma crise desse porte, o ato de ser visto e de se comunicar acaba se tornando uma ação guiada pela empatia. A população espera que as empresas sirvam de exemplo.

Como doutor e consultor em Design há 30 anos, entendo que a versatilidade da profissão e sua grande demanda no mercado a faz crescer mesmo que em meio a uma pandemia. O design thinking, por exemplo, nunca fez tanto sentido, pois se trata de uma abordagem que visa desenvolver soluções criativas para demandas e problemas existentes. Precisamos concordar que a Covid-19 é a bola da vez!

Para se ter uma ideia da dimensão da nossa responsabilidade e a importância do design nesse cenário, a Organização Mundial da Saúde (OMS), em parceria com Organização das Nações Unidas (ONU), publicou um edital solicitando a ajuda de pessoas criativas do mundo inteiro. A ideia era justamente a de criar projetos, vídeos e ilustrações com propostas positivas e importantes para o combate à pandemia, ou seja, um ato global de amor e empatia.

O design requer do profissional a capacidade de aprimoramento, sensibilidade e desenvolvimento. O design é uma profissão multidisciplinar e transversal e embora o cenário seja perturbador, não tem sido uma tarefa difícil para nós, pois trabalhamos com isso o tempo todo.

Analiso e vejo esse momento como mais uma grande possibilidade de expansão da profissão e de nós profissionais. A forma com que pensamos nos leva a observar os problemas e questões a serem resolvidas por ângulos que a maioria das pessoas não percebe. Esse olhar nos auxilia com a criatividade que, inevitavelmente, estará associado a um pensamento estratégico inerente à profissão.

O mercado mundial, em especial o brasileiro, exige dos profissionais projetos e produtos cada vez melhores, ainda mais agora que as empresas precisam se destacar no mercado. E, embora isso já faça parte da rotina mercadológica, o profissional precisará ir além e mostrar ainda mais para que veio. 

É fato que, nos últimos cincos anos, a profissão tenha se atualizado em uma velocidade assustadora. Ao mesmo tempo que se expandiu, ampliou suas conexões com outras áreas do conhecimento, fomentando possibilidades jamais vistas anteriormente.

Acredito que, nos próximos cinco anos, o designer estará muito mais conectado a questões sustentáveis e sociais do que é hoje. Trata-se de um processo. Ele fará uso da inteligência sistêmica na criação, produção, distribuição e reaproveitamento de produtos. Além da atribuição de novos significados para coisas e situações. Essa crise irá modificar nossos valores e tudo será diferente daqui para frente. Finalmente, aprenderemos o real significado da palavra “ressignificação”.


O autor

Camilo Belchior
Doutor e consultor em design

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Projeto fotográfico mostra o Brasil com imagens aéreas

Um lugar para ver o Brasil de cima. Assim se apresenta o projeto fotográfico Brasil em 90 graus (@brasilem90), que está nas redes sociais há sete meses e já publicou belas imagens dos quatro cantos do país.

Idealizador da página, o fotógrafo Felipe Morais (@felipemoraisdf) explica que criou o @brasilem90 com o objetivo “de mostrar todo o nosso país com imagens em 90 graus”. “Trata-se de um tipo de fotografia aérea, registrada a partir de drone, um veículo voador não tripulado, muito específica, por apresentar o objeto exatamente de cima para baixo”, completou.

O Brasil em 90 graus foi criado em setembro de 2019, nas plataformas Instagram e Facebook. Nos perfis, Felipe publica fotografias autorais e também compartilha imagens surpreendentes com o olhar de diversos fotógrafos, amadores e profissionais, do Brasil e do exterior. “Assim como eu, diversos brasileiros também têm vontade de conhecer toda a vastidão do nosso país. Por isso resolvi mostrá-lo para todos, com fotos minhas ou mesmo repostadas, mas sempre lindas”, explicou ele, sobre a curadoria do conteúdo.

Lugares marcantes do Distrito Federal, Goiás e Pernambuco já foram registrados pelo fotógrafo. Outros Estados, como Ceará, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Tocantins, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Paraíba, Espírito Santo, Alagoas, Bahia, Rio Grande do Norte, Maranhão, Paraná, Piauí e Minas Gerais já foram repostados através do olhar de mais profissionais.

A expectativa é contemplar todos os Estados brasileiros, seus principais pontos turísticos e locais ainda antes não descobertos. “O @brasilem90 também tem o intuito de mostrar nossa diversidade cultural e regional, a fauna e a flora, e, ao passar essa mensagem, também ajudar na preservação do meio ambiente”, acrescentou Felipe, que busca também parceria com empresas ou órgãos que apoiem o projeto cultural.

Sobre o idealizador

Felipe Morais é natural do Distrito Federal e tem 29 anos. Publicitário por formação, se dedica à fotografia desde 2012, como forma de unir a paixão pelas fotos landscape – de paisagem, vastas ou microscópicas – à vontade de conhecer todo o Brasil, fortalecendo o projeto autoral Brasil em 90 graus.

Canal no Telegram

Para facilitar o envio de fotografias aéreas por colaboradores que querem ter suas produções divulgadas no @brasilem90, Felipe criou, há poucos dias, um grupo no aplicativo Telegram. O canal, que pode ser acessado pelo link t.me/brasilem90, é também um meio de comunicação entre fotógrafos e interessados pelo tema. Lá no chat, podem trocar ideias, compartilhar e comentar novidades do universo da fotografia e fazer parcerias. O app pode ser baixado gratuitamente em smartphones com os sistemas operacionais iOS e Android.

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Por que eu devo registrar a minha marca?

Muitas pessoas não dão a devida importância para o registro de sua marca, e isso pode acarretar diversos problemas no futuro.

O valor investido no registro da sua marca é pequeno em comparação com todo o investimento para iniciar seu negócio. E evitar uma futura dor de cabeça nesse assunto.

Vamos entender por que é tão importante registrar uma marca e quais as consequências de quem não faz isso.

Mas, afinal, qual é a importância de registrar a sua marca?

Exclusividade e propriedade da marca

Uma marca é um sinal que identifica um produto, um serviço ou uma empresa, e é dessa forma que os consumidores conseguem diferenciar a sua empresa no mercado.

Sendo assim se você possui uma empresa, cria qualquer tipo de produto, ou oferece algum serviço, você precisará atrelar tudo isso a uma marca. E aí que entra a importância de registrar.

Ao realizar o registro da marca nenhuma empresa poderá utilizar aquele mesmo nome. Garantindo proteção e exclusividade a sua marca.

Registro correto

Muitas pessoas acreditam que basta fazer o registro na junta comercial e pronto, você tem uma marca. Mas não é assim que funciona.

O registro na junta comercial não garante o direito de usar exclusivamente o nome de uma empresa. A única forma de realmente garantir uma exclusividade é a partir do registro da marca no INPI – Instituto Nacional da Propriedade Industrial.

Outro ponto importante, é que ao registrar você também verifica se essa marca já foi registrada antes, evitando conflitos com outras empresas.

Lembrando que a marca vale muito para uma empresa, pode ser o maior patrimônio representando a qualidade dos produtos, a confiabilidade entre outras características positivas.

Consequências em não registrar a marca

Ao não registrar sua marca, você não terá a propriedade sobre ela. Isso significa que se alguma outra empresa quiser usar essa marca e registrá-la primeiro, vice perdera o poder sobre sua marca.

Não importa quantos anos você vem usando, ou o quanto sua empresa cresceu se não há o devido registro você não tem direitos.

Além disso, há uma grande possibilidade de responder judicialmente por utilizar uma marca indevidamente.  No caso, a empresa que tem a marca registrada pode impedir você de utilizar aquela marca, cobrando também uma indenização pelo uso da marca.

Isso gera custos, pois a marca normalmente faz parte do cartão, do panfleto, do logo, da fachada, e você teria que retirar sua marca do mercado, o que significa retirar seus cartões e panfletos, sua mídia social e tudo mais que você gastou tempo e dinheiro para realizar.

A indenização gera muito custo, além do valor estipulado pela sentença, também há gastos com a contratação de advogados. Por isso fique esperto e realize o registro.

Outra questão importante de ressaltar é que caso deseje franquear sua empresa será imprescindível que você tenha um registro da marca. Pois, você só exerce direito de propriedade a partir do momento que faz o registro.

Sendo assim só poderá licenciar uma franquia, ou ceder a marca se tiver o registro validamente expedido.

Conclusão: Garanta a proteção da sua marca!

No Brasil, existem leis que protegem uma marca e são geridas pelo INPI, e a única forma de proteger sua marca é registrando-a.

Muitas pessoas pensam que é caro registrar uma marca, que o negócio ainda é novo então não precisa de registro, e assim não dão tanta importância para esse processo.

Até o momento em que sua negligência virar um problema muito sério, causando diversos custos e você ainda perderá sua marca para outro micro empresário, concorrente ou uma grande empresa.

Ao fazer o registro de uma marca, ocorrerá uma consulta e sua marca só será registrada se ela atender aos requisitos da lei do INPI e se não tiver nenhuma marca conflitante com a sua.

Felizmente essa realidade está mudando, e há cada vez mais pedidos de registro no INPI. Então não tem por que perder tempo, realize o registro e garanta a proteção e exclusividade da sua marca.

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