Em comemoração aos seus 100 anos, a KLM nos contou a história de seus logotipos

Em homenagem ao aniversário de 100 anos da companhia, a KLM, uma empresa aérea dos Países Baixos, anunciou um logotipo comemorativo.

Olhando para o passado, surge a curiosidade de como uma empresa centenária lidou com o redesign e atualizações de seus logotipos ao longo das décadas.

A empresa contou um pouco de sua história para nós, desde seu primeiro logotipo em 1919 até hoje. Confira:

1919 a 1949: Passarinho de Roosenburg

Até hoje, o logotipo original da KLM é um dos mais apreciados. Seu apelido é the finch (de vink em holandês).

O arquiteto Dirk Roosenburg, foi quem o criou – um monograma das letras K L M com uma coroa real no topo e asas compostas por sete penas de cada lado.

Nos primeiros anos da KLM, a empresa não tinha um estilo fixo, então algumas variações desse logotipo cruzaram fronteiras. A maioria não era usada com frequência e eram apenas uma versão alterada do original, com alguma cor adicionada.

Para ilustrar, o logotipo de 1938 a 1944 tinha a estética um pouco agressiva pelo momento de então Segunda Guerra Mundial.

1949 a 1959: uma década de cor!

Na década de 1950, o foco mudou de the finch e suas asas para as letras KLM e as palavras Royal Dutch Airlines, que significam Companhia Aérea Real Holandesa ou Koninklijke Luchtvaart Maatschappij.

O logotipo ficou um pouco mais reconhecível nesta década. Foram adicionadas algumas listras (que hoje são muito retrô), conhecidas como padrão “bola e listra”.

A KLM adorou brincar com as cores nos anos 1950, tentando um pouco de roxo e vermelho antes de escolher a fonte preta e abrir caminho para um logo totalmente azul.

Em 1958, uma coroa mais simples foi adicionada.

1959 a 1991: Um design atemporal

Esse logotipo atingiu um ponto crucial em termos de branding na KLM. O departamento de design estava procurando uma maneira de aumentar o reconhecimento da marca, então eles foram em busca de elementos mais legíveis que se encaixariam em um estilo minimalista em 1961.

Uma pesquisa na qual a KLM contratou o famoso publicitário britânico David Ogilvy mostrou que KLM se destacou em termos de hospitalidade, pontualidade, limpeza e simpatia. Em resumo, a KLM deveria ser promovida como uma companhia aérea confiável.

Entra então Henri Kay Henrion (1914-1990), o designer britânico agora conhecido como o pioneiro da identidade corporativa, que criou a engenhosa coroa da KLM: uma listra, quatro pontos e uma pequena cruz.

Ele inteligentemente usou o espaço negativo de uma coroa tradicional para criar algo simples e claro. Em 1964, a KLM introduziu oficialmente a coroa e o novo estilo da marca, que foram oficialmente introduzidos em toda a companhia.

Em 1972, a KLM deu adeus às listras. E a marca KLM continua incrivelmente forte, quase sessenta anos depois.

1991 a 2019: A KLM como conhecemos

E então chegamos em 1991, o ano em que o logo ficou totalmente azul claro. Talvez os responsáveis da época estivessem pensando “Pode ser útil para nossos futuros designers e pintores de aeronaves se o nosso logotipo tiver apenas uma cor”, e eles acertaram.

O código hexadecimal da cor é 00A1DE, oficialmente chamado de Pacific Blue, e na Holanda é reconhecível como o azul da KLM.

Com o tempo, adicionamos o logotipo da SkyTeam e a extensão “Royal Dutch Airlines”. Essencialmente, no entanto, a logo é atemporal, sem alteração desde 1991.

2019: Uma maneira especial de marcar cem anos

No dia 7 de outubro deste ano, a KLM completará cem anos de idade. O departamento de design criou um logo especial para marcar esta ocasião.

O design é limpo, é holandês e a cara da KLM. É visível em todo o mundo, pois existem adesivos KLM 100 na maioria dos aviões da companhia.

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5 dicas práticas para tirar as melhores fotografias – Parte 1 (Abertura, Velocidade e ISO)

Fotografia é uma arte, mas como toda arte, a técnica é primordial. Apesar de muito importante, não basta apenas ter feeling. Tem que saber o que está fazendo!

A cada dia que passa temos acesso a melhores equipamentos e até mesmo mais acessíveis ferramentas de fotografia, sejam em nossos celulares, câmeras amadoras ou profissionais. Itens de um universo que cresceu tanto que acabou abraçando praticamente todas as áreas, já que a fotografia, cinema, computação gráfica e design mudaram a forma como vemos o mundo.

Então, para tirar o melhor proveito desses instrumentos, precisamos saber tirar uma boa foto e conseguir capturar aquele momento mágico do jeito que quisermos. Para isso separamos algumas técnicas que podem ser utilizadas em qualquer câmera ou até mesmo no celular, principalmente se nos permitirmos arriscar o modo manual dos mesmos.

Nesse primeiro artigo, separamos 5 dicas práticas para pontuar algumas coisas importantes para curiosos e quem está iniciando nessa área ou mesmo quem já atua e busca por novas dicas.

Começando do começo, essas primeiras 5 dicas serão fundamentais para que aproveite melhor as próximas que virão. Nessas iremos abordar algumas questões mais técnicas da câmera e lente em si, como a abertura, velocidade, ISO, etc. Acompanhe!

1. Saber se apoiar no “tripé” da exposição

A primeira dica abre portas para todas as outras técnicas, já que você precisa entender o que é esse tal de tripé da exposição, também conhecido como os 3 pilares da fotografia, entre outros nomes.

Mas basicamente eles são os 3 recursos manuais que podemos configurar para ajustar a iluminação correta da cena que desejamos capturar. Os responsáveis por essa façanha são a abertura, o ISO e a velocidade.

Os 3 elementos tem diversas aplicações, além de simplesmente equilibrar a exposição da foto, mas vamos começar pelo básico, que é deixar sua foto com a iluminação adequada:

Abertura é aquele número que aparece em volta da lente, ele é comumente encontrado em valores como f/1.4, f/1.8, f/2, f/2.8, f/4, f/5.6, f/8, f/11, f/16, f/22.

Esse número representa o quanto a lente estará aberta no momento que a foto for capturada. Quanto maior o número, menor será a abertura, sendo assim entrará menos luz no sensor, gerando fotos possivelmente mais escuras.

ISO é a sensibilidade que o sensor tem à luz. Quanto maior o ISO, maior essa sensibilidade, fazendo com que as fotos fiquem mais ou menos claras. É normal utilizarmos valores que vão de 100 até dezenas de milhares.

Velocidade é a duração do instante que o obturador da câmera faz o processo de captura, durante esse tempo o obturador ficará aberto (de acordo com seu valor de abertura configurado) para capturar a luz.

Sendo assim, quanto maior o tempo que ele estiver aberto, mais luz entra, gerando imagens mais claras do que aquelas que forem capturadas em um tempo menor. Esse tempo é medido em frações de segundo, como: 1⁄1000 s, ​1⁄500 s, ​1⁄250 s, ​1⁄125 s, ​1⁄60 s, 1⁄30 s, ​1⁄15 s, ​1⁄8 s.

Nas próximas dicas veremos algumas características que fogem um pouco do básico desse tripé e como utilizar esses 3 recursos manuais de maneira que gerem efeitos diferentes em nossas fotos.

2. Divirta-se com diferentes velocidades de captura

Como vimos na dica anterior, a velocidade é o tempo que o sensor fica exposto a luz. Como durante esse tempo a câmera fica “capturando” o movimento da cena, se o objeto ou o fotógrafo se mover durante o tempo que a câmera estiver com o sensor exposto, gera um efeito (ou defeito) de movimento.

Muitas vezes gerar esse desfoque de movimento de maneira proposital pode criar imagens bem interessantes.

Mas, para isso, teste diferentes velocidades até conseguir acertar o tempo certo para essa captura não desfocar demais (ou menos) do que gostaria.

3. Mãos firmes ou maior velocidade de captura

Ainda falando da velocidade, se sua intenção não for gerar nenhum tipo de desfoque de movimento e você não tiver um tripé em mãos para que sua foto não saia tremida, o jeito é aumentar a velocidade para valores abaixo de 1/60 ou bem menores, como 1/125 até o 1/1000.

Lembrando que quanto menor for esse tempo de exposição, menos luz entrará no sensor, causando imagens escuras caso você não compense essa questão no ISO e na abertura.

4. Aberturas maiores fazem seu objeto saltar aos olhos

Aproveitando o gancho com o que comentei acima, sobre a compensação de iluminação que a abertura pode fazer caso a velocidade seja muito rápida, a abertura pode ajudar muito nessa questão.

Ao mesmo tempo que uma abertura maior, como 1.4, 1.8 ou 2, por exemplo, ajudam muito com a entrada de luz e consequente iluminação da foto, aberturas maiores como as mencionadas geram também um efeito que pode ser muito explorado, que é relacionado com a profundidade de campo, o desfoque.

A abertura contribui com o tamanho da área, em termos de distância, da sua imagem que poderá ficar focada. Isso quer dizer que quanto maior a abertura, menor a área de foco.

Se você tirar uma foto com uma abertura grande, o seu objeto poderá ficar focado e o que estiver logo atrás dele ficará completamente desfocado.

O efeito gerado assim é muito comum para fotos de retrato e produto, já que a ideia é capturar só o objeto principal e fazer com que o restante do fundo fique sem o mesmo destaque.

Por sua vez, se quiser fazer uma captura de uma pessoa/objeto com destaque também para a paisagem de fundo, aberturas menores serão necessárias.

5. Pra que serve o ISO?

Pois é… Imagine que agora você quer tirar uma foto de uma pessoa em movimento com uma paisagem de fundo e quer que tudo fique nítido.

Provavelmente você precisará deixar sua abertura menor, possibilitando uma distância focal maior.

E como ela está em movimento, também será necessário uma velocidade maior do obturador ( e consequente tempo de exposição menor). Mas essa combinação resulta em uma imagem escura, já que a luz não terá muito espaço e nem muito tempo para passar pela lente.

Então, nos resta recorrer ao ISO. Se a foto está ficando escura, precisaremos aumentar o valor desse nosso último elemento para poder compensar a falta de luminosidade.

O único problema aqui é que quanto maior o ISO, mais ruído sua câmera pode gerar. Essa quantidade de ruído será maior ou menor dependendo da qualidade do sensor de sua câmera, algo que já mudou muito com as novas tecnologias, mas ainda é um problema comum.

Não tenha medo de usar o ISO, mas use-o como uma maneira de compensar os 2 itens anteriores, para poder criar o efeito desejado na sua imagem.

Gostou? O legal é que utilizando técnicas como essas, até mesmo em um celular conseguimos bons resultados, o que faz reforçar a dica mencionada nesse post, sobre praticar e estudar antes de buscar pelos melhores equipamentos.

E se ficou curioso para saber de onde vieram as fotos utilizadas nos exemplos desse artigo, todas elas vieram da iStock.

Se precisar de ótimas imagens para seus trabalhos, criadas por fotógrafos profissionais, recomendamos que faça seu cadastro por lá.

Agora é hora de praticar e aguardar até os próximos artigos com mais dicas como essas!

Até a próxima!

 

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Guia prático de fechamento de arquivos para impressão no Illustrator

Uma dúvida muito recorrente (e também muito tímida) é: “o que devo fazer para mandar o arquivo para a gráfica?”

Eu digo que ela é tímida porque a pessoa que sabe salvar os arquivos em PDF, assume que também sabe o que é necessário para fechar um arquivo para impressão.

E com quase 2 anos de experiência em Gráfica Offset, eu posso falar que fechar um arquivo ainda é o momento mais tenso de todo o processo com o cliente. Meu medo não é ter digitado alguma palavra errada ou não ter colocado todas as informações do Briefing, mas sim mandar o arquivo errado para impressão.

Isso já me gerou inúmeros problemas, desde material impresso de cabeça pra baixo até imagens com fundo transparente aparecendo com o fundo branco no impresso.

Isso é de matar o coração de qualquer designer. E antes de pormos a culpa nos impressores, vamos saber o que é preciso fazer para entregá-los um documento adequado.

1 – Modo de cores do documento

O modo de cores é um link perfeito para o meu artigo sobre a Teoria das Cores, já que lá eu explico sobre os modos de cor CMYK e RGB. Mas explicando resumidamente, o modo de cor CMYK é utilizado para materiais impressos enquanto o RGB para meios digitais.

Aqui também entra um tema muito relevante: calibragem do monitor. E como dica, vou deixar um link para o vídeo do Kimura sobre isso.

Para gerar um arquivo em CMYK, crie um novo documento e escolha a opção “Print”, que te permite escolher o tamanho e a orientação da página. Caso queira ver manualmente como definir o modo de cores, clique em Advanced Options e escolha o Color Mode CMYK, com o Raster Effects em 300 ppi.

Para conferir se o seu documento que já foi criado está em CMYK, clique em File > Document Color Mode > CMYK Color. Confirme também que toda a paleta que está utilizando são de cores CMYK.

2 – Margem

Outro item muito importante no momento em que estiver criando são as margens. Existe um processo na impressão chamado Refile, este processo consiste no corte do papel para que ele adquira o formato final do seu impresso. Isto é, temos que criar uma chamada “margem de segurança” para que a máquina de corte não decepe seu texto.

Apenas imagens que “sangram” devem transpor a margem de segurança. E relaxe, imagens que sangram não são imagens de facas ou cirurgias, são imagens que vão para áreas além do documento visível, ou seja, podem ultrapassar a área de impressão (e está tudo bem).

O mais comum são margens de segurança de 5mm, ou seja, os textos precisam estar a 5mm de distância do limite da área de impressão, ou, como você está usando o Illustrator, da Artboard. Utilize as guias para te ajudar a definir essa margem.

Existem casos em que a intenção estética é o texto no limite mesmo, mas cabe a você o bom senso de identificar estes momentos.

3 – Converter as imagens

Todas as imagens do documento precisam estar convertidas em CMYK e 300ppi.

Para isso, clique na imagem, vá em Object > Rasterize, defina as opções que citei antes e clique em OK.

Se sua imagem tem o fundo transparente, não esqueça de modificar essas configurações lá no Rasterize, senão o Illustrator vai converter para fundo branco, o que com certeza não é sua intenção ao escolher uma imagem PNG de fundo transparente.

4 – Texto em curvas

Os texto precisam ser convertidos em curvas. “Éricles, mas minha tipografia é geométrica, ela não tem curva”.

Bom apontamento, gafanhoto, mas você converter um texto em curva é transformá-lo em um caminho composto no Illustrator. Em outras palavras, é transformá-lo em um objeto tal como uma forma geométrica ou uma forma criada pela Pen Tool ou Pencil Tool.

Isso é importante porque no computador onde seu arquivo será processado pode não ter as fontes que você utilizou no documento, e para evitar esse conflito, convertemos todas as fontes em curvas. Para isso, eu vou dividir em dois passos: selecionar todos os tipos e convertê-los em curvas.

Primeiro, Clique em Select > Object > All text objects. Isso fará com que o Illustrator busque tudo o que é Tipo no seu documento e selecione, assim você não precisará selecionar um por um.

Depois disso, clique em Type > Create Outline, ou a tecla de atalho Shift+Ctrl+O. Simples, não?

5 – Vetores na frente de imagens

Vetores vão sempre na frente das imagens. “Por que Éricles?” Vou te contar um problema que aconteceu comigo há 3 anos.

Eu não me importava com isso, na real, nunca se mostrou um problema pra mim, então fechei um arquivo como tinha aprendido com o pessoal do escritório e dei seguimento. Quando o impresso chegou, todos os vetores atrás das imagens foram convertidos em imagens, e não imagens simples, mas com fundo branco, o que deixou meu arquivo cheio de cortes.

É meio difícil explicar por escrito ou até mesmo reproduzir digitalmente este efeito, mas saiba que é horrível e evite se encontrar com ele. Ou pode testar na sua gráfica, depois me envia o resultado pelo Direct no Instagram.

E para evitar este problema, separe os objetos em camadas. Tudo o que é imagem, incluindo as imagens que você já converteu no passo 3, coloque em uma camada chamada “imagem”, ou escolha o nome de sua preferência. Logicamente, tudo o que é vetor ou texto estará acima dessa camada.

6 – Salvando o documento

Depois de tudo feito, basta salvar o documento. Clique em Save As e definia o local e o nome (recomendo que use na nomenclatura algo como panfleto_cliente-top(curvas).pdf.

Depois de definir o tipo de arquivo para PDF, basta colocar o preset PDF/X-1a:2001, que é aceito na maioria das gráficas. No mais, basta enviar para a gráfica e ser feliz com seu impresso bonitinho.

 

Conclusão

Este artigo é um apanhado de informações concebidas por meio de muitos erros. Existem coisas que ainda não comentei, como por exemplo Efeitos de lente.

Caso queira saber sobre isso, deixe seu comentário ou manda uma mensagem para mim. Não esqueça de ler o artigo sobre a Teoria das cores, que com certeza é um conhecimento inicial para que compreenda melhor os itens deste artigo.

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Essa artista restaura fotografias antigas acrescentando um toque surreal

Graças aos softwares de edição de imagens, como o Photoshop, hoje é possível restaurar fotografias antigas (e muitas vezes bem castigadas pelo tempo) com níveis altíssimos de qualidade.

Você já conferiu aqui, por exemplo, o belo trabalho de Michelle Spalding, que faz isso de forma muito habilidosa.

Outra artista que faz isso com muita criatividade é a australiana Jane Long.

Além de colorir e restaurar as fotografias antigas, ela acrescenta um toque surreal, transformando-as em verdadeiras obras de arte.

Confira:

 

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3 conceitos de redesign de logotipos famosos que chamaram nossa atenção

Eu bato muito na tecla de que a falta de clientes não é desculpa para não ter um portfólio. Qualquer designer pode (e deve) fazer projetos pessoais, tanto para exercitar suas habilidades quanto para aumentar seu portfólio.

Um belo exemplo disso são os redesigns conceituais que vemos por aí.

Muitos designers criam as próprias versões atualizadas de logotipos famosos como exercício criativo e, como resultado, acabam ganhando visibilidade por causa disso.

Confira três conceitos de redesign de logotipos famosos que chamaram nossa atenção:

Pepsi, por Anton Suprunenko

O designer Anton Suprunenko fez um belo e complexo trabalho ao apresentar sua visão do que poderia ser a nova identidade visual da Pepsi.

Para o símbolo, o designer utilizou vários conceitos, que remetem à letra “p”, às características bolhas de gás do refrigerante, à forma de um sorriso e outros elementos.

Além disso, ele criou diferentes versões para cada sabor do refrigerante.

Descubra mais detalhes sobre esse projeto em seu perfil no Behance.

Volkswagen, por Christoph Andrejcic

Alterar um logotipo tão clássico quanto ao da Volkswagen é um desafio e tanto, mas o designer Christoph Andrejcic abraçou a causa e criou um conceito muito interessante para a montadora.

Em um redesign que abandona o característico formato circular, o designer trouxe um ar de modernidade muito interessante para a marca.

O designer também mostra como seria a aplicação do logotipo nos próprios veículos da montadora.

Descubra mais detalhes sobre esse projeto em seu perfil no Behance.

WhatsApp, por Marcello Di Giovanni

O queridinho dos brasileiros também não ficou de fora. O designer Marcello Di Giovanni criou um redesign conceitual para o WhatsApp que descarta o ícone de telefone e acrescenta um conceito mais moderno à marca.

Os cinco círculos escolhidos para a composição do logotipo são explicados em detalhes pelo designer:

Além dessa mudança, ele decidiu usar um gradiente com tons de verde, bem diferente do que é utilizado no logotipo original.

Além disso, ele criou um pacote de ícones estilizado que seriam utilizados dentro do aplicativo.

Descubra mais detalhes sobre esse projeto em seu perfil no Behance.

E aí, curtiu os três conceitos de redesign que selecionamos? Tem algum que você também admira e que você acha que deveria estar aqui?

Deixe sue comentário logo abaixo!

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10 jogos de videogames que todo entusiasta de cassinos deve “dar uma olhada”

Você é amante dos games? Pois se sim, muito provavelmente
você já lidou com jogos que possuem alguma referência a cassinos.

Há games onde os protagonistas realizam suas apostas em
jogos de cartas, assim como há aqueles games que procuram simular a experiência
dos cassinos da vida real.

Pensando neste último, decidimos selecionar alguns jogos que
você, entusiasta gamer, deve dar uma “olhada” quando pensa em cassino.

1 – GOLDEN NUGGET
(Playstation e PC)

Este é um jogo lançado para o PlayStation Clássico e PC no
ano de 1996 pela Point of View, Inc e publicado pela Virgin Interactive. Se
passando no Golden Nugget Hotel-Casino, em Las Vegas, ele é um compilado de 16
games onde as pessoas fazem suas apostas, incluindo bacará, blackjack, craps,
poker, roleta e outros.

Segundo a crítica da época, ele foi um avanço significativo
perante os outros simuladores de cassino devido ao realismo em todos os pontos.
Visualmente, sonoramente e tudo contribui para um ambiente que remete as
jogatinas da vida real.

Por esses pontos, Golden Nugget merece um espaço nessa
lista. Vale lembrar que também há uma versão lançada para o Nintendo 64.

2 – CASINO, INC (PC)

Diferente do anterior que era um compilado de jogos de
cassino que buscava simular a experiência real no mundo das apostas, no Casino
Inc você assume o papel de um empresário do ramo e deve fazer com que seu
negócio prospere.

O jogador começa escolhendo um cassino em uma das três
cidades propostas, sendo que cada uma delas influenciará diretamente no sucesso
de seus negócios, necessitando uma escolha estratégica. A medida que os
apostadores vão entrando e os lucros da casa vão aumentando, você pode expandir
seu negócio e contratar novos funcionários, como seguranças, barmans, dealers
etc.

Rendendo sucesso comercial, o jogo ganhou uma expansão que
colocava mais cassinos, cidades, objetos etc.

3 – HIGH STAKES
GAMBLING (Game Boy)

Este se diferencia dos demais por te colocar como um agente
secreto que deve lutar contra mafiosos durante a grande depressão dos anos 30.
Basicamente, você é um protagonista que deve disputar contra os criminosos em
partidas de blackjack, poker e máquinas de caça-níquel.

No entanto, os vilões não querem perder as partidas e, como
é de se esperar, podem usar de jogos sujos durantes as apostas para tentar
vencer, necessitando astúcia do jogador.

4 – VEGAS STAKES
(Super Nintendo)

Desenvolvido pela Hal Laboratory, que anos mais tarde ficou
conhecida pelo Super Smash Bros e também pela série Kirby, o Vegas Stakes é um
clássico do Super Nintendo que te coloca na pele de um amante de cassinos.

A ideia é você alcançar 10 milhões de dólares em jogos,
fazer interações sociais, participar de jogadas de poker, roleta e até mesmo
casar. Ele é uma continuação de Vegas Dreams, lançado para o Nintendo 8 bits em
1989.

5 – LAS VEGAS COOL
HAND (Game Boy Color)

Lançado para o GameBoy Color em 1998, ele foi desenvolvido pela
Take-Two Interactive, que anos mais tarde ficaria conhecida pelos jogos de
BioShock, GTA e Max Payne. Sendo basicamente um compilado de jogos de cassino,
ele tem como diferencial as  regras
referentes a cada país.

Ou seja, coisas que seriam ilegais nas apostas em Londres
não são em Atlantic City e vice-versa, o que acaba dando novas estratégias aos
jogadores e ampliam as possibilidades do gameplay.

6 – POKER FACE PAUL
(Game Gear)

Agora indo para o outro portátil, dessa vez da SEGA, o Poker
Face Paul é um jogo de Game gear desenvolvido pela Spidersoft. Bem simplório,
ele é um compilado de jogos de cartas de cassino com games como Blackjack,
Solitaire, Poker e Gin. Há a possibilidade de escolher o nível de dificuldade.

7 – HOT SLOTS (NES)

Este se difere dos demais por incluir elementos de
pornografia dentro de um game, mesmo em se tratando de um jogo para o
Nintendinho 8 bits.

Basicamente, você deve fazer combinações em máquinas de
caça-níquel para ganhar dinheiro e, a medida que você vai avançando, você vai
em novas máquinas. Durante a transição entre uma fase e outra, aparece a imagem
de uma mulher digitalizada, seja com pouca roupa ou sem nenhuma.

8 – HOYLE CASINO (PC
e Dreamcast)

Outro simulador de cassino, este foi lançado no ano 2000
para PC e Dreamcast e se passa em uma versão virtual de um cassino de Las
Vegas. Os jogadores devem criar seus perfis e eles tem um saldo inicial para
realizar suas apostas em diversos tipos de jogos típicos.

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Trident inova e lança embalagens interativas

Novos packs com QR Code são um convite para o público relaxar a qualquer momento do dia

Trident,
líder absoluta no segmento de gomas no Brasil, muda pela primeira vez a
identidade visual da linha 5s e apresenta 15 novas embalagens que, além
contarem com ícones divertidos e relevantes para o target da marca, possuem um
QR code que direciona o consumidor a conteúdos digitais interativos.

A novidade faz parte
da campanha Masca Que Relaxa, que traz o chiclete como parceiro ideal para
aliviar pequenas tensões da rotina, e faz parte da estratégia da marca de estar
no mesmo ambiente e plataforma que os consumidores. “O público de Trident está
antenado e imerso nas redes sociais, e enxergamos aí uma oportunidade de
entregar uma experiência de
relaxamento que vai além do ato de mascar”, explica Julia Salgado, Gerente de
Marketing de Gomas para a Mondelez Brazil.

A mudança na
identidade visual é válida para os sabores menta, morango, melancia, hortelã,
tutti-frutti e canela da embalagem de 5 unidades do chiclete, e um QR Code
libera cinco filtros divertidos e exclusivos, como uma boca gigante, óculos
diferentões, emoticons, além de um joguinho viciante para relaxar quando e onde
quiser. “Essa iniciativa
entrega o nosso posicionamento por meio da nossa embalagem, damos uma nova
funcionalidade a ela”, finaliza a executiva. 

Criada pela F/Nazca
Saatchi & Saatchi, a campanha “Escaneia Que Relaxa” é totalmente digital e,
para relaxar e se divertir, basta escanear o QR Code presente nas novas
embalagens, que direciona diretamente o consumidor para o Facebook Stories. Além
das novas embalagens interativas, que já estão disponíveis no mercado, e a
parceria com o Facebook, soma-se ao plano de mídia ações com influenciadores,
filmes e pílulas digitais, mídia display, Bumber Ads e OOH. 

Assista a pílula “cachorrinho”:

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