Yahoo! apresenta seu novo logotipo após 6 anos desde o último redesign

O já não tão famoso assim Yahoo! parece estar em busca de novos ares ao apresentar recentemente seu novo logotipo, junto com uma identidade visual reformulada.

O último redesign da empresa aconteceu em 2013, onde foi bastante criticado pelo design em relevo, considerado já antiquado na época.

A empresa por trás da reformulação é o estúdio de design Pentagram, que explica que a atualização de sua identidade visual captura a personalidade exuberante da marca e a reinventa para o futuro.

O logotipo é baseado na fonte Centra No. 2 Extrabold, onde as letras foram ligeiramente adaptadas para serem mais geométricas e compactas.

O “y” e o “!” do logotipo são definidos em um ângulo de 22,5 graus, uma inclinação para a frente que, segundo o estúdio, sugere uma sensação de impulso e excitação.

A estratégia faz parte da reinvenção da marca, que pretende ajudar os usuários a encontrar uma experiência online mais personalizada.

Confira mais detalhes sobre o logotipo na página de portfólio do estúdio Pentagram.

E aí, você acha que essa estratégia de branding pode ser um novo começo para a marca? Deixe seu comentário!

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Ela transforma fotografias engraçadas de gatos em divertidas ilustrações

Os gatos são seres enigmáticos, mas ao mesmo tempo rendem divertidas e curiosas fotografias, muitas vezes transformadas em memes.

A ilustradora Amelia Rizky sabe muito bem aproveitar o efeito viral que os gatos tem ao transformar essas engraçadas fotografias em criativas ilustrações em aquarela.

Seu perfil no Instagram conta com muitos exemplos hilários.

Confira alguns:

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5 dicas práticas para tirar fotos melhores e sem medo de errar

Já vimos várias dicas básicas para que você consiga tirar o melhor proveito da sua câmera ou celular e estamos chegando no momento em que falaremos um pouco mais sobre composição e outros conceitos essenciais para uma boa fotografia, independente do equipamento.

Mas antes disso, você precisa se sentir seguro o suficiente para criar e explorar suas ideias com a câmera.

Separei essas dicas para que você possa tirar as fotos do jeito que quiser, em diferentes locais, iluminações e equipamentos, sem medo de errar!

Ajuste primeiro o foco, depois a exposição e só depois o enquadramento

Essa sugestão de ordem é para facilitar que você capture todos os momentos sem medo de perder algo muito importante, principalmente quando estamos falando de fotos de natureza ou eventos sociais como um casamento, em que o momento perdido pode não voltar mais.

Claro que o enquadramento é super importante, mas estou sugerindo deixa-lo em terceiro lugar na preparação da câmera porque se você tiver que fazer um corte na imagem no Photoshop, isso é fácil. Arrumar uma exposição levemente desajustada também é possível, mas consertar algo desfocado é praticamente impossível. Por isso, foco no foco!

Balanço de branco poupa retrabalhos e perda de tempo

Como vimos no artigo anterior sobre fotografar em RAW, locais que tem uma grande variação de luz (entre luzes artificiais e natural) o balanço de branco fica meio maluco. Nas situações que a iluminação muda, nossos olhos costumam ter uma adaptação rápida, mas os sensores da câmera não tem a mesma velocidade de adaptação para ajustar o balanço de branco, comumente deixando as imagens azuladas ou amareladas, por exemplo.

Essa mudança é baseada na escala de Kelvin, aquela que mede a temperatura de cor das luzes (luzes quentes ou luzes frias). A câmera normalmente costuma fazer um bom trabalho com isso, por isso é comum deixarmos no automático, mas em situações que a câmera estiver um pouco atrapalhada, faça você mesmo o ajuste de balanço de branco.

A utilização dos cartões branco, cinza 18% e preto (cartões do exemplo acima) são ótimos para essas situações, para “batermos o branco” como popularmente é chamado, já que as cores neles não mentem e nem tem misturas, podendo usar para referência na hora de regular manualmente o balanço.

Lentes maiores normalmente exigem velocidades maiores de captura

Um detalhe que faz diferença, principalmente quando estiver com a câmera na mão (sem estabilizar em um tripé ou outro tipo de apoio), é o tamanho da lente.

Lentes maiores exigem um esforço maior para carregar e posicionar, principalmente pelo seu peso.

Por exemplo, se você estiver usando a tradicional cinquentinha (50mm), já consegue fazer fotos usando a velocidade de 1/50 ou 1/60 sem problemas, já que o peso total da câmera (corpo + lente) estará leve, diminuindo o esforço para ajeitar a foto. Diferente de lentes maiores, como lentes zoom, que podem precisar (mesmo que pouca coisa mais) de uma velocidade maior para manter a imagem nítida.

O problema aqui é a consequência desse ajuste da imagem, porque como vimos desde o primeiro artigo dessa série, quanto maior a velocidade, mais escura fica a imagem, precisando compensar na abertura ou ISO, mas lentes zoom tendem a ter uma abertura de 3.5 ou 4, também dificultando um pouco esse ajuste, sobrando só o ISO.

Mas não se preocupe e nem fique com pé atrás para utilizar lentes maiores, já que toda prática vai caminhando à perfeição e esse problema vai sendo amenizado ao se acostumar com o tamanho e peso dos seus equipamentos.

Tenha pelo menos um tripé portátil em mãos

Ter um tripé sempre fácil é essencial para determinadas fotos e para que você possa usar todo seu potencial criativo sem se preocupar com meras limitações técnicas da câmera.

Mesmo em viagens se sua ideia é tirar fotos de tudo quanto é jeito, um tripé portátil vai te ajudar muito. Existem modelos que cabem em qualquer mochila e não pesam muito na bagagem.

Ok, mas pra que você usaria um tripé em uma viagem? Para não ficar muito extenso aqui, vou deixar alguns exemplos em um próximo artigo 🙂

Flash não serve apenas para lugares escuros

Muita gente acha que só precisa de flash quando existe falta de luz, mas o flash tem uma grande utilidade em diversas situações até mesmo em ambientes externos, com iluminação natural.

Claro que é difícil competir com o sol, mas mesmo assim o flash pode auxiliar em um preenchimento mais amenizado da relação de luz e sombra, principalmente em rostos, quando as áreas escuras ficam muito fortes devido a posição do sol ou sombras de árvores e outro objetos maiores no cenário.

Usar o flash vai te ajudar muito em equilibrar a imagem, entre objeto e plano de fundo. Por exemplo, se você tem uma luz forte, mas muito localizada, ela vai gerar sombras muito marcadas.

Se for um produto, isso pode dar até uma ideia de sujeira, se for um retrato, pode marcar muito as olheiras, rugas, etc. Então o flash entra aqui para tentar preencher essas marcas com um pouco mais de luz.

O flash também tem a propriedade de congelar um movimento, então mesmo que sua velocidade não esteja tão alta, o flash vai ajudar na nitidez. Mas sem abusar no efeito para não gerar imagens artificiais demais (a não ser que seja essa a intenção).

Como disse antes, a ideia não é competir com o sol, já que mesmo o maior flash não teria a potência necessária, além de gerar uma imagem totalmente superexposta. A ideia aqui é só compensar levemente a sombra e manter um volume legal, pois sem ou com pouca sombra, os objetos ficam com a aparência de “chapados” na imagem.

Conclusão

Como viram, o importante é não ter medo de arriscar, estando sempre pronto para qualquer situação. Seja na hora de escolher o enquadramento da foto, optar pela lente certa para cada situação, ter um tripé ou outro tipo de apoio e não ter preconceito com o flash.

Lembrando que todas as fotos que usamos aqui para exemplificar as dicas são cedidas pela iStock.

Aproveite e se cadastre gratuitamente na plataforma para conferir a qualidade das fotografias disponíveis para usar para seus projetos. E se está gostando das dicas e exemplos que estamos trazendo, continue acompanhando os próximos posts.

Até a próxima!

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Momentos icônicos do seriado Chaves ilustrados pelo estúdio Dois de Nós

É inegável que, mesmo após quase 40 anos desde o último episódio exibido, o seriado Chaves continua divertindo muitas pessoas.

Inclusive já falamos por aqui sobre 9 lições sobre design que aprendemos com Chaves, lembra?

Se você, assim como eu, é fã do seriado, com certeza se lembra de momentos icônicos envolvendo seus personagens.

E para eternizar tais momentos, o estúdio Dois de Nós decidiu criar divertidas ilustrações baseadas neles.

Confira, relembre e divirta-se:

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As montagens cheias de significado do designer gráfico Igor Morski

Desde os primórdios a arte é usada como forma de expressão, muitas vezes carregada com tons críticos.

Você já viu exemplos disso por aqui, como no caso das inteligentes ilustrações de Sam Bailey e nas irônicas e criativas ilustrações de Elia Colombo.

Outro artista que também faz isso de modo admirável é o designer gráfico e ilustrador polonês Igor Morski.

Por meio de montagens e manipulações, o designer expressa seus pensamentos críticos. Confira:

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O que é e quando usar o formato RAW ao fotografar?

Seguindo com nossa série de dicas práticas de fotografia, falaremos sobre o formato RAW, um recurso que pode ser um divisor de águas em suas fotos pela flexibilidade que ele vai te dar na hora da edição.

Fotografar ou não fotografar em RAW? Isso é um tema que muitos fotógrafos divergem, seja por questão de equipamento, estética ou velocidade de entrega. Vou falar um pouco sobre esse formato e quem sabe fazer você olhar com bons olhos a utilização desse ótimo recurso.

O que é RAW?

Arquivos RAW são imagens salvas pela sua câmera em sua essência, sem compactações. Sendo assim ela mantém todos os bits de cor da imagem.

A gama de cores varia conforme o sensor da sua câmera, podendo capturar trilhões de cores. Isso da uma diferença monstruosa no resultado final da imagem e em seu nível de detalhes, mas principalmente em suas possibilidades de edição.

Uma imagem capturada com 8 bits (padrão do JPG) dá um total de 256 tons para cada canal de cor.

Então teremos 256 tons de vermelho, 256 tons de verde e 256 tons de azul, quando multiplicados temos um total de total de mais de 16 milhões de cores (considerando tons misturados).

Parece muito, né? Principalmente considerando que nosso olho não consegue ver todas as variações desses tons (ainda não foi possível encontrar um número certo de cores que nosso olho enxerga, mas estudos indicam uma proximidade dos 10 milhões de cores). A diferença está justamente nas cores que não vemos, e é aí que o RAW entra.

Quando usar o RAW?

Arquivos RAW, justamente por não terem compressão gravam muito mais tons, mesmo quando a diferença é de “apenas” 4 ou 6 bits comparados aos bits padrões de um JPG (8 bits). A quantidade de cores por canal da um salto considerável na fidelidade e quantidade das cores chegando a 68 bilhões de cores nos arquivos de 12 bits e 4.3 trilhões de cores nas de 14 bits, isso mesmo, trilhões!

Esse aumento de tons e de faixa dinâmica (faixa dinâmica é basicamente a gama de brilho capturado pelo sensor) ajudam principalmente quando tiramos uma foto que precisará passar por um ajuste na pós-produção, ou quando temos tons que são muito próximos uns dos outros.

Para facilitar, vou mostrar alguns exemplos de fotos que o RAW pode ajudar muito:

Em fotos contra a luz

Ao tirar essa foto em JPG existe um grande problema: ver áreas de sombra que provavelmente ficariam completamente escuras, batendo no valor zero nos 3 canais. Quando isso acontece, não costuma aparecer em apenas um pixel, mas em uma área inteira da região.

A grande diferença de tons entre uma imagem JPG e uma RAW permitirá ajustar as áreas de sombra na imagem para revelar áreas que nossos olhos nem conseguiam ver na imagem original, como detalhes de textura da camiseta e do cabelo da atleta, por exemplo.

Em lugares com balanço de branco instável

A primeira coisa que podemos fazer ao abrir uma foto em RAW no Photoshop é ajustar o balanço de branco de uma maneira simples e rápida, usando o próprio Camera Raw do programa. Isso acaba sendo necessário quando a câmera não conseguiu fazer esse ajuste automaticamente ou, se no manual, você não teve tempo de ajustar.

Lugares que tenham diferentes luzes coloridas e com intensidades diferentes, ou onde mescla luz artificial com natural, tendem a precisar de um ajuste após a foto ser capturada.

Quando precisa ter facilidade em ajustar a nitidez

Fotos em movimento ou com grandes aberturas do diafragma podem gerar efeitos muito legais, mas, sempre com grandes poderes vem grandes responsabilidades, e aqui todo cuidado é pouco para não deixar áreas levemente desfocadas. Mas o RAW pode ajudar nisso.

O fato da imagem não estar compactada quando você captura em RAW te permite utilizar recursos de redução de ruído e ajuste de nitidez que um JPG não é capaz graças ao algorítimo específico para isso que esse formato apresenta ao abri-lo no Photoshop ou Lightroom, por exemplo.

E como isso é um recurso que está em constante melhoria nos programas, provavelmente no futuro você poderá voltar e, com um novo ajuste, ter um resultado melhor ainda no seu trabalho.

Quando é necessário manter o arquivo original para futuras edições

O formato RAW não mantém os ajustes de cor incorporados na imagem, ele cria um segundo arquivo com esses ajustes. Então, se você quiser voltar a imagem original, basta apagar o arquivo que o Photoshop cria na mesma pasta do original.

Isso é bom quando você precisa criar versões diferentes da sua imagem para uma aprovação, por exemplo.

Devo fotografar só em RAW?

A maioria das câmeras DSLR e Mirrorless te dão a opção de fotografar somente em JPG, somente em RAW ou os dois simultaneamente.

Observação: Podemos encontrar extensões de arquivos com os seguintes padrões:

  • .crw ou .cr2 para Canon;
  • .nef ou .nrw para Nikon;
  • .orf para Olympus;
  • .raf para Fuji;
  • .raw ou .rw2 para Panasonic;
  • .arw, .srf ou .sr2 para Sony.

A vantagem de configurar a câmera para salvar nos dois formatos é a praticidade. Já que o RAW permite que você faça algumas alterações com menor perda de qualidade, você poderá ajustar apenas as que precisarão de pós-produção, Nas fotografias que já estiverem boas, apenas apague o arquivo RAW e poupe o trabalho de ter que salva-la em JPG.

Conclusão

Capturar em RAW permite que você mantenha total controle da imagem e faça correções de modo mais fácil com o melhor resultado possível, tanto para amadores como profissionais.

Claro que as desvantagens de grandes tamanho de arquivos e a necessidade da imagem ser processada em programas específicos pode ser um empecilho, mas ainda assim recomendo a utilização desse formato, pelo menos nas situações descritas anteriormente.

Você deve ter percebido a qualidade das fotografias utilizadas nesse artigo.

Provavelmente foram originalmente capturadas em RAW e depois salvas em JPG para serem disponibilizadas na iStock, um banco de imagens que preza muito a qualidade e que novamente cedeu essas imagens para ilustrar essa série.

Que tal experimentar fotografar em RAW agora?

Até a próxima!

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Como o design pode te ajudar a ser mais organizado

Eu acredito que grande parte do meu senso de organização seja fruto da minha forma “designer de pensar”. Minha mãe pode discordar disso, pois ela ainda deve achar que sou desorganizado e caótico, o que as pessoas ao meu redor, com certeza, discordam.

Design e organização, ao meu ver, são estreitamente ligados, pois muito da nossa abordagem para resolver problemas é pautada em afunilar e refinar ideias, e para isso, é necessário um forte senso de organização.

Neste artigo eu vou falar um pouco sobre organização, mas trazendo um viés do design para isso, explicando um princípio básico chamado de cinco cabides, que retirei do livro de design teórico “Universal Principles of Design”, que já nos inicia à cultura da organização.

Por que organizar?

O argumento mais forte para estudarmos organização é quando entendemos que design é lidar com informações. E quando falamos de Design Gráfico, estamos falando em converter informações em um visual atraente, mas antes de qualquer “atraência”, lidar com informações é o primeiro passo.

Uma metodologia muito presente no Design Thinking é o Double Diamond, ou duplo diamante. Ela consiste em um processo de divergência e convergência duplo onde entendemos um problema e apontamos para uma solução mais adequada.

O Double Diamond é dividido em 4 etapas: descoberta, definição, desenvolvimento e entrega.

Posso falar especificamente sobre essas etapas em outro momento, pois o que é interessante que entendamos é como o processo de design tende a se pautar em juntar informações por meio de pesquisa para enfim organizar e depois repetir o processo.

Princípio dos cinco cabides

Esse princípio de nome curioso nos traz cinco maneiras pelas quais podemos organizar e agrupar informações. Obviamente existem outras formas, mas vamos tirar essas cinco como ponto de partida.

De forma prática, organizar informações é útil para designers para o momento de disposição dos itens em tela. Isso fica muito evidente com o Design Gráfico e conversa bastante com o princípio de organização, onde itens similares precisam estar próximos.

1- Categoria

Segundo o livro, categoria se refere à organização por semelhança ou afinidade. Quando organizamos os livros em uma prateleira, por exemplo, a organização pode ser feita a partir desse modelo. Livros de ficção podem ficar juntos assim como os livros de Design ou Empreendedorismo também podem se agrupar entre si.

2- Tempo

Aqui nos referimos à uma organização por ordem cronológica. De maneira bem simples, a escolha por esse modelo de organização nos permite entender as linhas do tempo.

Imagine a organização de um calendário de contas para pagar, por exemplo, em vez de organizar as contas por preço, você pode organizá-las por dia de pagamento, o que facilita uma compreensão rápida e visual.

3- Local

Organizar por local refere-se a organização por referência geográfica ou espacial. A melhor forma de exemplificar isso é por meio de uma lista de compras (talvez eu seja muito dono de casa).

Quando você organiza uma lista de compras, vê as pendências de casa para assim listá-las e quer aproveitar ao máximo o seu tempo no mercado, organizar por referência geográfica pode ser um bom caminho. Cebola, tomate e pimentão, estando próximos na lista, vai ajudar quando chegar na sessão, permitindo pegar todos os itens de uma vez.

4- Ordem alfabética

Organizar por ordem alfabética, normalmente, é utilizado quando existe grande volume de informações.

Claro, todas as formas de organizar deste princípio são possibilidades, as informações que vão direcionar o modelo mais adequado.

5- Contínuo

O último modelo pode ser entendido como organização por magnitude. Quando vemos e-commerces, por exemplo, podemos filtrar a busca por relevância, do maior ao menor preço, mais ao menos vendido. O intuito desse modelo é gerar uma comparação com uma medida comum, algo que segue um percurso linear, contínuo.

Definição de prioridades

Antes de escolher o modelo de organização, entenda qual o objetivo daquela organização. Uma frase que tenho falado muito nos últimos dias é que o design está a favor da informação, e não o contrário. E nesse tópico sobre definição de prioridades eu quero falar justamente sobre isso.

Utilize o Double Diamond para refinar sua pesquisa, convirja conscientemente, isto é, tenha um objetivo bem definido. Definir prioridades é abrir mão de determinadas coisas em prol de outras, mas para isso é preciso conhecer o objetivo que se deseja alcançar.

No exemplo da lista de compras, meu objetivo era ser mais eficiente e não perder muito tempo no mercado. A solução que encontrei para isso foi organizar os itens da lista por proximidade, me ajudando a colocar em lote os itens do carrinho.

Conclusão

Eu sei que é muito bom falar sobre design por meio de Software, mas nos últimos meses tenho sentido que seja insuficiente. Acredito que o design vai muito além disso. Acredito que existem princípios e teorias que fortalecem muito mais a ideia sobre quem é o designer do que um software aberto.

É evidente que sei o valor do software, mas quando falo sobre organização, também trago um aspecto prático do design à vida. E a melhor forma de introspectar o design na vida, além de layouts e logotipos, é inserindo-o na vida das formas mais diversas, como numa lista de compras ou organização de livros.

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Fotografias ou ilustrações: o que usar em meus projetos de design?

O design gráfico é uma profissão complexa. Ao mesmo tempo que designers tem o objetivo de encantar seus clientes, é preciso também pensar em atingir o público-alvo de forma certeira.

Porém, existe uma pergunta bem curiosa nos projetos de design: é melhor usar fotos ou ilustrações?

Pode ser que ela não aparecesse em sua mente e que a questão fosse solucionada de uma maneira intuitiva, mas ao parar para pensar no assunto, parece que as alternativas são bem próximas e que, portanto, é difícil escolher.

Se isso também fez um nó em sua mente, fique tranquilo, pois nós podemos ajudar! Vamos entender o que está por trás das opções e quais critérios devem ser considerados.

Qual a diferença entre fotografia e ilustração?

Para começo de conversa, vamos a uma definição rápida da diferença entre os termos:

  • Fotografia: tecnicamente, é a arte, aplicação e prática da criação de imagens duráveis através da captura de luz ou de outras formas de radiação eletromagnética, seja de maneira eletrônica ou química. Na prática, são as composições capturadas por uma câmera fotográfica, seja ela digital ou não.
  • Ilustração: uma decoração, interpretação ou explicação visual de um texto, conceito ou processo, feito para integração em mídias como pôsteres, revistas, livros, materiais educativos, jogos e filmes. É uma representação visual que pode ser feita tanto manualmente quanto com o auxílio de softwares de vetorização.

Dificilmente um projeto de design será desenvolvido sem o uso de pelo menos uma dessas alternativas, que expressam, de maneira gráfica e visual, emoções, sentimentos, ideias e conceitos.

Qual é a melhor escolha para seus projetos de design?

Como acontece com uma série de dúvidas no design e na vida, em geral, não há uma resposta definitiva. Neste caso, vai depender muito do que você pretende com aquele projeto e qual é o impacto que ele deve causar.

Nós já abordamos ambos assuntos por aqui – em várias ocasiões, diga-se de passagem. Comentamos sobre dicas para tirar fotografias aproveitando os desfoques e também sobre tipos de ilustrações para utilizar em projetos, ou seja, defendemos avidamente os dois lados da moeda.

É claro que as aplicações podem variar de acordo com cada projeto, já que a criatividade do designer é essencial e não deve ficar aprisionada em um script fechado e imutável, mas, via de regra, fotografias costumam trazer um apelo da realidade, ao passo que ilustrações afloram um lado mais subjetivo e criativo.

Imagine uma empresa que precisa passar uma imagem sólida a respeito de seus serviços, como um fundo de investimentos. Repare que eles costumam usar fotos conceituais, as quais deixam clara a credibilidade daquela companhia.

Quando se deseja ilustrar (com o perdão do trocadilho) situações de maneira literal, as fotografias despontam como opções ideais, com um realce direto na competência e profissionalismo demonstrados pela empresa.

Já quando o assunto é algo mais criativo e inovador, as ilustrações desempenham um papel bem interessante, já que possuem a liberdade necessária para flutuar no campo imaginativo, sem aquele peso a prendê-las no solo da racionalidade.

É possível construir cenários imaginativos, irreais e até mesmo utópicos em projetos de design que se utilizam de ilustrações através de composições criativas, manipuladas e desenvolvidas de acordo com a ideia exata que a empresa precisa passar, ainda que fuja de padrões e costumes.

Portanto, em linhas gerais, temos o seguinte (o que sempre pode mudar, como comentamos previamente):

  • Fotografias são ligadas à realidade. Seu potencial de expressar profissionalismo e solidez é imenso.
  • Ilustrações possibilitam a criação de cenários criativos e imaginativos. As “amarras” da realidade não precisam aparecer aqui, onde há espaço para diversão e liberdade.

É preciso dominar as duas áreas para um bom projeto de design?

Seria bem legal se isso acontecesse. Imagine um designer que é especialista em fotografia e também em ilustrações: isso o colocaria em uma posição privilegiada no mercado e abriria um imenso leque de possibilidades em seus projetos.

Porém, essa é uma situação relativamente rara de acontecer. O design já traz conceitos, técnicas, práticas e procedimentos completos e complexos, que dificilmente são dominados em sua totalidade pelos profissionais.

Tais habilidades podem ser desenvolvidas, é claro. Nós já tratamos por aqui sobre como aprender a desenhar para projetos de design, bem como 5 dicas práticas para tirar as melhores fotografias.

Esses, porém, são conhecimentos que podem ser tidos como introdutórios e que não te colocarão como um especialista na área em questão de pouco tempo, a não ser que você tenha uma predisposição absurda para tal e tenha acabado de descobrir um talento.

Caso esse não seja o caso, fique tranquilo, pois você pode contar com o auxílio de profissionais nas respectivas áreas para abastecer cada projeto de design com o qual se deparar e, assim, poder entregar excelentes resultados.

A iStock tem um banco de imagens com milhões de fotos para as necessidades dos designers, além de um acervo de ilustrações, vetores e gráficos com dezenas de milhares de opções, todas de alta qualidade e apenas a alguns cliques de distância.

Não perca mais tempo: cadastre-se gratuitamente na iStock e tenha as soluções que você precisa, sejam fotografias ou ilustrações. Com isso, basta aplicar seus conhecimentos para poder colocar os melhores projetos de design em prática!

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Esse artista recria logotipos famosos em estilo vintage

O estilo vintage, ou clássico, geralmente com referência entre os anos 20 e 60, vez por outra voltam à tona e caem no gosto de artistas.

É o caso do argentino Santiago Colombo, especialista em lettering, que deu um ar vintage a diversos logotipos de empresas famosas como Burger King, Coca-Cola e Netflix.

Confira:

Burger King

Coca-Cola

Starbucks

Converse

Hot Wheels

Taco Bell

Samsung

Netflix

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Nova embalagem de Docile é premiada em festival internacional

A agência Narita Design & Strategy, especializada em estratégia e identidade visual, foi premiada pelo seu projeto de reposicionamento da marca de doces brasileira Docile no Prêmio Lusófonos de Criatividade, que é sediado em Portugal e dedicado exclusivamente a premiar, homenagear e debater os mercados publicitários e de comunicação dos países de língua oficial portuguesa. No processo de reposicionamento da marca, a agência foi chamada para buscar a concepção de um novo design, que fosse capaz de impulsionar a expansão da empresa, que é familiar e possui mais de 80 anos de história.

O projeto foi desenhado através de um processo que se conectou ao emocional dos consumidores, imergindo em seus interesses e identificando as sensações despertadas por cada produto no momento do consumo, dessa forma foram acessados códigos que traduziram a relação dos consumidores com o universo das guloseimas: surpresa, descoberta e diversão. Esses insights foram imprescindíveis para a construção do novo logotipo da Docile, que teve inspiração na caligrafia dos proprietários, carregando a força, tradição e paixão da família gestora. Já a forma que sustenta o logotipo nasce do caramelo, que deu origem às primeiras balas produzidas, refletindo uma marca dinâmica e em movimento, que traz a alegria e diversão. Nas embalagens, foi adotado um visual icônico e disruptivo, que explora, com grande ênfase, o empoderamento da marca em relação aos grandes players da categoria.

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