E se logotipos famosos da ficção passassem por um redesign?

Um teste rápido: Central Perk, Los Pollos Hermanos e Skynet. Das marcas citadas, qual você conhece?

Se você é um fã de séries e filmes (ou se pelo menos já assistiu Friends, Breaking Bad e O Exterminador do Futuro), talvez reconheça todas elas.

Afinal, mesmo uma marca fictícia pode ganhar popularidade ao aparacer de modo recorrente no cinema e na televisão.

Aproveitando essa popularidade, o estúdio Baboon Creation pensou em um exercício interessante: como seriam se esses logotipos fictícios passassem por um redesign?

Ficou curioso? Então confira:

Bubba Gump – Forrest Gump

Central Perk – Friends

Daily Planet – Superman

Duff Beer – Os Simpsons

Dunder Mifflin – The Office

The Krusty Krab – Bob Esponja

Monsters Inc. – Monstros S.A.

Los Pollos Hermanos – Breaking Bad

Skynet – O Exterminador do Futuro

Stark Industries – Homem de Ferro

Umbrella Corporation – Resident Evil

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Você sabe o que faz um Designer Instrucional? Saiba um pouco mais sobre essa profissão

Quem tem um projeto na web, como, por exemplo, uma loja online, deve saber da importância de alguns recursos importantes para o bom desempenho desse empreendimento.

Um bom serviço de hospedagem de site é muito importante para uma loja virtual, pois assegura para ela recursos valiosos, tais como espaço em disco e backups.

Outro elemento fundamental para um e-commerce é a obtenção de um certificado SSL. Graças a esse tipo de certificado é possível manter a segurança das senhas e informações por meio de criptografia.

Porém, dependendo dos produtos ou serviços oferecidos pela loja, é importante proporcionar para os clientes alguns vídeos ou gráficos que contenham instruções sobre como é o uso correto e seguro do produto.

Contudo, é aí que pode entrar em cena um profissional conhecido como Designer Instrucional para elucidar melhor a utilização do produto para o cliente.

As funções do Designer Instrucional

O Designer Instrucional, que também pode ser chamado de DI, é o profissional que detecta um problema de aprendizagem ou gap de conhecimento. Para solucionar tal problema, ele desenvolve uma solução adequada para o assunto.

Sendo assim, o Designer Instrucional, ou também Designer Educacional, pode atuar não apenas para a melhoria de uma apresentação de um e-commerce, mas também para beneficiar a abordagem de um site de EaD (Ensino à Distância), por exemplo.

Desse modo, no caso do site de Ensino à Distância, é possível afirmar que o Designer Instrucional irá exercer a comunicação entre o criador de conteúdo e o profissional responsável pela diagramação. 

Sendo assim, é o DI que vai efetuar uma análise do curso e adaptá-lo para o ambiente virtual, sempre com o objetivo de facilitar a aprendizagem do aluno. 

Além disso, a atuação do Designer Instrucional pode ser realizada por meio de diferentes níveis. Vamos conhecer mais sobre eles? 

Nível micro

O Designer Instrucional, nesse caso, irá atuar sanando conceitos básicos, tais como desenvolvimento de roteiro e elaboração de conteúdo.

Nível intermediário

Nesse nível o DI auxilia a estruturar cursos e disciplinas no EAD, bem como definir quais as mídias serão usadas nas aulas.

Nível macro

Nesse nível a atuação do Designer Instrucional é muito mais abrangente. Portanto, ele será responsável por estipular as diretrizes completas do projeto, definindo também os métodos de curso a serem utilizados e o sistema de ensino da instituição.

Vale lembrar que, além do Ensino à Distância, um DI pode também atuar em empresas de médio e grande porte na hora de elaborar o treinamento para os colaboradores.

As competências e ferramentas essenciais para um Designer Instrucional

Para atuar de maneira segura e transmitir os seus conhecimentos de forma clara, é importante que o Designer Instrucional tenha algumas noções teóricas importantes. Tais saberes geralmente envolvem áreas como Pedagogia, Psicologia, Design e Informática.

Ao dominar campos tão diversos, o profissional que atua como DI vai saber que todo o processo de educação está sendo realizado mantendo o foco nas necessidades do público-alvo, sejam eles alunos de um curso EaD ou o treinamento dos funcionários de uma corporação.

Além disso, o Designer Instrucional exerce as suas atividades tendo por base modelos teóricos bem definidos. Um dos mais conhecidos quando o assunto é DI apresenta 5 estruturas que formam as iniciais ADDIE. Veja quais são elas. 

Análise

Essa é a etapa em que o Designer Instrucional analisa as características e os objetivos do público-alvo.

Design

É quando o profissional pensa na estrutura de apresentação dos conteúdos, sempre tendo em mente que é importante facilitar ao público a assimilação dos conteúdos.

Hoje em dia, em que smartphones e demais dispositivos móveis estão cada vez mais comuns, é importante que o profissional de DI utilize sempre o Design Responsivo.

Desenvolvimento

Serão colocadas em prática as duas etapas anteriores. Desse modo, o DI vai desenvolver testes e protótipos do projeto. 

Implementação

Essa é a fase onde são realizadas comparações e verificações, sempre com o intuito de averiguar a eficiência do projeto.

Avaliação

Também conhecida como “evaluate” em inglês, essa etapa é propriamente dita a fase em que os objetivos do projeto serão avaliados.

Alguns dos aspectos importantes a serem analisados consistem na responsividade do projeto, na facilidade de navegação e na disponibilização correta dos elementos no layout.

Por isso, é importante que o profissional que trabalha como Designer Instrucional conheça algumas ferramentas importantes para a função, como o Illustrator, o Figma e outras de igual relevância.

De uma forma geral, o Designer Instrucional, ou Designer Educacional, é um profissional fundamental para desenvolver um bom ambiente de aprendizado que auxilia alunos em um EaD, ou o treinamento de profissionais de uma empresa.

Conclusão
O Designer Instrucional domina todos os recursos técnicos e práticos para a criação de eficientes métodos de aprendizado.
Portanto, a presença desse profissional se torna bastante relevante, tanto em instituições de ensino quanto em empresas.

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MRV lança nova identidade visual ao completar 40 anos

Líder nacional no mercado de imóveis econômicos, a MRV
completou 40 anos e adotou uma nova identidade visual e posicionamento. Segundo
a construtora “as mudanças refletem as transformações que a companhia passou
nos últimos anos, de incorporadora e construtora de imóveis econômicos, para
ser uma especialista em soluções de moradia, atuando como uma plataforma
habitacional.”

A partir deste mês de outubro, a empresa passa a utilizar o
novo logo, bem como uma nova linguagem em sua comunicação com clientes e
mercado.

Também deixará de usar o “Engenharia”, que fazia parte de
seu nome, marcando a ampliação da atuação da empresa no mercado. Toda a
comunicação passará a compor o novo propósito definido pela companhia:
construir sonhos que transformam o mundo.

“A mudança da marca e o novo posicionamento passam a estar
alinhados com a trajetória construída até aqui pela companhia, refletindo a
abrangência da atuação e o compromisso de transformar sonhos em realidade”,
destaca Rodrigo Resende, diretor de marketing e vendas da MRV.

Unindo a solidez e a experiência adquirida à capacidade da
empresa de se inovar e lançar tendências em um mercado em constante
transformação, a Interbrand iniciou o processo de construção da nova identidade.

“O novo propósito da MRV foi o grande orientador da nova identidade
da marca. Assumir esse posicionamento valorizando seu impacto na nossa
sociedade e no mundo trouxe um fio condutor legítimo e inspirador para guiar
todas as expressões, experiências e relacionamentos da MRV”, diz Beto Almeida,
CEO da Interbrand no Brasil.

A nova marca segue o conceito de que a aquisição da casa
própria é o começo, pois a partir dela, vários outros sonhos se tornarão
realidade: um casamento, o nascimento de um filho, amigos e parentes em almoços
de fim de semana. Além disso, quando a MRV cuida da vizinhança, promove a
convivência e busca a sustentabilidade, ela transpõe as paredes de um imóvel e
transforma vidas.

O novo logotipo é construído na intersecção destes
elementos, formando o desenho de uma casa, ponto de partida para todas essas
mudanças. O verde e o laranja, cores características da comunicação da
companhia, assim como os ícones e elementos visuais foram preservados como
legado, e renovadas para acompanharem os movimentos de renovação das pessoas.

As formas geométricas fazem referência a uma construção
confiável e de qualidade, enquanto os cantos arredondados aproximam a relação
com as pessoas. As fotos passam a refletir a concretização da conquista da casa
própria, humanizando os espaços e remetendo à capacidade da MRV em transformar
sonhos em realidade, utilizando as mais modernas técnicas de engenharia,
entregando produtos com qualidade e atendendo às expectativas dos compradores.

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6 motivos para ter um tripé em suas viagens, ensaios e passeios fotográficos

Quem é que não gosta de viajar? Quando viajamos, queremos tirar as melhores fotos, tanto para mostrar aos amigos e parentes como para lembrarmos com carinho daqueles lugares que visitamos.

Já vimos várias dicas para tirar as melhores fotografias, desde os conceitos básicos (primeiro artigo dessa série) até o cuidado na escolha do tipo de arquivo a ser utilizado, entre outros assuntos que já conversamos.

E nesse artigo gostaria de falar um pouco sobre as vantagens de ter sempre um tripé ou pelo menos algum tipo de apoio em mãos para ter um maior controle de suas fotos.

Selfies criativas e profissionais

Se a ideia é aparecer na própria imagem e cansou do seu braço ocupar uma boa parte da fotografia nesse já tão saturado cenário das selfies, com certeza o tripé vai te ajudar bastante.

Pode até parecer meio como uma viagem no tempo, quando essa era a única opção de tirar uma foto em que você mesmo apareça. Mas com o advento das câmeras cada vez menores as selfies foram ganhando espaço e acabaram virando um padrão. E muitas vezes fugir do padrão é uma boa ideia.

Até mesmo celulares tem a função de tirar fotos depois de alguns segundos (timer), então esse seria o recurso mais fácil e comum que poderá utilizar ao apoiar sua câmera/celular no tripé e ir correndo (literalmente) pra foto.

Mas, também existem outras maneiras de você capturar sua imagem remotamente: usando um controle ou o próprio celular (por aplicativos). Nesse caso você precisará de uma câmera que tenha algum tipo de conectividade (WiFi ou Bluetooth, por exemplo). Conectando a câmera ao seu smartphone, você poderá, discretamente, fotografar a distância e fazer uma selfie com aparência bem mais natural e bonita.

Fotos panorâmicas

Tirar fotos panorâmicas é um recurso que já aparece em vários aplicativos e até em algumas câmeras semi-profissionais e profissionais, onde o próprio sistema do dispositivo ajusta imagens sequenciais formando a foto panorâmica.

Mas, mesmo com a facilidade de algo automático, uma mão trêmula pode dificultar bastante na hora do programa fazer a junção de maneira correta. Por essa razão o tripé é legal, pois com ele podemos fazer o famoso movimento de pan, que consiste basicamente em girar a cabeça do tripé horizontalmente e deixar a câmera fazer as capturas sequenciais. O resultado final sempre fica bem mais interessante.

Fotos noturnas ou do pôr-do-sol

Fotos noturnas exigem tempo. E “tempo” aqui se refere ao tempo de exposição em que o obturador precisará ficar aberto para poder entrar bastante luz, já que cenários noturnos tendem a ter pouca iluminação natural.

Deixando o ISO baixo (100 a 400, por exemplo), apenas as luzes mais fortes irão predominar, mas dependendo do local, elas vão aparecer bem pouco, então o jeito é deixar a velocidade de captura bem mais baixa. Mas como já vimos no artigo sobre aproveitar os desfoques de maneira correta, tirar uma foto em baixa velocidade sem um apoio para deixar a câmera parada vai dificultar bastante capturar uma imagem nítida.

Com um tripé podemos apoiar a câmera e colocar velocidades abaixo de 1/20, permitindo um tempo maior de captura da luz e até fazer brincadeiras de rastro de luz, como light painting, documentar uma estrela cadente, ou efeitos de lanternas e faróis de carro em movimento.

Fotos macro

Flores, olhos, insetos ou gotas d’água. Existem muitas opções de lindas imagens que você poderá capturar quando puder tirar uma foto macro. E nesse caso, além de obviamente estabilizar, o tripé ajuda principalmente em um elemento que muita gente não tem: paciência.

Se estiver tirando uma fotografia de um pequeno animal, como um inseto, muitas vezes poderá precisar esperar muito para que ele fique na posição que você estava esperando que ficasse, então ficar ali em uma posição desconfortável para tirar aquela foto enquanto segura a câmera com as mãos não será algo muito confortável.

Fotos da natureza e/ou com teleobjetiva

Assim como no motivo anterior, fotos da natureza em geral são beneficiadas com o uso do tripé. Tanto pela estabilidade como pela paciência de ficar um longo período esperando o momento certo para aquela foto tão desejada.

Um tripé também ajuda você a ter as mãos livres para controlar melhor as configurações da câmera ou sacar alguns equipamentos extras, como uma luz adicional ou mesmo uma garrafa de água.

Mas uma coisa que faz muita diferença nesse tipo de foto é o peso que vai deixar de carregar, já que normalmente é necessário uma lente zoom para tirar fotos da natureza, e como já falamos, esses equipamentos tendem a ter um peso maior.

O uso do tripé evitará que você comece a desanimar de carregar o equipamento enquanto espera aquele cenário ideal, além de evitar as famosas tremidas ou perda do objeto a ser fotografado quando ele estiver muito longe.

Capturar vídeos

Com a presença cada vez mais forte e já estabelecida dos vídeos em nossa maneira de se comunicar e documentar as coisas que fazemos, ter um tripé vai deixar seus vídeos completamente estáveis e permitir que crie conteúdo de modo muito mais fácil e com aparência profissional, principalmente quando a ideia é aparecer neles.

O tripé vai muito além de simplesmente estabilizar uma imagem, permitindo que você tenha uma liberdade criativa muito maior, possibilitando utilizar suas mãos livremente.

Existem diversos tripés no mercado, de vários tamanhos e preços. Fique atento ao tamanho que realmente precisa, caso seja um tripé portátil, para que não atrapalhe sua bagagem.

E quando o peso é um problema, procure sempre por tripés leves mas que tenham algum gancho na parte debaixo, permitindo que você coloque alguns pesos extras quando for tirar uma foto, para que ele não tombe com o vento ou qualquer desequilíbrio.

Todas as ótimas fotos que ilustraram esse artigo foram cedidas pela iStock, nosso banco de imagens parceiro que está possibilitando que essas dicas aconteçam. Então não esqueçam de passar lá e ver as fotos para utilizar em seus próximos projetos.

Até a próxima!

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15 ferramentas gratuitas que todo designer deve conhecer

Neste artigo eu vou falar um pouco sobre minha experiência no Design, contextualizando com ferramentas que salvaram a minha vida. Evidente que não tem como falar sobre as ferramentas sem citar as etapas do processo de Design.

Eu dividi esse artigo em 5 tópicos que são muito importantes para qualquer projeto de Design Visual, e correspondem às etapas que precisam ser avaliadas individualmente.

Quando eu digo sobre avaliar as etapas separadamente, é por elas possuírem uma responsabilidade sobre a comunicação que necessita um olhar mais apurado. São elas: cor, tipografia, imagens, ícones e mockups.

A cor e tipografia fazem parte de uma etapa mais inicial do desenvolvimento de projeto. Estamos nos referindo à linguagens individuais que se somam conjuntamente. Para ambos eu tenho artigos aqui no Designerd.

O que eu te recomendo é fazer como eu faço: salve os sites a seguir na sua barra de favoritos para sempre que precisar, ter acesso rápido a eles. Agora, sem mais delongas, vamos para as ferramentas!

Cor

1- Adobe Color

Na minha humilde opinião, o Adobe Color é o melhor site para consulta de cor e composição. Ele torna muito simples a aplicação de regras de harmonia de cores, pois a partir de uma cor primária você consegue entender composições análogas, complementares etc. Em um dos meus artigos você pode aprender mais sobre teoria das cores.

2- Coolors

O Coolors foi um site que eu encontrei da forma mais aleatória de todas. No menu “explore”, você tem acesso à paleta de cores pré-escolhidas que podem fazer sentido ao seu projeto. Já na parte de “Generate” (minha favorita), você define paletas que podem ser alteradas a partir de atributos da cor como saturação, temperatura e brilho.

3- Color Hunt

Já usei essa ferramenta em muitos projetos. O Color Hunt tem o mesmo intuito da ferramenta anterior, mas dessa vez o recorte de tipo de paleta é mais específico. Na opção de “Search palettes” você consegue definir uma cor primária e fazer uma busca por paletas que façam sentido em um contexto definido.

Tipografia

1- Google Fonts

Esse site é obrigatório que todo designer conheça! O Google Fonts é uma biblioteca de fontes livres, licenciadas e perfeitas se você trabalha com design de sites, pois as fontes que estão “hospedadas” no Google Fonts garantem um carregamento mais rápido para os sites.

2- Fonts in use

Essa descoberta somou muito em alguns dos meus projetos, pois o Fonts in use dá um contexto para a aplicação de determinada tipografia, além de dar um panorama sobre o tipógrafo ou tipógrafa responsável e uma contextualização histórica.

3- What font is

No momento em que estou fazendo pesquisa de similares ou análise de concorrência e encontro uma tipografia que diz muito sobre o projeto que estou desenvolvendo, o What font is é perfeito para mim. Com ele eu consigo encontrar a tipografia utilizada em determinada imagem e algumas correlatas.

Imagens

 

É claro que existem bancos de imagens profissionais com ótimo custo/benefício, como a iStock, por exemplo. Mas quero falar neste tópico sobre sites gratuitos que já me salvaram demais!

1- Unsplash

O Unsplash é meu site favorito para busca de imagens gratuitas em todo o mundo. Não pela sua riqueza no repositório, mas pelo apego emocional que tenho por ele. As imagens são de ótima qualidade e a sessão de imagens relacionadas funciona muito bem para mim.

2- Pexels

Eu considero que o Pexels tem uma riqueza de imagens maior que o Unsplash, mas como disse, é um apego emocional, não há racionalidade.

3- Pixabay

O Pixabay é um banco de imagens gratuito e em português, isto é, você pode fazer as buscas no idioma nativo.

Ícones

Gosto de falar sobre ícones porque é um tema em que tenho me dedicado bastante nas últimas semanas. Aliás, tenho um mini-ebook publicado sobre o assunto.

1- Freepik

O Freepik é o site padrão de todo designer. Ele é extremamente útil tanto para busca de imagens como para vetores de toda natureza.

2- Flaticon

O Flaticon é o meu xodó de ícones. Gosto da forma como ele se comporta e me dá a opção de encontrar os ícones que possuem a mesma identidade visual ou que fazem parte de um nicho específico.

3- Icons 8

Neste banco de ícones que você encontrará os ícones mais diversos que eu conheço na internet todinha. Vale a pena conhecer o Icons 8.

Mockups

1- Graphic Burger

O Graphic Burger é o meu salvador supremo quando preciso de um mockup para apresentação de um projeto ou até mesmo para compor o próprio projeto.

2- Mockup World

No Mockup World podemos fazer uma busca de mockups por categorias como por exemplo apenas mockups de celular ou garrafas.

3- Freebiesbug

Além de mockups, encontramos no Freebiesbug kits para Design de Interface.

Conclusão

Ufa! Conseguimos falar de ferramentas que são muito importantes no mundo do Design e vão com certeza fazer a diferença no projeto. Se você tem dicas de outras ferramentas que te salvaram deixa aí nos comentários 😉

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3 vantagens de escolher fotos espontâneas para seus projetos

Ah, as fotos espontâneas! Tão especiais e cheias de naturalidade, elas refletem sensações, emoções e características bem diferentes de fotografias em que se faz uma pose.

Se você precisa de uma boa foto para seu projeto de design (o que é de praxe no trabalho dos designers, diga-se de passagem), os resultados podem ser bem melhores do que você imagina quando se usa a espontaneidade como artifício.

Aprenda mais sobre o assunto e veja como realmente faz sentido escolher esse tipo de foto, seja qual for o objetivo com o seu projeto.

O que é espontaneidade na fotografia?

Mesmo que sua aplicação faça parte do nosso cotidiano de uma série de maneiras, nunca é demais entender tecnicamente sobre o tema quando aplicado à fotografia.

Em geral, a espontaneidade é o resultado de ações impulsivas e/ou velozes sem premeditação ou estímulos externos. Em outras palavras, é a demonstração de um comportamento quando isso ocorre de maneira natural, sem ser forçado.

Quando você vai pregar um prego na parede, se errar o alvo e acertar seu dedo, a reação de puxar o dedo e sentir dor será espontânea. Você não precisou ensaiar para agir daquela maneira.

Quando se fala sobre fotos espontâneas, refere-se a imagens que tenham sido capturadas com a pessoa agindo de maneira natural, em uma arte que é para poucos fotógrafos.

A técnica, conhecida em inglês como “candid photography” (fotografia cândida, na tradução literal) existe desde meados do final da década de 1920 e início da década de 1930.

Geralmente, atribui-se como primeiro autor dessa técnica o Dr. Erich Salomon, que capturou desde imagens de pessoas da elite alemã em Berlim até políticos e diplomatas da região.

Por que as fotos espontâneas devem estar nos seus projetos?

Muitas vezes é difícil saber como tirar fotos espontâneas: quem é fotógrafo sabe disso. Logo, se há tamanho grau de complexidade técnica, certamente há benefícios por parte de quem utiliza esses materiais, como os seguintes:

1 – Ação em tempo real

As fotos espontâneas permitem a captura de ações de uma forma que não pode ser igualada por qualquer outra técnica, nem mesmo por eventuais modelos especialistas e experientes na área.

Não é possível, por exemplo, imitar o amor que se sente no momento do “sim” em um casamento, a euforia de converter o último pênalti na final de um campeonato ou mesmo o medo de quem acaba de se deparar com um leão na selva.

Assim como nós falamos sobre o formato RAW ao fotografar, que literalmente significa “cru”, as capturas espontâneas são cruas e verdadeiras, o que permite obter um aproveitamento muito melhor para aquela peça de design.

2 – Possibilidade de contar histórias

O design trabalha diretamente com o storytelling, que é o ato de contar histórias. Seja em um anúncio para redes sociais, uma propaganda de revista ou um outdoor nas ruas, muito além de uma composição gráfica, costuma haver uma história por trás.

Através do storytelling é possível se destacar da concorrência e conversar diretamente com o público-alvo, cuja receptividade àquela iniciativa tende a crescer e, consequentemente, trazer melhores resultados.

Quem sabe como tirar fotos espontâneas tem em suas mãos a possibilidade de construir histórias inteiras, que superam muito a dimensão em pixels, centímetros ou megabytes daquela composição.

3 – Forte apelo emocional

O design é uma área praticamente ilimitada. Há demandas por parte de empresas dos mais variados segmentos, de fast food a moda urbana, de planos de saúde a assinaturas de revistas.

Seja qual for o ramo do cliente, a emoção pode (e deve) ser usada como um artefato valioso, já que quebra o ceticismo e a padronização e se mostra como algo que realmente conversa com a pessoa atingida.

Como vimos anteriormente, emoções não podem ser copiadas, e as fotos espontâneas podem eternizar tais demonstrações, de modo que o sentimento transborde naquele projeto.

Ainda que não sejamos especialistas em linguagem corporal e expressões faciais, inconscientemente nós conseguimos perceber a presença de emoções reais, o que influencia diretamente em nosso comportamento perante ao que foi apresentado e, por extensão, no sucesso de uma iniciativa de marketing.

Não sabe como tirar fotos espontâneas?

São evidentes os benefícios de contar com essa técnica da fotografia em seus projetos, mas nem todos sabem como aplicá-la. Como vimos anteriormente, ela é aplicada, em sua essência, por poucos.

Isso, porém, não é um problema, pois aí encontramos um dos principais motivos pelos quais agências de design devem usar bancos de imagens profissionais: o acesso a materiais de altíssima qualidade em poucos segundos.

A iStock tem um banco com milhões de imagens, entre as quais é possível encontrar fotografias espontâneas perfeitas para o seu projeto, seja qual for o assunto de que ele trata.

Faça seu cadastro gratuitamente na iStock e tenha acesso às melhores fotos espontâneas para cada um de seus projetos. Com certeza, seus clientes ficarão bastante satisfeitos e os projetos serão cada vez mais valorizados!

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Itens grátis para download na Envato Elements para o mês de outubro

Provavelmente você conhece a Envato Elements, um serviço de assinatura  do grupo Envato, que reúne empresas como Theme Forest (templates em HTML, temas em WordPress, etc.), Video Hive (vídeos institucionais, Motion Graphics e outros), Code Canyon (códigos, plugins e aplicações mobile), Audio Jungle (Vinhetas e músicas) entre outras.

Talvez você até já tenha adquirido um ou mais itens das empresas acima, mas o legal é que dá pra aproveitar alguns de seus itens sem gastar um centavo.

Como baixar os itens grátis do mês?

Todo mês, a Envato Elements disponibiliza alguns itens para download gratuito. São templates, vídeos, músicas, mockups e outros arquivos que podem ajudar o profissional de criação.

Mas, atenção: para baixar os itens, é necessário antes fazer o cadastro gratuito na plataforma (caso você ainda não tenha feito).

Após o cadastro, os itens gratuitos aparecerão na página inicial, desde que você esteja logado na sua conta.

Confira alguns dos itens gratuitos que o site disponibilizou para o mês de outubro:

Fonte Bravo Sir

Uma fonte com estilo clássico e romântico para você utilizar em seus projetos. Clique na imagem acima ou nesse link para baixar gratuitamente (é preciso criar uma conta gratuita no site antes).

Fonte Spa Rose

Uma fonte perfeita para uso em títulos, como convites, letreiros, livros, designs de papelaria, citações, marcas, logotipos, cartões comemorativos, designs de embalagens, pôsteres e muito mais.

Clique na imagem acima ou nesse link para baixar gratuitamente (é preciso criar uma conta gratuita no site antes).

Mockup de garrafas de vinho

Esse mockup permite personalizar modelos de garrafas de vinho para se adequar à sua marca. É possível alterar os rótulos, cores, planos de fundo e até as sombras.

Clique na imagem acima ou nesse link para baixar gratuitamente (é preciso criar uma conta gratuita no site antes).

Template de apresentação em Powerpoint

Economize tempo utilizando um template pronto para suas apresentações em Powerpoint. Esse modelo fornece um ótimo design visual, fazendo você se preocupar apenas com o que realmente importa: o conteúdo da sua apresentação.

Clique na imagem acima ou nesse link para baixar gratuitamente (é preciso criar uma conta gratuita no site antes).

Portfólio criativo em HTML

Um template em HTML bastante flexíveis e fácil de usar. Perfeito para freelancers, startups e até empresas maiores que desejam mostrar seus projetos de maneira elegante e profissional.

Clique na imagem acima ou nesse link para baixar gratuitamente (é preciso criar uma conta gratuita no site antes).

Curtiu? Essas são apenas algumas opções de arquivos gratuitos desse mês. Na página inicial tem mais. Aproveite e faça o download!

Clique aqui para criar sua conta gratuita e baixar todos os itens gratuitos do mês

E fique sempre ligado, regularmente vamos trazer os itens gratuitos de cada mês que a Envato Elements disponibiliza. Até a próxima!

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Conhecendo melhor as ferramentas de seleção do Photoshop

A principal prova de que não somos a nossa audiência foi uma enquete que realizei no Instagram há algumas semanas. Nela levantei questões em relação ao meu conteúdo, e para quem me conhece no Instagram, sabe que meu foco é em Illustrator e ensinar grids.

Mas nessa enquete, percebi que grande parte do meu público (mais que a metade) queria aprender Photoshop. Ela foi a primeira ferramenta da Adobe que tive contato em 2013, então, resolvi apostar em tutoriais dela também, e para iniciar, vamos falar sobre o passo zero, as ferramentas de seleção.

Ferramentas de seleção

Para simplificar o nosso aprendizado, vou separar as ferramentas de seleção em grupos. Você perceberá que o próprio Photoshop faz a separação em grupos com ferramentas similares, mas talvez não fique tão claro sem os separadores.

Quando clicamos na customização da barra de ferramentas, fica mais claro esse agrupamento que falei, o que também nos ajuda a encontrar ferramentas com determinado fim a partir do que existe nas proximidades.

Os três grupos que falarei para trabalharmos com seleção no Photoshop são: marquee tool, lasso tool e ferramentas de seleção rápida. Cada uma delas têm suas peculiaridades, e cada projeto vai demandar algo que uma ferramenta vai se destacar.

1- Marquee

O grupo marquee possui quatro opções de ferramentas, separados em rectangular, elliptical, single row e single column. Vamos falar das duas primeiras.

O uso da rectangular e elliptical é bem simples, são as formas geométricas, retângulo e elipse, que marcam a seleção. Mas também existem atalhos que visam melhorar o nosso fluxo de trabalho.

Os atalhos principais têm a ver com transformação e movimentação da seleção. Com a tecla de atalho shift, você trava as dimensões da forma em um quadrado e círculo perfeito. Caso você queira fazer a forma a partir do centro, use a tecla alt enquanto desenha a seleção.

E os atalhos podem ser concatenados. Use shift+alt para que a forma seja feita a partir do centro e mantenha as proporções. Se você quiser mudar a localização da forma enquanto desenha, use a tecla espaço para movimentar.

Depois de pronta, isto é, quando você solta o clique do mouse, ainda dá para editar. Com qualquer ferramenta de seleção ativa, basta você clicar e arrastar para mover a seleção. Caso faça esse processo com a Move tool ativa, ela recorta a camada selecionada no formato da seleção e movimenta a área cortada.

2- Lasso

As dicas que falei acima podem ser aplicadas em uma variada série de ferramentas, foque no seu objetivo. Todos os atalhos que citei servem para melhorar o fluxo de trabalho com o Photoshop. E aqui na Lasso tool, vou explicar outra série de atalhos que serão úteis em vários outros momentos do Photoshop.

Na Lasso tool, encontramos 3 ferramentas: lasso, polygonal e magnetic. Eu posso resumir essas três ferramentas em: mão livre, geométrico e automático. Isto é, a maneira como cada ferramenta faz a seleção é diferente, e como disse anteriormente, depende muito da sua necessidade, por isso é importante conhecer os diversos meios de selecionar.

A seleção livre é simples de entender, com o clique do mouse segurado, você pode definir onde quer a seleção, e esse processo pode ser somado, subtraído ou interseccionado. Caso a primeira seleção não seja ideal, você pode editá-la, somando (shift), subtraindo (alt) e interseccionando (shift+alt) partes. Esse atalho serve para qualquer ferramenta de seleção, e para entender melhor sobre o uso, o ideal mesmo é praticar.

A polygonal funciona com base em cliques sequenciais, isto é, você gera polígonos com os cliques, que são os pontos, e o Photoshop conecta eles com linhas. Esse tipo de seleção é muito adequada para formas poligonais.

E por fim, a seleção magnética, que eu falei ser automática. Com ela você realiza apenas um clique e o Photoshop interpreta o contraste entre os pixels, fazendo assim a seleção de um modo bem facilitado.

3- Seleções rápidas

É preciso ter muito cuidado com as ferramentas de seleção rápida, pois elas são atraentes do ponto de vista da facilidade, mas sabotadoras do ponto de vista da qualidade. Sempre vamos querer fazer as coisas mais rápido e gastar menos tempo em etapas importantes, mas neste momento é preciso colocar na balança e se perguntar “quanto de qualidade estou abandonando para tornar isso mais rápido?”

Mas agora falando das ferramentas de seleção rápida, neste grupo temos a quick selection e a famosa varinha mágica. As duas são ferramentas incríveis e muito poderosas quando temos alto contraste entre fundo e imagem e também clara distinção dos pixels.

Enquanto na primeira ferramenta as coisas são resolvidas com clique+arrasta, a segunda é tentadora do ponto de vista de resolver a seleção com apenas um clique. Os atalhos que falei anteriormente se aplicam para esses dois casos.

Pen tool

E obviamente, vou falar da minha ferramenta favorita, e na minha opinião, a mais segura para seleção. Quando falamos de Illustrator, essa ferramenta se enquadra para a criação de vetores, mas aqui no Photoshop ela também cria caminhos para seleção.

A dinâmica de uso dela é a mesma de qualquer software de edição vetorial, os cliques definem os nós e o clique+arrasta, as curvas. A pen tool merece um artigo dedicado a ela, pois tem um nível de complexidade e uma série de exercícios que a torna independente.

Conclusão

Quando ensinava Photoshop, entendia que as ferramentas de seleção é o status zero do aprendizado. Antes de qualquer coisa, é essencial compreender as ferramentas de seleção, dado que a grande maioria dos efeitos depende da qualidade da seleção.

Uma boa seleção é naturalmente o diferencial entre um efeito bom e ruim, e nos próximos artigos pretendo trazer alguns efeitos, e se praticou bem todas as ferramentas que falei acima, vai arrasar nas próximas.

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Personagens de Tom Hanks em diversos filmes ilustrados por Anja Shu

Quando o assunto é cinema, qual seu ator favorito?

A ilustradora Anja Shu deixa claro qual é o dela: Tom Hanks.

E para homenagear o artista, ela ilustrou diversos personagens seus, em filmes famosos como Forrest Gump, O Terminal e O Náufrago.

Confira seu excelente trabalho:

Forrest Gump

O Terminal

À Espera de um Milagre

O Náufrago

Splash – Uma Sereia em Minha Vida

Quero Ser Grande

Prenda-me se For Capaz

Sully: O Herói do Rio Hudson

E você, qual seu filme preferido do Tom Hanks? Deixe seu comentário logo abaixo!

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Você sabe o que é Branding? Sabe qual é sua importância?

Branding ou Brand management é a gestão, a criação da marca de uma empresa, assim como seu nome, as imagens ou ideias a ela associadas, incluindo slogans, símbolos, logotipos e outros elementos de identidade visual que a representam ou aos seus produtos e serviços.

Branding também
pode referir-se ao próprio trabalho ou ao conjunto de práticas e técnicas de
construção e consolidação de uma marca no mercado. A construção
de uma marca forte para um produto, uma linha de produtos ou
de serviços é consequência de um relacionamento satisfatório com
o mercado-alvo. Quando esta identificação positiva se torna forte o
bastante, a marca passa a valer mais do que o próprio produto oferecido.

Esse tipo
de serviço é extremamente importante pois é a representação de uma marca de uma
empresa, um aplicativo, uma rede social, é a imagem que vai ficar na mente das
pessoas no momento que elas pensarem no nome da sua criação.

Construir
uma marca que consiga fama na indústria de design significa muito mais do que
apenas fazer uma imagem bem colorida e enfeitada. A estratégia da Marca deve ir
além da publicidade e da comunicação, diferenciando todos os pontos ao fazer
contato com o consumidor.

Os pontos
principais que devem estar presentes na marca, além de seu nome ou de alguma
sigla ou abreviação do mesmo, é o logo, em alguns casos uma frase tema, cores
bem decididas e posicionadas, formato que faça sentido de acordo com o tipo de
mercado na qual a marca será introduzida.

Existem
diversas logotipos até mesmo aqui no Brasil, mercados, lojas, empresas,
igrejas, escolas, parques de diversões, em locais para jogar loterias, cursos, clubes de xadrez e até mesmo sites como
este.

Os
logotipos são uma assinatura institucional, ou seja, são as representações
gráficas de uma marca. Por isso ela geralmente está presente nas peças gráficas
e digitais de uma empresa. Como toda a assinatura, o logotipo segue um padrão
visual que o torna reconhecido.

O termo (a palavra) pode ser usado como o conjunto formado pela representação gráfica do nome de determinada marca, em letras de traçado específico, fixo e característico (como siglas ou letras formando nomes ou até pequenas frases) e seu símbolo visual, o que pode ser entendido como a representação visual de qualquer marca.

Foto: Shutterstock.com

Criar
uma marca, por mais que possa parecer difícil, não é nenhum bicho de 7 cabeças;
confira como fazer uma em poucos passos:

  • Definição do nome: Defina o nome da sua marca, ou negócio.
  • Elaboração do conceito visual: Aqui é onde você trabalha com
    o design, onde você vai decidir como vai moldar a seu logotipo.
  • Criação do símbolo, signo ou ícone: Este passo geralmente é o
    mais complicado pois depende, em sua maioria, da particularidade e dos
    requisitos para montagem da marca.
  • Escolha da fonte: Escolha uma fonte para as letras da logo ou
    para a frase que a acompanha, caso tenha.
  • Composição: É importante estruturar bem a sua marca para que
    ela seja visualmente agradável ao público.
  • Cores: Selecione as cores, diversifique-as bem, mas procure
    não exagerar.

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