Esse designer imagina algumas marcas com um design simplista e monocromático

É inegável que o minimalismo tem, ao longo de muito tempo, feito fãs no mundo inteiro. Algumas marcas tem seguido essa linha agrandando alguns e, claro, desagradando outros.

Mas, e se algumas marcas fossem além do minimalismo, chegando a um design simplista, monocromático, quase sem vida?

Como seria um mundo onde o famoso vermelho da Coca-Cola e o inconfundível amarelo do McDonald’s não existissem?

Confira o interessante projeto do designer Kunel Gaur que nos faz dar ainda mais valor ao designer no processo de criação de uma comunicação visual efetiva. Confira:

O designer também isolou alguns logotipos de empresas famosas, como Google, Instagram e Uber e imaginou uma abordagem parecida, porém com um estilo vintage:

E aí, o que achou desse exercício? Será que o minimalismo tem limites? Deixe seu comentário abaixo!

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Como reter a atenção do leitor utilizando os princípios do design para criação layouts

Já falei aqui no Designerd sobre os princípios básicos da diagramação, onde trouxe 4 princípios que eu considero básicos e cito sobre a infinidade de princípios que o Design possui. Os princípios que falarei a seguir são concebidos como princípios básicos do Design de Interface pela designer Melissa Mandelbaum.

Estes princípios não são exclusivos do Design de Interface, visto que todos são oriundos do Design Gráfico, isto é, entenda interface como qualquer superfície que possa sofrer interferência visual.

Segundo Melissa, os 4 princípios são: eixo, simetria, hierarquia e ritmo. Muito destes encontramos em livros básicos de Design gráfico como A sintaxe da linguagem visual e Princípios universais do Design Gráfico.

As informações que falarei em seguida são uma mescla do que Melissa diz, somado ao conteúdo dos livros citados e mais uma pitada da minha experiência com o Design. Espero que curta a leitura e não esquece de dar seu feedback na área dos comentários!

1- Eixo

Consiste no fundamento mais comum da organização. O eixo é uma linha imaginária utilizada para agrupar elementos do Design que nos auxilia com alinhamento, movimento e continuidade.

Quando os elementos estão arranjados a partir de um eixo, o design parece ordenado. Ordem gera estabilidade e conforto, tal qual na vida real onde sentimos prazer em ver objetos bem alinhados e coerentes entre si.

O alinhamento pode ser um modo eficiente de guiar o leitor pelo Design, pois através das linhas ou colunas imaginárias que conseguimos criar relações ou inter-relações entre os elementos do Design.

Um layout que segue o princípio do alinhamento, entrega pistas ao leitor sobre a ordem de leitura e compreensão de conexões. Elementos relacionados precisam estar conectados, e é por meio de pistas visuais que educamos o leitor sobre os caminhos de apreensão das informações.

Além de ajudar com o alinhamento, um eixo definido também trabalha com a ideia de movimento e continuidade. E essa utilização pode ser conjugada com o que conhecemos sobre fluxo de leitura, onde vamos acompanhar elementos (aqui no Ocidente) que fluem da esquerda para a direita, de cima para baixo.

2- Simetria

Como sabemos, nós seres humanos preferimos coisas simétricas, e isso acontece por conta do gasto energético que nosso cérebro dispõe a compreender coisas novas em contraposição de simplesmente reconhecer padrões.

Também conhecida como propriedade da equivalência visual, o princípio da simetria é muito importante e pode ser entendido como complementar ao eixo, pois é por meio do eixo que conseguimos expressá-la.

Quando falamos sobre simetria, a harmonia e beleza são predicados que estão atrelados, porque a simetria se encontra em praticamente todas as formas na natureza, com plantas e animais, por exemplo.

Um Design simétrico resulta em balanço, sobre pesos igualmente distribuídos. Mas é importante ter bastante cuidado em relação à simetria, pois ao mesmo tempo que é um lugar seguro de ação por trabalhar com previsibilidade, pode ser monótono.

No mundo ideal, conseguimos trabalhar com simetria ao mesmo passo que fazemos bons contrapontos ou geramos tensão em alguma sessão do layout. Com o nível muito alto de previsibilidade, podemos perder a atenção e o interesse do leitor.

3- Hierarquia

Hierarquia é quando indicamos o nível de importância dos elementos em um layout. Existem várias formas de exprimirmos esse princípio, sendo as mais comuns através do tamanho, cor, forma e localização.

Objetos maiores ganham nossa atenção em primeira instância, por isso tal destaque para títulos ou subtítulos acima de parágrafos, por exemplo. E quando nos referimos à tipografia, podemos ganhar essa atenção de outras formas também.

Em conteúdo textual, é possível hierarquizar os elementos por meio do peso da tipografia, seu valor de tracking e sua cor, tudo isso além de mudar o tamanho. Tipos com maior peso tendem a chamar mais atenção por conta de maior ocupação de área.

Para trabalhar bem com a hierarquia, é importante ter ciência dos níveis de importância ao grau de informação. Se estamos criando layouts a partir de informações e queremos que o leitor compreenda a mensagem que desejamos passar, saber hierarquizar é estreitamente ligado ao sucesso do layout.

4- Ritmo

Na música, ritmo é uma sucessão de tempos que se alternam com intervalos regulares. E quando aplicamos ao Design, ritmo é o movimento criado por um padrão de elementos, o que tem muito a ver com manter o interesse do leitor ao layout.

Observamos atrelados ao ritmo uma série de fatores que impactam o nosso design. O que considero o maior deles é a consistência, pois um Design com ritmo indica padrões existentes com quebras importantes que trabalham em favor do interesse do leitor.

Existem dois elementos que precisamos nos preocupar quando falamos sobre ritmo no Design, são eles os padrões e as quebras (ou pausas). Os padrões consistem em elementos que se repetem durante o layout enquanto as quebras são momentos do layout onde algo diferente está prestes a acontecer.

Conclusão

Como tenho dito, o design possui inúmeros princípios que são impossíveis de decorar ou ter consciência 100% de sua aplicação. Para prendermos a atenção do leitor em um layout, não são apenas um ou dois princípios que serão aplicados, mas uma série deles.

Pratique bastante seu senso crítico e observe trabalhos de outros designers e assim consiga melhorar seu poder de manter atenção através dos princípios do design.

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5 plugins essenciais para sua loja virtual em WooCommerce

Desenvolver uma loja virtual atrativa e segura é um passo fundamental para alcançar o sucesso.

Hoje existem muitos recursos open source no mundo digital, e as vezes ficamos perdidos em qual recurso utilizar.

O Woocommerce tem a função de criar uma loja virtual dentro do WordPress, a plataforma mais utilizada no mundo inteiro (34% da internet usa a plataforma, de blogs amadores até os maiores sites de notícias).

Para ajudar a começar seu negócio no mundo digital, separamos 5 plugins essenciais para o WooCommerce.

Confira:

PagSeguro for WooCommerce

Primeiramente, o PagSeguro é uma empresa do grupo UOL, maior Portal de conteúdo Brasileiro, isso traz uma credibilidade e seriedade para o cliente e o empreendedor.

O plugin PagSeguro for Woocommerce possui uma interface clean e intuitiva fazendo com que o cliente se sinta seguro e conclua suas compras sem complicações.

Oferece métodos de pagamentos por cartão de crédito, débito ou Boleto bancário, também permite parcelamentos da compra e possui taxas menores comparado ao concorrente Paypal.

Correios for WooCommerce

É imprescindível o plugin dos correios na sua Loja Virtual, algumas pessoas não dão importância ao planejamento do frete e por vezes o mesmo acaba saindo mais caro que a mercadoria.

A empresa possui diversas modalidades de Frete, dentre elas as populares PAC, Sedex, Sedex10 dentre outros.

O plugin Correios for WooCommerce é um software de código aberto, criado pelo brasileiro Claudio Sanches, sem nenhum incentivo dos Correios.

JivoChat Live Chat

O plugin Jivochat para WordPress permite instalar um chat online para atender seus clientes em tempo real.

Ter um atendimento online instalado em uma loja virtual irá ajudar muito na hora de tirar dúvidas rapidamente de seus clientes e ajudá-los a concluir a compra.

Confira também, nesse artigo explicativo, como instalar essa mesma ferramenta de atendimento online e gratuita em qualquer site, independente da plataforma, em apenas 3 passos simples.

Brazilian Market on WooCommerce

Ferramenta para integrar o WooCommerce com o mercado Brasileiro. O sistema WooCoomerce por padrão não tem campos como CPF, RG, CNPJ ou data de nascimento, campos frequentemente usados para cadastro no Brasil.

O plugin Brazilian Market on WooCommerce funciona com o PagSeguro, como são do mesmo autor, os dois trabalham com 100% de compatibilidade.

WooCommerce Cart Abandonment Recovery

O WooCommerce Cart Abandonment Recovery é um plugin que identifica carrinhos abandonados por clientes cadastrados e inicia o envio de mensagens para relembrar o consumidor da compra que ele não concluiu.

Muitas vezes, é só disso que ele precisa para reforçar sua decisão e terminar o processo.
Você ainda pode através de regras, criar rotinas como por exemplo; depois de 1 dia, mandar um e-mail para o cliente informando que ele não finalizou a compra e manda um cupom de desconto incentivando que ela compre.

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Composição na fotografia: o que é?

Nos primeiros artigos dessa série de dicas, acabei focando mais em questões e escolhas técnicas relacionadas ao tipo de arquivo, configurações da câmera, e outros temas, como dicas práticas para perder o medo de fotografar, entre outros.

Então já que passamos por esses primeiros passos, está na hora de começar a entender melhor o que é a composição de uma foto e por que ela é tão importante na hora da captura.

Como vou comentar sobre alguns tipos de composição e técnicas mais usadas para isso, nada mais justo do que iniciar com a definição de composição propriamente dita.

O termo “composição”

Fotografia é uma arte, uma maneira de passar uma mensagem. E quem já se interessou por artes visuais já viu a presença dela por ali. E assim como em outras artes, algumas coisas são comumente presentes, como por exemplo a própria composição que, além das artes visuais, pode ser aplicada em todos os outros meios de expressão, como dança, literatura, design, etc.

Composição, então, de maneira geral, pode ser vista sob vários ângulos, assim como as possibilidades de uma captura na fotografia.

Desde uma maneira de posicionar elementos na cena, como quem está contando uma história, ou como a maneira que esses elementos ficarão balanceados na imagem, em uma fotografia ou peça de design.

Já que composição é algo que abrange tantas áreas diferentes e pode ser vista de vários modos, vamos focar no que interessa no momento, a fotografia.

O que é composição na fotografia?

A composição no caso da fotografia, de maneira super resumida, pode ser definida como a maneira que o fotógrafo se posiciona e a forma como ele posiciona os objetos/personagens na cena que deseja capturar.

Quando alguém está fotografando, nem sempre existe a possibilidade de reposicionar todos os elementos ou mudar o local das luzes e personagens. Então, muitas vezes, é preciso “simplesmente” encontrar um melhor posicionamento para enquadrar a imagem, tanto onde o fotógrafo se posicionará, como o ângulo que a câmera vai apontar, a aproximação que a lente vai fazer (zoom) e também se será preciso subir em um banquinho/escada ou deitar no chão, por exemplo.

Isso faz com que a composição, em termos gerais, seja uma sequência de escolhas que o fotógrafo vai fazer para determinar “o que” e “a forma que” a imagem será capturada.

Como por exemplo, mostrar ou não um espaço vazio ao lado do objeto principal, centralizar ou não o mesmo objeto, deixar a linha do horizonte totalmente horizontal ou propositalmente na diagonal, entre outros detalhes que poderemos explorar futuramente.

Então, mesmo na fotografia, a composição também tem várias maneiras de ser trabalhada e conceituada. A composição de fotos mais naturais são fruto de uma antecipação do que irá acontecer em uma cena, ou seja, estar sempre preparado e olhar em volta para já se posicionar de um jeito que quando o objeto desejado estiver em seu alcance, ele fique do jeito que imaginou enquadra-lo.

Imagine um pássaro levantando voo ou um skatista fazendo uma manobra única. Se o fotógrafo já não estiver posicionado corretamente, a cena não vai se repetir do jeito que gostaria.

Esse cenário é bem diferente de uma fotografia de estúdio, por exemplo, onde o fotógrafo tem o controle total da composição. Mas isso não significa que um é mais simples do que o outro, já que cada tipo de fotografia tem suas facilidades e dificuldades.

A foto deve guiar a visão do espectador

Um poder que temos na composição, também presente nos outros meios de expressão visual, é fazer com que os olhos da pessoa sigam o que desejarmos, guiando os olhos do espectador para que ele veja primeiro determinado objeto e depois outro e, com isso, permitir que a fotografia conte uma história por si só, mesmo sendo uma imagem estática.

Uma composição errada pode fazer toda a diferença, desde resultados visualmente não agradáveis como também contar uma história não planejada. E isso nem sempre poderá ser corrigido no Photoshop ou Lightroom com uma mudança de cores ou um corte mais fechado em uma parte da imagem, apesar de ser um recurso de ouro muitas vezes.

A foto acima, escolhida para exemplificar esse tópico, é uma que pode mudar totalmente a história que está contando com um simples corte na imagem.

Se você optar por passar a impressão que a personagem principal está correndo para algum lugar, com um objetivo em mente, por exemplo, você pode deixar o espaço vazio na frente da personagem, como mostrado na imagem. Porém, se a ideia é dizer que ela está fugindo de algo ou alguém, um espaço maior na parte de trás pode ajudar a passar essa ideia.

Uma pequena mudança como essa na pós produção, altera a composição da foto e pode fazer uma diferença muito grande na mensagem que ela está passando. Mas [e preciso estar ciente que nem sempre esse ajuste é possível, seja por falta de espaço na imagem ou mesmo por excesso de informações.

Como as configurações da câmera podem alterar a composição

Como vimos, a composição é feita a partir de suas escolhas, mas além da questão de escolher um bom posicionamento e ter os objetos nos melhores lugares, as configurações da câmera também podem ajudar a reforçar alguma mensagem.

O exemplo mais claro disso é a utilização de maiores aberturas do diafragma (como reforçamos no artigo sobre a boa utilização dos desfoques), onde grandes aberturas, como 1.4 a 2.8 fazem seu objeto focado saltar aos olhos, já que o fundo ficará bem desfocado. Isso ajuda muito na composição se a ideia é justamente dar uma maior importância ao personagem ou objeto principal.

Outra escolha que altera totalmente a história contada na imagem é também uma questão de configuração: a velocidade do obturador. Pois, velocidades mais baixas, como 1/20 e inferiores, fazem com que qualquer movimento acabe gerando uma impressão maior de velocidade, já que a imagem não ficará “congelada”.

No exemplo da imagem acima, pelo fato do fotógrafo ter deixado uma velocidade mais baixa (tempo de captura maior), isso gerou o rastro do desfoque de movimento. Com esse rastro podemos imaginar uma história envolvendo a imagem, como o passar do tempo de maneira frenética para quem está trabalhando ao fundo, ou simplesmente passar uma mensagem de velocidade ou dinamismo.

A composição como parte natural do processo

Quando for capturar uma imagem, não fique se cobrando o tempo todo quanto a regras pré-definidas de composição, mas estude essas regras antes, sempre vendo muitas referências de outros fotógrafos e também de outras artes visuais, para que quando chegar na prática, a composição se torne algo natural.

Claro que tudo isso só será possível na prática. Por isso experimente novas maneiras de compôr suas imagens, mesmo que isso signifique tirar centenas de fotos do mesmo espaço.

E lembre-se: boas composições serão cada vez mais naturais de serem reconhecidas pelos seus olhos, mas além da estética existe a história, e essa, não necessariamente deve ser sempre “bonita”.

Podemos quebrar propositalmente regras que adquirimos para causar um incômodo proposital, mas para isso você primeiro precisa aprender a utilizar esses conceitos para depois saber como e quando quebra-los.

Nesse artigo, as referências de imagem vieram todas da iStock, que tem nos cedido essas ótimas imagens para ilustrar essa série de dicas de fotografia. Tanto para estudar como para utilização em seus projetos, recomendamos que se cadastre gratuitamente por lá e confira seu acervo.

Até a próxima!

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Atores e diretores de cinema nas ilustrações de Ricardo Polo

Você é fã de cinema? Então com certeza irá curtir o trabalho do talentoso ilustrador Ricardo Polo.

Com seu característico traço, o artista ilustra alguns atores famosos como Leonardo DiCaprio, Will Smith e Keanu Reeves, além de também alguns importantes diretores de cinema, como Steven Spielberg, Tarantino e Martin Scorsese.

Confira e se inspire com seu belo trabalho:

Leonardo DiCaprio

Will Smith

Keanu Reeves

Tom Cruise

Nicolas Cage

Além dos atores, o artista também ilustrou alguns famosos diretores de cinema. Confira:

Steven Spielberg

Quentin Tarantino

Alfred Hitchcock

Francis Ford Coppola

David Lynch

Irmãos Coen

Stanley Kubrick

Martin Scorsese

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Psicologia das cores e fotografia: como elas se relacionam

Neste artigo eu vou falar sobre a relação entre psicologia das cores e fotografia. Se você ainda é novo na área, deixa eu te explicar sobre isso.

Psicologia das cores é uma teoria muito forte principalmente no universo do Design, onde falamos sobre aspectos psicológicos, fisiológicos, físicos, sensoriais e culturais e sobre o impacto que as cores têm nos seres humanos. Na real, é um termo que ganha holofotes em disciplinas além do Design, como na Fotografia e Publicidade.

Para conversarmos sobre a psicologia das cores, vou usar a Fotografia como palco, explicando como as cores têm poder de afetar o nível emocional por meio da comunicação.

Já falei sobre cores aqui no Designerd, e vale muito a pena ler o artigo sobre teoria das cores como complementar a este aqui, pois estudar cores é algo complexo que precisa de muitas correlações para algo fazer sentido.

Antes de tudo

Primeiramente, precisamos entender a cor como uma linguagem. Dois parágrafos atrás, falei sobre o impacto emocional que as cores têm em nós, e dado isso, podemos emancipá-la da forma, pois cada um age no nível emocional de forma diferente.

E com isso, quero falar que a cor possui combinações e superfícies de ação que ajudam a moldar sua mensagem final, e quando falo sobre combinação, é justamente a capacidade de uma cor não significar apenas uma coisa, mas precisar de um contexto para ser analisada.

Neste ponto, gosto de entender o universo das cores como o universo da música, pois precisamos de um contexto para as notas e assim falar sobre a mensagem que ela passa. Vou chamar essa combinação de acorde cromático.

As combinações de cores são o todo da mensagem, a cor vermelha, por exemplo, pode significar tanto amor como ódio, a partir do seu acorde cromático.

Neste artigo eu vou falar sobre as cores primárias e secundárias, além de pincelar sobre o entendimento que temos acerca do branco e do preto e quais mensagens essas cores (ou não-cores) passam individualmente.

Cores primárias:

  • Vermelho
  • Amarelo
  • Azul

Cores secundárias:

  • Verde
  • Laranja
  • Violeta

Branco e preto são cor?

Como cor luminosa, o branco não é uma cor, tal como o preto. E essa discussão afeta diretamente muitas áreas correlatas ou não à fotografia. Para pintores do impressionismo, por exemplo, branco é uma não-cor.

Quando uma cor se combina com preto, seu significado positivo se transforma em seu contrário, como no exemplo anterior onde falo que o vermelho pode significar ódio.

Mas quando falamos sobre fotografia digital, assim como na Teoria da Óptica, o branco não é apenas uma cor, mas a mistura de todas as cores. Lembra do disco de Newton?

Para fixarmos uma perspectiva sobre esse assunto, vamos entender tanto o branco como o preto como cores. E, na minha opinião, muito além disso, o branco e o preto são catalisadores do significados das cores, pois num acorde cromático, elas têm o poder de direcionar uma compreensão, tanto para um significado positivo quanto para um negativo.

Cores quentes e frias

Falando um pouco sobre sensação, lidamos agora com as cores entendidas como “quentes” e “frias”. Essa categorização está diretamente associada à sensação humana acerca da cor.

Quando falamos sobre cores quentes, estamos nos referindo à elementos relacionados ao Sol, como calor e vivacidade, acontecendo o oposto com as cores frias, que se relacionam com os elementos relacionados à água, que transmitem a sensação de frio.

Cores quentes:

  • Vermelho
  • Amarelo
  • Laranja

Cores frias:

  • Azul
  • Verde
  • Violeta

Azul

Essa é a cor preferida por 45% das pessoas segundo a pesquisa da Eva Heller para o livro Psicologia da cores. Não existe sentimento negativo em que a cor azul predomine, por isso é conhecida como a cor da simpatia, harmonia e confiança.

Outros significados da cor azul:

  • Credibilidade
  • Inteligente
  • Segurança
  • Profissionalismo
  • Fidelidade

Vermelho

É a cor das paixões: amor e ódio. Possui a simbologia do fogo e é considerada a cor da felicidade. O vermelho é a mais quente e ativa das cores.

Outros significados da cor vermelha:

  • Dinamismo
  • Urgência
  • Excitação
  • Radical
  • Agressividade

Amarelo

É a mais contraditória e ambígua das cores, pois atinge significados que permeiam tanto o otimismo como o ciúme e infidelidade. Mas claro, em um acorde cromático específico.

Outros significados da cor amarela:

  • Energia
  • Iluminação
  • Alegria
  • Inveja
  • Criatividade

Verde

A cor da fertilidade e da natureza, é considerada a cor da juventude. Essa associação é feita a partir do que encontramos na natureza em termos de estágios da maturação. É também considerada uma cor tranquilizante, seguido do azul e do branco.

Outros significados para a cor verde:

  • Crescimento
  • Cura
  • Dinheiro
  • Frescor
  • Saúde

Laranja

A cor que tem uma ligação muito forte com a sensação, pois é considerada a cor do sabor, tem a ver com deleite e aroma, que por sua vez é diretamente ligado à fruta cítrica.

Outros significados para a cor laranja:

  • Transformação
  • Energia
  • Exótico
  • Recreação
  • Lúdico

Violeta

A cor do poder que também tem muito envolvimento com religiosidade, associada também ao feminismo e ao movimento gay.

Outros significados da cor violeta:

  • Esotérica
  • Extravagante
  • Nobre
  • Eclética
  • Singular

Conclusão

Falamos sobre cores e vimos exemplos aplicado à fotografias. E disso tudo fica claro apenas uma coisa: o universo das cores é mágico e extremamente complexo. Entretanto, é muito arriscado falar sobre cores pela possibilidade de remoção do contexto.

Cada cor possui um significado percebido, mas isso também depende muito do seu ambiente de atuação. Entendendo os acordes cromáticos e diversos momentos das cores, fica mais fácil inferir sobre o direcionamento da comunicação à nível emocional.

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Imagens para anúncios: como escolher corretamente?

Eis que você recebe a importante tarefa de fazer a arte de um anúncio, seja para Facebook Ads, Instagram Ads, Google Ads ou qualquer outra plataforma e mídia. Então, você procura várias imagens para anúncios até encontrar a que se encaixa perfeitamente com aquela proposta.

Depois de uma boa dose de esforço e dedicação, o serviço é entregue. Depois de algum tempo, com a campanha já no ar, o cliente te chama e diz que a conversão foi fantástica. O anúncio realmente cumpriu seu objetivo e ele quer que você se torne o designer oficial daquela empresa ou agência.

Fala sério: essa é uma situação fantástica, não é? Além da compensação financeira, você pode ter iniciado uma parceria duradoura e também se depara com a deliciosa sensação de dever cumprido.

Diferente do que se pode imaginar, a escolha de imagens de anúncios não é uma loteria. Há muita teoria por trás disso, inclusive com uma participação fundamental do subconsciente do ser humano.

Vamos aprender mais sobre o assunto para que você tenha em mãos todo o conhecimento necessário para escolher imagens que convertem e cumprem as propostas para as quais foram designadas. Vem com a gente!

Qual é o papel da ciência na escolha das imagens de anúncios?

Como dissemos, há uma boa dose de ciência por trás disso. Não precisamos nos aprofundar demais no assunto, mas entender do que se trata ajudará bastante a escolher imagens que chamam atenção.

O poder das imagens é fantástico, não apenas no que tange aos anúncios como também pela parte visual em si, e as seguintes informações ajudarão a entender melhor como isso funciona:

Nosso cérebro processa imagens muito rápido

De acordo com cientistas do Massachusetts Institute of Technology, o famoso MIT, o cérebro humano é capaz de processar imagens inteiras em apenas 13 milissegundos. Pegue um segundo, divida em 1.000 partes e separe 13 delas. É essa a fração de tempo.

Estudos anteriores estimavam que essa velocidade era de 100 milissegundos, o que já é rápido, diga-se de passagem. Porém, outro estudo foi feito com imagens exibidas em um período variável de 13 a 80 milissegundos, ou seja, todos abaixo de um décimo de segundo.

Para fins de comparação, nós levamos 100 milissegundos para piscar, ou seja, no período de tempo de uma simples piscada, seria possível processar pelo menos 7 imagens. Em um mundo de rolagem rápida na internet e nas redes sociais, esse pequeno intervalo de tempo faz a diferença.

Os mesmos cientistas do MIT disseram que 90% da informação transmitida ao cérebro é visual, enquanto apenas 10% é dividido pelos outros sentidos. Logo, escolher as melhores imagens para anúncios pode chamar a atenção do público mais rápido do que você imagina.

Veja também: Imagens para blogs: como chamar a atenção do seu público?

A maioria das pessoas é composta por “aprendizes visuais”

Uma pesquisa feita pela Pearson Prentice Hall mostrou que 65% das pessoas são primariamente aprendizes visuais, o que significa que respondem melhor a demonstrações visuais do que explicações auditivas ou mesmo táteis.

Em outras palavras, falhar na escolha das imagens de anúncios te coloca em desvantagem com 65% dos consumidores, o que pode fazer toda a diferença em qualquer estratégia de marketing.

Como escolher as melhores imagens para anúncios?

Algumas boas dicas que podem ser aplicadas a partir de agora para ajudar nesta seleção são as seguintes:

Destaque os benefícios…

Se você vai escolher imagens para anúncios de produtos para saúde e beleza capilar, por exemplo, é preciso mostrar isso claramente.

Em um estudo feito pela Behave.org com uma empresa de alongamento capilar, a imagem da embalagem de determinado produto foi substituída pela foto de uma modelo antes e depois de utilizá-lo. No desktop, os cliques na página aumentaram 7,93% e o faturamento por visitante foi 17,61% maior.

…mas considere o tamanho da tela.

No mesmo estudo que vimos acima, na versão mobile do site os cliques caíram 0,67% e o faturamento por visitante caiu 27,69% quando a imagem foi substituída pela foto da modelo.

Isso pode querer dizer que a simplicidade combina melhor com dispositivos móveis, além de seu tamanho reduzido na comparação com telas de tablets e notebooks.

Adicione sorrisos

Alwin Hoogerdijk, do Collectorz.com, fez duas versões de uma landing page. As duas eram muito parecidas, com a maior diferença sendo o seu sorriso em uma delas, contra uma cara mais séria na outra.

O aumento foi de 1,3% no número de assinaturas e de 9,9% nas vendas na versão com o sorriso, que tende a deixar a pessoa mais bonita e atraente, além de melhorar sua proximidade e simpatia.

Aproveite a direção do olhar na foto

É natural querer seguir a direção do olhar da pessoa retratada, o que certamente deve ser aproveitado por você.

Ao criar uma arte para um anúncio online com um botão de ação, por exemplo, aproveite para escolher imagens onde a pessoa retratada esteja com os olhos em direção ao local desejado.

Conclusão

Depois de tantas dicas e informações relevantes sobre como o visual instiga nosso cérebro, fica evidente que escolher imagens de anúncios é uma tarefa fundamental, mas com o conhecimento necessário, você pode tirar de letra e otimizar os resultados gerados.

Para ter acesso às melhores imagens, conte com a iStock, um banco de imagens onde você pode encontrar milhões de opções para as mais variadas demandas, inclusive que estão de acordo com as dicas que vimos neste post.

Faça seu cadastro gratuitamente na iStock e tenha todos os recursos que você precisa para escolher imagens para anúncios que realmente convertem. Pode ter certeza que isso valerá muito a pena em cada um de seus projetos!

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Ele cria divertidos mascotes inspirados em fotografias

O diferencial de uma mente criativa é saber aproveitar tudo o que a rodeia como uma forma de inspiração.

Seja a própria natureza, uma conversa informal com um amigo, uma música ou qualquer outra coisa: a inspiração pode realmente ser encontrada em qualquer lugar.

O ilustrador Alfrey Davilla sabe muito bem disso. À partir de fotografias de animais ou de pessoas, ele cria divertidos e simpáticos mascotes.

Confira seu excelente trabalho:

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Flores, frutas e outros objetos fazem parte das belas ilustrações de Jesuso Ortiz

É muito interessante notar como um artista consegue expressar (e replicar) seus sentimentos pela forma como desenvolve sua arte.

Seja pela escolha de cores, tipos de traços e até mesmo pelos elementos que fazem parte de seu trabalho, a beleza da arte consiste em ser capaz de provocar sensações.

O ilustrador Jesuso Ortiz consegue fazer isso de maneira muito particular, ao unir seu delicado e minimalista traço com elementos externos, como flores, frutas e outros objetos.

Confira seu belo trabalho:

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5 emoções que você pode explorar ao escolher fotografias para seus projetos de design

Até mesmo quem não tem um conhecimento tão aprofundado no assunto consegue distinguir boas fotos carregadas de emoções. É evidente o que elas transparecem, algo que nos afeta até mesmo inconscientemente, e a importância é ainda maior para os designers, que trabalham diretamente com isso.

Dominar a captura de emoções (com fotografias espontâneas, por exemplo) é algo que pode fazer toda a diferença para a carreira e os trabalhos de um fotógrafo, o que, por extensão, também afeta os designers que se beneficiam de tais imagens em seus projetos.

Pensando nisso, nós separamos 5 emoções que podem (e merecem) ser exploradas pelos fotógrafos. Antes disso, porém, vamos para uma abordagem rápida sobre a emoção em fotografias e como elas afetam nosso cérebro.

Fotos emotivas realmente funcionam?

Sim, sem dúvidas. Além da prática, que é o que sentimos ao olhar para qualquer imagem carregada de emoção, há explicações teóricas para tal.

Muitos estudos já foram feitos sobre o tema, e um deles é o “Emotions Evoked by Viewing Pictures may Affect Temporal Aspects of Visual Processing”, feito por Misa Kobayashi e Makoto Ichikawa, da Chiba University, no Japão, e publicado pela Japanese Psychological Research.

Neste estudo, haviam dois experimentos:

  • Experimento 1: visava examinar como as emoções e impressões evocadas ao ver imagens afetavam a habilidade de detectar a entrada visual em uma curta duração, o que estaria relacionado à resolução temporal no processamento visual. Depois, em 75% das vezes, a mesma foto era trocada por uma versão em preto e branco, a qual ficava à mostra por menos tempo.
  • Experimento 2: tinha o objetivo de investigar como as emoções e impressões trazidas pelas imagens afetam a duração percebida das próprias imagens.

O estudo foi feito com 16 voluntários, sendo 9 mulheres e 7 homens, os quais foram divididos em dois experimentos: metade do grupo começou com o primeiro, enquanto a outra metade iniciou com o segundo. Ambos grupos passaram pelos dois experimentos.

A conclusão do experimento foi de que ver imagens perigosas alonga as estimativas subjetivas da duração de tais fotos, além de elevar a precisão de detecção de seu processamento visual na comparação com imagens que demonstram segurança.

Esse aumento na precisão de detecção no processamento visual, depois de ver algo perigoso, deveria ser benéfico para a sobrevivência em situações arriscadas, como ajudar o corpo a melhorar sua capacidade de identificação depois de ver um leão na floresta, por exemplo, o que já tinha sido previsto em estudos anteriores.

Isso significa que existe um impacto comprovado trazido por fotos emotivas e, ainda que de maneira diferente conforme cada emoção, é cientificamente comprovado que tal comportamento está presente em nós.

Como aproveitar as emoções na fotografia?

Opções não faltam para agregar valor sentimental e emotivo aos projetos, o que, por sua vez, aumenta seu valor agregado de diferentes formas. Algumas possibilidades são as seguintes:

Alegria

Como diz o ditado, a alegria é contagiante. Ver uma pessoa feliz é um verdadeiro combustível para que outras pessoas também sintam-se felizes, como numa reação em cadeia.

Em anúncios, propagandas e estratégias que oferecem produtos e serviços com essa vibe positiva, é certo que as fotos emotivas apresentam um grande potencial de melhorar os resultados obtidos. É sempre melhor escolher imagens coloridas e bem iluminadas.

Tristeza

O completo oposto também é verdadeiro. Ver alguém triste, ainda que em fotos, evoca esse sentimento da mesma maneira, o que apresenta um grande apelo emocional.

Em uma campanha de conscientização, ou até mesmo em alguma ação de marketing para a venda de um produto ou serviço, pode ser interessante “tocar na ferida” e deixar visível a “dor” de seu público-alvo. Isso talvez seja o impulso que falta para que uma ação ou atitude seja tomada.

Medo

Fotos emotivas que transparecem medo também apresentam um impacto poderoso. Quem é atingido por essas imagens pode se sentir como a pessoa que foi retratada na captura, colocando-se no lugar dela para vivenciar uma determinada situação.

Campanhas de conscientização são boas aplicações para esse tipo de imagem, bem como em comparações com o sentimento contrário, de confiança, que pode ser usado para fortalecer o branding de uma marca.

Raiva

É muito difícil olhar para a imagem acima e não se lembrar da raiva. Mesmo que a emoção não tivesse sido descrita no subtítulo, ela se torna facilmente reconhecível através de uma boa captura.

Imagens que retratam a raiva (principalmente quando ela é propositalmente exagerada e direcionada a um objeto, como um computador ou um carro com defeito por exemplo) podem até mesmo despertar outros sentimentos relacionados com a comédia, possibilitando o efeito “viral” do conteúdo.

Lembrando que todas as emoções trazidas nesse artigo também podem ser exploradas em ilustrações. Se tiver dúvida sobre qual utilizar, confira esse post: Fotografias ou ilustrações: o que usar em meus projetos de design?

Surpresa

Por fim, temos a surpresa, outra emoção que pode ser explorada em fotografias e que tende a dar muito certo em uma série de aplicações, já que instiga diretamente a curiosidade da pessoa em saber sobre o que se trata e o que causa tanto espanto.

Pense no feed das suas redes sociais e em um anúncio que tem como objetivo atrair cliques dos interessados para que estes acessem uma página externa. São grandes as chances de que a foto usada retrate uma pessoa (ou mesmo um animal, como vimos acima) com uma expressão de surpresa.

Fotos emotivas + design = sucesso

Existe um conceito chamado de emotional branding, que seria algo como marketing emocional. Assim como o nome elucida, ele significa a aplicação das emoções para as estratégias de marketing de uma marca.

Se as imagens isoladas que vimos anteriormente já trouxeram a emoção retratada para o nosso cérebro, imagine as possibilidades quando são usadas de maneira mais pensada, com uma boa copy e uma execução perfeita.

Pode parecer difícil encontrar fotos que passem uma emoção que se encaixe em seus projetos de design, mas é certo que você encontrará opções fantásticas na iStock, um banco com milhões de imagens de diversos assuntos.

Cadastre-se gratuitamente na iStock e passe a utilizar as fotos carregadas de emoção o quanto antes em seus projetos. Assim, sua recepção por parte dos clientes tende a ser ainda melhor do que já acontece atualmente.

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