Adobe Spark: uma nova ferramenta para criativos

Por meio da ferramenta é possível agilizar o trabalho do dia-a-dia, podendo criar apresentações, convites e flyers

Já ouviu falar na Adobe Spark? Essa é a nova ferramenta desenvolvida pela Adobe para celulares, tablets  e desktops com o objetivo de facilitar o desenvolvimento de artes nos mais diversos formatos, transformando textos, imagens e até vídeos em algo mais visual.

A ferramenta ajuda bastante os novos empreendedores, que precisa adentrar o mercado digital, oferecendo conteúdo para conseguir realizar vendas. Conteúdos estes como: banners, posts para redes sociais, campanhas de e-mail marketing, entre outros elementos visuais que auxiliem na conexão entre marca e cliente.

Existem diversas ferramentas neste segmento que auxiliam quem precisa de algo do tipo, porém, o Adobe Spark se destaca tanto pela qualidade quanto por fazer parte da maior empresa de softwares gráficos do mundo, que é responsável por programas como Adobe Photoshop e Adobe Illustrator. 

A diferença entre o Spark e os outros softwares citados é que o Adobe Spark é projetado para quem não tem conhecimentos avançados na área de design gráfico, sendo uma ferramenta extremamente prática e intuitiva, permitindo a criação de artes profissionais em alguns minutos. 

O Adobe Spark permite o desenvolvimento de diversos tipos de materiais, entre eles: apresentação de slides, folhetos, banners, colagem de imagens, arte para redes sociais, álbum de fotos, capas, cardápios para restaurantes, convites, diversos outros materiais gráficos digitais e até mesmo criação de vídeos.

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Com criação da NBS, TSE divulga logo das Eleições Municipais

Com a proposta de transmitir ao eleitor a força de sua escolha nas urnas, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou o logo que vai compor as peças publicitárias da Justiça Eleitoral sobre as Eleições Municipais de 2020. Criada pela NBS, a mensagem principal da marca é #SeuVotoTemPoder, reforçando a importância da participação popular no processo eleitoral.

O logo é formado por diversas caixas de diálogos sobrepostas que remetem à pluralidade de ideias e ao conceito de que todos podem chegar a uma convergência por meio da conversa e da troca de informações.

“A mensagem central do nosso conceito tem o intuito de ser simples e direta. Procuramos dar enfoque no protagonismo das pessoas quando nos referimos às palavras “seu” e  “poder”. Os elementos da marca retratam as vozes e a diversidade dos eleitores brasileiros numa linguagem moderna, de entendimento imediato, que também dialoga com um público mais jovem, despertando para a consciência do voto. Essa parceria com o TSE trouxe esse resultado positivo e arrojado na concepção da marca”, explica Carla Russi, COO da nbs.

A assessora-chefe de Comunicação (Ascom) do TSE, Ana Cristina Rosa, que participou do processo de desenvolvimento da marca, explica que as caixas de diálogo, cada uma de uma cor, também fazem referência à diversidade da sociedade brasileira, que, durante as eleições, expressa sua vontade por meio do voto.

“Todo o conceito visual do logo é focado na importância do diálogo para a democracia e na pluralidade da sociedade brasileira. Para marcar essa multiplicidade de ideias e de pessoas, inovamos nas cores tradicionalmente usadas, com uma proposta mais moderna e arrojada, para chamar a atenção do eleitor”, esclareceu Ana Cristina.

A previsão é de que as campanhas de esclarecimento aos eleitores, produzidas pela Ascom do TSE, com o novo logomarco, comecem a ser veiculadas já a partir deste mês de novembro.

Ficha Técnica:
Agência: NBS
Criação: Vinicius Miike, Saulo Santos
Atendimento: Carla Russi, Bete Rosa, Aline Souza
Planejamento: Bruno Altieri
Período de Veiculação: Outubro/19 a 2020.

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Criativos criam playlist com músicas menos tocadas do Brasil em campanha para o Novembro Azul

O que as músicas menos tocadas dos maiores artistas do Brasil têm a ver com câncer de próstata? Por incrível que pareça, tudo. A verdade é que o exame do toque ainda é alvo de muito preconceito. E isso faz a próstata ser, provavelmente, a região menos tocada do corpo masculino. As consequências disso são graves. A estimativa diz que um homem descobre que tem câncer de próstata a cada 8 minutos. E a cada 45 minutos, um homem morre vítima da doença. São mortes que poderiam ser evitadas com um diagnóstico precoce, feito através do exame do toque.

Foi exatamente pensando em como incentivar o exame do toque que surgiu a iniciativa de criar a playlist “Deixa Tocar”. A ideia é chamar a atenção pelo ineditismo, e ironia, de uma playlist com as músicas menos tocadas e abordar o câncer de próstata através de um tema mais leve: a música. O objetivo final é quebrar o tabu ao redor do tema e incentivar o toque. Vale as para as músicas e vale para o exame.
Além da playlist, também foram desenvolvidos cartazes divulgando a iniciativa e incentivando homens a procurarem um médico para fazer o exame.

No Instagram, quem pesquisar por @deixa.tocar vai encontrar o perfil oficial do projeto e algumas informações úteis para desmitificar o exame.

Criação: Carolina Carrillo, Gustavo Andrade, Lucas Santos, Philippe Lacerda

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Regras de composição para profundidade: Sombras, Reflexos e Plano de fundo

A profundidade de campo é um dos conceitos mais importantes da fotografia, que vai muito além da estética e pode ser usado de alguma maneira em praticamente qualquer regra de composição para ajudar no destaque do objeto/personagem na cena.

Mas trabalhar com profundidade na fotografia também pode ser feito através de outros recursos, como sombras (para gerar volume) e reflexos (para criar perspectivas diferentes).

São conceitos e maneiras de compor a imagem bem diferentes, mas também criam um efeito mais “tridimensional” na sua captura.

Nesse artigo vamos ver um pouco dessas regras que podem ser utilizadas para dar maior sensação de profundidade na imagem, seja por configurações feitas na câmera ou por elementos na cena.

Sombras

Nada mais teatral que a utilização de sombras no meio artístico, remetendo desde o ano 120 (com o teatro de sombras na China) até hoje.

Podemos contar histórias inteiras usando sombras, e como a ideia de criar uma composição é justamente essa, as sombras fazem bem o seu papel.

Em muitas situações, tentamos neutralizar as sombras, para criar uma imagem mais suave, como em retratos, onde não queremos que as marcas de expressão se sobressaiam muito, ou quando o objeto está em uma área mais escura e precisamos aumentar a exposição para que ele apareça melhor. Mas em muitos momentos também podemos usar as sombras a nosso favor.

Então temos normalmente duas opções ao fotografar sombras: fazer com que as sombras criem uma composição mais simétrica (algo próximo como veremos a seguir em relação aos reflexos) ou fazer com que as sombras virem o objeto principal da cena (como na imagem acima), excluindo até mesmo a necessidade do personagem/objeto que gerou a sombra aparecer por completo.

Sombras são usadas muitas vezes para aumentar a emoção da foto (lembra da questão teatral acima?). Isso quer dizer que se utilizar sombras como maneira de compor a imagem, com certeza terá um resultado mais forte, talvez até carregado, do que outras técnicas. Vai aqui da necessidade de uma mensagem mais forte ou não.

Para encerrar a parte das sombras e reforçar a questão principal do artigo (profundidade na fotografia), as sombras tem um papel importantíssimo no volume da imagem, fazendo, por exemplo, com que paredes planas ganhem uma textura ou realçar partes de uma imagem sobre um fundo homogêneo. Claro que aqui nem tudo está sob nosso controle, já que em ambientes externos dependemos do sol para gerar essas sombras e a posição que ele estiver.

Reflexos

A utilização do reflexo em si não é necessariamente uma regra de composição. Na realidade é uma maneira de utilizar a simetria, algo que vimos aqui nesse outro artigo.

Voltei a falar dessa aplicação aqui pela contribuição que o reflexo faz em uma tentativa de aumentar a profundidade da cena.

É incrível o que podemos fazer com um bom reflexo. Basta ver o resultado conseguido em algumas fotos que, a partir da criatividade de fotógrafos utilizando pequenas poças de água refletindo um casal (muito utilizado em fotos pré-wedding, por exemplo), gerarem uma imagem como se eles estivessem em um grande lago.

Mas a simetria é ainda, na minha opinião, a característica mais apaixonante.

Plano de fundo

E para fechar essas dicas de composição sobre profundidade na imagem, nada melhor do que falar sobre o plano de fundo em si.

Imagine suas fotos sem um plano de fundo. Mesmo em retratos, um plano de fundo faz toda a diferença. Não podemos menospreza-lo ou tentar excluí-lo sempre, pois ele tem um papel importantíssimo na composição.

Se seu objeto estiver sobre um fundo muito carregado, ele poderá perder a importância pela competição gerada em volta, ao mesmo tempo que se o fundo estiver totalmente descaracterizado, a foto não vai parecer interessante, sem um ambiente definido.

Caso o fundo tenha muitos elementos, uma técnica que já falamos bastante é a do desfoque.

Nesse caso utilizamos a própria abertura da lente para gerar esse efeito. Ao chegar mais perto do objeto e aumentar a abertura, conseguimos desfocar o fundo, neutralizando-o mas sem perder as cores e formas do ambiente.

Mas não necessariamente desfocar o plano de fundo é a única solução.

Trabalhar com o fundo em si como integrante da composição e não tentar escondê-lo com desfoques é algo que sempre podemos tentar fazer, seja com as cores desse fundo, as luzes, ou com as técnicas que vimos nesse artigo (sombras e reflexos).

Na imagem acima a fumaça e as luzes criaram uma moldura para o personagem, que sem a necessidade de desfocar o fundo fez com que esse cenário auxiliasse no destaque dele, em vez de competir.

Portanto, trabalhar pensando no plano de fundo basicamente tem dois lados: tentar neutraliza-lo, mas sem perder sua essência, para que ele ajude a destacar o objeto; ou fazer com que o fundo em suas principais características destaquem o objeto da cena.

Como em toda regra de composição, é a sua criatividade e seu olhar analítico que permitirão criar a imagem ideal. Experimente buscar por simetrias, criar sombras com luzes adicionais (quando em ambientes controlados) e utilizar os recursos da câmera como uma extensão do seu olhar, para focar ou desfocar só o que interessa.

Mas tudo isso só é possível praticando e observando referências. É um ótimo lugar para isso é a iStock, cujas imagens estão sendo fundamentais para essa série de dicas de fotografia.

Até a próxima!

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Warner Bros. apresenta seu novo logotipo

Depois da Fox, foi a vez de outra gigante da TV e dos cinemas apresentar seu novo visual. A Warner Bros., em conjunto com a agência Pentagram, já de olho em seu centenário, em 2023, reformulou totalmente sua identidade visual.

O famosos escudo com as iniciais “W” e “B” ganhou um visual mais limpo, sem os detalhes complexos do símbolo anterior, criado em 1993.

O escudo foi reconstruído com base na proporção áurea, dando um aspecto mais alongado ao símbolo, que ficou sem a icônica faixa em sua nova versão.

Segundo a agência, “o logotipo foi otimizado para funcionar em várias plataformas e escalas, desde os pequenos espaços do mundo digital até instalações gigantescas, como a icônica torre de água no estúdio Warner Bros.”

A herança tridimensional do logotipo não foi deixada de lado completamente, pois o logotipo ganhou uma versão exclusiva para telas e em casos especiais, com iluminação e sombras que remetem ao 3D.

A cor escolhida como predominante foi o azul, que ganhou um tom mais moderno.

Além disso, a marca também ganhou uma família tipográfica que será utilizada em toda comunicação visual.

Saiba mais sobre os detalhes desse projeto na página do Pentagram.

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5 maneiras de minimizar ou evitar refações

Refação e alterações são palavras que arrepiam muitos designers. Todo designer cria uma expectativa ao apresentar o projeto para um cliente e no aguardo que este seja aprovado de primeira. Bom, sabemos que no mundo perfeito isso acontece, mas no mundo real o projeto costuma voltar com uma série de alterações.

E antes de continuar este artigo, quero clarificar a diferença entre esses dois termos. Alterações são mudanças simples no projeto, seja ela de posicionamento, cor, ordem dos elementos, etc. Já a refação consiste em mudanças substanciais, onde absolutamente nada do projeto original é reaproveitado.

Todos sabemos o quanto alterações e, sobretudo, refações, são cansativas para ambos os lados, seja para o designer que acaba investindo tempo extra no projeto, seja para o cliente que tem o prazo de entrega estendido.

E é nesse momento que precisamos ter uma compreensão holística sobre a razão das refações. Se falamos que um dos pilares da forma de pensar do designer é a empatia, devemos compreender que olhar para o lado do cliente é exercer essa empatia.

Com base nisso, falarei 5 maneiras de como evitar as temidas refações. Para completar o aprendizado, assista também ao meu vídeo:

1- Ciclos de entrega curtos

Imagine que você está preparando um molho para o seu macarrão e joga sal, orégano, salsinha entre outros temperos, mas não tem certeza sobre o gosto do que está fazendo, mas confia 100% nas suas habilidades.

Não tem como ter certeza de que o resultado final (macarrão), ficará bom, pois existe uma forte dependência de como este molho ficará. Caso o molho fique salgado demais, o macarrão também ficará. Caso fique salgado de menos, o macarrão também ficará.

O que quero dizer com isso? Os ciclos curtos de entrega se baseiam em validações mais rápidas. Significa pegar esse molho e ir experimentando enquanto o macarrão ainda não entrou na panela.

No idioma do designer, isso é equivalente a processos mais bem definidos e pequenas entregas durante o projeto. Significa validação de moodboards, mapas mentais, linha de pesquisa, conceito etc.

2- Ouvir o cliente

Não adianta se trancafiar no escritório e achar que a melhor das soluções virá de uma inspiração divina. Já escrevi sobre isso aqui no Designerd, e sabemos que criatividade é fruto de muita pesquisa e entendimento do problema, não de um momento único de insight.

Se você não escuta seu cliente nas etapas, sobretudo as mais iniciais, é evidente que sua solução será rejeitada e não progredirá.

3- Alinhar expectativas

Este é um termo muito falado na publicidade, e no nosso caso pode ser muito bem aplicado. Alinhamento de expectativa diz sobre o quando nos sintonizamos com a espera do outro.

O cliente pode estar esperando algo totalmente surreal, enquanto sua solução visa algo concreto e possível de acordo com sua experiência. Para deixar ambos na “mesma página”, é de extrema importância que haja uma conversa prévia que busca entender o que esse cliente espera de você.

4- Bom briefing

Um bom briefing é um insumo fundamental para um bom projeto. Arrisco dizer que apenas com um bom briefing é possível alcançar um bom entendimento de expectativas e compreensão do projeto.

Esse é outro tema que já falei por aqui. Mas como um bom briefing pode ajudar a minimizar (quiçá evitar) refações? Um bom briefing consiste em boas perguntas, em formas inteligentes de extrair informações. Entenda primeiro as informações necessárias para um bom trabalho, e depois formule isso em documentação.

Uma pergunta matadora (e que aprendi com o meu mentor Fábio Kerk) é: o que você espera da minha entrega? E melhor ainda, uma pergunta filosófica no pré-briefing: por que você me escolheu para resolver esse problema?

Formalize esse mindset e com certeza o número de alterações dos seus projetos cairá!

5- Outros pontos de vista

E a última dica: Design é feito para os outros. A partir de pontos de vistas diversos que se consegue construir as melhores soluções. Pessoas diferentes pensam diferente, e coisas que você como designer não percebeu, uma pessoa comum pode perceber.

E muitas vezes estamos tão imersos em nossos processos que deixamos de olhar para coisas importantes que podem definir o rumo da mensagem que estamos construindo.

Minha dica é: compartilhe com outras pessoas as soluções que você está construindo. Isso, alinhado aos ciclos de entrega curtos, fará com que o projeto vá se modelando no percurso, evitando rejeição na entrega.

Desconstruções

Para finalizar este artigo, quero falar sobre coisas que foram instituídas e que não refletimos sobre e levamos para frente sem reflexão.

Design não é arte! Por fomentar essa imagem de artístico, intocável e incriticável, designers não se permitem mudanças ao longo do processo e acabam entregando “soluções” que não são adequadas às necessidades dos cliente.

A outra desconstrução que quero propor é que alterações não são coisas ruins. Alterar significa que estávamos no caminho menos adequado e agora estamos nos alinhando para a melhor entrega possível. Então, fique feliz de ser alertado!

E por fim, pitacos são muito importantes. Lembra do designer de ateliê que falei? Aquele que se tranca no escritório em busca da inspiração e insight divino? Este não vai ao encontro dos outros pontos de vista, não aceita pitacos, pois “ele quem sabe o que está fazendo”.

Todo ponto de vista é extremamente válido, e quando entendermos que Design é puramente solução de problemas,  entenderemos que as alterações nos aproximam de caminhos mais adequados para melhorar a vida de alguém.

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Fidelização de clientes: por que investir e quais estratégias usar?

Hoje, nenhum negócio – seja ele físico ou disponível apenas no mundo digital – quer vender apenas uma única vez para cada um de seus clientes. Para isso, é necessário investir em estratégias de fidelização de clientes, com o objetivo de reter compradores e fazer com que tenham interesse em comprar de você novamente.

Mas, será que realmente vale a pena investir nessa tática? Qual é o retorno sobre investimento (ROI) da fidelização de clientes? É para que você conheça mais sobre o assunto e obtenha as respostas para estas perguntas que criamos este conteúdo. Confira ainda quais estratégias podem ajudá-lo a fidelizar mais.

O que significa fidelizar clientes?

Diferente do que muitos pensam, fidelizar clientes não se trata apenas de fazer com que eles comprem uma segunda vez em seu negócio. Uma verdadeira estratégia de fidelização faz com que o produto ou serviço oferecido realmente tenha importância e seja percebido como um diferencial na vida do consumidor.

Um ótimo exemplo de estratégia de fidelização são as campanhas de marketing da Coca-Cola, por exemplo. Em vez de simplesmente apresentar o produto – que todos já conhecem – ela foca em atrelá-lo à experiências e momentos.

E não se preocupe, você não precisa ter um negócio do tamanho da Coca-Cola para atingir excelentes resultados fidelizando clientes. Conforme o estudo da Bain & Company sobre o tema, investir apenas 5% em fidelização de clientes pode significar um aumento de até 95% em seus lucros.

Levando este dado em consideração, já é possível compreender que o ROI (Return On Investment, ou retorno sobre investimento, em português) desta estratégia é significativo.

O que fazer para aumentar a fidelização de clientes?

As suas taxas de fidelização de clientes estão atreladas à diversos fatores, desde o que você decidiu vender na internet, à seus processos de vendas, atendimento ao cliente e campanhas de marketing. Entenda como alavancar estes setores e reter mais consumidores:

Atendimento ao cliente

Primeiramente, sendo um dos fatores mais críticos para aumentar suas taxas de retenção, é muito importante investir no atendimento ao cliente.

Quantas vezes você já ouviu a clássica história de um consumidor que nunca mais comprou ou voltou à uma loja por causa do péssimo atendimento, assim como disseminou a experiência para outras pessoas?

Mesmo que seu caso não seja extremo como este, isso ainda não significa que seu atendimento pode ser considerado um diferencial competitivo. Afinal, atingir a excelência requer muito esforço e investimento. Confira se você já oferece tudo isso aos seus clientes:

  • Atendimento personalizado, centralizado nas necessidades, dores e preferências do consumidor;
  • Canais de atendimento otimizados para oferecer o menor tempo de resposta;
  • Canais integrados para apresentar uma experiência omnichannel;
  • Foco no sucesso do cliente (Customer Success) – ou seja, não apenas responder dúvidas e resolver problemas, mas sim garantir que o consumidor sinta que está saindo vitorioso ao comprar de você;
  • Prevalência do atendimento humanizado ao uso de chatbots nos canais digitais ou por telefone;
  • Disponibilidade e canais responsivos para dispositivos móveis (smartphones, tablets, etc).

Apenas ao oferecer um atendimento de alta qualidade e diferenciado da concorrência aos seus clientes você conseguirá começar a impulsionar suas taxas de retenção.

Seu objetivo no atendimento ao cliente deve ser aumentar seu NPS (Net Promoter Score) e fazer com que clientes tornem-se promotores de suas marcas, produtos e serviços.

Portanto, se ainda não otimizou este setor para alavancar a fidelização de clientes, está na hora de descobrir o que diferencia um bom atendimento de um atendimento que proporciona uma experiência marcante.

Processos de vendas

Como mencionamos anteriormente, seus processos de vendas também tem grande impacto na fidelização de clientes.

Isso porque um funil de vendas mal elaborado, sem etapas e processos muito bem definidos, pode trazer resultados tão ruins quanto um mau atendimento.

Para exemplificar, algumas das principais técnicas de vendas que ajudam não apenas a aumentar o valor do ticket médio, mas também a fazer com que clientes sintam vontade de continuar comprando em seu negócio são o upsell e cross sell, assim como os programas de fidelidade.

No Upsell, o objetivo é fazer com que o consumidor compre um produto mais caro que àquele escolhido inicialmente. Porém, para aplicar estratégia corretamente, é necessário primeiro levar em consideração as necessidades do cliente, de forma que o novo produto oferecido atenda à todas elas e ainda ofereça novas funções ou diferenciais que agregam valor. Não basta simplesmente tentar empurrar algo mais caro – isso não o ajudará a fidelizar clientes.

No Cross Sell, a ideia é fazer com que o cliente perceba o valor agregado de compras em pacote. Aqui, seu objetivo é oferecer produtos ou serviços que complementam a escolha do consumidor e fazer com que tenham benefícios em optar por comprar mais de um produto – como o clássico exemplo da batata frita e refrigerante em adição à compra de um sanduíche.

Já nos programas de fidelidade, como o próprio nome já sugere, seu objetivo é recompensar o cliente por comprar continuamente em seu negócio. Isso pode ser feito através de sistemas de pontuação, brindes, descontos para compras consecutivas, entre diversas outras estratégias.

Estratégias de marketing

Por fim, como apresentamos no exemplo da Coca-Cola ao início do artigo, investir em marketing também faz toda a diferença para sua taxa de fidelização de clientes.

Para isso, primeiramente será necessário criar a persona de seu negócio – uma representação do “consumidor ideal” que servirá para que possa segmentar suas bases de leads e criar campanhas de marketing mais certeiras.

A partir da persona, fica fácil identificar quais são os canais de distribuição de conteúdo com as maiores chances de atingir seu público, como as redes sociais, propagandas no rádio, outdoors, entre outros.

E claro, não se esqueça que o e-mail é, ainda hoje, um dos principais canais de marketing digital. Portanto, estruture uma boa estratégia de email marketing e utilize ferramentas e automações para conquistar seu público.

Pronto para aumentar a fidelização de clientes?

Agora que você conhece mais sobre como fidelizar clientes e porque isso é importante, assim como quais são os problemas de oferecer serviços ruins, como um mau atendimento ou trabalhar com processos não estruturados, está na hora de avaliar seu negócio.

Se você não quiser vender apenas uma única vez para cada cliente, aproveite nossas dicas e invista em uma plataforma de atendimento que pode ser integrada aos seus canais de marketing e soluções de vendas, como é o caso do JivoChat, que oferece chat online, telefonia, email, e um ecossistema de atendimento omnichannel.

Diferente do que muitos pensam, nem todas as ferramentas já existentes e projetadas para ajudá-lo a atingir seus resultados são caras. Na verdade, como um ótimo exemplo, o JivoChat é gratuito e pode ser instalado em sua página facilmente. Portanto, confira e avalie seus relatórios. Boas vendas!

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4 motivos para utilizar imagens brasileiras em seus projetos

Você usa imagens brasileiras em seus projetos? Se não o faz, a possibilidade já deve ter passado por sua mente, e caso já tenha adotado tal opção, talvez tenha sido capaz de comprovar os benefícios de perto.

Essa é uma decisão que pode ter impactos positivos diretos em seus projetos, não apenas na execução como também nos resultados obtidos, o que consequentemente satisfará as exigências dos clientes e o colocará em destaque perante a concorrência de outros designers.

Nós separamos alguns motivos que certamente mexerão com a sua cabeça e te trarão o desejo de usar tais imagens nos projetos vindouros. Confira!

Vale a pena usar imagens brasileiras em projetos de design?

Sim. Essa é uma decisão cujos efeitos vão muito além da parte estética, felizmente, como nos seguintes motivos:

1. Identificação com o ambiente

Olhe para a imagem acima. Ainda que não haja nenhuma descrição, não é difícil se lembrar do sítio do seu avô, da chácara da família ou de algum outro espaço verde que esteja em terras tupiniquins.

A vegetação e o estilo da estrada remete a paisagens brasileiras, ainda que isso ocorra de maneira inconsciente. Este é um motivo fundamental: a familiaridade.

Esta é uma tendência inerente do nosso comportamento. Por exemplo, em relacionamentos, quanto maior é o número de vezes que nós vemos alguma pessoa, mais felizes nós geralmente ficamos com o ocorrido, mesmo que seja um conhecido no ponto de ônibus, por exemplo.

Robert Zajonc, um psicólogo polonês-americano, foi um dos primeiros a estudar o fenômeno. Ele percebeu que a maioria dos animais exibia alguma forma de medo ou evasão quando se deparavam com algo novo ou desconhecido, o que também se aplica aos humanos.

A aplicação desse experimento, agora voltado aos humanos, pode ser testado no design, onde as chances de um projeto atingir o resultado desejado podem ser muito maiores quando o princípio da familiaridade se aplica.

2. Proximidade com o público

Imagine que você recebeu um job de uma fintech do ramo de investimentos. Claramente, o intuito é chamar a atenção do público para que este possa aplicar seus rendimentos na plataforma e, assim, aumentar o reconhecimento de marca e a carteira de clientes da empresa.

A imagem acima conversa diretamente com o público, já que as imagens brasileiras denotam nossa realidade – no caso, as notas de real, personagens do nosso cotidiano. Uma mão cheia de notas de R$ 100 e R$ 50 é sinônimo imediato de prosperidade.

Agora, em sua mente, troque as notas por dólares, libras, euros, ienes, pesos ou quaisquer outras. Se a pessoa atingida não souber do que se trata, pode associar a um serviço de câmbio, por exemplo, mas dificilmente a uma plataforma nacional de investimentos.

O princípio da familiaridade que vimos acima também funciona aqui. Notas de outros países seriam uma barreira adicional no processo de conquista do cliente, o que está totalmente contra o que o projeto propõe.

Da mesma forma que fotos espontâneas agradam o público, você também ganha em proximidade e avança uma etapa no relacionamento com os potenciais clientes ao usar imagens brasileiras.

3. Reconhecimento do povo brasileiro

A miscigenação é uma das principais características do brasileiro. Não é uma tarefa tão difícil pensar no estereótipo de pessoas que nasceram em outros países, mas quando se fala sobre o Brasil, o nível de dificuldade aumenta.

Nós temos negros, brancos, mulatos e pardos. Descendentes de europeus, asiáticos, africanos e americanos espalhados por toda a extensão do Brasil, em uma das maiores riquezas de que podemos nos orgulhar.

De acordo com os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) 2015, 45,22% dos brasileiros se declaram como brancos, 45,06% como pardos, 8,86% como pretos, 0,47% como amarelos e 0,38% como indígenas, uma maravilhosa riqueza de cores e raças.

Valorizar o país e seu público é mais uma vantagem das fotos brasileiras, pois retrata exatamente a sociedade em que vivemos. Isso tende a chamar a atenção do público.

Seja qual for a área de atuação de um cliente, vale a pena mostrar sua proximidade com os brasileiros. Assim, mesmo que se trate de uma empresa que acabou de desembarcar no Brasil, suas iniciativas de divulgação tendem a atrair a atenção do público.

4. Representação de festas e comemorações sazonais

Os Estados Unidos têm o Dia de Ação de Graças, a Irlanda tem o Saint Patrick’s Day e as colônias chinesas têm o Ano Novo Chinês. O Brasil também têm seus feriados típicos, como a Festa Junina, e isso não pode ser explorado de outra forma que não com imagens brasileiras.

Todo designer sabe que solicitações sazonais são corriqueiras em datas comemorativas, e enquanto algumas imagens podem ser encontradas com facilidade, outras nem tanto. Nesses casos, as fotos nacionais são indispensáveis.

Invista em imagens e fotos brasileiras e melhore a assertividade dos seus projetos!

Nós já abordamos por aqui porque as agências de design devem usar bancos de imagens profissionais em seus projetos, o que também se aplica aos freelancers, mas nem todos trazem opções brasileiras.

Felizmente, este não é um problema, já que a iStock traz o melhor acervo de imagens brasileiras a que você pode ter acesso, com opções variadas para atingir as mais variadas necessidades de seus projetos.

Aproveite a oportunidade para fazer seu cadastro gratuito na iStock e também ter à sua disposição centenas de imagens brasileiras. Pode ter certeza que seus projetos e clientes agradecem!

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7 dicas para ser um bom designer (e um checklist para autoavaliação)

Neste artigo eu vou dar 7 dicas que te ajudarão a melhorar sua qualidade como designer. As informações a seguir são insumos de estudo, do que outros designers falaram e também fruto de algumas conversas com outros designers.

Você pode usar este artigo como checklist para se avaliar e traçar um plano de melhoria. No final eu tenho uma dica bônus junto com uma imagem com todas as dicas que falarei a seguir, então fica ligado.

Se você se sentir confortável, pode compartilhar a imagem com os seus checks nos stories me marcando (@ericles_batista). Marca lá que estou ansioso para saber!

1- Banco de referências

As referências movem o trabalho de um designer. Antes de começar qualquer projeto é importante buscar referências, e estamos sendo bombardeados por informações visuais o tempo inteiro. Guardar essas referências em repositórios ajuda no momento de idear alguma solução no futuro.

Na época em que trabalhava como designer gráfico, meu hobby era guardar panfletos de inspiração. Existiam coisas nos trabalhos de outros designers que serviria muito bem como solução para alguns dos meus projetos.

E para ter um banco de referências realmente sustentável, é importante ativar o senso crítico. Refletir sobre a razão pela qual um designer optou por determinada solução e verbalizar o que está vendo ajuda a solidificar o conhecimento.

Parece muita viagem, mas acredite, muito dos excelentes designers que eu conheço consomem criticamente tudo o que entram em contato, e isso vai te ajudar muito para a dica seguinte.

2- Processo bem definido

Design é processo, e precisamos ter nossos processos bem definidos. Elaborar processos significa saber onde estão acontecendo os erros. Elaborar processos é construir uma fórmula mais ou menos planejada de como encontrar soluções.

Muitas vezes fazemos associações sobre como a tarefa criativa vive de lampejos, e isso aumenta nosso desleixo de compreender design como uma atividade reflexiva, de pesquisa e validação de hipóteses.

3- Estudo contínuo

Estude sempre! Seja por meio de cursos, livros ou conversas. A troca de experiências é uma ferramenta incrível de aprendizado, te mantém atualizado e envolve com novos pontos de vista.

Algumas plataformas são excelentes para manter o estudo sempre em dia, como Udemy e Alura.

Lá você encontra cursos de assuntos diversos que envolvem o Design, e por serem plataformas online, você coordena seu horário.

O Designerd também tem dois cursos online próprios, de Illustrator e Photoshop, que vão te ensinar a trabalhar melhor com cada ferramenta.

4- Autoconhecimento

Conhece-te a ti mesmo. Autoconhecimento tem uma relação muito forte com conhecer seus limites.

Mas Éricles, o que isso tem a ver com Design?” Conhecer os limites envolve reconhecer o que são desafios possíveis ou simplesmente circunstâncias de frustração.

As frustrações que falo tem a ver com topar projetos que são claramente impossíveis, seja por complexidade, por tempo ou pela falta de conexão com o cliente. Saber dizer “não” é o que difere os bons designers dos designers medianos, pois um dos mandamentos do bom Design é honestidade, consigo mesmo e com o outro.

5- Pesquisa

Parece que essa dica é um repeteco das dicas anteriores. Um banco de referências rico baseia-se em pesquisa, um processo bem definido baseia-se em pesquisa, estudar continuamente requer pesquisa e também o autoconhecimento exige pesquisa.

Bom, design é pesquisa. O que fundamenta a profissão é o respaldo para determinadas soluções, não somente o seu valor visual. E o valor visual é fruto de um processo de pesquisa muito bem embasado.

Quando falo sobre pesquisa no design, você pode compreender vários tipos de pesquisa, mas vou te falar 3 focos de pesquisa que são fundamentais para qualquer projeto.

5.1- Similares

A pesquisa com os similares diz respeito sobre entender o que já foi usado como solução para uma determinada demanda. Normalmente eu salvo o conteúdo da pesquisa de similares em uma pasta separada.

5.2- Concorrência

Junto a entender sobre os similares está entender a concorrência. Às vezes os similares são também a concorrência, mas aqui eu separo as boas soluções que encontrei das soluções que preciso superar. O design, em qualquer projeto, precisa entrar para aumentar a vantagem competitiva de uma marca.

5.3- Pessoas

Como eu sempre falo: se existe uma demanda existe alguém que é afetado diretamente. Pesquisar com pessoas significa entender o ponto de vista delas sobre a sua solução. E sim, isso inclui compreender o ponto daquele cliente criterioso. Mas para além do cliente, estão as pessoas que se envolvem no projeto como os colaboradores e público-alvo.

6- Empatia

Empatia é a capacidade de se conectar com o outro levando em consideração suas experiências e background. Esse atributo dá match com o design porque a figura do designer precisa entender de pessoas antes mesmo de entender de Design.

Propomos soluções para pessoas, mas para que essas soluções sejam realmente eficazes, é preciso levar em consideração a história do outro e sua relação com o problema.

7- Experimentação

Design não é design sem experimentação. Só saberemos qual solução se apresenta mais adequada quando testamos uma série de soluções. Lembra que falei sobre ter um repositório de referências? É aqui que ele é utilizado.

Testamos, odiamos, testamos de novo, gostamos, testamos por fim, odiamos de novo. Volta todo o processo. É nisso que se baseia o design, uma atividade iterativa (isso mesmo, sem o “n”) que se dá por meio de pressupostos de projeto que vão nos direcionando para a melhor solução.

Dica bônus – Prática

Se deixar tudo no campo teórico, nada que eu falei acima vai funcionar. Pratique! Algo que fiz (e ainda faço) são projetos fictícios durante um período. Desafios de 7, 14 ou 21 dias são muito bons para isso.

Defina seu objeto de estudo, seja ela criação de peças gráficas ou Design digital, e a partir disso, crie uma peça diferente todos os dias. Busque aplicar princípios e técnicas de Design, verbalize o que está sendo feito e por fim entenda mais sobre o seu processo.

Curtiu esse conteúdo? Deixa nos comentários para que eu possa saber. E ah, não esquece de baixar a imagem para você avaliar seu status e compartilhar comigo no Instagram!

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Regras de composição: Espiral de ouro, Sobreposição, Enquadramentos e Simetria

A definição de regra, segundo o dicionário Michaelis é:

  1. O que regula, disciplina ou rege; norma, preceito, rédea

Sei que a palavra regra é forte, principalmente em uma área predominantemente criativa, mas a regra aqui não é um conjunto de aspectos e normas imutáveis, mas sim sugestões para melhores aplicações dos conceitos técnicos e criativos para formar uma boa composição.

Como vimos nos dois últimos artigos, sobre o conceito de composição na fotografia e sobre a regra dos terços, existem técnicas que, quando bem utilizadas, vão fazer sua imagem saltar aos olhos e contar uma história muito melhor. Pensando nisso, separei algumas dessas regras de composição com exemplos de aplicação a seguir:

Espiral de ouro

A espiral de ouro é, na verdade, a origem da regra dos terços. São muito parecidas pelo formato que a grade fica quando aplicada. Mas a regra dos terços acaba sendo uma versão simplificada da espiral de ouro e por isso acaba sendo mais aplicada.

Proporção Áurea, Número de Ouro, Número Áureo, Secção Áurea, Proporção de Ouro e, claro, Sequência de Fibonacci, são nomes muito comuns para quem está pesquisando/estudando design, arte e outras áreas relacionadas. O mesmo princípio é encontrado na espiral de ouro.

A espiral forma também as divisões imaginárias na imagem em 3 colunas e 3 linhas, criando os pontos de cruzamento, chamados pontos de ouro.

Assim como foi falado de maneira mais detalhada no artigo sobre a regra dos terços, posicionar seu objeto principal em um desses pontos, deixando a imagem propositalmente não centralizada, cria um aspecto mais dinâmico, já que normalmente fotos centralizadas costumam representar mais serenidade, cenas estáticas e até menos interessantes.

Sobreposição

A sobreposição é uma regra que entra para dar volume e profundidade na foto.

Como nossas imagens acabam virando planos depois de feitas, podemos explorar algumas maneiras de dar uma sensação tridimensional na hora da composição, seja pelo bom uso da luz e sombra, desfoques e objetos com volumes destoantes ou um ângulo que reforce a distância entre os planos.

Um exemplo claro disso é uma foto de perspectiva em um corredor, principalmente se o corredor tiver elementos em seu meio que deem uma sensação maior de profundidade, como na imagem acima.

Enquadramento

A função da moldura em um quadro não é ter maior destaque que a obra enquadrada, mas sim ajuda-la em seu impacto visual. Isso quer dizer que se a moldura estiver se destacando mais que a imagem, existe algo errado (a não ser que seja realmente esse o objetivo).

Na fotografia a ideia é semelhante. Muitas vezes podemos encontrar molduras naturais no ambiente que iremos capturar. Árvores, portas, portais, ou até mesmo ombros e pernas, mas sempre com o objetivo de enquadrar outro objeto na cena por trás.

O legal dessa técnica de composição é que podemos ser bem criativos, pois muitas vezes temos que “caçar” um enquadramento perfeito ou até mesmo produzi-lo.

E o resultado é quase sempre interessante, gerando um maior foco no objeto ou personagem principal, já que a moldura meio que o seleciona, como se estivéssemos circulando a área desejada da cena.

Simetria

Essa técnica é uma das preferidas para quem tem mania de organização, mas não só. É realmente bem legal o efeito que uma imagem simétrica gera, podendo criar até mesmo um efeito mesmo relaxante.

Simetria é a correspondência entre os lados da imagem. Uma simetria perfeita faria com que os dois lados (horizontal ou vertical) estivessem iguais, como se fossem espelhados, mas em um ambiente real nem sempre temos tanto controle assim. Então uma composição natural existe certa “margem” para ser considerada simétrica.

Na imagem acima podemos ver pequenas diferenças entre os lados se criássemos uma linha vertical imaginária no centro da foto, mas é simétrica o suficiente para ser considerada uma composição assim.

O exercício de buscar simetria está nos detalhes, não só no cenário completo. Podemos encontrar simetria em partes de móveis, árvores, texturas. É aí que entra também sua criatividade ao posicionar o objeto/personagem em um desses lugares para que ele interaja com essa simetria.

Quando feito isso, o destaque nele é muito maior, já que a simetria vai fazer o papel de uma moldura, destacando o objeto.

Conclusão

Como estamos vendo nos últimos artigos, a composição é a maneira que você tem para contar a história através de uma foto estática e muitas vezes quem tem que se mover é você, como fotógrafo, buscando os melhores lugares e enquadramentos.

Pratique bastante e busque sempre por novas referências para ir adotando o estilo que mais se identifica. E uma boa maneira de fazer isso é utilizando imagens de ótima qualidade, como as encontradas no nosso parceiro iStock, que vem nos ajudando a desenvolver essa série sobre dicas práticas de fotografia.

Até a próxima!

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