Designer cria pôsteres com tipos de auras visuais

O designer e ilustrador Tiago Pinotti desenvolveu um belo projeto para a Associação Brasileira de Cefaleia em Salvas e Enxaqueca (ABRACES). No projeto Aura Visual, que trata de um tipo de doença neurológica, que afeta 20% das pessoas que tem enxaqueca, o designer buscou representar 18 tipos de sintomas visuais.

O nome aura refere-se justamente às sensações que você observa um pouco antes da dor de cabeça começar. Esses sintomas iniciais são também chamados de um pródromo. A aura pode durar poucos minutos ou até uma hora, seguidos da dor de cabeça muito forte.

Confira:

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Google Maps completa 15 anos e ganha redesign de seu ícone e novas funcionalidades

Você provavelmente já precisou dele para chegar em algum destino. E agora, em seu aniversário de 15 anos de vida, o Google Maps lançou o redesign de seu logotipo e do aplicativo.

Segundo o comunicado da empresa, o ícone “se baseia em uma parte essencial do Google Maps desde o início – o alfinete – e representa a mudança que fizemos de levá-lo ao seu destino para também ajudá-lo a descobrir novos lugares e experiências.”

Confira o vídeo com a mudança do ícone do Google Maps ao longo do tempo:

O aplicativo também passou por atualizações, deixando claro seu foco em auxiliar os usuários a explorarem e descobrirem novos lugares, além de novos recursos relacionados à transporte público e realidade aumentada, por meio do Live View.

Veja os detalhes completos dessas novidades nesse artigo sobre os novos recursos do Google Maps.

O que achou dessa mudança? Comente abaixo!

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5 elementos que fazem a diferença na sua composição fotográfica

Em nossa série de dicas práticas de fotografia nós já falamos sobre várias técnicas, dicas e conceitos essenciais para que você aproveite bem sua câmera/celular para tirar as melhores fotos.

Algumas das principais regras de composição foram abordadas nos últimos artigos, e para concluir esse tópico, é legal lembrar de alguns elementos que podem ser usados em praticamente qualquer regra. E com aquele feeling especial de fotógrafo, assim como muita prática, consegui resultados bem legais.

Reflexos são ótimos personagens, use-os

Quando começamos a olhar o mundo com a intenção de fotografá-lo, não podemos ficar apenas no óbvio e deixar passar a oportunidade de capturar os detalhes. Afinal, como já dizia Michelangelo (apesar de que algumas fontes citam a frase como sendo de Leonardo da Vinci): “Detalhes fazem a perfeição e perfeição não é um detalhe“.

Os reflexos são detalhes muitas vezes despercebidos na passagem acelerada de um olhar desatento. E aproveitar os reflexos e a visão de mundo que eles dão faz uma grande diferença em nossas imagens.

Dias chuvosos, lagos, janelas, piscinas, metais, entre tantas outras oportunidades, que não se limitam somente a água, como é normalmente aproveitado.

Um dos elementos que fazem o reflexo ser incrível e atraente é a simetria, que é muito adorada e utilizada no design e na fotografia. Se quiser aprender mais sobre simetria, falamos sobre ela nesse artigo.

Deixe espaço para seu objeto principal

Ter um cuidado especial com o espaço em volta de seu personagem ou objeto é muito importante para que ele tenha sua importância menos afetada pelo ambiente.

Mas esse espaço que você pode deixar ao redor dele sempre vai variar conforme o que quer passar na imagem, na história dessa cena.

Imagine uma cena em que seu protagonista precisa ser representado como um ser pequeno, fraco e impotente, como alguém que está passando por problemas pessoais, onde desafios estão tomando sua vida, o mundo em sua volta está engolindo-o, ou mesmo mostrar como somos pequenos no meio de todo o universo, entre outras “viajadas” que pode dar para mostrar sua ideia.

Em uma imagem assim você pode e deve manter um espaço grande em volta dele.

Mas em situações em que nosso personagem está acima de qualquer dúvida, é o herói da história, está superando os obstáculos e nada é mais importante que ele no momento, é comum optarmos por reduzir os espaços em volta dele na hora de capturar a imagem, chegando mais perto ou dando um zoom.

Claro que aqui outros elementos de composição são muito importantes para fazer esse efeito de engrandecer ou diminuir alguém ou algo, como o ângulo, onde temos o plongée e contra-plongée, que falarei mais abaixo.

Na imagem acima, por exemplo, podemos ver que existe um certo equilíbrio, onde tanto o personagem como o cenário tem sua importância. Mas o personagem está com um bom espaço a sua volta, criando um destaque nele sem o deixar pequeno.

Ocupe o espaço de maneira útil

Muitas vezes o cenário que queremos fotografar é gigante. Grande ao ponto de não caber na foto, mesmo você dando muitos passos para trás (até quase cair), ou usando lentes super wides (grande angulares).

O que vai fazer nessa situação? Tirar uma foto mais ou menos do lugar? Se for uma simples foto de documentação isso pode ser a saída, tirando várias fotos do espaço até ter todos os pedaços dele. Mas se a ideia é fotografar imagens visualmente atraentes e bem compostas, o ideal é ocuparmos o espaço da nossa fotografia de maneira que um detalhe se destaque perante o resto da imagem.

Como assim? Veja no exemplo acima, mesmo sendo uma foto que em termos de composição não tenha nada de inovador, se diferencia por mostrar o lugar por uma característica dele e não pelo todo.

Isso quer dizer que muitas vezes tentamos capturar o macro, sendo que o “micro” já diz muito. Então se não for possível pegar toda a cena de uma vez, tente achar algo nela que conte bem a história do lugar, por exemplo, e feche a cena nesse objeto, não desperdiçando a área da sua fotografia com elementos que vão se perder no meio de várias coisas.

Detalhes únicos fazem toda a diferença e podem contar muito da cena só neles, e todo lugar tem um, cabe você de encontra-lo.

Olho no olho

Imagens não naturais causam estranheza. E se a seu objetivo é não incomodar ou gerar uma ideia diferente para quem está vendo sua foto, principalmente em fotos de retrato, manter essa naturalidade é uma boa pedida.

Nós nos comunicamos muito pelos olhos, e mesmo com as diferenças de altura de cada um, é normal pensar que a linha dos olhos é a altura padrão para uma conversa, uma conexão.

Por isso duas coisas são extremamente importantes ao aproveitar o olhar do personagem a ser fotografado. A altura (que influencia no ângulo da foto) e o foco.

A questão da altura é a mesma que falamos acima. Se você tirar foto de cima para baixo (plongée) de uma criança, por exemplo, porque ficou com preguiça de se abaixar, a criança vai parecer ainda menor do que é. Experimente se abaixar no nível dos olhos do personagem para tirar a foto e veja a diferença.

Quanto ao foco, quando tiramos fotos bem próximas, em grandes aberturas (f/1.4, f/1.8), poucos centímetros de diferença entre a lente e o personagem podem fazer com que parte dele fique focada e outra não. Por isso, se isso acontecer, foco no olho.

Brinque com perspectivas e ângulos diferentes

Novamente sair do padrão é o que pode fazer nossas fotos serem mais ou menos atraentes.

Sei que falei sobre a questão de fotografia naturais e na altura dos olhos um pouco acima, mas isso justamente quando estamos falando de retratos, e retratos onde queremos passar naturalidade e conexão. Mas em outras situações a quebra do padrão é interessante e válida para seus estudos.

Isso acontece porque mesmo você sendo uma pessoa baixa ou alta, nossa visão de mundo não se diferencia de maneira absurda, sempre estamos em uma altura média do chão, então se a sua ideia é criar uma composição diferente, primeira coisa é tentar fotografar de um ângulo ou posição pouco usual, gerando até mesmo perspectivas únicas.

Se jogue no chão, suba em locais (seguros), gire a câmera na diagonal, de ponta cabeça. Aproveite para fazer seus experimentos e crie seu estilo.

O legal aqui também é que se você tirou uma foto normal e quer dar uma girada nela, ou muitas vezes o contrário (quando não gostou dela na diagonal e quer endireitar), saiba que cortar e rotacionar a foto na edição não é pecado, mas sim muitas vezes necessário para uma boa composição.

Por vezes podemos ter tirado fotos com espaço excessivo do objeto, ou não estávamos em uma posição que permitia aquele ângulo que tanto queria. Aproveite que as câmeras hoje tem uma grande resolução (já que seu corte e rotação fará perder alguns pixels) e use os recursos do Photoshop para cortar e rotacionar a imagem até ficar do jeito que achar melhor.

E não recomendo que faça isso na câmera, já que editar no computador vai te dar muito mais controle do que deseja manter ou cortar, pela simples diferença de tamanhos de tela.

Conclusão

Espero que esteja gostando e aproveitando essas dicas de composição. Nós, junto com a iStock, separamos essas dicas desde o primeiro artigo da série com as melhores imagens que sempre poderá acessar por lá e utiliza-las em seus projetos.

Mas ainda não acabou!

Até a próxima!

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Esse ilustrador brasileiro transformou personagens da nossa infância em lindas ilustrações

Se você passou muitas horas da sua vida assistindo Castelo Rá-Tim-Bum e lendo os gibis da Turma da Mônica e quer sentir um pouco de nostalgia, está no lugar certo.

O ilustrador brasileiro Rafael Sam redesenhou em seu próprio estilo diversos personagens que fizeram parte da infância de muitas pessoas.

O resultado você confere a seguir:

Castelo Rá-Tim-Bum

Turma da Mônica

(Imagina que legal esse encontro!)

Rugrats: Os Anjinhos

Os Batutinhas

Fred Flintstone

As Meninas Superpoderosas

O Fantástico Mundo de Bob

O Mundo de Beakman

Punky, a levada da breca

Calvin & Haroldo

Ziraldo e Menino Maluquinho

E aí, o que achou dessa viagem à sua infância, onde em vez de boletos atrasados só existiam bolachas recheadas? Comente abaixo o que achou!

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24 fontes vintage/retrô gratuitas para ambientar seus projetos

Você já pensou o que define algo ser retrô ou vintage?

Basicamente, vintage remete ao clássico e antigo, normalmente fazendo uma relação com objetos de qualidade da época, normalmente datando desde 1920.

Como não é fechado em um período muito próximo e cada vez mais coisas “novas” estão se tornando antigas, esse estilo muda muito e as fontes demonstram isso bem claramente, com visuais completamente distintos, mas sempre com um certo charme de época que pode ser muito bem aproveitado em diversos projetos.

Se gosta ou precisa representar esse estilo de época, confira essas fontes gratuitas para uso pessoal e comercial que separamos para vocês (bônus: a grande maioria é totalmente acentuada, conforme o teste que fizemos nas imagens de exemplo).

UpperEastSide

(clique aqui ou na imagem acima para baixar)

Airstream

(clique aqui ou na imagem acima para baixar)

HamburgerHeaven

(clique aqui ou na imagem acima para baixar)

FortySecondStreetHB

(clique aqui ou na imagem acima para baixar)

Diner

(clique aqui ou na imagem acima para baixar)

SeasideResortNF

(clique aqui ou na imagem acima para baixar)

LemonChicken

(clique aqui ou na imagem acima para baixar)

DayPosterBlack

(clique aqui ou na imagem acima para baixar)

DymaxionScript

(clique aqui ou na imagem acima para baixar)

Anagram

(clique aqui ou na imagem acima para baixar)

MinstrelPosterWHG

(clique aqui ou na imagem acima para baixar)

Rhumba Script NF

(clique aqui ou na imagem acima para baixar)

Grenadier NF

(clique aqui ou na imagem acima para baixar)

Souci Sans NF

(clique aqui ou na imagem acima para baixar)

Copasetic NF

(clique aqui ou na imagem acima para baixar)

Doctor Jekyll NF

(clique aqui ou na imagem acima para baixar)

Ironick NF

(clique aqui ou na imagem acima para baixar)

Park Lane NF

(clique aqui ou na imagem acima para baixar)

Lovelo

(clique aqui ou na imagem acima para baixar)

Bernier

(clique aqui ou na imagem acima para baixar)

Gogoia Deco & Gogoia

(clique aqui ou na imagem acima para baixar)

Disclaimer

(clique aqui ou na imagem acima para baixar)

Metropolis 1920

(clique aqui ou na imagem acima para baixar)

Null

(clique aqui ou na imagem acima para baixar)

Agora é só escolher a fonte mais próxima do estilo que deseja seguir, baixar e instalar.

Se você tiver alguma necessidade de estilos específicos de fonte, conte pra gente nos comentários ou redes sociais, assim podemos colocar como uma das opções para as próximas listas.

Até a próxima!

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5 tendências de fotografia para explorar em 2020

A fotografia é uma arte e, naturalmente, surgem novidades e atualizações com o passar do tempo, além de técnicas e práticas que tendem a ganhar força a cada ano.

Estar a par de tais tendências não apenas é interessante como, além disso, agrega valor ao seu currículo e carreira, o que, por sua vez, te coloca à frente da concorrência e, por fim, pode resultar em novos – e melhores – jobs.

Se você quer saber quais tendências fotográficas estão em alta, veio ao lugar certo! Vamos conferir o que deve guiar os olhos dos fotógrafos e as lentes dos obturadores durante o ano de 2020.

Quais algumas tendências de fotografia estão em alta em 2020?

Prepare os ajustes e as lentes para poder tirar fotos maravilhosas e, de quebra, que estão de acordo com as demandas e solicitações do mercado!

Imagens aéreas

A ligação da fotografia com a tecnologia é intrínseca. De fato, podemos dizer que essa arte deriva das inovações tecnológicas, já que foi a invenção das câmeras que possibilitou a fotografia.

Neste sentido, uma técnica que merece destaque é o uso de drones, capazes de tirar fotos fisicamente impossíveis (ou muito difíceis) de se obter de outras formas, mantendo a estabilidade e o campo de visão que se tornam possíveis.

Hoje, os equipamentos são mais acessíveis do que eram antes, o que significa que você não precisará despender uma quantia enorme para oferecer este diferencial de grande procura atualmente.

Um relatório da PR Newswire, inclusive, estima que o mercado global de drones chegue a US$ 13,337 bilhões até o final de 2025, o que representará uma ótima taxa anual de crescimento composta (CAGR) de 13,7%.

Veja também: Acessórios para dar de presente para quem ama fotografia

Uso da cor Classic Blue (19-4052)

Para quem trabalha na área ou é apaixonado por design, as tendências da Pantone ditam regras e tendências. Prova disso é o Coral de 2019 (referência 16-1546), o Ultra Violet de 2018 (18-3838) e o Greneery (15-0343) de 2017.

Como não poderia ser diferente, a cor de 2020, divulgada no final de 2019, deve estar presente em uma série de peças publicitárias, imagens nas redes sociais e nas fotografias: o Classic Blue (referência 19-4052).

Além de capturar imagens que naturalmente tragam tal tonalidade, como no mar, nas nuvens ou em líquidos, pode-se usá-la no momento da edição das imagens, como através da aplicação de filtros, por exemplo.

Vale ressaltar que a hora dourada pode ajudá-lo a conseguir tal tonalidade em suas imagens no caso das que são capturadas em ambientes abertos, com excelentes resultados.

Captura de imagens de vídeos

Pode parecer estranho, é verdade, mas com tanta tecnologia que temos hoje, em um mundo em que as câmeras possuem excelente resolução e definição, tornou-se possível extrair frames dos vídeos para, então, utilizá-los como fotos.

Para tal, é necessário ter uma boa câmera, além de lentes propícias para a captura de vídeos e boas condições de iluminação, mas isso evita que você perca aquele exato momento em que gostaria de tirar a foto, em que alguns centésimos de segundos já fazem toda a diferença.

A taxa de quadros por segundo das câmeras encontradas hoje em dia é, geralmente, de 30 fps ou 60 fps, o que significa que você terá 30 ou 60 momentos a cada segundo para escolher o frame perfeito e, assim, ter a foto que tanto deseja.

Acredite: essa é uma tendência que pode fazer toda a diferença para a variedade do seu portfólio!

Imagens espontâneas

Nós já comentamos anteriormente sobre as vantagens de escolher fotos espontâneas para seus projetos, o que traz um grande diferencial em relação aos resultados obtidos e também às oportunidades que isso pode lhe trazer.

Acesse o artigo para conhecer tais vantagens, mas tenha certeza que vale a pena optar por tal alternativa em 2020.

Fotos que contam uma história

Uma foto não é uma mera representação gráfica, mas sim uma obra de arte, com tanto valor literário e cultural quanto um artigo, uma música ou um vídeo. Aquele ditado, de que uma imagem vale mais que mil palavras, portanto, é totalmente real.

Porém, o volume de fotos capturadas atualmente é muito maior do que no passado. De acordo com estimativas do portal Statista, foram capturadas 1,2 trilhão de fotos no ano de 2017, ou seja, mais de 38 mil a cada segundo!

Com tanta concorrência, se você deseja que as fotografias se destaquem, é importante que elas contem uma história e tenham um significado. Isso também vale para as fotos utilizadas em propagandas e peças publicitárias, em que a disputa por atenção tende a ser ainda maior.

Veja também: 4 dicas para quem quer começar a fotografar

Aplique as tendências em seu dia a dia!

Variedade não falta em relação às tendências fotográficas para 2020, e o ideal é que você fique atento para não deixar nenhuma delas escapar do seu escopo profissional.

A iStock tem um banco de imagens com milhões de opções de excelente qualidade, entre as quais você também encontra fotos que seguem às últimas tendências da área. Com um cadastro gratuito, você pode conhecer todo o portfólio disponível e baixar algumas imagens disponíveis.

Qual das tendências de fotografia para esse ano você mais gostou? Já aplica alguma em suas composições? Acha que faltou algum item na lista? Deixe sua opinião nos comentários!

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Entenda a lógica de precificar projetos de design

Essa semana eu recebi algumas perguntas sobre como precifico meus projetos de design, e após ver essa dificuldade tão latente, decidi escrever sobre o assunto. E se você se identifica, leia este artigo até o final porque eu tenho um presente para você.

Antes de começar a falar sobre as dicas que preparei, quero contar um pouco da minha história sobre precificação de projetos de identidade visual.

Até o começo de 2019 eu precificava a partir dos atributos dos entregáveis. Explicando um pouco melhor, eu assumi que os entregáveis de design possuem 3 variáveis: complexidade de informações, vitalidade e risco.

E essas variáveis me embasaram para a criação de uma planilha e padrão de precificação.

Mas depois de um tempo, essa planilha ficou complexa demais, os orçamentos eram muito rápidos, mas havia um desequilíbrio no valor dos meus entregáveis. E por conta disso, abandonei de vez esse esquema.

Mas, sem mais delongas, vamos para as 4 dicas que te ajudarão a precificar melhor os seus projetos.

Não existe fórmula mágica

Para a melhor aplicação das dicas que darei a seguir, é preciso que você entenda que não existe fórmula mágica.

As suas circunstâncias são diferentes das minhas, não consigo propor um modelo ideal e que funcione universalmente.

1- Conheça seus custos

O primeiro exercício de autoconhecimento para conseguir cobrar valores justos para seus projetos é conhecer os seus custos.

De quanto dinheiro você precisa para sobreviver, pagar os custos do seu trabalho, ter grana para investir e lazer?

Organize isso em uma planilha e entenda como o valor dos seus projetos podem se alinhar aos seus custos de vida.

Tabela de custos

E aqui vem um presente que preparei para você. Vou compartilhar uma planilha através deste link para que você utilize no seu dia-a-dia.

Observação: Após acessar o link, clique em Arquivo > Fazer uma cópia (caso queira utilizar a planilha online no Google Docs) ou Arquivo > Fazer o download > Microsoft Excel (caso queira utilizar a planilha localmente em seu Excel).

O que você precisa entender sobre ela é que eu agrupo alguns custos, mas no final, os custos por mês são somados.

Coloco quantos projetos eu quero pegar por mês e qual porcentagem de grana extra quero ter. Esta última tem relação com a soma de todos os custos em porcentagem. “Quero ter 60% além dos meus custos para investir no meu futuro ou para lazer”

Depois de preencher seus custos mensais, os projetos que quer pegar por mês e a porcentagem de grana extra, a planilha te retorna um valor para ser cobrado em cada projeto. Massa, né?

2- Estime valores

A dica número dois é você estimar valores. Em profissões de trabalho criativo, um assunto bastante delicado é ter controle de tudo. Porém, quando você estima com base no quanto quer/precisa receber no período de um mês e quantos projetos consegue pegar, o assunto fica mais tangível.

Não estou te falando para tirar um valor do pé e passar para o seu cliente, mas o que entendi com minha experiência do começo de 2019 é que não conseguimos controlar tudo.

Quando criei aquelas variáveis e uma listagem com todos os meus entregáveis, percebi que ainda estava agindo sobre atributos subjetivos demais (como assim um cartão de visita possui 1 ponto de vitalidade e um logotipo possui 5?).

Aceitei que não possuo controle sobre tudo na profissão criativa, e hoje estou adepto à precificação em torno do que quero/preciso fazer versus o quanto meu cliente consegue pagar.

3- Não cobre por hora

Sei que você pode ter chegado neste ponto do artigo pensando “esse cara viaja muito na maionese, bicho”. Mas quero deixar claro que minha intenção é dar uma luz para quem está no começo da carreira e tem dificuldade de precificar.

Propus as soluções acima porque diz justamente sobre as minhas circunstâncias, meus entregáveis, meus clientes e minhas necessidades financeiras.

E nessa jornada, uma coisa que entendi é que em profissões criativas, precificar por hora é um tiro no pé.

“Éricles, mas por que isso?” O meu ponto para te afastar da cobrança por hora é que esse formato te pune por ser eficiente.

Se você aplica em um projeto ferramentas de agilidade, está bem com a vida e tudo flui perfeitamente, a lógica é que termine aquele trabalhe o quanto antes. Mas aí você recebe menos ao construir processos maduros e bem definidos.

Por outro lado, se você está numa fase ruim e tudo está dando errado, o projeto tende a demorar mais, acontecem bloqueios criativos, etc. Seria justo cobrar mais caro porque o projeto demorou para ser entregue?

Esse formato de precificação pode funcionar bem para desenvolvedores e consultores, mas em áreas de propulsor puramente criativo, é mais intangível.

4- Converse com outros designers

A minha dica final para você se sentir mais seguro em relação ao seu preço é conversar com outros designers. Essa será sua forma de pesquisar o mercado.

Se um colega de profissão, morador de determinada cidade, centro de determinado estado onde o custo de vida é X e com o entregável tangível bem semelhante ao seu, cobra Y, isso pode servir como base para a sua precificação.

Não estou falando para cobrar o mesmo que o amiguinho, mas graças a esse start point, você pode modular o seu preço, entendendo a sua percepção de valor.

Conclusão

Compreendemos que o processo de precificar um serviço criativo não é fácil. Você pode permear por diversas abordagens, ler diversos artigos e ver diversos vídeos, mas só a experimentação dirá qual se adequa melhor às suas circunstâncias.

Se você curtiu este artigo, não esqueça de deixar o seu comentário abaixo e acessar a planilha.

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O segredo do sucesso em e-commerce em 4 passos

O índice de sucesso das lojas online
brasileiras foi estudado em 2018 e os resultados foram desanimadores para quem
quer investir em e-commerce. Ainda assim, a Internet continua a ser vista como
um espaço positivo para o lançamento de negócios. Venha conhecer 4 passos
essenciais para qualquer empreendedor digital ter sucesso com a sua marca
online.

Não existe dúvida de que a Internet consiste, hoje, no meio mais procurado para
lançar novos projetos e negócios e, por isso mesmo, o empreendedorismo
internacional tem-se sentido particularmente nos meandros da web.
O ano 2018 foi o ano no qual as estatísticas globais apontavam para um
crescimento de 23% no número de lojas online. No mesmo ano, fazendo a análise
de questões similares no Brasil, o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e
Pequenas Empresas (SEBRAE) descobriria quer, apesar do grande número de lojas
online brasileiras, o sucesso das mesmas não era proporcional. Segundo esta
entidade, apenas 20% das lojas online brasileiras conseguia passar o marco do
ano e meio de atividade, sendo que 60% não chegaria a completar os primeiros 12
meses.
Os números indicavam claramente uma realidade que não é exclusiva do brasil mas
se sente de forma intensa em solo brasileiro: o de um mercado saturado, onde a
permeabilidade é parca e existem dificuldades efetivas em criar e expandir
novas marcas.
Apesar disto, o entusiasmo empreendedor no meio online parece não ter reduzido
e, como tal, a busca por alternativas para garantir o sucesso continua a
acontecer. Aspetos diversos fazem, pois, parte do segredo para conquistar o
êxito. Desde as questões da criação da marca e da sua identidade, passando pela
gestão logística e a comunicação com os públicos, muitos são os passos a dar.
O segredo do sucesso em e-commerce passa grandemente pela parte inicial da
criação e edificação de uma marca sólida, que permita, posteriormente, uma
gestão mais simples, tanto em termos logísticos como de comunicação. Assim,
apresentaremos, hoje, os 4 primeiros passos para o sucesso, para que saiba
quais os aspetos fulcrais para se preocupar numa primeira fase e possa, a
partir daí, construir o futuro bem sucedido que tanto deseja.

Passo 1: A criação de uma frase impactante

Se pensar nas grandes marcas da
atualidade, pode acontecer que lhe saltem frases impactantes à mente. “I’m
lovin’ it”, “Take a break” ou “Just do it” são exemplos claros de frases que
quase dispensam que se diga o nome das marcas que os acompanham e que são,
neste caso, a McDonalds, o KitKat e a Nike.
Estes exemplos, como muitos outros em seu lugar mostram que criar slogan é fulcral para que uma marca possa
atingir, de forma positiva e duradoura, os seus potenciais clientes.
Sendo um dos principais elementos que compõem a identidade de uma marca, o
slogan é também um ponto de incrível conexão com o público-alvo, devendo
cativá-lo. Para que tal aconteça, é importante que se utilizem frases breves,
impactantes, incisivas e de fácil memorização. O uso do humor pode ajudar na
conquista da atenção do público.
A sonoridade do slogan é também muito importante, já que esta poderá cumprir um
papel similar aos jingles, destacando a sua marca.
Existem, na atualidade, formas gratuitas de conseguir um bom slogan,
nomeadamente através dos geradores digitais.

Passo 2: A criação de um nome forte

Tenha criado primeiro o slogan ou
não, o nome surge como o principal elemento da identidade da marca e, como tal,
é aquele ao qual deve prestar maior atenção.
Tal como o slogan, o nome é um elemento de reconhecimento, que permite que a
marca ganhe vida face aos seus clientes em potencial. Este nome deve ser forte
e distinto, tendo em si os traços que mais destacam a marca ou que possam criar
curiosidade e apelo nos consumidores.
Servindo para que o público reconheça a marca, este deve ser fácil de decorar,
único e, principalmente, evitar a similaridade com nomes semelhantes,
principalmente se estes forem de marcas conceituadas.
No momento de dar o nome à sua marca lembre-se ainda de verificar se o domínio
correspondente na Internet ainda se encontra disponível para que nele consiga
fazer o alojamento da sua loja online.

Passo 3: Criar o logótipo da sua marca

Os designers serão os primeiros a
compreender este conceito: a imagem é tudo! Quando se cria uma empresa, uma
parte fundamental da sua identidade visual é o logótipo e, por isso, tal como
o nome e o slogan, este deve ser fácil de identificar e diferenciador,
recorrendo às cores e formas que possam garantir o interesse do público e
estimular o desejo de compra no mesmo.
Existem muitos traços a pensar no momento de criar um logótipo que cative o
consumidor e, felizmente, geradores online permitem, agora, que o faça de forma
gratuita, conseguindo uma identidade visual forte e única para a sua marca.

Passo 4: Criar espaços na mídia social

Hoje, plataformas como o Facebook, o Twitter e o
Instagram são verdadeiras redes de
encontro com clientes em potencial
.
Assim, um dos passos para o sucesso, depois de cumpridos os três primeiros,
será lançar a sua marca nestas plataformas.
Elas permitirão a promoção da marca, a apresentação dos produtos e ainda uma
forma mais simples e direta de contacto com os seus clientes.

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O que você realmente precisa para começar na fotografia?

Essa pergunta acaba se esbarrando em outra, que é “o que você quer fotografar?”. Em termos técnicos (equipamentos), cada especialidade da fotografia acaba tendo suas peculiaridades, como necessidade de lentes com mais ou menos zoom, fotografar ambientes escuros, ter a possibilidade de gravar vídeos com a mesma câmera, capturar fotos macro, entre tantas outras coisas que mudam conforme a linha que deseja seguir.

Claro que equipamentos não são baratos e quanto mais você for aprendendo, mais vai sentir a necessidade de ter equipamentos melhores. Praticamente um vício!

Mas aqui vão 3 dicas para quem está começando e, principalmente, está com receio de dar os primeiros passos por achar que não tem o que precisa.

Não tenha medo das “câmeras de entrada”

O termo acima é usado principalmente para câmeras de menor valor, que contam apenas com recursos essenciais e muitas vezes funcionam melhor apenas em ambientes controlados.

Se ler novamente esse parágrafo vai perceber que são três coisas que para quem está começando deixam de ser uma desvantagem para na verdade serem uma facilidade.

Ser de menor valor é imprescindível, já que o dinheiro está curto nessa fase e a ideia normalmente é fazer dinheiro e investir somente o necessário.

Se nos recursos essenciais incluem o controle manual e fotografar em RAW, você já tem o que precisa para sua produção e pós-produção.

Fotografar em ambientes controlados é um dificultador se for tirar fotos em ambientes escuros, mas quando está aprendendo, controlar as luzes e composição do ambiente é também um ótimo exercício de criatividade e olhar fotográfico.

Câmeras de entrada oferecem o que um fotógrafo iniciante normalmente precisa. Principalmente se falarmos das novas gerações, como as Canon T7, Nikon D3500, Sony A6300, entre tantas outras.

Mas voltando a outra pergunta do começo do texto: O que você quer fotografar?

Já que câmeras de entrada tendem a ter um ISO aceitável menor, dificultam fotos em ambientes escuros. Como muitas não tem estabilizador interno, dificultam fotos em movimento, como de animais ou esportes.

Portanto, existem limitadores para as câmeras de entrada, mas não são coisas totalmente intransponíveis, já que o próximo item que vamos falar pode ajudar muito.

Lentes costumam ter um melhor custo/benefício, no início, do que que as próprias câmeras

Se você pode investir em uma boa lente, recomendo que continue com sua câmera de entrada.

Ótimas lentes te dão mais liberdade do que ótimas câmeras. E elas são muitas vezes tão ou mais caras que a própria câmera, por isso precisam mesmo valer o investimento.

Mas como a lente pode ajudar nas deficiências de uma câmera semi-pro?

Vejo como uma das principais vantagens as lentes que tenham estabilizador ótico embutido, ajudando a manter a imagem mais nítida, mesmo em movimento. Isso permite que você deixe a velocidade de captura um pouco menor, permitindo que entre mais luz. O estabilizador vai ajudar a compensar possíveis tremidas na mão.

Outra grande vantagem é que boas lentes costumam ter uma maior abertura (f/stop), permitindo que use valores como 2.8, 1.8, 1.4… E lembre-se que quanto maior a abertura, mais luz. Só tomando o cuidado de sempre com a distância focal e a profundidade de campo.

Mas, uma enorme vantagem das lentes é que se você manter a mesma família ou marca de câmeras, é possível utiliza-las em sua próxima câmera, sem ter que investir novamente em um outro kit de lentes.

Vale aqui então ficar atento para a compatibilidade entre as câmeras. Por exemplo, hoje você tem a nova Nikon Z50 com a mesma compatibilidade de lentes de sua superior Z7, sendo a primeira mirrorless de entrada e a segunda profissional, com seus respectivos prós e contras. Então daria para começar com a Z50 e investir em um bom kit de lentes e futuramente ir para a Z7. Mas esse exemplo se repete em outras fabricantes.

O importante é iluminar

Como vimos já em diversos artigos anteriores, a luz é a essência da fotografia e por isso precisamos sempre dar um jeito de utiliza-la ao nosso favor.

Mas isso significa comprar mega refletores, flashes super potentes ou só tirar fotos na “golden hour”? Não! Como disse acima, o importante é iluminar. Como? Aí entra sua criatividade.

Aproveite as luzes direcionais de abajures e luminárias. Brinque com o movimento nos famosos light paintings, jogue água no chão para que ela reflita no personagem ou use isopor para rebater a luz. Faça um teste e busque por DIY de luzes para estúdio e veja a quantidade de tutoriais criativos no Youtube sobre isso.

Claro que ter ótimos equipamentos de iluminação facilitam em ambientes que precisam de uma compensação de luz, além de esteticamente serem mais apresentáveis que gambiarras feitas com lâmpadas, LEDs ou outras coisa. Mas como a ideia aqui é dar os primeiros passos, treine com a luz que tiver até que tenha condições de melhorar seu equipamento.

Conclusão

Reforço então com essas dicas que, como seres criativos em uma área criativa, não poderíamos atuar de maneira diferente.

Use o melhor que a sua câmera e lentes pode fazer, controlando cada pedacinho de luz que puder aproveitar, mas comece. Se ficar esperando juntar uma grana para comprar aquela câmera full frame de última geração, com aqueles kits de lentes de fazer outros fotógrafos e cinegrafistas ficarem babando, você vai perder ótimas oportunidade de praticar e se aprimorar muito nesse tempo.

Eu dei alguns exemplos no artigos de câmeras recentes, mas lembre-se também que existem gerações anteriores que atendem muito bem a quem está começando.

Com bastante prática, logo você poderá publicar e vender seus trabalhos na iStock! Se gostou dessas fotos e das demais usadas nos artigos anteriores confira mais exemplos que podem servir de inspiração para suas próximas fotografias.

Até a próxima!

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Petição para que o logotipo da NBA seja alterado em homenagem a Kobe Bryant já tem mais de 3 milhões de assinaturas

Recentemente o mundo do basquete sofreu uma grande perda com o falecimento do jogador Kobe Bryan, vítima de um acidente de helicóptero.

Agora, milhões de pessoas estão assinando uma petição online no site Change.org para que a NBA substitua a silhueta do ex-jogador Jerry West para a de Kobe Bryan em seu logotipo oficial.

A petição diz: “Com a morte prematura e inesperada do grande Kobe Bryant, assine esta petição na tentativa de imortalizá-lo para sempre como o novo logotipo da NBA.”

O objetivo da petição é alcançar 4 milhões e 500 mil assinaturas, o que com certeza chamaria a atenção da NBA mas não significa que o pedido será atendido.

Vale ressaltar que uma mudança de logotipo faz parte de um longo processo de branding e que mesmo que uma organização do porte da NBA acate os pedidos, a alteração não será imediata e passará por várias etapas, desde a escolha da melhor silhueta do jogador para compor o logo até testes de aprovação com o público.

Você acha que a NBA acatará a petição e irá alterar seu logotipo? Comente abaixo!

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