Fósseis de personagens de desenhos animados no incrível 3D de Filip Hodas

Muito provavelmente, quando você assistia algum desenho, como Bob Esponja ou Popeye, a última coisa que pensava era como seria o crânio daquele personagem. (Se você já pensou nisso, tenho medo de você!)

Mas, como uma mente criativa desconhece a palavra “limites”, hoje você verá alguns desses personagens de uma forma totalmente peculiar.

O artista 3D Filip Hodas, que já passou por aqui com seus ícones da cultura pop em cenários pós-apocalípticos uniu a paixão por desenhar crânios com alguns de seus personagens favoritos e criou a série Cartoon Fossils.

Curioso para ver como ficou? Então confira:

Bob Esponja

Piu-piu

Popeye

Pateta

Tio Patinhas

Minnie

E aí, o que achou do projeto? Comente abaixo!

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7 dicas para tirar as melhores fotos em suas viagens

Viajar é uma das melhores práticas para fazermos sempre que possível. Renova as energias, possibilita encontro com novas culturas, pessoas, experiências e conhecimento. Por isso, em toda viagem é sempre bom trazer algo, como uma lembrança, desde suvenires, como imãs, chaveiros e principalmente, fotografias.

Pessoalmente gosto mais da última opção, incluindo vídeos, claro. Permitindo que, sempre que quiser, eu volte no tempo relembrando aquele passeio.

Mas apenas registrar é algo muito sem graça para quem realmente gosta de fotografia, pois hoje o registro é a coisa mais fácil de se fazer (e não tem erro nenhum nisso).

Já os amantes da arte de fotografar podem se atentar a algumas coisas extras do tradicional point and shoot. Por isso separamos algumas dicas, que junto com nossos artigos anteriores da série, podem te ajudar a tirar fotos cada vez melhores.

1 – Lembre das regras de composição

Lembra de quando falamos sobre o que é composição na fotografia? Lá comentei sobre como a composição faz uma diferença gigantesca na sua captura, desde simplesmente como posicionar melhor a câmera e objetos, até o rumo que a história que quer contar será narrada (apenas com a imagem).

Entender bem as regras de composição é algo que faz total diferença na sua imagem, independente do seu equipamento ou se você está viajando ou não. Por isso, recomendo que dê uma passada em alguns de nossos artigos que falaram em detalhes sobre essas regras:

2- Use a criatividade em suas composições

Mas como também comentamos nos artigos anteriores, as regras estão lá para ajudar, não para aprisionar. Quebrar uma regra ou outra pode causar efeitos interessantes, se você souber onde está mexendo.

Claro que referências sempre ajudam e por isso as buscamos sempre, mas quando viajar, a experiência é só sua, então o modo que vai representa-la também precisa ser único.

A criatividade nessa hora é sempre muito importante. Por isso, vá além de composições que se repetem tanto na internet, procure criar sua própria história.

Indo um pouco além das regras mencionadas anteriormente, também falamos um pouco sobre alguns elementos e tendências que pode explorar em suas capturas:

3- Acorde cedo e aproveite o dia

Sei que acordar cedo pode ser algo difícil em dias normais, imagine então quando estamos a passeio… Mas se a sua ideia é fotografar muito, saiba que os melhores horários são nas primeiras e nas últimas horas de claridade, as chamadas blue hour e a golden hour.

Nesses horários o sol gera colorações mágicas na atmosfera, suavizando as sombras e criando diversas situações completamente diferentes em um mesmo ambiente.

Experimente você mesmo capturar uma paisagem próximo de onde estiver hospedado pela manhã bem cedo, depois outra foto durante o pôr do sol e uma última logo depois dele (quando o sol já sumiu mas ainda temos um pouco de claridade) e teste na prática essas horas mágicas.

Saiba mais sobre esse assunto nos seguintes artigos:

4 – Puxe uma conversa antes de pedir para fotografar

Você gosta de ser abordado aleatoriamente quando está fazendo seu trabalho? Imagino que não. Claro que em alguns lugares, as pessoas que moram por lá estão “acostumadas” a tirar fotos com turistas, mas ainda assim um mínimo de educação aqui é necessário.

Se o idioma não for algo completamente impeditivo, converse com a pessoa (com ajuda de gestos se for necessário), peça informações, demonstre interesse, seja simpático. Regras básicas de convivência, claro.

Mas é importante ter esse contato com a pessoa antes em vez de sair fotografando como se estivesse em um safári. Você pode até mesmo aprender no idioma do local como dizer “posso tirar uma foto sua?”. Quem sabe isso vira um gatilho para aprender mais dessa língua depois.

E em termos de composição de retrato, lembre-se sempre: foco nos olhos, principalmente quando estamos usando uma lente com aberturas maiores para gerar aquele efeito bokeh tão querido.

5 – Se é uma viagem fotográfica, vá apenas com quem também ame fotografar

Viajar acompanhado é ótimo, mas sozinho também é bom em outros sentidos.

Quando você planeja uma viagem em que sua intenção é fotografar cada detalhe de maneira consciente, saiba que essa tarefa demanda tempo, e consequentemente paciência, tanto sua como de quem te acompanha.

Por isso, para evitar reclamações que estraguem o passeio fotográfico, vá com o objetivo claro e também deixe claro para quem estiver com você que é provável que as paradas sejam constantes e demoradas.

6 – Faça sua pesquisa prévia

Veja blogs e canais de viagens, além dos tantos ótimos guias online que existem para criar seu roteiro prévio de destinos na viagem, lembrando que para aproveitar bem as oportunidades de captura, você precisará de um bom tempo em cada lugar.

O que também ajuda é pegar referências em perfis de Instagram de pessoas que fizeram essa mesma viagem. Dessa forma você criará uma lista de fotos que “deve” tirar, seja pela característica do local, ângulo ideal para fazer algum efeito, melhor horário ou eventos locais.

Sabendo essas informações, fica mais fácil de determinar a ordem de visitação, planos A, B e C por conta de mudanças climáticas e também o tipo de equipamento e acessórios fotográficos que serão levados.

7 – Não se limite apenas ao roteiro

Claro que o roteiro que criou anteriormente é um norte a seguir, mas não uma prisão em forma de check-list. Aqui novamente a criatividade vai preencher lacunas do roteiro ou até mesmo estica-lo em determinados momentos.

Cumprir o roteiro é importante para ter a sensação de dever cumprido em sua viagem, já que nem sempre teremos a oportunidade de voltar para aquele mesmo lugar. Mas deixar de aproveitar uma oportunidade de explorar mais o lugar (dentro dos limites de segurança, claro) por causa de um roteiro inflexível pode ser frustante. Por isso é importante reservar um tempo extra considerável em cada parada.

O legal aqui é que desse jeito é mais fácil de criar imagens únicas, saindo do padrão das referências que buscou anteriormente.

Conclusão

Viajar é fantástico, uma experiência que, sempre que possível, independente da duração e distância, vale a pena. Fotografar essas experiências é uma ótima maneira de manter viva essa vontade de querer mais e lembrar como foram esses momentos.

O legal de fazer essas capturas de maneira mais consciente na fotografia em si vai permitir que crie imagens tão boas quanto essas que utilizamos como exemplo, encontradas na iStock.

Uma ótima forma de se inspirar e buscar referências fotográficas é observar o trabalho de fotógrafos profissionais, e isso é o que não falta na vasta biblioteca de imagens da iStock.

Até a próxima!

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Botões, Campos de texto e Controles de seleção: saiba mais sobre esses 3 elementos fundamentais de uma interface

No artigo anterior falei sobre a profissão Design de interface e agora, neste guia quase-completo, vou falar sobre os 3 elementos fundamentais de uma interface.

Lembrando que existem elementos mais primordiais dos que falarei a seguir, como por exemplo, cor e tipografia. Mas entendendo-os como intrínsecos ao Design, vamos dar sequência ao artigo.

Por que é importante conhecer os elementos de uma interface

Primeiramente, você precisa conhecê-los para atingir o objetivo básico do Design de interface: desenhar uma solução familiar e de fácil uso para um usuário.

Talvez você tenha em mente que conhecer e utilizar os elementos a seguir podem engessar seu Design ou até mesmo bloquear espaços para inovação, mas muito pelo contrário, é trabalhando o “arroz com feijão” que é possível propor novas ferramentas que funcionem.

O caminho mais simples para se atingir uma interface realmente funcional e que converse com seu usuário é por meio do entendimento e utilização casual desses elementos, tais quais as propostas de suas existências. Não ficou claro? Então vamos conhecê-las para melhorar o entendimento.

1- Botões

Esse elemento, na minha opinião, é o elemento mais importante de uma interface.

Se você desenhou bem uma estratégia para a existência da sua interface, trabalhar bem os botões é uma tarefa imprescindível.

Os botões são responsáveis por incentivar o usuário a fazer alguma ação, seja ela conhecer mais sobre a própria interface ou fazer uma compra.

E repito, trabalhar bem os botões é fundamental para que os objetivos da interface, a nível de interação, seja cumpridos.

Como são esses botões?

Basicamente, existem 3 tipos de botões: de texto, outlined e container.

Observação: Não estranhe, no mundo do UI Design, existem muitos termos em inglês, e por muitas vezes vou misturar os idiomas por terem palavras que simplesmente não têm tradução do inglês.

Esses três tipos de botão expressam três níveis de ênfases em relação às ações de uma interface. Isto é, botões do tipo “texto”, expressam ações menos importantes do que botões outlined, que por sua vez manifestam ações menos importantes que os botões container.

E falo mais uma vez, uma interface desenhada a partir de estratégias bem definidas e objetivos claros tendem a ter maior sucesso, pois servem à uma finalidade maior além da estética.

Quando falamos sobre botões, precisamos ter em mente quais botões expressam as ações que desejamos que um usuário tome em nossa interface.

Como interagimos com eles

Existem o que falarei a seguir, o que eu chamo de 3 estados fundamentais dos botões.

Os estados dos elementos de uma UI servem para fornecer feedback visual ao usuário. Em outras palavras, servem para indicar que a ação teve alguma reação na interface.

Os 3 estados fundamentais são: normal, hover e active.

O primeiro indica o estado do botão enquanto existência, sem nenhuma interação do usuário. O hover é o famoso “passar com o cursor por cima”, e nesse tipo de interação, também é importante dar um feedback visual ao usuário. E por fim, o estado active, que denota o clique no botão.

2- Campos de texto

Também conhecido como text field, os campos de texto são elementos primordiais de um formulário, onde está concentrado o maior esforço estratégico de qualquer interface (na minha visão).

Ao incentivar um usuário a preencher um formulário, estamos coletando informações que serão úteis para o negócio, principalmente quando pensamos no Design alinhado ao Marketing.

E um dos elementos que trabalham em prol do sucesso dos formulários são os campos de texto, que precisam ser desenhados com cuidado e seguindo algumas diretrizes.

Como é um campo de texto?

Na anatomia geral de um campo de texto, temos: container, placeholder e label.

Um campo de texto pode ser desenhado de diversas maneiras, sendo duas principais: container e outlined.

O que define o uso de um tipo de campo de texto, na minha opinião, é a mensagem que a marca, que financia aquela interface, quer passar.

Assim como os botões, também existem estados que indicam ao usuário que há uma reação da interface em relação à alguma ação dele. Os principais são: normal, hover e typing.

Como você já deve ter entendido, o normal e hover têm o mesmo objetivo do botão, já o typing é o estado fundamental de um campo de texto.

É preciso ter muito cuidado ao manifestar essa interação do usuário com a interface, pois o feedback visual precisa corresponder exatamente à ênfase daquela ação.

Em campos de texto que possuem placeholder, aumentar a opacidade e tamanho do texto enquanto “typing”, ajudam a indicar a interação.

E tome muito cuidado nas cores ao trabalhar com campos de texto para não causar confusão com os botões.

3- Controles de seleção

O último elemento, mas também muito importante para uma interface do usuário, são os controles de seleção. Existem diversos, mas vou falar especificamente de três. A lógica deles é simples de entender, e quando utilizar é mais simples ainda.

1- Radio button

Este elemento pode ser utilizado em formulários e são utilizados quando precisamos coletar apenas uma informação do usuário dentro de uma lista.

Se, por exemplo, queremos saber o estado civil, podemos facilmente utilizar o radio button. Ninguém é “casado” e “solteiro” ao mesmo tempo.

Em outras palavras, ele deve ser utilizado em momentos onde não existam múltiplas respostas.

2- Checkbox

O checkbox é utilizado para coletar múltiplas respostas.

Caso queira saber quais são os animais de estimação que o seu usuário possui em casa, por exemplo, o checkbox é o controle de seleção mais indicado, pois conseguimos múltiplas respostas para esta pergunta.

3- Toggle

Este controle também é conhecido como interruptor eletrônico.

O toggle ganhou este nome por ser um controlador que indica o estado “on” e “off” dos campos de uma interface.

Utilize-o quando quiser ofertar duas opções em um único item, como por exemplo “ligar e desligar o modo avião” no celular.

Conclusão

Ufa, finalizamos!

Curti muito escrever este artigo, acima de tudo porque esse assunto está comigo por mais de 10 horas diárias e sempre tô comentando com outras pessoas sobre ele.

Se você gostou da forma como este assunto foi abordado, não esqueça de interagir com este post, e caso queira saber mais sobre o tema, me siga no Instagram, onde frequentemente compartilho dicas com a galera.

Até mais.

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BMW apresenta seu novo logotipo com fundo transparente

Toda mudança ou reestilização de logotipo causa certa estranheza à primeira vista, principalmente quando a empresa aposta em algo mais ousado.

É o caso da BMW que apresentou nos últimos dias a reestilização do seu logotipo, que não sofria alterações desde 1997.

A ousadia fica por conta de algo bastante curioso: o logotipo que desde seu primeiro registro, há mais de cem anos, apresentava o fundo preto, agora aparece assim, vazado, como se fosse um PNG.

Em sua página oficial do Facebook, a marca já começa a explorar as imagens de fundo, alterando duas vezes a imagem principal em um intervalo de dois dias:

Jens Thiemer, vice-presidente sênior de clientes e da marca BMW comentou que “o novo logotipo de comunicação irradia abertura e clareza” e que “com esta nova variante transparente, queremos convidar nossos clientes mais do que nunca a fazer parte do mundo da BMW”

Caso queira saber mais sobre a história do logotipo da BMW e as motivações por trás dessa mudança, confira esse artigo em sua página oficial.

E assim ficaria o logotipo aplicado no veículo (o veículo em questão é o i4, um conceito de carro elétrico da montadora):

E aí, o que achou dessa reestilização? Deixe seu comentário!

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5 tendências de ilustração para você explorar em seus próximos projetos

Tendências geralmente são cíclicas, e muitas coisas que fizeram sucesso há algumas décadas parecem ganhar uma nova roupagem e ressurgir atualmente. Não poderia ser diferente com as ilustrações.

Por se tratar de uma atividade que está diretamente relacionada com a criatividade, ficar de olho nas atualizações deve ser considerado como prioridade por quem a oferece, já que é preciso estar preparado para as solicitações dos clientes.

Vamos conferir o que deve guiar os lápis, pincéis e tablets dos ilustradores daqui pra frente, de modo que você já comece a se preparar e, assim, dominar tais novidades em seu dia a dia!

Tendências de ilustração que estão em evidência

Depois de conhecermos as últimas tendências de fotografia, chegou a hora de saber o que deve guiar as ilustrações neste ano. Vamos lá!

1 – Cores sólidas e paletas limitadas

Há uma famosa expressão que diz que menos é mais, a qual resume bem uma das possíveis tendências: o uso de cores sólidas, sem nuances e variações, além de paletas com um número limitado de cores.

Pode ser que haja um grau maior de complexidade neste sentido, já que o ilustrador deve se ater a apenas algumas opções ao invés de ter toda a paleta de cores à sua disposição, mas é inegável que isso agrega valor à produção e a classifica de maneira diferenciada em relação às demais.

Da mesma forma que existe uma relação entre psicologia das cores e fotografia, o mesmo também se aplica às ilustrações. Portanto, vale a pena estudar um pouco sobre tal assunto, de modo a ter mais embasamento sobre ele.

2 – Ilustrações animadas

O setor criativo desempenha um faturamento importante no mercado. De acordo com o Department for Digital, Media, Culture and Sport (DCMS), órgão britânico, ele foi responsável por mais de £ 100 bilhões apenas no ano de 2017.

O crescimento deste setor aparece em praticamente todo o mundo, o que é fortemente potencializado pela internet e pelas redes sociais, o que significa que a concorrência também é maior.

Para que as ilustrações possam ter maior engajamento e, consequentemente, maior sucesso nas iniciativas propostas, vale investir nas animações, como GIFs ou mesmo vídeos curtos, que as tornam bem diferentes e, em especial, interativas.

É fato que isso demanda um investimento em termos de conhecimento, mas que certamente vale a pena pelo potencial de geração de bons resultados.

3 – Hand lettering

Ainda que o digital tenha um apelo muito forte, o manual sempre estará de mãos dadas com a ilustração. Prova disso é a técnica conhecida como hand lettering (“letra manuscrita”, em tradução livre), que consiste no desenho de letras – por mais engraçado que a frase pode soar.

Por vezes, ainda com dezenas de milhares de fontes disponíveis na internet, não é possível encontrar aquela que se enquadra exatamente no que o projeto demanda, quando as letras desenhadas à mão se mostram como a solução ideal.

Mesmo quando se acha uma fonte que combina com a proposta, não há como negar o valor de um trabalho manual, que agrega muito valor ao resultado.

Veja também: Como aprender a desenhar para melhorar meus projetos de design?

4 – A volta dos detalhes

O minimalismo foi uma tendência que dominou os últimos anos não apenas na ilustração como também no design. Porém, isso já está mudando.

Uma das principais necessidades por tal adoção foi justamente o digital, pois era necessário que os logotipos, elementos e demais atributos das imagens tivessem boa visualização nas plataformas digitais, algo que nem sempre era possível por conta da resolução das telas.

Hoje, porém, sua resolução é até maior do que costumávamos ver nos monitores e televisores de alguns anos atrás, ou seja, este deixou de ser um problema, o que vai inteiramente de acordo com o uso de detalhes.

Além de trazer diferenças notáveis aos projetos, eles agregam sofisticação e elegância, o que, consequentemente, ajuda na construção de uma marca sólida e forte no mercado.

5 – Ilustrações tomando o lugar das fotografias

Optar por fotografias ou ilustrações é uma dúvida que tende a ser cada vez mais comum. Embora ambas possam coexistir na identidade visual de uma determinada empresa, algumas podem optar pelas ilustrações por suas características peculiares.

O mercado se movimenta para uma estética com elementos artísticos, por vezes até rompendo os costumes que vinham sendo praticados até então. O movimento, que surgiu de marcas menores, que buscavam seu espaço no mercado, já está sendo incorporado até mesmo por grandes players.

Como é possível transmitir uma imagem mais humana e próxima da realidade dos consumidores, sem abrir mão de eventuais devaneios artísticos que destacam tais obras das trabalhadas pelos concorrentes, as ilustrações provavelmente continuarão a ganhar espaço.

Ilustrações: uma pincelada de arte no mercado de design

Nunca foi tão importante enriquecer seus conhecimentos em relação ao desenho gráfico, seja ele manual ou digital – o que, no final das contas, deriva da mesma arte e pode ser utilizado em conjunto.

Além das ilustrações criadas por você mesmo, você também pode contar com o acervo de ilustrações, vetores e gráficos da iStock, com opções magníficas para se adequar aos seus projetos e, assim, fugir da mesmice.

Aproveite esta oportunidade para fazer seu cadastro gratuito na iStock e conhecer todas as ilustrações disponíveis. Pode ter certeza que, depois disso, sua criatividade terá ainda mais elementos para concluir cada projeto!

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7 perguntas que você deve fazer ao seu cliente antes de iniciar um projeto

Praticamente desde 2009 falamos sobre a importância de um bom briefing para começar um projeto que resulte em algo muito mais agradável, tanto para o cliente como em sua produção, além de menos dores de cabeça com refações desnecessárias.

Veja alguns exemplos de conceitos e dicas aqui: Os 4p’s do briefing para design de marcas, Afinal, o que é a Matriz 5W2H? e 5 perguntas imprescindíveis para um bom briefing.

Mesmo sendo algo que já comentamos anteriormente, cada projeto tem uma necessidade diferente e, pensando nisso, ao olharmos de maneiras igualmente únicas para esses jobs, com as perguntas certas conseguiremos os melhores resultados.

Por isso, separamos mais algumas dicas em forma de questionamentos para você guardar na manga e utilizar em uma conversa com o cliente, ajudando na elaboração de um bom e assertivo briefing!

Obs.: As perguntas a seguir não seguem uma ordem específica e nem são uma receita para a criação de um briefing, mas apenas perguntas para puxar a conversa na reunião de criação do mesmo, ou até, apenas uma maneira de conhecer melhor seu cliente.

Qual é o seu objetivo com esse projeto?

O cliente vai até você com o desejo de melhorar ou criar uma marca/campanha, mas esse desejo nem sempre está estruturado e com um objetivo claro.

O campo da ideia é muito amplo, por isso cabe a nós ajudar o cliente a visualizar melhor esse desejo em algo cada vez mais real, evitando assim um possível descontentamento dele com a entrega.

Não se limite em coletar informações como  “queria uma cara diferente pro meu logo; algo mais moderno”. Isso dificilmente é o bastante para entender o que ele REALMENTE quer e precisa.

Então faça um “quebra-gelo” inicial, converse com o cliente, conheça-o melhor. Isso não é uma perda de tempo, é uma chance de você pegar as entrelinhas do projeto, aqueles desejos que não foram falados antes em uma conversa formal.

Depois, então, você pode ir para questões mais técnicas, como formatos da campanha (que podem limitar o tamanho e quantidade de cores usadas), onde será vinculada (se for audiovisual, precisará saber aqui se precisará de áudio, narração, legenda, por exemplo) e o mais importante nesse item, o que o cliente pretende atingir com essa mudança.

Qual é o seu público alvo?

Dando sequência ao objetivo do projeto, é impossível fazer algo que seja eficiente sem conhecer o público alvo.

Qual é a idade dessas pessoas? O que eles consomem? Qual é o gênero da maioria? Onde moram? Quais são suas profissões e hobbies?

Claro que essa etapa envolve uma pesquisa e os dados que serão coletados farão parte de uma média, não de uma verdade absoluta.

Mas ainda sim é um item extremamente importante para segmentar quem vai consumir esse produto e gostar dele ou não, fazendo com que a campanha funcione.

Como é a voz da marca?

O modo que a marca fala muda totalmente o modo que o projeto será criado, pois uma empresa pode até atingir um público jovem e ao mesmo tempo ser mais séria. O que vai mudar aqui é o tipo de produto que será vendido. Mas é necessário manter um padrão.

Hoje em dia o humor é a principal “arma” da internet, já que o tosco, o meme e a aparência espontânea nas publicações comprovadamente geram bons resultados. Mas isso vai diretamente ao modo que a empresa se comporta e como os clientes a verão.

Então é necessário entender aqui se a sua criação irá utilizar uma linguagem mais informal, divertida e leve, com imagens felizes, frases engraçadas e cores vibrantes ou se seguirá um padrão mais formal, sério e sólido, com mensagens objetivas e cores sóbrias.

Não existe certo ou errado, mas é necessário seguir um padrão para que o seu público alvo continue identificando a marca como sendo a mesma voz que estão acostumados.

Algum outro projeto inspirou esse?

Dificilmente um projeto não tem uma inspiração, mesmo que de forma inconsciente. E muitas vezes essa inspiração não vem da mesma área de atuação da empresa em que está prestando o serviço.

Mas é importante conhecer essa inspiração para que siga uma linha onde algumas semelhanças podem ser encontradas, mas claro, sem copiar. Afinal, a vida é cheia de referências!

Existe algo que não é negociável?

Acredite, a frase “confio no seu gosto, pode criar como quiser”, dificilmente é totalmente real.

O cliente realmente pode ter escolhido você porque viu que seu estilo combina com o que ele gostaria, mas como vimos anteriormente, nem sempre o desejo dele está claro. Quando você materializar esse desejo, pode ser algo bem longe do que ele esperava.

Por isso já pergunte, desde o início, se existe alguma coisa que ele não gostaria de ver no projeto, como por exemplo utilização ou não de ícones, fotos, vídeos, cores específicas, etc.

Se possível, peça para ele citar exemplos de estilos específicos, como de outros projetos, que ele não gostou.

O que você gosta de fazer?

Essa pergunta pode ser feita logo no início, em uma conversa informal, naquele momento do quebra-gelo em que está tentando conhecer melhor seu cliente.

Os gostos do cliente vão facilitar muito a maneira que irá apresentar suas ideias, pois você já vai saber se ele(a) é uma pessoa mais família, independente ou aventureira. E se o projeto permitir algo que remeta esse estilo pessoal do cliente, é uma chance maior de uma aprovação mais eufórica.

Mas se não tiver espaço de colocar um pouco a “cara” do cliente no projeto por não ter absolutamente nenhuma relação no propósito ou voz da marca, aí esse item fica como o que falamos sobre inspirações de outros projetos.

Nesse caso, o cliente pode citar outras marcas que ele gosta e se ele acharia interessante ter alguns desses elementos no projeto dele(a).

O que faz seu projeto ser diferente?

Os diferenciais são de extrema importância em um mundo tão competitivo como o nosso. Esses diferenciais podem ser, por exemplo, o nicho que seu cliente atende, ou uma característica única.

Você precisa saber qual é esse diferencial para tentar explora-lo sempre de maneira visual.

Por isso é importante também saber quais são os maiores concorrentes e também os diferenciais deles, para ver como esses já estão sendo explorados e tentar destacar ainda mais os do seu cliente.

Conclusão

Como disse no começo, essas perguntas não são regras e nem precisam seguir essa ordem, são mais opções para manter em seu check-list mental na hora de conversar com o cliente e conseguir assim melhores resultados.

Se tiver mais perguntas e dicas que gostaria de compartilhar, deixe aqui nos comentários.

Até a próxima!

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Questtonó anuncia nova fusão e, integrando design e tecnologia, caminha para se consolidar como um novo modelo de consultoria

Consultoria de inovação e design une suas competências à Bolha, estúdio de tecnologia e soluções digitais, para expandir processo de design sistêmico e a entrega de Consumer Experience

A Questtonó, consultoria de inovação e design, anuncia um processo de fusão com a Bolha, estúdio de tecnologia e soluções digitais. A união entre as duas empresas representa um crescimento na oferta de produtos, serviços e experiências aos seus clientes, acompanhando as revoluções e os desafios tecnológicos que os negócios enfrentam diariamente.

Para a Questtonó, a ampliação é um reflexo do seu modelo de negócio, focado em entregar soluções completas de inovação, marca e Consumer Experience (CX) em seus projetos, explorando diferentes cenários criativos com real capacidade de execução. Com a fusão, a Questtonó adquire novas competências tecnológicas e amplia seu potencial para acompanhar as mudanças comportamentais da sociedade e traduzi-las em soluções inovadoras por meio do design sistêmico.

Com a meta de se consolidar como um importante player no mercado, a consultoria apresenta um histórico de fusões. Essa movimentação se iniciou em 2011, quando a Questto Design e a Nó Design integraram suas competências de inovação, marca e design industrial. Em 2015, a Questtonó absorveu a Blue Research, boutique de pesquisa de comportamento, cultura e estratégia de marcas, adquirindo habilidades em estudo de campo. 

Ao integrar a Bolha, a consultoria poderá lançar mão de novas ferramentas, como Inteligência Artificial, Internet das Coisas (IoT), Dispositivos vestíveis (wearables), Realidades Aumentada e Híbrida, entre outras, aprimorando sua vertente cada vez mais forte de Consumer Experience. “Ao mesmo tempo que a tecnologia amplia o potencial de inovação, ela só tem relevância se houver conhecimento profundo da cultura e do comportamento social. Agora, podemos interligar nossa capacidade de entendimento das tensões sociais, necessidades e desejos das pessoas ao conhecimento de novas tecnologias, para criar aplicações integradas em marcas, serviços e produtos ainda mais relevantes”, afirma Levi Girardi, CEO da Questtonó. 

Para a Bolha, a fusão também é complementar, uma vez que a união com a Questtonó direciona seu trabalho para soluções perenes, relacionadas ao core dos negócios dos clientes e alinhadas ao comportamento das pessoas. “Essa integração entre as duas empresas só consolida o caminho que já vínhamos construindo para a atuação da Bolha, ampliando seu escopo e direcionando-o também para o design”, complementa Nagib Nassif, CEO da Bolha, que a partir de agora se torna CTO da Questtonó. 

As duas empresas já estão atuando de forma integrada, porém a Bolha continua prestando serviços a seus clientes até a conclusão do processo de integração, o que está previsto para acontecer até 2021. 

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13 fontes assustadoras e gratuitas para tocar o terror em seus projetos

Recentemente um grande nome do cinema nacional do gênero de terror se foi: José Mojica Marins (o Zé do Caixão), morreu no dia 20 de fevereiro de 2020 com 83 anos. Diversas de suas obras foram e são referência desse gênero até hoje. Com seu estilo único, com certeza vai deixar saudades.

Apesar de amarmos cinema, nosso foco é um pouco diferente, por isso separamos aqui 13 fontes gratuitas que tenham a ver com esse segmento da sétima arte em que o Zé do Caixão atuava tão bem.

Então, se está criando algo nessa temática, aproveite essas fontes que selecionamos para vocês, e como sabem, adoramos fontes com acentuação, então todas aqui tem praticamente todos os acentos e caracteres especiais além de, claro, serem grátis!

Lacquer

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Vademecum

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Mortified Drip

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Metal Mania

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Rocky AOE

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Shlop

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Ghoulish Fright AOE

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Butcherman

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JD Melted

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A Charming Font

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Trade Winds

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The Gonjuring

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Nosifer

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E aí, gostou dessa seleção aterrorizante? Que outras fontes você gostaria de ver por aqui? Comente abaixo!

Até a próxima!

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Quando um projeto conceitual chama a atenção de uma grande marca: entrevista com o designer Warleson Oliveira

No começo do ano publicamos o artigo sobre a versão minimalista do jogo de cartas UNO, um conceito criado pelo designer brasileiro Warleson Oliveira.

Seu projeto rapidamente viralizou, somando até o momento mais de 115 mil visualizações no Behance.

Poderia ser apenas mais um dos tantos projetos conceituais que vemos por aí e que ficamos apenas imaginando se um dia se tornariam reais… pois é, mas nesse caso, o projeto conceitual se tornou oficial.

Contatamos o Warleson, que contou pra nós como foi a experiência de ter chamado a atenção da gigante Mattel e ter visto seu projeto conceitual se tornando um produto real.

Confira:


Como a Mattel entrou em contato com você e como você reagiu?

Warleson: Bem, após o projeto do Uno Minimalista ter tido um alcance inimaginável pelo mundo (tendo até mesmo uma petição com mais de 50 mil assinaturas), em um certo dia a Mattel me contatou.

De início não acreditei, pois já havia acontecido de alguns usuários tentarem brincar comigo. Mas era verdade, era a Mattel querendo tornar o Uno Minimalista um produto real e oficial.

Foi um misto de emoções, não acreditava que aquilo estava acontecendo. Então, fechamos a parceria!

E como foi essa parceria? Como você e a Mattel trabalharam juntos nesse projeto?

Warleson: O grande desafio era a barreira do idioma inglês, que não domino muito. Mas com a ajuda de um grande amigo, Gabriel Farias, isso não foi problema.

Todo o trabalho foi feito remotamente junto a equipe da Mattel dos EUA. Até que no último sábado, dia 22 de fevereiro, o Uno Minimalista foi lançado em uma das maiores feiras de brinquedos do mundo, a Toy Fair New York.

Parecia um sonho se realizando! Estava vendo ser lançada uma versão do UNO feita por um grande fã do jogo, e além de tudo, brasileiro.

O que espera daqui pra frente?

Warleson: Acredito que isso será apenas o começo de uma grande jornada. Pretendo sim continuar com os projetos pessoais, mas todos com o mesmo objetivo do Uno Minimalista: responder aos meus questionamentos e dar o meu melhor nisso!

Espero que esse case sirva como uma inspiração para muitos ao redor do país. Que acreditem no seu potencial, e dê sempre o seu melhor independente do projeto.

Sou muito grato a todos que contribuíram para isso ser possível. Cada curtida, compartilhamento, assinatura e post em sites, foram de grande importância para o Uno Minimalista se tornar real.


Assim como o Warleson, também esperamos que seu exemplo sirva de inspiração para muitos designers publicarem suas visões de design em projetos conceituais.

Talvez você também consiga chamar a atenção de uma grande marca e experimentar a sensação de ver seu conceito se tornar oficial.

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Design da interface do usuário: o que é e quais seus conhecimentos básicos

Existem conhecimentos e ferramentas por trás de um site de sucesso que são responsáveis por aumentar a retenção de visitantes, melhorar as taxas de conversão e expressar com maior qualidade a identidade de uma marca. E este é o objetivo de qualquer designer de interface.

Neste artigo, não vou ensinar a fórmula para um site de sucesso, mas quero bater um papo com você sobre a profissão: designer de Interface.

Não sei se você sabe, mas no período em que escrevo este artigo, sou designer de Interface em uma das 5 melhores agências do país segundo a Resultados Digitais. Lá, junto ao time de projeto, sou responsável pela arquitetura e estratégia dos sites.

E graças a esse background, aprendi lições que podem ser muito úteis para outros designers, principalmente àqueles que focam 100% no design gráfico.

Mas qual o problema do Design Gráfico?

Calma, não existe um problema intrínseco ao Design Gráfico, mas houve um desencontro de objetivos entre mim e a profissão.

O motivo de investir grande parte do meu tempo em estudos de Design Digital, e até mesmo o Design alinhado ao Marketing, é a busca por resultados e números que apoiem o crescimento.

O principal limitador do Design Gráfico é a falta de dados que retornem em números de melhoria. Um designer gráfico não sabe se um impresso performou bem ou qual o resultado, em números, que seu trabalho retornou.

E por conta desta dor, eu quero apresentar a você, sobretudo que trabalha com Design Gráfico, o maravilhoso mundo do Design de Interface.

Conhecimentos fundamentais

Eu considero que são necessários dois conhecimentos fundamentais para lidar com Design de interface. E é claro que você também precisa aprender uma série de princípios do design visual e entender um pouco de comportamento humano, mas nesse primeiro momento, vamos falar sobre os conhecimentos fundamentais.

1- Arquitetura de informação

Essa é uma prática, para alguns arte, de organizar as partes de um todo com o objetivo de torná-lo compreensível.

No Design de Interface, é crucial ter conhecimento sobre como tratar as informações, e além disso, estruturar de maneira lógica e que auxilie o usuário a achar o que ele está procurando.

Em um momento futuro, quero dedicar um artigo exclusivamente para este tema, acho que vai ajudar muito!

2- Jornada do usuário

Diz respeito a história contada acerca da relação de uma pessoa com um produto ou serviço.

Quando eu falo de jornada na criação de interfaces, digo especificamente sobre o entendimento dos passos que um usuário faz em um site, sistema ou aplicativo, entendendo seu nível de maturidade ou a relevância de determinado assunto em momentos específicos do site.

Dominando este conceito, as taxas de conversão do seu site só tendem a crescer!

Passos cruciais

E agora que já possuímos a capacitação conceitual para lidar com as informações de um site e a jornada de um usuário nele, vamos para os passos cruciais na estrutura, isto é, pesquisa e documentação.

1- Pesquisa

No meu dia-a-dia, costumo utilizar três objetos de pesquisa para estruturar um site: cliente, concorrente e similar.

O primeiro tipo de pesquisa, também conhecida como briefing, é direcionada a entender quem é o cliente, qual o seu objetivo e expectativas. Além disso, uma série de perguntas acerca dos seus produtos ou serviços.

Neste Briefing, eu também capto informações sobre quem são os concorrentes, que já se torna insumo para meu próximo objeto de pesquisa, onde pontuo seus pontos positivos e negativos, além de outras observações.

A partir de algumas palavras-chave que eu e o cliente apontamos, faço uma pesquisa que chamo de pesquisa de similares. Nela, busco mercados equivalentes (à nível de comunicação e desafios) para construir uma base de insights relevantes.

2- Mapa do site

Também conhecido como sitemap, o mapa do site é uma ferramenta fundamental para compreender o escopo de um projeto de site, sistema ou aplicativo. E muito mais do que isso, nos ajuda a enxergar momentos da jornada do usuário onde é mais conveniente inserir determinadas informações ou chamadas para ação.

E só nesta ferramenta, já conseguimos aplicar os dois conhecimentos fundamentais que falei acima.

O mapa do site norteia inúmeras decisões, e ao meu ver, é a principal ferramenta para estrutura de um site, pois a partir dela é possível discutir escolhas sem pagar caro por alterações, aliás, basta mover um item de um lado para o outro ou simplesmente removê-lo facilmente.

Conclusão

O que acabei de te falar são passos bem iniciais, porém, muito importantes para conhecer os desafios da profissão, que em resumo são validar a disposição e coerência das informações e a pertinência delas a partir da jornada do usuário.

Pensar de maneira estratégica nas etapas mais iniciais de um projeto é uma prática muito importante, pois garante o aumento da qualidade do seu trabalho

E além do que te falei neste artigo, existem passos operacionais mais a frente, mas vou deixar para falar sobre eles em outro momento.

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